Entretenimento

 A terceira edição da BH Tattoo Convection no final de semana, no Minas Centro, reuniu  setenta e nove expositores de tatuagem e Body Piercing, de varias cidades do país e do mundo, tendo ainda: Premiação de melhor tatuagem, exposição de arte, sorteios, work shops, DJs  e Vjs. Dentre os expositores estava o tatuador Victor Octaviano da cidade de Santo André (SP), reconhecido pela técnica de tatuar em aquarela e conhecido dentre os tatuadores como o cara que está inovando. No Youtube há alguns vídeos que ilustram o trabalho do tatuador;

 A tatuadora Carolina Oliveira participa pela primeira vez do evento, em Belo Horizonte. “As técnicas apresentadas são variadas e vai desde tradicional a preto e branco, pontilismo, mandala  á aquarela, tipos de tatuagens conhecidos no mundo dos desenhos sobre a pele”, explica.

Segundo o presidente da Associação dos Tatuadores e Piercing do Estado de Minas Gerais (ATAP-MG), André Matosinhos, o maior desafio, hoje, da  associação é o reconhecimento da profissão de tatuador. “Mesmo não sendo reconhecida [a profissão] é fiscalizada pela Vigilância Sanitária, pois todos os equipamentos utilizados nos estúdios tem que ter o registro da Anvisa, desde tinta até as agulha. A primeira edição do BH Tattoo Convention foi em 2001 quando da criação da Associação.

A 3° edição do evento foi realizado no espaço do Minas Centro na Rua guajajaras,1022, centro de Belo Horizonte enfrente ao Mercado Central; os ingressos foram vendidos a R$ 20,00 na portaria do local.


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Por: Aline Viana

Foto: Aline Viana

Na próxima segunda (29), será lançado, em exibição gratuita, no Cine Cento e Quatro, o curta “O tecido dos sonhos”, de Carlos Rocha e Marcelo Braga. A exibição do curta-metragem será às 20 horas. O projeto é um experimento audiovisual que une o universo shakespeariano ao cotidiano das ruas de Belo Horizonte. O título do filme remete à citação atribuída ao dramaturgo que diz: “Nós somos do tecido de que são feitos os sonhos”.

O elenco é formado por pessoas em situação de rua e associadas à ASMARE e ao Centro de Referência da População de Rua. Os diretores esclarecem que o encontro com esses grupos de ações sociais contribuiu para a consolidação da obra. “A posição passiva, anda de mão dada com a indiferença”, declara Carlos Rocha.

Com 17 minutos de duração, o curta traz textos de Shakeaspeare interpretados pela população que vive nas ruas da capital mineira e redescobre a literatura produzida no século XVI e aclamada no século XIX, vista por tipos populares que habitam, trabalham e cruzam a cidade de Belo Horizonte. Sobre a estreia na próxima segunda-feira Marcelo Braga, um dos idealizadores e diretores do projeto, afirma: “A expectativa é a melhor possível”.

As dificuldades encontradas foram as mais naturais possíveis: nem todos os moradores de rua estavam dispostos à participar das gravações devido a problemas particulares, outros inicialmente participaram, mas por fatores externos não finalizaram. Foram seis meses de trabalho, sendo três dedicados a oficinas de preparação do elenco, já que nenhum deles era profissional e mais três de filmagens – para levar essa realidade para as telas.

Cine Cento e Quatro está localizado Praça Ruy Barbosa (Praça da estação), número 104, no Centro de Belo Horizonte.

 

Por: Alex Bessas  e  Aline Viana

Foto de divulgação.

O espaço multicultural CentoeQuatro abre em 18 de maio a primeira biblioteca de artes visuais de Belo Horizonte que irá disponibilizar, gratuitamente, livros, periódicos e catálogos para artistas, estudantes, pesquisadores e visitantes. O projeto inscrito na Fundação Nacional de Artes (Funarte) recebeu o nome de Biblioteca 104, cuja coordenação é de Inês Rabelo. O objetivo é fazer um espaço multimeios. “O visitante sai de um filme e consulta material sobre cinema, vê uma exposição de fotografia e pode entender mais da técnica, de uma época através dos livros disponíveis”, explica a assessora de imprensa do CentoeQuatro Mônica Boscarino. “Foi uma oportunidade de abrir esse edital da Funarte e juntar com esse nosso desejo de ser um espaço de reflexão e a sorte do ter um espaço disponível no prédio”, acrescenta.

