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Homem de negócios no ramo têxtil e de alimentos, responsável pela Associação Comercial de Minas e a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte, e, em Minas, presidiu a Federação das Indústrias, no dia 29 de março, encerrou-se a carreira do ex-vice- presidente José Alencar.

Após ser velado no Salão Nobre do Palácio do Planalto, em Brasília, o corpo segue amanhã, 31 de março, para o Palácio da Liberdade, na capital mineira.

Nessa tarde, os trabalhos se processaram na Praça da Liberdade para abrigar o velório, que será realizado entre 9h às 13 horas. Já foram colocadas cercas na Praça da Liberdade. O local recebeu a presença de jornalistas das emissoras de TV, como Rede Globo, Record, Rede Minas e outras, que se preparam para a transmissão ao vivo por satélite do velório do ex-vice Presidente.

O corpo está previsto para chegar Palácio às 8h30, e será aberto ao público às 9h com acesso pelo portão frontal, da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa.

Centenas de pessoas, entre políticos, empresários e cidadãos comuns são esperados na despedida de José Alencar.

Texto e Foto: Thaline Araújo

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Está chegando ao fim a exposição de arte contemporânea mundial: a 29ª Bienal de São Paulo – Obras Selecionadas, apresentada em Belo Horizonte. A capital mineira foi prestigiada a estrear a exposição, e há mais de dois meses proporciona ao público a oportunidade de conhecer grandes obras brasileiras e estrangeiras. A mostra pode ser vista no Palácio das Artes e Centro de Arte Contemporânea e Fotografia.

A Fundação Clóvis Salgado tem uma infra-estrura de grande porte, com grandes espaços, talvez um dos motivos da escolha de Belo Horizonte para inaugurar a itinerância da 29ª edição da mostra. Fabíola Moulin, gerente de Artes Visuais do Palácio das Artes, opina “ acredito que essa escolha pelo nosso estado é devido ao desejo que a Fundação demonstrou com a exposição além do fato de termos aqui em Minas uma produção artística tão rica e variada.” Devido a essa potente produção artística há um grande número de obras mineiras na exposição.

A mostra já conseguiu atingir um público aproximado de 60 mil pessoas. Houve um grande atendimento as escolas para visitação. Moulin se mostra satisfeita com a popularidade “a exposição superou o público esperado, talvez tenha sido o maior público de exposições feitas aqui”. Ela ainda fala da importância desse alcance ao público “ essa mostra forma o público da arte e ainda há uma democratização ao acesso”.

Com seus dias contados a mostra ficará até o próximo domingo dia 20 de março, de sexta a sábado o horário de funcionamento será de 9h às 21h e domingo de 16h às 21h. A entrada é franca em todos os espaços. Aproveitem e desfrutem dessa arte contemporânea , conhecimento nunca é demais.

Para mais informações sobre a exposição ligue: (31) 3236-7400

Por: Andressa Silva

Quando passamos pela Rua da Bahia esquina com Rua Aimorés na região Centro-Sul de Belo Horizonte, logo sentimos aquele cheirinho de churros! Em pouco tempo deparamos com o carrinho de Carlos Mendes, um tranqüilo e cativante vendedor que, há 12 anos escolheu essa região da cidade  para trabalhar.”Vendo 200 churros por dia. E com as vendas dá para me sustentar tranqüilo e pagar as contas”, garante.

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Mendes veio da Bolívia, há pouco mais de uma década, em busca de uma vida melhor no Brasil, onde não conhecia ninguém. Passou por São Paulo e decidiu estabelecer residência em Belo Horizonte, onde constituiu família, garantiu sua renda como vendedor e, nos finais de semana, faz freelance para eventos e em seu salão. “Entre Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, prefiro aqui por ser uma cidade mais tranquila, sem tanta violência como nas demais”.

Procurando fugir da grande movimentação do comércio, o vendedor escolheu a região Centro-Sul por ser “calma para trabalhar e não tem muitos ambulantes”.

Para visitantes da região e degustadores de churros, Carlos Mendes trabalha de segunda a sexta das 10h às 19h.

Aproveitem e Bom apetite!!!

Texto: Thaline Araújo

Foto: Andressa Silva


A divertidíssima exposição My Paper Sunglasses comprova que os óculos servem não só para nos proteger dos raios ultravioleta. Na mostra, do idealizador e curador Otávio Santiago, os óculos servem também para nos “cegar às avessas”. Eles se tornam um curioso suporte de revelação.

Vários artistas de diversas áreas foram convidados por Santiago a fazer uma intervenção sobre as lentes de papel dos óculos, através das suas próprias criações.

Os óculos aparecem como painéis ou telas, e em cada uma das superfícies, um ponto de vista particular: a imagem de si mesmo que sempre quis ver, ou melhor, exibir.

O público também é convidado a experimentar os óculos, escolher um perfeito e fazer uma foto. Durante as duas primeiras intervenções de convidados, foram feitas várias fotos dos autores das criações e de quem passou para conhecer a exposição.

Um editorial também foi inspirado nas idéias apresentadas em My Paper Sunglasses. A exposição ficará na Mini Galeria, na Avenida Cristóvão Colombo, 550, até o dia 24/08.

Veja mais fotos na nossa galeria.

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Por Daniella Lages