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Por Tiago Jamarino – Start – Parceiros Contramão HUB

Novas imagens de minifigures dos próximos conjuntos para Os Últimos Jedi vazaram online. Duas das figuras mostram um dos nossos principais heróis do filme e também um dos principais antagonistas.

Nós vemos Finn (John Boyega) em sua nova roupa  da Resistência. Embora ele estivesse vestindo a mesma jaqueta que originalmente pertenceu a Poe Dameron (Oscar Isaac), em vez da camiseta e das calças do Stormtrooper, ele agora está vestido com uma roupa da resistência total similar ao uniforme de Poe quando o conhecemos em o Despertar da Força. 

Foto Divulgação

Nós também examinamos mais de perto a minifigure do líder supremo Snoke (Andy Serkis). Este é um personagem que tem sido o centro das teorias de muitos fãs quanto ao fato de ele influenciar a narrativa da Força.

Foto Divulgação

Além disso, foram reveladas duas minifigures com um piloto da Primeira Ordem e uma unidade BB-9E.

Foto Divulgação

Escrito e dirigido por Rian Johnson, Star Wars: Os Últimos Jedi estrela Daisy Ridley, John Boyega, Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis. Introduzidos à saga Star Wars são recém-chegados Laura Dern, Kelly Marie Tran e Benicio del Toro.

 

Star Wars: Os Últimos Jedi será lançado nos cinemas em 15 de dezembro de 2017.

 

 

 

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Por Auspicioso Acapela – Coletivo Parceiro Contramão HUB

Durante alguma conversa com amigos sempre sai “já fiquei com fulano” e a frase é rebatida com “mas você já pegou todo mundo também, né?”, o que acho triste é que ninguém nunca parou para me perguntar o porquê de ter tido tantos relacionamentos ou ficantes. 

O peso de não se encaixar no padrão de beleza estabelecido, na fase da infância, vem de forma bruta e rasteira. Nos primeiros dias na escola você já sabe qual posição irá ocupar, tem a menina feia, a indiferente e a bonita. Eu era uma criança negra, orelhuda e songa, obviamente não era a “bonita”. Apesar de todo o desconforto que não entendia muito bem, encarava como só mais uma coisa estranha da vida que eu não fazia a mínima ideia do porquê. 

Quando cheguei no Ensino Fundamental existia uma pressão quase palpável para “namorar”, a questão afetiva era um status e, assim como mandam os filmes hollywoodianos, “o menino bonito fica com a menina bonita, sempre”. Ninguém quer “namorar” com a pretinha da sala, passar o recreio de mãos dadas ou algo do gênero. Então os meus amigos eram os rejeitados, a menina gorda, os negros, o cabeçudo, a que usava óculos, enfim, éramos o Clube dos Excluídos. Logo, tudo isso significava que a probabilidade de ter algum privilégio com a minha beleza foi reduzida a zero. 

Uma vez ou outra aparecia algum menino interessado, o que me fazia pular de alegria até descobrir que ele estava ali por cola, para copiar trabalhos, pegar resumo, na verdade ele só queria aproveitar. Nesses casos me sentia mal, mas não tanto quando percebi a lógica do sistema, para conseguir confiança e jeito para chegar na “menina bonita” exige treino e prática, e não existe pessoa melhor do que aquela que não está em evidência. Os garotos se aproximavam de mim por ser a “menos pior” do Clube dos Excluídos, afinal não era gorda, minha pele é de um tom mais claro comparado as outras negras, apesar do meu cabelo ser “ruim”, era escovava toda semana. Por muitas vezes preferi ser só a “inteligente” do que ser a “menos pior”. No entanto, pegava as migalhas que eram jogadas e tentava me contentar, pelo menos tinha perdido o BV¹, e é aos poucos que se conquista algo. 

O tempo passou e no Ensino Médio consegui ver como essa coisa de se doar para pessoas esporádicas que aparecem de repente na vida só gera mais solidão.  Sempre sonhei com a auto-suficiência e admitir que me sentia só era o mesmo que anunciar a minha fraqueza, coisa que não suportaria. Colecionar vários beijos na boca impulsionou um vazio que não iria compartilhar com ninguém, principalmente porque minhas amigas me viam como uma soldada que invadiu o campo inimigo e abriria uma entrada para elas também. Pensava em como dizer que o lado de lá é superficial e oco, contudo todos que beijavam eram felizes, o problema poderia está comigo. 

