gastronomia

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Foto Ingrediente da Vez

Por Ana Sandin – Ingrediente da Vez – Parceira Contramão HUB

Legumes assados são sempre bem-vindos na nossa cozinha. Além de ser prático, fica uma delícia. Preparamos sempre aos domingos e dividimos em pequenas porções para a semana. Veja 10 dicas de como preparar seus legumes no formo.

Foto: Ingrediente da Vez

Faça a seleção dos legumes que você mais gosta.  Na cozinha do Ingrediente da Vez, temos o costume de utilizar: Abóbora, beterraba, batata, cenoura, abobrinha, berinjela, dentes de alho e tomate cereja. Vale ficar atento a sazonalidade dos alimentos assim você economiza e comprar alimentos frescos e ricos em nutrientes.

10 dicas para cozinhar legumes no forno:

  1. Sempre use formas antiaderentes, sempre. Se não tiver, recomendo usar papel alumínio para evitar que o alimento grude na forma. Legumes assados em formas com antiaderente desgastado só provocam desperdício.
  1. Corte os legumes respeitando a medida de mais de 1 centímetro pode ser fatias, rodelas e palitos, assim todos irão cozinhar juntos.
  1. Higienize a abóbora cabotia e asse com a casca verde (fica delicia) um azeite, mel e sal.
  2. Sálvia e alecrim são ervas perfeitas para dar aroma e sabor aos legumes.
  1. Para assar tomates. Corte-os em rodelas bem grossas e fique de olho para não queimar.
  2. Legumes duros, mandioquinha e mandioca, precisam ser pré-cozidos antes de serem assados.
  1. Asse cebolas sem tempero e se surpreenda com doçura desse legume!
  2. Lave uma cabeça de alho, corte sua tampa e adicione sal, azeite e pimenta do reino. Leve ao forno junto com os legumes. Além de perfumar, o alho vira um delicioso aperitivo com sabor suave.
  3. Pingue fundo de legumes sobre os legumes quando estiver assando, para dar ainda mais sabor e para não deixar ressecar.
  4.  Batatas podem ser passadas no azeite e temperadas com ervas finas, sal, pimenta e queijo ralado.
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Outras receitas: Macarrão Oriental com LegumesCozido de Legumes com Creme de LeiteFundos de LegumesLegumes Assados

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Por Ana Sandim – Ingrediente da Vez – Parceira Contramão HUB

Quando for comprar os cogumelos frescos como Shimeji, Shiitake, Portobello e Paris, prefira os mais macios e firmes, sem parte danificada ou com cheiro estranho.

Não leve para casa cogumelos pegajosos, duros ou elásticos. No caso dos champignon Paris evite os que estejam muito sujos.

Os cogumelos devem ser lavados com delicadeza. Caso eles não estejam muito sujos, use um papel toalha ou um pano de prato úmido para limpá-los. O importante é remover os pontinhos bem pretos. As manchas marrons são do próprio cogumelo, não precisam ser limpas e nem saem. Na verdade, quanto mais você esfregar o pano úmido neles, mais amarronzados eles ficam.

Caso eles estejam bem sujos ou se for de sua preferência, lave-os um a um sob água corrente e coloque-os em uma tigela. Logo em seguida – não espere para evitar que eles absorvam água – seque-os com um pano ou papel toalha, esfregando os pontinhos pretos para que saiam.

Corte os talos cheios de terra e retire quando estiverem duros. Os maiores devem ser cortados ao meio, em quatro ou em fatias. Os pequenos devem ser deixados inteiros.

Lembre-se, esse processo deve ser feito rapidamente, pois os cogumelos em contato com o ar escurecem e prejudicam a apresentação de seu prato. Leia mais aqui Ingrediente da Vez: Cogumelos.

Pleurotus Salmão

Quanto mais jovem o Cogumelo Salmão for colhido, mais escura é sua tonalidade. Normalmente frutificam agrupados em cachos. A colheita é feita quando os chapéus ficarem paralelos ao chão ou assim que observar a liberação de esporos. Para colher basta torcer os cogumelos pelo pé e puxá-los.

Shimeji Branco

O Shimeji Branco cresce em pencas, com um chapéu de até cerca de 4 centímetros de diâmetro. Normalmente frutificam agrupados em cachos. Sua coloração varia entre o cinza médio ao branco, dependendo da temperatura (quanto mais frio mais coloração apresenta). A colheita deve ser feita quando os chapéus ficarem paralelos ao chão ou assim que observar a liberação de esporos. Para colher basta torcer os cogumelos pelo pé e puxá-los. No lado medicinal, estudos indicam sua eficiência no combate ao câncer e ao colesterol.

Shiitake

Pode ser preparado inteiro ou somente com a parte de cima. Os talos são rígidos e difíceis de cozinhar, por isso são indicados para fazer patês (pois passam pelo processador). O cogumelo apresenta-se in natura (fresco) ou desidratado. O desidratado possuiu sabor mais acentuado e é mais indicado para molhos, já os frescos rende mais.

