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Ao contrario do que acontece nas eleições para prefeito, governador, e presidente, não são necessariamente os candidatos ao cargo de vereador com maior numero de votos que garantem vaga nas câmaras municipais. Nessas eleições, por exemplo, haviam 41 vagas em disputa na Câmara Municipal de Belo Horizonte, e um determinado vereador foi eleito com 3.537 votos, enquanto outro que obteve 6.741 não foi. Isso ocorreu porque para determinar quem serão os ocupantes das cadeiras, existem dois cálculos. O primeiro é o Quociente Eleitoral, e o segundo é o Quociente Partidário.

O Quociente Eleitoral é obtido do resultado da divisão do numero de votos validos (não são contabilizados brancos e nulos), pelo numero de vagas a serem preenchidas. Já o Quociente Partidário e o resultado da divisão do numero de votos que um partido obteve, pelo Quociente Eleitoral. Confira no infográfico abaixo.

Para exemplificar, vamos criar uma situação hipotética onde o numero de votos validos em um município foi 12.100, e havia 12 vagas em disputa. Neste caso, o Quociente Eleitoral seria 1.210 (12.100 dividido por 12). Nesse mesmo município, o partido A obteve 5.000 votos, e o partido B, 3.000 votos. Então, o Quociente Partidário (número de vagas do partido A), seria quatro (5.000 dividido por 1.210), enquanto o do partido B seria dois (3.000 dividido por 1.210). Logo, o partido A teria direito a quatro das 12 vagas disponíveis, e o partido B teria direito a apenas duas.

No exemplo acima, vimos que foram preenchidas, pelo Quociente Partidário, apenas seis das 12 vagas disponíveis. As vagas restantes são distribuídas pelo chamado sistema de médias. Neste sistema, divide-se o total de votos válidos de cada partido pelo número de vagas já preenchidas mais um. Assim, o partido que obtiver maior média ficará com a vaga. A rodada de cálculo é repetida quantas vezes forem necessárias até que todas as vagas sejam ocupadas.

Por Marcelo Fraga

Arte: Diego Gurgell

Imagem: Internet

O Movimento das pessoas com deficiência começou no Brasil em meados dos anos 1970 e seu marco foi à instituição nos anos 1980 do Ano internacional das pessoas com deficiência. “No Brasil, após a constituição de 1988, podemos celebrar muitas conquistas em relação à garantia de direitos desse segmento da população e principalmente a maior participação das pessoas com deficiência no processo social”, afirma a Coordenadora Especial de Assistência às Pessoas com Deficiência, Ana Lucia Oliveira.

A Lei nº 10.098/2000 garante aos portadores de deficiência ou com mobilidade reduzida à utilização, com autonomia, dos equipamentos urbanos, do sistema de transporte e comunicação. “A legislação brasileira é bastante avançada em relação à garantia de direitos das pessoas com deficiência. Entretanto, os desafios para a sua efetiva implementação ainda são muitos e requerem o comprometimento do governo, da sociedade civil e especialmente das próprias pessoas com deficiência como sujeitos de sua história”, defende Ana Lucia.

Os deficientes físicos esbaram em outros problemas além das dificuldades que o próprio corpo proporciona. Problemas como a falta de respeito, e politicas de saúde e mobilidade urbana que não atendem suas necessidades básicas. “São muitos  os impedimentos para que as pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida possam exercer o direito de ir e vir. Além das barreiras físicas, as barreiras de atitude, o preconceito, resultado da falta de informação sobre as potencialidades das pessoas com deficiência tem  dificultado a plena participação na sociedade”, conclui a coordenadora da CAADE (Coordenadoria Especial de Apoio e Assistência à Pessoa com Deficiência), órgão ligado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (SEDESE).

Por João Vitor Fernandes e Marcelo Fraga

Há exatos 66 anos nascia na Cidade de Pedra, vilarejo localizado na Tanzânia, Norte da África, Farrokh Bulsara, mais conhecido como Freddie Mercury. O líder da banda Queen, uma das principais bandas de rock do mundo, revolucionou o cenário musical internacional com seu visual exótico e um timbre vocal único.

Junto de seus companheiros de banda, o artista lançou vários sucessos como Rádio Ga Ga, Love of My Life e Bohemian Rhapsody. A banda Queen se apresentou na primeira edição do Rock and Rio em 1985. O show deixou o dia 11 de janeiro marcado na memória de todos que estavam no evento. No dia 23 de novembro de 1991, um dia antes de sua morte, Mercury surpreendeu a todos anunciando que era portador do vírus HIV.

Para celebrar a data a equipe do CONTRAMÃO foi às ruas conversar com fãs do cantor.

 Humor

Alem das homenagens dedicadas ao cantor, existe também quem use a imagem do ídolo pop em quadrinhos de humor. Outro fato engraçado do cantor é a entrevista que a jornalisa Gloria Maria fez com Freddie Mercury para  fantásico.

 

Por João Vitor Fernandes, Marcelo Fraga, Paloma Sena

Vidéo: Marcelo Fraga, Paloma Sena

Edição: Willian Gomes

Foto: João Vitor Fernandes

No debate com os candidatos à prefeitura de Belo Horizonte, a comunidade acadêmica e a população terão a oportunidade de conhecer as propostas para solucionar os problemas relativos ao Transporte e à Mobilidade Urbana. Mas o quê é Mobilidade Urbana e de que forma ela afeta o nosso dia a dia?

Mobilidade Urbana é a integração do conjunto de formas das pessoas se locomoverem para transportar seus bens e acessar os serviços. Visando a satisfação da população, no acesso a área urbana, utilizando qualquer uma das diversas formas de se transportar (fonte: BHTRANS). A Mobilidade Urbana é uma política nacional e tem uma lei específica destinada, a lei Nº 12.587, de 3 de Janeiro de 2012.