Com os anos aderi a Técnica do Desinteresse, ninguém poderia me rejeitar por uma coisa que eu não estava afim, o que era muito cômodo, afinal se não desejasse o “crush” da sala ele nunca poderia me menosprezar. Em contrapartida, aceitava todos os pedidos de afeto, em outras palavras, não procurava carinho porém era de quem quisesse. Acredito que veio daqui o fato de hoje não me atrair por indivíduos olimpianos, prefiro aproximar dos fora dos padrões de beleza estabelecidos. 

Tudo isso gerou uma falta de reconhecimento muito grande, todo garoto que demonstrava interesse ativava uma vozinha na minha cabeça que sussurrava “finalmente um”. Fazia planos para o futuro com aquela estúpida esperança do “agora vai” e nunca ia. Toda expectativa de um parceiro era encarada como uma cura da minha solitude, atraindo relacionamentos e amizades abusivas. Mantevi vários namoros por pensar que não seria o suficiente para outra pessoa, e quando eles terminavam, recomeçava a procura de outros lábios para tentar alcançar aquilo que me venderam como o necessário para ser feliz. O resultado de tudo isso foram várias traições e abandonos. 

As coisas pioraram quando perdi a minha virgindade, pois a energia que é trocada no sexo é muito maior. Tola como sou me entregava aos meus parceiros na tentativa de estabelecer conexão, intimidade e companheirismo que, em muitas vezes, não era recíproco. Acabava me sentindo uma bosta por ter me dedicado tanto por alguém que só que ter uma rapidinha. 

Olho para trás e vejo quantas pessoas já passaram na minha vida, obviamente levo um pouco delas comigo e nem tudo foi ruim. Tenho ótimas lembranças e sons de risadas alojadas em lugares especiais, para lembrar sempre não preciso de encaixe nenhum. Sou rodada por buscar status. Sou rodada por me sentir sozinha. Sou rodada por procurar amor. Sou rodada na tentativa inútil de me completar. Não consigo dizer exatamente o que quero, mas com certeza digo com todas as palavras o que não quero. Uso todas essas experiência como voz para gritar a minha completude. 

Hoje, aos vinte e dois anos, não dou importância para beleza e apesar de já não ser considerada a “menos pior” a palavra “gostosa” chega um pouco deturpada aos meus ouvidos. Almejei tanto ocupar o lugar de desejo que agora não consigo gostar dessa posição, quando me é dada. Estou em um relacionamento fechado que está longe da ‘perfeição’ (não quero a ideia de “perfeição” que tentam me vender), com alguém que me respeita e me ama. Tenho maturidade para conversar e me expor para meu namorado e liberdade para me expressar. 

Todas as vezes que alguém comenta como sou rodada, as memórias de todas essas rejeições e as situações submetida, que não fazem jus ao que sou, vêm a mente com um toque de tristeza. Com tanto discurso de empatia me pergunto se ela foi mais um dos privilégios que me foi negado.

¹Boca Virgem – alguém que nunca beijou na boca

Texto escrito: Ked Maria/ Texto Editado: Werterley  Cruz

      

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Foto Reprodução Internet

Por Queka Barroso – Sou muitos – Parceira Contramão HUB

Nos últimos meses, tive reencontros fervorosos com pessoas que me deram aula, seja na escola ou na faculdade. Chega a ser engraçado o quanto elas emanam conhecimento. Tudo o que é dito tem seu valor. Não digo que outras pessoas não têm o que ensinar, mas essas profissas têm a didática no sangue e transformam um simples cumprimento em dica.

Tenho várias referências na vida que não saíram das salas de aula; não das que eu frequentava, mas que são professores de outros e, nas horas vagas e/ou encontros de família, me dão o prazer dessa experiência. E tenho também os mestres-práticos, que têm a didática de nos ensinar a trabalhar, por exemplo.

Esse fascínio pode causar estranheza, mas Rubem Alves, mais uma vez, simplifica: “Ser mestre é isso: ensinar a felicidade”. Obrigada, mestre-mor! Obrigada por facilitar e clarear mais um de meus desassossegos. Estar rodeada e constantemente em conversas com líderes é simplesmente buscar a felicidade. Por isso é tão importante olhá-los, antes de mais nada, como seres humanos experientes, entender a importância de ouvi-los e saber que por isso são inseridos em nossa vida desde cedo, em nosso primeiro compromisso “pós-mamada”: a escola.