Portobello

Também conhecido como Cogumelo Pardo Gigante, originário da América do Norte, o Portobello é a variedade preferida do consumidor americano e francês. Destaca-se por suas características nutricionais e versatilidade na composição de deliciosas refeições, por sua excepcional textura, polpa mais rígida, fácil de digerir, paladar peculiar e aroma agradável. Sua aparência lembra bastante o famoso champignon, porém maior e cor marrom. E assim como seu parente, também se desenvolve na terra preparada.

Experimente um Portobello inteiro grelhado no lugar de um hambúrguer. Fica delicioso e saudável! Ou substituir o champignon no tradicional strogonoff. Ganha sabor e textura. O consumo periódico de cogumelos promove o controle das taxas de colesterol e estimula o sistema imunológico humano ao ativar as defesas naturais do organismo.

Receita Cogumelo Paris Recheado/ O Cultivo de cogumelos em pequena escala

Referências:
Ingredientes, Loukie Werle e Jill Cox.
Cozinhar com cogumelos: Delícias do prado e da floresta – 2006.
Autores: Correia, Ricardo Esteves. Coleção: Ciências Aplicadas. Páginas: 160.

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Por Ana Sandim do Ingrediente da Vez – Parceira Contramão

Lírio-do-brejo, bertalha, mutuquinha, pobre-velho, serralha, capeba, vinagreira, ariá, araruta e ervilha-borboleta são nomes poucos conhecidos, mas que vem atraindo a atenção e o respeito de grandes chefs e comensais.

Conhecidas como Pancs – Plantas Alimentícias Não Convencionais, essas espécies ainda são poucas exploradas nas cozinhas e poucas utilizadas no dia a dia, na maioria das vezes por falta de conhecimento. De acordo com dados das Organizações das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), graças aos interesses comerciais da agroindústria, o número de plantas consumidas pela humanidade caiu de 10 mil para apenas 170.  Segundo a nutricionista e extensionista rural da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais – (Emater) Ângela Márcia Monteiro Tavares, as pancs são extremamente importantes para segurança alimentar, “Além do teor de nutrientes, são muito versáteis no seu preparo o que acaba colaborando para a diversificação da alimentação”, explica.

As pancs são encontradas facilmente nos quintas, hortas e em matas, crescem de forma espontânea e muitas vezes as tratamos como erva daninha, arrancando-as sem dó. No livro “Plantas Alimentícias não Convencionais (panc) no Brasil” de 2014, o biólogo Valdely Kinupp e o engenheiro agrônomo Herri Lorenzi, catalogaram 351 espécies de plantas entre nativas ou não, revelando uma infinidade de sabores e texturas.  Segundo Ângela, entre as plantas catalogadas alguns nomes já são presentes nas cozinhas “Algumas variedades já ganharam espaço em certos nichos de mercado como o ora-pro-nobis em gôndolas de alimentos orgânicos nos supermercados, feiras livres e como tema de festivais gastronômicos”, conta a nutricionista que revela, “A maioria das plantas não são conhecidas do público em geral, a exemplo disso temos o mangarito, a azedinha, a araruta e uma infinidade de alimentos, como as flores que são em sua maioria comestíveis”.

Foto: Ingrediente da Vez

Para não dizer que não falei das flores

Do jardim para a mesa. Assim como as pancs – que invadem os quintais, as flores chegam às cozinhas não só mais em decorações, elas perfumam e enriquem os pratos. Como é o caso da Chaguinha – Capuchinha como é mais conhecida e encontrada nos mercados, feiras e hortas.

Nativa do Peru, a flor foi introduzida na Europa no final do século XVI, e hoje é cultivada em todo o mundo. Com característica picante e de leve amargor, as folhas e as flores lembram agrião e a mostarda, e podem ser adicionadas a saladas, omeletes, empanadas e até mesmo utilizadas em tortas doces.

Rica em vitamina C e minerais, a flor é versátil e enrique as preparações, quando fatiada em pequenos pedaços ela dá sabor aos vinagretes e molhos, já as folhas mais suculentas e com sabor intenso são utilizadas cruas ou salteadas e servidas como guarnições. A magia da flor está nos frutos que são aproveitados como picles que lembram bastante às famosas alcaparras. Além de charmosa, a flor é digestiva e auxilia a limpar o sangue das impurezas dando um charme a mais no prato e na saúde.

Mesmo que lindas e saborosas a nutricionista recomenda “O mais prudente não é ir se aventurando pelo jardim, opte pelas cultivadas de forma orgânica e aquelas mais conhecidas, na dúvida pesquise. Algumas podem ser perigosas para a saúde.”.

Lavanda, amor-perfeito, calêndula, borago, rosa, viola-odorata, alecrim e as flores da abóbora, do manjericão, da cebolinha e do tomilho, além de lindas, são comestíveis e ficam perfeitas em saladas, pratos quentes, sobremesas e drinques, como no caso do Restaurante Rústico Cozinha Internacional, no Buritis, que usa mini rosas no preparo de drinques e das quitandeiras de Congonhas, que em 2015, após um curso de capacitação promovido pela Emater criaram um banco de mudas.