Belo Horizonte foi a primeira capital planejada do Brasil, foi fundada em, 12 de Dezembro de 1897. Em 115 anos de história, a cidade teve um crescimento maior que o esperado. Sem contabilizar os veículos das cidades da região metropolitana, circulam pela capital mineira, todos os dias, 1,4 milhão de carros, motos, ônibus e caminhões.

De acordo com o DETRAN-MG, Belo Horizonte tem um crescimento anual de 7,6% em sua frota de veículos. A cidade passa hoje por sérios problemas de infraestrutura no trânsito, o que implica diretamente na mobilidade da população.

Trânsito na rua da Bahia

 

Política Nacional de Mobilidade Urbana

A Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU) norteia as diretrizes municipais para efetivação e aplicação previstas pela lei 12.587/2012 . A PNMU que tem como principais pontos, a priorização dos transportes não motorizados e coletivos sobre os individuais motorizados; o controle da circulação de veículos; a limitação da emissão de poluentes em locais e horários determinados. Outro objetivo é incentivar o uso do transporte coletivo, em vez do particular.

Prevê também, a criação de faixas exclusivas para circulação de veículos do transporte público e não motorizado e também garante ao usuário participar do planejamento, fiscalização e avaliação da política de mobilidade urbana local.

Por: Hemerson Morais e Heberth Zschaber

Fotos: Hemerson Morais e Heberth Zschaber

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Que tal participar de grandes produções, conhecer eventos e festivais que repercutem em todo o mundo? Foi com essa ideia que o projeto Expedições ICA foi criado pelo Instituto de Comunicação e Artes (ICA) do Centro Universitário UNA. A iniciativa visa o contato de alunos com grandes eventos, estreitando assim o conhecimento sobre cobertura e organização destes, através da pratica, assim, o aluno tem a oportunidade de aperfeiçoar os conhecimentos inerentes do seu campo de estudo.

A cada ano o projeto proporciona uma experiência nova a alunos de todos os cursos do ICA. Agora em Agosto, os alunos foram à cidade de Gramado cobrir o 40º Festival de Cinema de Gramado que acontece do dia 10 ao dia 18. Os estudantes selecionados estão fazendo a cobertura do evento dos dias 10 a 15, divulgando o que for produzido como textos, vídeos e fotos na fanpage do projeto além dos canais do ICA nas redes sociais, e no site da UNA TV.

“Como universitário, é uma experiência muito rica ver tão de perto um evento do tamanho do Festival de Gramado. É o tipo de coisa que a gente fica imaginando, mas sem muitas perspectivas. Ver que a coordenação da instituição confia no nosso trabalho nos põe numa condição em que tudo o que queremos é dar o nosso melhor. As expectativas são tão grandes quanto a ansiedade. Nos preparamos, agora é só esperar que ocorra tudo perfeitamente”, explica o aluno do curso de Publicidade e Propaganda Anderson Cléber.

 Por Heberth Zschaber

Foto: Divulgação do projeto

“A melhor platéia do planeta”. Assim definiu Dana White, presidente do UFC (Ultimate Fight Champions), ao falar do público presente no Estádio do Mineirinho neste ultimo sábado (23). Cerca de 16 mil pessoas compareceram para ver, além das finais do TUF Brasil, as lutas dos já consagrados lutadores Wanderlei Silva, Fabricio Werdum, Rich Franklin e Mike Russow. A noite começou com as lutas preliminares dos lutadores não classificados para as finais do TUF Brasil e, na sequência, o card principal trouxe para dentro do ringue os lutadores peso pesado Fabrício Werdum e Mike Russow. Ainda no primeiro round, aos 2min28s, depois de uma boa sequência de golpes, o americano foi ao chão e Werdum não teve piedade. O juiz, então, teve que finalizar a luta, decretando a vitória de Werdum por nocaute. A torcida eufórica não parava de gritar “Vai, Cavalo” – apelido do lutador.

A sequência de lutas ainda esquentou mais o caldeirão em que o Mineirinho se transformou. Na primeira luta das finais do TUF Brasil, valendo o titulo de campeão dos pesos pena (até 66 kg), os cearenses Godofredo “Pepey” e Rony “Jason” fizeram uma luta intensa do início ao fim, trocando joelhadas e socos oriundos do muay thai. A luta, que durou três rounds, foi decidida pelo corpo de juízes que, por unanimidade, definiram Jason como 1º campeão do TUF Brasil. “Essa vitória é para todos que acreditaram em mim e, também, aos que não acreditaram, pois esses também foram importantes para que eu conseguisse chegar aqui”, completou o campeão.

A luta seguinte, que valia o troféu de Campeão do TUF Brasil na categoria peso médio, teve um representante mineiro. Cezar “Mutante”, que mora em BH com a família, enfrentou Serginho Moraes, que substituiu Daniel Sarafian, machucado durante os treinos para a luta. Logo no início, a luta já se mostrava disputada, com os dois lutadores encaixando bons golpes. Ainda no primeiro round, Mutante acertou um bom chute, que balançou o adversário, que mesmo assim se manteve em pé. Ao final da luta o resultado: Cezar Mutante, campeão do TUF Brasil na categoria peso médio. “Estou me sentindo muito feliz. Treinei muito para isso e esse show é para vocês. Meu sonho é representar o Brasil no UFC e isso eu consegui hoje”, declarou Mutante, após a eletrizante vitória.

Por Heberth Zschaber

Fotos: Heberth Zschaber e Rodolfo Assis