Podemos dizer então que a escola nos ensina a ser feliz. O difícil é enxergarmos essa função e sugá-la, assim, a nosso favor. Não estou dizendo que matemática me fazia feliz. Não! Mas a possibilidade e a capacidade de aprender, sim. E dali saía as primeiras conquistas, as primeiras felicidades…

Rubem Alves é um imortal. Ele está aqui neste texto, está em seus diversos “long-sellers” e está em nossa memória intelectual. E quem me garantiu isso foi o próprio. Me garantiu também o sossego de saber que não só ele, mas todos os mestres que passam por nossas vidas serão eternizados:

“Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais…”

Tornar um professor amigo é se abrir ao conhecimento contínuo. Libertamo-nos assim.

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Foto Reprodução Internet
Por Débora Gomes – . as cores dela . – Parceira Contramão HUB
Silêncio. Era tudo que sobressaía entre um chocolate gelado e uma xícara de chá. Ela não gostava de chá, mas abriu naquela tarde de sol se pondo, uma de suas raras exceções. Nas mãos, prendia Clarice Lispector com toda força. Nos pés, a sandália verde ofuscava qualquer chance de escurecer completamente a vida. Dali, talvez fosse convidada para a sessão das 19 no cinema ao lado, mas já não criava mais nem sequer expectativas. Sorriu. As mãos trêmulas sacudiam a xícara e o chá. Um gosto amargo lhe desceu pela garganta. Esquecera o açúcar aquela tarde. “Esquecera o açúcar a vida inteira”, pensou. E por isso estava ali, diante de um estranho que não bebia chocolates quentes e nem café. Um estranho, que usava camisas verdes e tinha um cabelo engraçado. Um estranho, que para quebrar o silêncio, abriu a mochila, tirou uma câmera fotográfica e uma caixa de lápis de cor. “A caixa é para você. Porque ainda existe muito mundo para colorir”. Não houve reação. “A câmera é para tirar uma foto sua, para que você fique sempre na minha vida”. Quase chorou. Não ele, mas ela. Levou as duas mãos cheias de anéis ao rosto, evitando que um click registrasse sua dor inteira. As unhas curtas vermelhas, a doçura daquele momento. “Guardar algo que pudesse recordar-te, seria admitir que pudesse esquecer-te.”, pensava mas não falava e só sentia dor. No fundo, sabia que o que doía era a realidade de se saber esquecida, e que a única forma de lembrança seria um retrato que amarelaria com o tempo. “Podia ter sido diferente?”, perguntou enquanto engolia um misto de choro e chá. Podia ter sido diferente… se tivessem se permitido. Se ao invés de perguntas, tivessem se preocupado apenas com as respostas. Se ao invés dos trovões e relâmpagos, tivessem apenas sentido os pingos da chuva. Se ao invés de paredes, tivessem construído sonhos…
“Preciso ir.”. Tirou do bolso uma nota num valor qualquer, deixou na mesa e se despediu. Coração na boca, suor nas mãos. Um abraço. Apertado. “A gente se vê!”… 
Ele ficou no vidro, olhando até ela sumir. E ela virou a esquina e chorou.
Ambos sabiam que que não iam nunca mais se encontrar.

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Por Tiago Jamarino – Start – Parceiro Contramão HUB

Segundo a Variety Pantera Negra abriu caminho para o topo de comentários nas mídias sociais na semana passada, a semana de 5 de junho, de acordo com a comScore e seu serviço PreAct.

O primeiro trailer do filme Marvel ajudou a elevá-lo bem no topo das paradas, gerando 466 mil novas conversas. Lançado durante o jogo 4 das finais da NBA em 9 de junho, o trailer deu aos fãs seu primeiro olhar real sobre o filme e seu elenco de personagens. O trailer também foi encontrado com uma grande quantidade de elogios dos fãs, companheiros de estrelas da Marvel e até mesmo de grandes figurões da DC. Pantera Negra chega aos cinemas em 16 de fevereiro de 2018.

Em seguida, Homem-Aranha: De Volta ao Lar, que trouxe 88.000 novas conversas na semana passada, em grande parte graças à data de lançamento impedindo, novos spots de TV e provocações sobre o personagem de Zendaya. O filme produziu um total de 1,95 milhões de conversas. Homem-Aranha: De Volta ao Lar chega aos cinemas, 7 de julho de 2017.