A consulta às publicações especializadas na BIBLIOTECA 104 serão realizadas no local, não haverá empréstimos. O Edifício 104 é um dos vários monumentos tombados da capital, ele foi inaugurado em 1908, com o intuito de abrigar a Companhia Industrial Belo Horizonte (CIBH), considerada a primeira grande indústria da capital mineira. Na década de 30 o local foi ocupado por outras companhias têxteis, muitas pessoas ainda se recordam da loja 104 dos Tecidos. Em 2009 o espaço multicultural CentroeQuatro foi inaugurado no edifício para ocupação e produção artística.

Por Juliana Costa

Foto: Heberth Zschaber

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O ICA (Instituto de Comunicação e Artes) realiza hoje ás 19h um debate intitulado Os Caminhos Da Apuração Jornalística, no auditório do segundo andar do campus Aimorés do Centro Universitário UNA. Os convidados da noite são dois jornalistas do jornal Hoje em Dia, Álvaro de Castro, repórter esportivo do Portal HD, e Danilo Emerich, do Caderno de Minas.

O evento será o primeiro de vários que irão acontecer ao longo do ano no ICA.  O ciclo de palestras recebeu o titulo de Circuito Comunica, um projeto novo do ICA que tem a intenção de realizar eventos informativos sobre todos os cursos oferecidos no campus.

O Jornal Contramão cobrirá o evento via Twitter. Quem se interessar em acompanhar a conversa poderá acompanhar a hashtag #circuitocomunica ou indo diretamente no perfil do nosso twitter @contramaojornal.

Por Juliana Costa

Foto Facebook Álvaro de Castro

Ouça na edição de hoje a análise de nossos comentaristas sobre o quarteto de ataque do Cruzeiro. O Atlético dava indícios de que iria disputar o campeonato mineiro com duas equipes diferentes, o que não aconteceu até o momento.

SADA Cruzeiro e Minas  nas semifinais da Superliga Masculina de Vôlei, as equipes enfrentam SESI e Rio de Janeiro respectivamente na disputa por uma vaga na grande final.

No basquete a boa campanha do terceiro colocado do NBB, Uberlândia, com  destaque para Robert Day ala da equipe do triangulo que marcou 24 pontos na última partida.

Tem até declaração de Amor!

Tudo isso na 7ª edição do Projeto E!

 

Apresentaçao: Ana Carolina Vitorino

Comentários: Hemerson Morais, João Vitor Fernandes e Marcelo Fraga

Edição: João Vitor Fernandes

Arte: Marcelo Fraga

Musica: Tempestade – Maskavo Roots

Um dos mais tradicionais grupos de teatro de bonecos do país, o mineiro Giramundo está em evidência, até o dia 14 de abril, no Memorial Minas Gerais. A exposição Teatro Móvel leva ao museu bonecos do acervo, além de vídeos e fotos do trabalho do grupo. O diretor do Giramundo, Ulisses Tavares fala sobre a importância da exposição. “Nosso museu está temporariamente fechado para visitação, então, com a exposição, a população não deixará de ter contato com nossa obra”, argumenta.

São 33 bonecos que compõem a mostra. Os objetos são dos espetáculos “A Bela Adomercida” (primeira montagem do grupo), “Giz” e “Pastorinhas”. O diretor afirma que estão em exibição “três técnicas distintas de trabalho com teatro de bonecos, o que evidencia a não especialização do Giramundo em somente uma forma específica de encenação”.

O Teatro Móvel é um projeto itinerante que apresenta espetáculos, oficinas e exposições por todo o país há cerca de 8 anos. Os visitantes encontrarão expostos  bonecos de materiais e tamanhos variados, também um mural com diversas fotos do Grupo, além de poder assistir um vídeo que conta a história do Teatro Móvel.

O Memorial Minas Gerais está localizado no antigo prédio da Secretaria de Estado da Fazenda, na Praça da Liberdade. A abertura para visitação ocorre terças, quartas, sextas e sábados, das 10h às 17h30; às quintas, das 10h às 21h30 e aos domingos, das 10h às 15h30. A entrada é gratuita.

Confira a galeria de fotos da exposição:

Por Marcelo Fraga

Fotos: Marcelo Fraga