Praça da Liberdade

Com o seu amigo inseparável Pitocó (palhaço de fantoche) Pierre André, 42, ator e contador de histórias, fazia fotos na Praça da Liberdade, para ilustrar uma matéria da revista Encontros. A sua trajetória iniciou em 1997 em um concurso de contador de história.

Na ocasião, André competiu na categoria história para adultos, chegou ao primeiro lugar e durante três anos foi voluntário na biblioteca pública contando histórias, misturando fantoches, instrumentos musicais, o contador também realizava apresentações, levando alegria onde fosse convidado.

Em 2000, Pierre passou no teste para ser contador de histórias de uma editora de livros, onde utilizava das próprias obras da editora e de seus colaboradores para se lançar no universo infantil, a cada dia mais apaixonado e entrelaçado à fantasia, André teve seu primeiro momento de produção.

Em 2009 publicou o seu livro chamado “Emengorda a barata”. André Declara que se não fosse contador de história seria design gráfico, porém não pensa em parar de contar histórias. “O sorriso de uma criança é melhor do que o cachê que ganho”. Seu próximo projeto será o lançamento do novo livro: “Di-versos” com 16 versos sobre animais. Você confere agora um dos contos sobre a história do Barnabé.

Por: João Marcelo Siqueira e Iara Fonseca

Ao calor de 30º graus, num dia de quinta-feira, encontrou-se no entorno da Praça da Liberdade, um grupo de jovens esperando que o sinal da Avenida Brasil (esquina com Cristovão Colombo) ficasse vermelho. Alguns deles corriam para o meio da avenida realizando uma curiosa performance enquanto outra parte do grupo tirava fotos, filmava a ação e carregava um cartaz no qual lia-se: “Humanize BH”. Essas pessoas são integrantes de um grupo fundador do projeto “Humaniza BH”, que visa sensibilizar a comunidade local por meio de intervenções artísticas urbanas, difundindo uma cidade mais humanizada, que trabalha em favor do verde, das praças livres e da qualidade no dia-a-dia.

Frente aos carros parados no sinal, podia-se ler a palavra “verde”, montada estrategicamente na via com fôrmas de isopor, preenchidas com folhas secas de plantas, é claro em verde e amarelo. Os motoristas que testemunhavam a ação não passavam por cima da manifestação artística em forma de palavra, preferiam se desviar, apenas após alguns minutos é que um veículo “atropelava” as letras e as folhas saiam ao vento, colorindo o ar.
O grupo esperava que o sinal fechasse novamente para os veículos e então com duas vassouras, uma pá e um saco de lixo, recolhiam as folhas que ficavam espalhadas na rua.

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“O grupo é parte de um projeto que propõe a esverdiação, reflexão livre e humanização de políticas públicas na cidade de Belo Horizonte”, diz um dos integrantes do grupo que prefere não ser identificado. “Não queremos ser identificados individualmente, somos um grupo e todos são responsáveis pelo projeto, somos o projeto” diz.

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Para saber mais sobre a iniciativa acesse o blog  Humanize Bh

Por: Danielle Pinheiro
Fotos: Débora Gomes

Baseada no último livro da Bíblia Sagrada, a exposição da artista Lígia Vellasco, inaugurada hoje na Biblioteca Pública Luiz Bessa, mostra a série “Apocalipse”. O livro, escrito por São João Evangelista, a partir de suas visões na ilha de Patmos, oferece uma fonte de inspiração rica, sugestiva e dramática para a artista, que trabalha a dois anos na série.

Lígia explora visualmente algumas das figuras e situações descritas no texto do Apocalipse, por exemplo, os quatro cavaleiros (peste, fome, guerra e morte), a mulher vestida de Sol, o anjo da Morte, o anjo que abre as portas do inferno ou a prostituta da Babilônia que sai do mar montada em um monstro.

As pinturas são livremente inspiradas nas visões, a partir daí, a artista trabalha com liberdade na criação das imagens. Uma das telas que chama atenção é a que retrata um grande desastre ecológico. As pinturas são fortes, sombrias, como o próprio Apocalipse.

A exposição até o dia 06 de setembro e a entrada é franca.

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Por Daniella Lages

Esta manhã, os dois canteiros de Hortência da Praça da Liberdade, passaram por uma poda bem generosa. É que este ano as plantas não floriram e este tipo de poda ajuda a planta a crescer mais rápido e consequentemente nascer belas flores.

O jardineiro Djalma Francisco, trabalha na praça há 5, distribuiu mudas da planta para quem quisesse levar. “Ela é bem fácil de pegar, se você plantar um talinho desses, nasce uma planta enorme e ela pode dar belas flores” explica Francisco.

A funcionária pública Jussara de Campos Silva, levou várias mudas para plantar em casa. Ela tem um quintal grande e pretende plantar as Hortências em seu jardim. “ É uma flor linda e fácil de cuidar, ela só cresce muito, mas é só tomar cuidado e podar sempre” contou Jussara, que fazia caminhada na Praça, enquanto acontecia a limpeza do canteiro.

O busto do Senador Júlio Bueno Brandão agora pode ser visto por inteiro. Antes ele estava assim.

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O busto do Senador Júlio Bueno Brandão

Por Daniella Lages

Desde o dia 22 de junho o museu de minas está aberto ao público, com diversas exposições relacionadas às minas e minerais existentes no estado mineiro.

De acordo com a coordenadora educativa Luísa Macedo,23, as exposições no museu tem o intuito de contar a história do estado através das grandes minas que já existiram, com seus aspectos econômicos e culturais sendo contada de forma didática e interativa através de expositores educativos.

Além da principal atração, o museu oferece esclarecimentos sobre a consistência de minerais como zinco, ferro entre outros. O museu foi inaugurado no final de junho deste ano e já recebeu cerca de 8000 visitantes.

As exposições são de terça a domingo, de 12h às 18h. Entrada franca.

Texto e foto: Henrique Muzzi