Chegando em terceiro lugar foi o Carros 3, com 45.000 novas conversas. Com a abertura do filme nesta quinta-feira, mais o lançamento do trailer final, a próxima criação da Disney-Pixar conquistou 423 mil conversas totais em redes sociais. Carros 3 chega aos cinemas em 16 de junho de 2017.

Transformers: O Último Cavaleiro explodiu a caminho (porque o que mais faz um filme de Transformers?)Para o quarto, no final de um novo trailer e cartazes internacionais. O filme criou 21 mil novas conversas. Transformers: O Último Cavaleiro chega aos cinemas em 21 de junho de 2017.

Por último, mas não menos importante, Star Wars: Os Últimos Jedi procurou 13.000 novas conversas na sequência da sua nova data de lançamento no Reino Unido e vários outros anúncios e notícias relacionados com Star Wars, desde parques temáticos até videogames para filmes de spin-off. Star Wars: Os Últimos Jedi chegará aos cinemas em 14 de dezembro de 2017.

Leia também: Pantera Negra| Ryan Coogler diz que Shuri será igualmente gênio como Tony Stark

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Foto reprodução internet

Por Sérgio Fraga do Nascimento Neto  

Toda vez que ligo a TV em um jornal qualquer, vejo a roubalheira dos nossos políticos. É dinheiro que não acaba mais, independente do partido ou época. Nesse momento fico pensando naqueles brasileiros que trocavam “farpas” com todo mundo por causa dessa política podre. Fico imaginado o motivo daquela briga e raiva em cima de outros cidadãos de bem e não nesses ladrões de “quinta”.

Recordo-me que no começo dessas brigas, para defender partido “A” ou “B”, pareciam discussões entre torcidas de futebol, em que o meu era melhor que o seu e vice-versa. Esses brasileiros tinham em mente que só um partido ou um grupo de políticos eram corrupto nesse país. Isso seria o maior de todos os sonhos, se os nossos problemas se resumissem somente em um nome ou em um partido. Se isso realmente fosse verdade, talvez a gente não estivesse passando por esse momento tão difícil.

Nesse período dava vergonha as atitudes da nossa nação, brigas sem sentido, sem argumentos sólidos e uma desunião desnecessária.  Em vez de se juntar para uma causa comum, que era acabar com a corrupção, foi para redes sociais ou rodas de conversas defenderem seu partido ou político, parecendo até que eles mereciam ser defendidos. Independentemente se era o melhor amigo, pai, mãe, irmão ou irmã, se desse uma opinião contrária que seu líder implantou na sua cabeça, era o fim da relação, e a guerra estava iniciada.

Muitas amizades e relações familiares nesses últimos anos terminaram do nada, só para mostrar que o pensamento da pessoa estava equivocado, que a escolha dela tinha afundado ou iria afundar o país. Resultado: o Brasil caiu numa crise profunda e a população em guerra, dividida entre “coxinhas e mortadelas”, perdendo tempo defendendo políticos enquanto eles se uniam para não serem descobertos e continuarem no poder.

Hoje as delações nos mostra como fomos ingênuos, como colocamos as nossas relações de afeto em segundo ou até mesmo em terceiro plano, por uma coisa que estava na nossa cara o tempo todo, que sempre existiu desde quando o Brasil foi descoberto, mas não queríamos ver. Que todos eles nos manipularam e ainda fizeram de tudo para ter essa separação no país, porque eles sabem do poder de uma sociedade unida, em busca de um só objetivo, e isso acabaria com todas as mordomias deles.

Pelo menos esses grupos acalmaram os ânimos um pouco, talvez tenham, mesmo que tarde, acordado e visto que a situação está muito pior que a gente imaginava. Que agora é o momento de todos se unirem, mostrar que a população tem muito mais força que qualquer corrupção, impunidade ou alianças de “caciques” para tentar sobreviver até as próximas eleições.

Que não é vergonha ter votado em corrupto, ter defendido um corrupto, pois nesse momento eles trabalham dia e noite para nos passar essa imagem que não corresponde com a realidade. Vergonha mesmo é continuar a acreditar neles, fechando os olhos para tudo ao nosso redor e continuar achando que a gente não tem poder para mudar o país.

Chega de ofensas, chega de bandeiras, chega de brigas entre torcidas, isso o que o país está vivendo agora é muito sério e precisamos que os amigos, familiares e toda a sociedade lutem juntos para um Brasil mais forte, honesto e que tudo isso não acabe em “pizza”, como sempre acabou. Precisamos construir uma nova nação!