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Por Tiago Jamarino – Start – Parceiro Contramão HUB

 

DC forneceu ao ComicBook.com uma prévia exclusiva de The Brave e the Bold: Batman e Wonder Woman # 1 do escritor / artista Liam Sharp.

A série representa a única combinação de “trindade” de heróis de DC que ainda não tiveram um título mensal autônomo, com dois títulos Superman / Batman diferentes e uma Superman / Mulher-Maravilha em curso, fazendo o caminho para as lojas desde a virada do século .

“Quando o assassinato de um deus celta leva a uma guerra entre o povo das fadas e uma possível quebra entre os mundos, a Mulher-Maravilha deve encontrar o assassino e manter a paz enquanto Batman investiga ocorrências estranhas em Gotham City. Diana deve se dirigir ao maior detetive do mundo para que a ajude, e os dois heróis aprendem rapidamente que seus casos podem estar conectados.”

Você pode ver as páginas na galeria de imagens anexa e o texto de solicitação oficial abaixo.

Não perca o início de uma nova minissérie de seis números escrita e ilustrada por Liam Sharp (Mulher-Maravilha)! Quando o assassinato de um Deus celta leva a uma guerra entre o povo das fadas e uma possível violação entre os mundos, Mulher-Maravilha deve encontrar o assassino e manter a paz enquanto Batmaninvestiga ocorrências estranhas na cidade de Gotham. Como Diana deve se dirigir para o maior detetive do mundo para ajudar, os dois heróis aprendem rapidamente que seus casos podem estar conectados.

 

Fonte: Comicbook.com 

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Por Bruna Valentim 

Um dos favoritos do Oscar segundo a crítica especializada, Me chame pelo seu nome, é um filme poético sobre o primeiro amor de Elio, muito bem interpretado pela estrela em ascensão Timothée Chalamet, que com apenas 22 anos concorre por sua atuação e se tornou o ator mais jovem nos últimos 80 anos a concorrer na categoria.  O longa é baseado no best-seller homônimo do egípcio André Aciman, lançado em 2007. A trama centrada em Elio e sua relação de amor de beira a obsessão por Oliver, o também pouco conhecido, mas igualmente competente Armie Hammer.

É um filme sobre desejo, amor, entrega. O filme tem imagens belíssimas do interior da Itália, que fazem o espectador ter vontade de comprar a primeira passagem em direção ao país europeu e viver um verão por lá. São imagens e mais imagens dos personagens em uma rotina, nadando, jogando tênis, andando de bicicleta tudo muito lindo, mas com o tempo tudo se torna muito cansativo.

O filme com mais de duas horas não chega a dar sono, mas é longo demais, poderia ser reduzido para algo como uma hora e meia e ainda teríamos uma bela história. Como toda adaptação cinematográfica de um best-seller a responsabilidade e expectativa para corresponder é alta. O filme não chega a decepcionar os fãs do livro, mas poderia ter se saído melhor.

Armie Hammer é confiante e honra bem a personalidade segura de Oliver, porém o ator é muito velho para o papel, Oliver no livro tem 24 anos, no filme a idade do personagem não é citada, mas Hammer aparenta e tem 30 anos, o que é um contraponto à Timothée Chalamet que apesar dos seus 22 anos realmente parece um adolescente de 17. Pessoalmente acredito que um ator mais jovem teria caído melhor.

O casal principal tem química e o clima de sedução e a sensualidade em torno no filme é latente. É bonito e transmite ao público a vontade de viver uma paixão como a que é vista na tela. O sexo fica muitas vezes subentendido, ao contrário do livro que contém cenas explícitas, o que de jeito nenhum chega a se tornar um defeito. Ao contrário do que têm sido dito, o casal principal não é gay e sim bissexuais, o que é algo interessante e pouco visto. No filme tanto Oliver quanto Elio se relacionam com mulheres e por livre vontade e real atração.

A família de Elio é incrível, a mistura de culturas, o ambiente, as cenas que mostram as refeições tudo é muito agradável, muito real. A direção também fez um bom trabalho na escolha da trilha, do figurino, a caracterização fiel a década de 80, as locações, a da paisagem, tudo é maravilhoso aos olhos, tudo funciona. Os personagens são muito interessantes com destaque a Michael Stuhlbarg, pai de Elio, que é um homem à frente do seu tempo, o monólogo final é um tapa na cara de todos nós sobre como viver bem a vida.

A direção é ótima e acerta mostrando os momentos em que Elio toca piano de maneira primorosa, ressaltando o talento do ator. No filme inclusive os atores realmente falam italiano, algo raro em filmes Hollywoodianos, onde não importa se é em Barcelona Ou Paris, os personagens sempre falam inglês. Chalamet aprendeu a tocar piano e o idioma italiano para dar vida ao personagem, o que certamente deve estar contando como pontos extras para o ator na corrida para conquistar a estatueta dourado no dia 4 de março.

