Contramão HUB

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Por Giovanna Silveira – Metrica Livre – Parceira Contramão HUB

Te apelido sol

pode aparecer, se quiser

bem cedo e escasso

fica até te esgotar, ás seis

ou mais

fica mais

confunde os sábios

confunde os loucos

se estende pela noite, sol

ou mais

mas se não puder

ainda, tudo bem

tem dia que as nuvens

te cobrem, e te cobram

sua ausência, sol

e quando der

passa lá pelo meio dia

cheio de si

ou quando ser, sol

renasce por aqui.

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Por Débora Gomes – . as cores dela . – Parceira Contramão HUB

Quando cheguei era um pouco tarde. Você já tinha juntado suas coisas e partido para o outro lado do mundo. Nem sei se levou muitas malas. Se recolheu tudo o que tinha. Ou se deixou alguma lembrança para os seus pais. Eu nunca soube onde você guardou tanta coragem. Mas eu sempre acreditei nela. E no seu bom coração. E nos seus olhos sorrindo. E na sua vontade de ir. Sobretudo em frente, pelo caminho que seu sonho escolheu.

O amor tem de nos perdoar às vezes… principalmente quando a gente é covarde e esquece que ele é a única chance que temos de permanecer vivos. A gente deve se perdoar pelo amor… porque é também por ele que deixamos a vida aberta, de jeito a não manter prisões. De jeito a permitir que caminhos se separem. Pra que se juntem outra vez depois de um tempo, se assim tiver de ser.

“Porque a vida segue. Mas o que foi bonito fica com toda a força. Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga. E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade. Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer a tona, o que o coração vive tentando deixar pra trás”

. Caio F. Abreu .

 

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Por David Abner – Start – Parceiros Contramão HUB

ntertainment Weekly revelou novos detalhes sobre a “sequência” do sucesso da Netflix, incluindo como a abertura da nova temporada será definida em uma nova cidade em vez da configuração da temporada um de Hawkins, Indiana.

 

O co-criador Matt Duffer explicou por que eles decidiram começar a segunda temporada em um cenário completamente diferente:

 

“Gostei de abrir o show em um lugar que não estava em Hawkins, em um ambiente urbano. Eu quero que as pessoas pensem que talvez tenham clicado no show e, então, boom, você percebe “Oh, agora estamos ainda nisso”. Mas é tudo sobre ampliar e expandir nosso mundo “.

 

Ross Duffer, que co-criou a série com seu irmão, provocou:

 

“Nós temos todos esses tópicos diferentes e você não vê como possivelmente todas essas coisas poderiam se juntar e depois, lenta mas seguramente, todos eles desempenham um papel integral na história nesta temporada”.

 

Embora Matt Duffer tenha revelado que havia alguma resistência a se referir à nova temporada como uma sequência considerando o histórico de poucas sucessões, o showrunner discutiu o quanto dos fãs responderam mais alinhados com seus planos para a temporada 2:

 

“A boa notícia é que muito do que queríamos ver ou o que respondemos, parece ser o que o público respondeu. Como nos apaixonamos por Gaten [Matarazzo], e havia aspectos, como Barb [jogado na temporada 1 por Shannon Purser], já estávamos planejando lidar. Parecia que havia um bom alinhamento entre o que queríamos ver e o que outras pessoas queriam ver “.

 

Stranger Things foi criado por Matt e Ross Duffer, também conhecidos como The Duffer Brothers, que dirigiram e produziram a série sob a bandeira Monkey Massacre, juntamente com Shawn Levy, produtor produtor co-executivo e Dan Cohen, do 21 Laps Entertainment. A série é escrita por The Duffer Brothers, bem como Justin Doble, Jessie Nickson-Lopez, Paul Dichter, Jessica Mecklenburg, Alison Tatlock e Kate Trefry.

 

Stranger Things 2 estrela Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Joe Keery e Noah Schnapp. A série também adicionou Sean Astin (The Goonies), Paul Reiser (Aliens), Brett Gelman (Jobs), Dacre Montgomery (Power Rangers), a atriz dinamarquesa Linnea Berthelsen e a estrela da Broadway, Sadie Sink, na mistura também.

 

Stranger Things 2 chega a  Netflix em 27 de outubro.

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Por Ana Sandim – Ingrediente da Vez – Parceira Contramão HUB

Das receitas simples que enchem a casa de alegria. O vapt e vupt da semana é uma receita simples, queridinha de todos. Para alegrar a quarta-feira. Brigadeiro deCappuccino (light) Melitta com castanhas.

