Praça da Liberdade

O Natal vai se aproximando e todos começam a se movimentar desde já para deixar a cidade impecável.

Um ponto turístico marcado por ter a beleza dos enfeites dessa época é a Praça da Liberdade, que já se prepara para encantar os visitantes. O recapeamento dos cabos que fornecem a energia aos enfeites de Natal começou nesta terça-feira, 9 de novembro, para que nada fique atrasado ou saia errado.

De acordo com o engenheiro técnico da Cemig e responsável por toda parte técnica da instalação, Vanduíldo Guimarães, 46, a finalização do recapeamento não tem previsão de entrega, mas tudo está no prazo: “estamos começando agora para não precisar de pressa; nos últimos anos, temos feito o trabalho sempre correndo, e sempre alguma coisa faltava, para compensar, optamos por começar agora o início de toda decoração”.

Pessoas que visitam a Praça no Natal acham importante esse trabalho ser realizado com antecedência. “Eu acho que essa idéia é corretíssima, afinal, tudo com mais tempo pra ser realizado tem chance de sair mais bem feito,” opinou a professora Regina Gomes, 39.

Por Arthur Henrique de Figueiredo Costa

Com o objetivo de incentivar a leitura e mostrar como várias linguagens dialogam no espaço da biblioteca, a Superintendência de Bibliotecas Públicas, juntamente com a Secretaria de Estado de Cultura, abre hoje, dia 20, o ciclo de palestras “Encontros com a Leitura”.

Os encontros acontecem uma vez ao ano e incluem de quatro palestras que abordam temas como a leitura, o livro e a biblioteca. “O nosso objetivo é mostrar como o texto escrito pode ser trabalhado com outras linguagens”, esclarece a Diretora de Ações de Incentivo à Leitura, Mariana Faria. Este ano, o tema principal é a leitura e como ela pode se juntar à fotografia, à internet, à música e ao cinema: “Essas outras linguagens são as mais presentes nas bibliotecas”, declara Mariana.

Para abrir o ciclo, a professora de Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG, Patrícia Azevedo, ministra hoje, às 19h, a palestra Leitura e Fotografia. Paralela à apresentação, a exposição “Meu morro, meu olhar” leva ao público fotografias elaboradas por alunos de um projeto sediado no Morro do Papagaio. “São fotografias elaboradas por alunos da Escola Integrada, da Prefeitura de Belo Horizonte.”, explica Mariana. As crianças, na faixa de 10 a 12 anos, têm aula de fotografia num contexto de melhoria e construção de identidade. “Elas passam a ver o ambiente delas e a partir daí se reconhecem melhor dentro dele”, completa a diretora. “A intenção é estabelecer uma parceria de levar a leitura para essas crianças por meio da biblioteca e trazer as fotografias delas pra cá”, conclui Mariana.

Confira as datas e temas das palestras:

Dia 20 de outubro, 19h: Leitura e Fotografia, com Patrícia Azevedo

Dia 03 de novembro, 19h: Leitura e Internet, com Ana Elisa Ribeiro

Dia 17 de novembro, às 19h: Leitura e Música, com Roniere Menezes

Dia 01 de dezembro, às 19h: Leitura e Cinema, com Nísio Teixeira


Por: Débora Gomes

Com o seu amigo inseparável Pitocó (palhaço de fantoche) Pierre André, 42, ator e contador de histórias, fazia fotos na Praça da Liberdade, para ilustrar uma matéria da revista Encontros. A sua trajetória iniciou em 1997 em um concurso de contador de história.

Na ocasião, André competiu na categoria história para adultos, chegou ao primeiro lugar e durante três anos foi voluntário na biblioteca pública contando histórias, misturando fantoches, instrumentos musicais, o contador também realizava apresentações, levando alegria onde fosse convidado.

Em 2000, Pierre passou no teste para ser contador de histórias de uma editora de livros, onde utilizava das próprias obras da editora e de seus colaboradores para se lançar no universo infantil, a cada dia mais apaixonado e entrelaçado à fantasia, André teve seu primeiro momento de produção.

Em 2009 publicou o seu livro chamado “Emengorda a barata”. André Declara que se não fosse contador de história seria design gráfico, porém não pensa em parar de contar histórias. “O sorriso de uma criança é melhor do que o cachê que ganho”. Seu próximo projeto será o lançamento do novo livro: “Di-versos” com 16 versos sobre animais. Você confere agora um dos contos sobre a história do Barnabé.

Por: João Marcelo Siqueira e Iara Fonseca

Ao calor de 30º graus, num dia de quinta-feira, encontrou-se no entorno da Praça da Liberdade, um grupo de jovens esperando que o sinal da Avenida Brasil (esquina com Cristovão Colombo) ficasse vermelho. Alguns deles corriam para o meio da avenida realizando uma curiosa performance enquanto outra parte do grupo tirava fotos, filmava a ação e carregava um cartaz no qual lia-se: “Humanize BH”. Essas pessoas são integrantes de um grupo fundador do projeto “Humaniza BH”, que visa sensibilizar a comunidade local por meio de intervenções artísticas urbanas, difundindo uma cidade mais humanizada, que trabalha em favor do verde, das praças livres e da qualidade no dia-a-dia.

Frente aos carros parados no sinal, podia-se ler a palavra “verde”, montada estrategicamente na via com fôrmas de isopor, preenchidas com folhas secas de plantas, é claro em verde e amarelo. Os motoristas que testemunhavam a ação não passavam por cima da manifestação artística em forma de palavra, preferiam se desviar, apenas após alguns minutos é que um veículo “atropelava” as letras e as folhas saiam ao vento, colorindo o ar.
O grupo esperava que o sinal fechasse novamente para os veículos e então com duas vassouras, uma pá e um saco de lixo, recolhiam as folhas que ficavam espalhadas na rua.

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“O grupo é parte de um projeto que propõe a esverdiação, reflexão livre e humanização de políticas públicas na cidade de Belo Horizonte”, diz um dos integrantes do grupo que prefere não ser identificado. “Não queremos ser identificados individualmente, somos um grupo e todos são responsáveis pelo projeto, somos o projeto” diz.

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Para saber mais sobre a iniciativa acesse o blog  Humanize Bh

Por: Danielle Pinheiro
Fotos: Débora Gomes

Baseada no último livro da Bíblia Sagrada, a exposição da artista Lígia Vellasco, inaugurada hoje na Biblioteca Pública Luiz Bessa, mostra a série “Apocalipse”. O livro, escrito por São João Evangelista, a partir de suas visões na ilha de Patmos, oferece uma fonte de inspiração rica, sugestiva e dramática para a artista, que trabalha a dois anos na série.

Lígia explora visualmente algumas das figuras e situações descritas no texto do Apocalipse, por exemplo, os quatro cavaleiros (peste, fome, guerra e morte), a mulher vestida de Sol, o anjo da Morte, o anjo que abre as portas do inferno ou a prostituta da Babilônia que sai do mar montada em um monstro.

As pinturas são livremente inspiradas nas visões, a partir daí, a artista trabalha com liberdade na criação das imagens. Uma das telas que chama atenção é a que retrata um grande desastre ecológico. As pinturas são fortes, sombrias, como o próprio Apocalipse.

A exposição até o dia 06 de setembro e a entrada é franca.

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Por Daniella Lages