No final das contas, Me chame pelo seu nome é mais do mesmo de um jeito diferente. É o que já foi visto antes de um jeito mais bonito, mais encantador, mais forte. Com certeza será lembrado daqui muitos anos, como referência de uma boa história de amor LGBT e eu aposto que o chamarão de clássico.

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Por Lenilson Nascimento – Poligrafias – Contramão HUB

Sabe, não é nada pessoal. Não é nada, na verdade.

A questão é que não sei viver assim, e nunca vou saber.

Nunca fui avesso a mudanças, e não será você a pessoa capaz de mudar isso em mim. Ninguém será.

Mas você já deveria saber disso, não é mesmo?

Saber que amo mudar, que sou apaixonado por novidades. Você deveria estar preparada para este dia, o dia em que você se tornou rotina.

Não há nada que eu odeie mais, repetir me causa tédio.

Mas você já deveria saber disso, não é mesmo?

O problema é que você não sabe nada sobre mim, e nem teria como saber. Eu nunca te mostraria esse meu lado.

Na verdade, esse meu lado é quem sou. O ser por trás da máscara que você acreditava conhecer.

Mas você já deveria saber disso, não é mesmo?

O que me resta é fazer o que sei de melhor: mudar. Tornar-me novidade e me livrar das rotinas.

Desculpe-me, mas eu desisti de você.

Mas você já deveria saber disso, não é mesmo?

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Por Larissa Ohana – Parceira Contramão HUB

Duas, quase às três

As horas parecem correr

Coração continua a bater no ritmo do pensamento

Sentimentos que em mim moram

Libertam-se com facilidade

Pois já está tarde

Tarde talvez para dormir

Mas será tarde para acordar?

Quero abrir os olhos, mas já os sinto mais do que atentos

Então percebo

Devaneios

Sonhar sem precisar despertar

Acordada estou

Devia estar no mundo do inconsciente

Porém consciente estou de consciências da realidade

— pausa para respirar fundo —

Chega

Já pensei no mundo

Já pensei em mim

Já pensei nele, de novo

Ponto final para isto

Espaço

Preciso

Me pede

Dou

Tudo parece insuficiente

Tantos deles

Tantas pessoas envolvidas

E no fim

Me resta apenas eu à mim

Eu me tenho

Eu me amo

Satisfação

Tranquilidade

Olhos fechados

breu.

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Por Giovanna Silveira – Metrica Livre – Parceira Contramão HUB

Olhou por cima do ombro várias vezes, movimento involuntário dos que esperam demais. Não imaginava também chegar tão cedo, se de prévia julgava o motivo de estar ali, mas ficou.

Ninguém a um raio ilusório de vinte metros de distância, somente ele e a presença estática dos arbustos enfileirados, que de certa forma o faziam companhia. Bateu os pés, estralou os dedos, olhou o relógio e o celular, num movimento de marcha atlética contínua, e fazia um movimento com os lábios como se fosse assobiar, mas se havia algum som, saía em decibéis de ar reprimido.

Ouviu ruído abafado de passos rompendo as folhas ressecadas no chão, ergueu a postura e olhou em 6 direções diferentes… logo voltou a posição que mais lhe familiarizava, o aguardo.
E assim foram dez, vinte, trinta, quarenta e sete minutos de pequenos exercícios de paciência; e quando se cansou de todos os possíveis espectros de tempo que o cercavam, olhou o relógio. Fez como quem toma um longo ar para si, espiou uma última vez por sob os ombros, e enxergou que nunca houve um motivo para estar e esperar ali.

Pôs-se nos pés largos, de uma forma simples sorriu para ninguém e se foi. E em um perímetro imperceptível de alguns longos metros de distância, eu o observei, enquanto também esperava. Naquele dia por alguns instantes, o estranho do tempo e eu, divimos o espaço, o tempo e a espera.

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Foto Divulgação

Por Hellen Santos

Foto Divulgação

O presidente Michel Temer regulamentou nesta semana, a lei n.º 7.116/1983 do decreto Nº 9.278 do dia 05 de fevereiro de 2018, que estabelece a validação nacional da nova carteira de identificação. O documento contará com a concentração em um só documento várias identificações do portador, dentre eles: CPF, título de eleitor, CNH, identidade profissional, CTPS, PIS, o tipo sanguíneo e o fator Rh.

Esse novo documento chegará aos cidadãos brasileiros a partir de julho deste ano, porém, o documento deve começar a valer só em 2021, conforme o idealizador da proposta, o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Guilherme Afif Domingos. A proposta principal do documento é o seu fácil acesso até mesmo pelo celular digitalmente e de forma segura.

Sua primeira emissão será feita gratuita nos postos de emissão de carteira de identidade. O documento será emitido em cartão ou papel conforme o decreto. A validade da nova identificação é de tempo indeterminado.  A partir do dia 1º de março de 2019 todos os órgãos serão obrigados a adotar os padrões solicitados.