Ingredientes:
1 lata de leite condensado
1  colher de manteiga
2 colheres de sopa de cacau em pó
3 colheres de Cappuccino em pó
Castanhas trituradas para confeitar

Modo de preparo:
Em uma panela, coloque a manteiga, o leite condensado, o cacau e o cappuccino em pó. Misture bem e leve ao fogo baixo, mexendo sempre até tudo se desprender do fundo da panela (o tempo corresponde a cerca de 10 minutos). Retire do fogo, passe para um prato untado e deixe esfriar. Com as mãos untadas (com manteiga), enrole bolinhas e passe-as nas castanhas.  Sirva em forminhas de papel.

 

Foto Ingrediente da Vez

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Por Bianca Rolff – Gauche – Parceira Contramão HUB

Ela não gostava de contos de fadas, tampouco ser chamada de princesa. Entretanto, quando o viu pela primeira vez, acreditou que ele pudesse ter saído de uma das histórias que tanto evitava. Só não imaginava que “felizes para sempre” fosse realmente tão longe da realidade que se formava à sua frente.
***
Ali, naquela noite chuvosa e com ventos arrebatadores, tudo o que ela queria era ter se lembrado de ter levado consigo um guarda-chuvas. Nem mesmo a marquise impedia que a água fustigasse seu rosto e o vento rodopiasse à sua frente, carregando folhas e galhos das árvores mais próximas. Aquele parecia não ser o seu dia de sorte. Mais cedo ela já havia se machucado ao tropeçar na escadaria da faculdade e cair sobre um estilhaço pequeno de vidro, suficiente para lhe abrir um corte no braço. Não seria nada demais, exceto pelo corte ter acontecido onde ela já possuía uma cicatriz antiga. Agora, o céu parecia ter aberto todas as comportas e decidido inundar o mundo de vez. Ela estava prestes a tomar coragem para atravessar os quatro quarteirões que restavam até a sua casa, quando ele virou a esquina e a encarou.
Não, não olhou para onde ela estava, para um local próximo ou para alguém que também esperava a chuva cessar. Ele olhava diretamente para ela, como se sempre tivesse o intento de lhe encontrar. Ela aguardou que ele se mexesse, mas nenhum movimento se fez, e ela tinha a impressão de que ele nem mesmo se dava ao trabalho de piscar.
Decidindo-se pela coragem e por uma curiosidade que a assolou avassaladoramente, ela saiu para a chuva, encharcando-se no instante em que deu os primeiros passos em direção ao homem desconhecido.
De fato, ele a esperava. Tinha – agora ela via com clareza – os olhos do mais pálido azul que ela já vira, quase confundindo-se com o branco das laterais. Ao chegar até ele, sentiu o toque de sua mão gelada apertando-lhe o pulso e encostando-a contra o peito.
– Eu te levo para casa.
Ela tentou falar que não precisava, que não o conhecia, que não saía aceitando “caronas” de desconhecidos, mas tudo o que conseguiu foi segui-lo em silêncio, pela chuva.
Bastaram alguns passos para ela estacar, boquiaberta. Ele estava completamente seco, por mais que as gotas vindas do céu se tornassem cada vez mais grossas e dolorosas. Notando a sua parada, ele se virou e a puxou delicadamente, formando uma barreira contra a chuva no local em que a tocava.
Entraram em um beco escuro e ela começou a se considerar louca por seguir um homem que além de não se apresentar, parecia ter saído de alguma história fantasiosa e surreal. Ela sacudiu a cabeça para liberar os pensamentos, mas quando abriu os olhos novamente, prendeu a respiração.
Não se achava mais no beco escuro, mas em uma ampla sala. Ampla era uma palavra modesta. Estava num salão gigantesco, com candelabros presos ao teto e cortinas de veludo vermelho que cobriam metade das inúmeras janelas de vidro.
– Que lugar é esse? – ela perguntou, olhando ao redor. Sentia tanto frio que as palavras saíram gaguejadas, como que num idioma diferente.
Ele a encarou e, pela primeira vez, piscou os olhos pálidos e sem vida.
– A sua casa.
Antes que ela pudesse dizer qualquer coisa, ele saiu de vista, fechando uma grande porta de madeira com um estrondo.
Não, ela não gostava de contos de fadas. E quando afirmava isso, não se referia às versões modernas de estúdio de cinema que buscavam dar finais felizes para as narrativas originais. Ela se referia às histórias antigas, sombrias, que em sua grande maioria continha finais trágicos e repletos de sangue e devastamento. Essas histórias – essas sim – faziam-na querer distância dos livros das bibliotecas públicas, dos arquivos antigos recém explorados e dos sites secretos da internet. Entretanto, aquele homem… Ela já o tinha visto antes e a sua presença imediatamente a remeteu a uma dessas histórias…