Segundo a nutricionista, após a capacitação o viveiro de mudas está aos cuidados da senhora Solange que cultiva em sua propriedade e vende no Mercado do Produtor Rural e em um balaio que leva até o Centro de Congonhas.  “Após despertar o interesse das quitandeiras através do preparo, agora estamos promovendo acesso local às hortaliças para que a população passe a consumi-las mais frequentemente e envolvendo o setor de saúde e de educação do Município para realizar um trabalho consistente e duradouro de educação nutricional”, finaliza Ângela Tavares.

Para experimentar segue uma receita: Peixinho de Horta

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Por Ana Sandim do Ingrediente da Vez – Parceira do Contramão

Dentro das Plantas Alimentícias não Convencionais (Pancs), (leia mais aqui) a planta verde prateada com textura aveludada, é conhecida como lambari ou peixinho da horta, entre outros nomes, ela pertence à mesma família da sálvia, do hortelã e do manjericão. Pode ser cultivada como planta ornamental, possui uso medicinal, é servida como chá, mas já pensou em come-la empanada e frita?

Foto: Ingrediente da Vez

Peixinho da horta frito

Ingredientes:
2 ovos
20 folhas de peixinho
Fubá amarelo para empanar
Óleo pra fritar;
Sal e pimenta a gosto.

Modo de preparo:

Lave bem  as folhinhas e enxugue-as. Numa tigela, bata os ovos e tempere com sal e pimenta. Envolva as folhinhas mergulhando-as nos ovos batidos e no fubá. Frite em óleo quente até ficarem crocantes. Polvilhe com sal e sirva como aperitivo ou elemento decorativo. Ficam bem sequinhas.

Alimentos Orgânicos Foto: Ingrediente da Vez

Bloco SarraDá

Data: 03/03 – Sexta-feira

Horário: A partir das 18h

Endereço: Viaduto Santa Tereza

O Carnaval acabou, mas o clima ainda continua! Para quem deseja se despedir da época mais querida do ano, não pode perder o Bloco SarraDá.

6º Encontro CACO e Amigos

Data: 04/03 – Sábado

Horário: De 14h às 23h

Endereço: Av. Francisco Firmo de Matos, 744 – Contagem

Gosta de carro antigo e muita música boa? Então venha participar desse 6ª encontro de Carros e Amigos!

Três Mulheres e Um Bordado de Sol

Data: 04/03 – Sábado

Horário: 21h

Endereço: Sesc Palladium – Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro/BH

O espetáculo de dança “Três Mulheres e Um Bordado de Sol” é concebido a partir das obras e biografias de Clarice Lispector, Edith Piaf e Frida Kahlo. Ingressos na bilheteria do teatro.

Feira Fresca

Data: 05/03 – Domingo

Horário: De 09h às 15h

Endereço: Rua Carandaí, 420, Funcionários – House of Food – local coberto

A procura de alimentos orgânicos vem crescendo cada vez mais, pensando nisso, ocorre mais uma edição do “Feira Fresca”. Evento que reúne produtores de alimentos locais que visam preservar a saúde e o meio ambiente com produtos que não possuem conservantes, agrotóxicos e outros químicos. E melhor! A entrada é gratuita.

Circuito de Forró Pé de Serra

Data: 05/03  – Domingo

Horário: De 16h às 01h

Endereço: Music Hall BH – Av. do Contorno, 3239.

Para você que já curtiu muito Axé neste carnaval e quer curtir um bom xote, não pode perder o Circuito de Forró Pé de Serra. Ingressos disponíveis no Sympla.

#FDS

Deguste Pampulha

 

O evento irá reunir gastronomia e música. No sábado terá encontro de cervejas artesanais e variedades de gastronomia e para animar, ensaios de blocos carnavalescos. Já no domingo terá arte e artesanato com a Feira Eco Ações Unidas.

 Data: 11/02 Sab e 12/02/2017
Horário: a partir das 10h
Local: Avenida Otacílio Negrão de Lima, 3000 – Pampulha

Exposição de fuscas

Para quem gosta fuscas irá amar desse evento. O Portal Auto Shopping apresenta uma exposição com vários estilos e anos de fuscas. Com direito a pula-pula, pipoca, algodão doce e praça de alimentação para a criançada.

Data: 11/02
Horário: 10h ás 14h
Local: Av. Pedro II, 1900 – 4º piso – Carlos Prates

 

Retina

A peça faz parte da 43ª Campanha de Popularização Teatro & Dança.

Data: 10/02 a 11/02
Horário: 20h
Local: Teatro Raul Belém Machado (R. Jauá, 80 – Alípio de Melo, Belo Horizonte)

 

Luau do Quando Come Se Lambuza

A Quadra da Escola de Samba Cidade Jardim irá receber o luau do Quando Come Se Lambuza, que apresentará seus shows de blocos junto com as bandas Vai Sambaska, Maktüb e dos DJS Jaka e Xano.

Data: 10/02
Horário: 22h
Local: Rua do Mercado, 150 – Conjunto Santa Maria – Cidade Jardim