Ele lhe estendeu uma toalha limpa e uma muda de roupas, fazendo-a gritar. Não tinha notado o seu retorno e, reparando-o mais uma vez, seus olhos pareciam realmente muito mais intimidantes do que antes.
Ela pegou os objetos e, sem se importar com a presença dele, secou-se e trocou de roupa. Quando seca e confortável, finalmente questionou:
– Quem é você, porque disse que essa é a minha casa e de qual universo paralelo você veio?
Ela não esperava o que aconteceu em seguida. Puxando-a pela cintura, ele lhe deu um beijo.
Um choque percorreu todo o seu corpo e foi como se um filme passasse em alta velocidade pela sua mente. Ela pequena, correndo pelos jardins de um castelo muito bonito e nevado… Então sendo apresentada a um único botão de rosa no meio da neve… O tempo passando e ela, já mais velha, indo cuidar da rosa única todos os dias… A rosa parecia perfeita, exceto por uma única pétala negra, que sempre murchava ao entardecer… Um relâmpago… A escuridão no céu… Então ele apareceu… tão bonito e imponente, porém seus olhos eram de um castanho profundo… Um beijo sob a lua… As mãos pousadas sobre os corações um do outro… Um clarão… Ela estava de volta ao salão, repleto de convidados… Ele se ajoelhou, abriu uma caixa de joias e… dentro dela, havia uma pétala da rosa vermelha… Uma explosão… Um homem encapuzado de vestes negras colocou as mãos sobre os olhos do jovem e com um estalo, os queimou, tornando-os de um azul pálido… Tudo ficou preto… Ela saiu correndo pelo jardim nevado e viu a rosa murchar aos poucos… Ela passou raspando nos espinhos da rosa… Um corte no braço… Sangue caindo na neve… O homem encapuzado saiu em seu encalço, mas antes que ele a alcançasse, ela entrou por uma fenda na árvore mais velha do jardim e desapareceu…
Soltando-se do beijo, ela caiu no chão, sem ar.
– Eu me lembro… Você é Ian, o Príncipe do Reino do Noite. Você foi o único que conseguiu encontrar a pétala da Rosa da Vida… Então você a trouxe para mim, para que ela se juntasse às demais… Mas o Vollum descobriu sobre a Rosa, e se ela estivesse completa, todo o seu esforço para destruir os Cinco Reinos estariam perdidos – ela falava sem respirar, num fluxo constante – Então…
– Ele nos achou, queimou os meus olhos para que eu não conseguisse mais vê-la – disse ele, os olhos cada vez mais pálidos –  Só que você conseguiu fugir… Quando passou pela fenda na Árvore Elda, você foi parar na dimensão 2149…
– E esqueci de tudo o que aconteceu aqui antes… até…
– Até eu encontrar você.
Um silêncio se fez entre eles. Ela não conseguia acreditar que ele não a via, de fato. Todo o seu jeito, o modo como andava, se portava… o jeito que havia olhadopara ela durante a tempestade…
– Como conseguiu ir para 2149? – ela perguntou, ainda tentando processar todas as informações.
Ele não respondeu de imediato. Quando falou, sua voz era suave, porém ligeiramente trêmula. Algo que passaria imperceptível por quase todos. Quase.
– Quando você desapareceu pela fenda, ela se fechou. Você sabia que isso aconteceria, eu cheguei à conclusão depois de um tempo. Entretanto, à época, não compreendi qual a sua intenção. Quando fugiu, o caos se instalou completamente nos Reinos. Vollum destruiu com facilidade a Rosa, mas ficou furioso pela Princesa Vermelha, Guardiã da Rosa da Vida, ter saído impune e destruiu tudo que tivesse ligação com você.
Ele fez um gesto para o entorno e ela sentiu o peito arder. Não havia mais nada além de um esqueleto do que fora seu belo e seguro castelo um dia.
– Acho que uma espécie de indiferença se apossou de Vollum e ele me poupou. Talvez por achar que cego eu nem mesmo serviria para o gasto de energia que teria ao me matar. O que ele não sabia – os olhos dele se cravaram novamente nos dela, e ela teve certeza de que ele a via -, é que ao retirar de mim a minha visão comum, ele de algum modo me permitiu… sentir você.
Um formigamento se apossou do corpo dela e ela sentiu algo há muito esquecido. Ian não era apenas o Príncipe do Reino do Norte… Era muito mais que isso.
– Como foi que você me achou, Ian? – ela tornou a perguntar.
– Por muito, muito tempo eu fiquei perdido. Não havia quase ninguém por perto, tudo parecia ter sido completamente destruído, e viver sozinho sem meus olhos parecia pior que a morte. Então… Num dia de chuva como hoje… algo mudou. Foi como se uma espécie de fumaça se fizesse à minha frente. E essa fumaça formava em meus pensamentos a sua imagem. Fraca, mais ainda assim era você. Isso aconteceu mais algumas vezes, todas elas em noites de chuva, e eu soube que, de algum modo inexplicável, eu conseguia sentir você.
Ian passou a língua nos lábios para umedecê-los e prosseguiu:
– Nunca saí das redondezas de Semsar desde o ataque de Vollum (creio ter sido dado como morto para o meu Reino, o que nem mesmo fez alguma diferença para mim, dado que eu me considerava morto por dentro), então decidi há algum tempo me aproximar da Árvore Elda, na esperança de que ela me desse alguma luz. Foi aí que hoje, em mais uma noite de chuva, eu senti você. Mas dessa vez, não foi apenas sentir. Eu realmente vi você, clara como nunca. Então, a Árvore Elda, como se também entendesse, tornou a abrir a fenda por onde você passou e… bem, eu te trouxe de volta.
Ela olhou para o corte profundo no braço. No exato lugar em que ela havia se cortado nos espinhos da Rosa da Vida quando fugia de Vollum. Um antigo feitiço pagão de localização… Ferir-se no exato local do primeiro ferimento. Mas como Ian conseguiu encontrá-la? Eles teriam que…
O primeiro beijo… A Transferência Secreta de Almas. Um coração pelo outro. Eles eram um só, e tinham feito o pacto em segredo.
– Ian… – ela o encarou com um movimento repentino – Por que você me trouxe de volta?
– Por quê? – ele pareceu confuso – Ora, porque você me chamou. Não me pergunte como eu sei que era para fazer isso, eu simplesmente soube que era a hora de te encontrar.
– Sim, era mesmo a hora de me encontrar, mas… Não era para você me trazer de volta – o coração dela começava a acelerar, a pulsação na boca – Eu acho que…
– Que Vollum seria tão imprudente de deixar o Príncipe Ian vivo sem motivo? Você é esperta, Princesa Clara.
Ela e Ian se voltaram num único movimento, a tempo de verem uma mulher muito alta e magra surgir da escuridão da noite. Seus cabelos eram cor de musgo e Clara, mesmo antes de tudo acontecer, sempre achara que a existência dela era uma lenda. Ahnna, a Maga Esmeralda, Guardiã do Reino do Leste, Semsar.
– Você voltou, Princesa Clara. E Vollum a essa altura já deve estar sabendo que alguma coisa aconteceu, pois vigia Ian desde o seu sumiço. O que ele, não sabe – Ahnna deu um passo à frente, deixando os seus olhos esmeralda serem iluminados pela luz noturna que entrava por uma das janelas -, é que eu não sou apenas uma lenda. Não temos muito tempo, vocês terão que vir comigo.
– Para onde? – Ian quis saber, a expressão profundamente irritada.
– Para onde vocês possam entender as consequências desse retorno de Clara – Ahnna deu as costas para eles, iniciando uma caminhada lenta – E antes que me perguntem: A Rosa da Vida foi mesmo destruída por Vollum na noite do ataque a Semsar. Mas o poder dela ainda vive.
Clara e Ian se entreolharam e seguiram Ahnna pela escuridão, mas nenhum dos dois percebeu o corte no braço de Clara se iluminar de um vermelho fogo por pequenos instantes.

Por Débora Gomes – . as cores dela . – Parceira Contramão HUB

ouça, minha querida. não há placas em todos os lugares, dizendo o que você deve ou não fazer. algumas vezes você precisará escolher o caminho sozinha, com todos os “poréns” e “sorrisos” que isso implica. eu sei que os ventos não estão muito favoráveis, que querer desistir é uma forte opção, que invernos são épocas preciosas, em que as coisas decidem por si sós se ficam ou vão. 

mas tudo são condições.

vê-se por agosto, seu mês de maior agouro, que resolveu lhe sorrir ao ponto de te deixar esquecer – não fosse pelos feriados – em que dia estamos. veja bem: há sim uma chance de ter amor em todas as coisas. desde que se tenha, ainda, força nos olhos, certezas nos passos e delicadeza no coração. aos trancos e barrancos – sendo bem clichê – as coisas se ajeitam. porque amor, pequena, não é pra qualquer um, não. 

é preciso coragem e um retrato bonito para emoldurar quando as tempestades passarem. porque elas passam. vai por mim: já vi muito sol depois de tanta chuva e trovoada. é tudo questão de esperar… pra ver.