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Por Débora Gomes – . as cores dela . – Parceira Contramão HUB

cê escreveu primeiro:
“queria poder morar no abraço teu”.
meio que num susto, sempre sem saber muito o que dizer, só te respondi:
“eu também, seu moço. 
queria poder morar num abraço teu”.
é que cê não sabe, mas eu te fiz um dos meus abrigos já há muito tempo. 
e foi desde então que nunca mais me senti só.

porque cê sempre se faz por perto:
na música, nas flores do ipê na esquina, na cor verde da janela dos fundos, na lembrança mais bonita do meu coração.
essa coisa de sentir frio na barriga quando cê se achega,
e borboletas no estômago quando cê tá prestes a voltar,
faz com que eu me esqueça de todas as vezes que o caminho ameaçou desencontrar.
porque cê é encontro dentro de mim. 
e isso é bonito.

acho (nesses dias que são mais de silêncio e de brisa),
que o tempo tem trabalhado arduamente pra gente ser voo, 
asa,
vento,
gosto,
liberdade,
coração.
o amor tem dessas coisas.
de pousar no coração da gente feito passarinho,
e construir ninho devagar, galho por galho, até se sentir leve e forte, 
pelo gosto de ficar….

[fica!]

Feito por:  Henrique Faria

No Brasil, o Cinema Nacional é comemorado no dia 19 de junho, data que homenageia o ítalo-brasileiro Afonso Segreto, o primeiro cinegrafista brasileiro que registrou imagens do nosso território em 1898, virando a seguir o filme: “Uma vista da Baía de Guanabara”. Desde então a sétima arte vem fazendo e sendo história no nosso país e para entendermos um pouco mais sobre a importância deste dia, o Jornal Contramão conversou com produtor, crítico e professor de cinema Ataídes Braga.

 

Jornal Contramão: Qual a importância do Dia do Cinema Nacional?

Ataides: Tem a importância, não necessariamente de uma data comemorativa, mas sim histórica, como uma espécie de certidão de nascimento e a partir daí vira uma necessidade de afirmação de todas as lutas desenvolvidas contra a hegemonia de cinematografias externas que em diversos momentos nos deixaram em uma posição de inferioridade e opressão.

Jornal Contramão: Estamos na Época de Ouro do Cinema Nacional?

Ataides: Sim e não, o cinema brasileiro é muito complexo, diversificado, do ponto de vista mercadológico, temos uma certa produção, majoritariamente comédias, que estão muito bem de bilheterias, mas existem muitos outros filmes que nem se quer são ou serão lançados.

Jornal Contramão: Quais as dificuldades de se fazer um filme independente hoje no Brasil?

Ataides: A ausência de uma política pública específica; falta de controle do mercado exibidor. Controlado ainda  hoje,  pela majors americanas; dificuldade, mesmo quando feitos, não conseguem distribuição e exibição, quase todas voltadas para filmes de mercado.

Jornal Contramão: Vemos cada dia mais faculdades abrindo o curso de CINEMA, quais seriam os benefícios e malefícios disso?

Ataides: A formação teórica e prática é fundamental, mas nem sempre essas faculdades tem professores capacitados e quando os tem, não tem a liberdade criativa para desenvolverem projetos que possam pensar o cinema. Eles só reproduzem o mesmo tipo de filmes e possibilidades que já estão saturados por aí.

 

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Por Ana Sandim – Ingrediente da Vez – Parceira Contramão HUB

Versátil, a vagem ou seja, o fruto verde de vários cultivos de feijão comum, tem o sabor fácil de adaptar, ela é ideal tanto para pratos frios quanto para pratos quentes. É capaz de dar um toque encorpado e cheio de sustância, mesmo para os preparos mais simples, e claro, garantindo diversos benefícios para a saúde graças às suas propriedades nutricionais.

Ela é rica em vitamina A, C, K e B6 (além do ácido fólico), as vagens são igualmente carregadas com os minerais silício, cálcio, manganês, ferro, cobre e potássio. Seu consumo também garantirá expressivas quantidades de fibras.

Na Gastronomia ficam ótimas temperadas apenas com azeite de oliva e uma pitada de sal. Dão um toque especial em omeletes, sopas, cozidas com arroz e cenoura. Para quem quiser aprimorar os pratos e dar um toque exótico, as vagens combinam com cravo da índia, mas também podem ser temperadas com folhas de louro, orégano, sálvia, manjerona e ou pimenta-do-reino.

Salada de vagem 

Ingredientes:
250 g de vagem
1 maço de alface
20 unidade de tomate grape
2 colheres de gergelim branco torrado
Sal a gosto.

Modo de preparo:

Higienizar os ingredientes. Reserve a alface e o tomate. Em uma panela coloque 1 litro de água para ferver com uma colher de chá de sal. Quando a água começar a ferver adicione as vagens e deixe na fervura por cerca de 15 minutos. Após esse tempo retire da água e reserve.

Doure o gergelim em uma frigideira sem qualquer tipo de gordura. Quando estiver dourado reserve.

Montagem:

Rasque as folhas da alface e cortes os tomates ao meio. Mistura com a vagem e finalize com o gergelim torrado. Sirvo essa salada com o molho de iogurte.

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Por Ana Sandim – Ingrediente da Vez – Parceira Contramão HUB

“Carne de Jaca”

A ‘carne’ de jaca verde está entre um dos mais populares pratos entre os veganos. Com textura macia e sabor suave é possível agregar temperos e aromas ao prato. A carne é uma ótima opção para rechear tortas, coxinhas, ou até mesmo servir acompanhada com uma massa. Por ter uma textura versátil, basta usar a criatividade e incluir ela nos pratos do dia a dia.

A Jaca é um alimento de baixa caloria e apresenta grandes benefícios nutricionais para a saúde. Ela fornece cerca de 100 calorias por 100 gramas de seu consumo. Ela é rica em carboidratos, fibras e proteínas. Além disso, a Jaca é uma boa fonte em Vitaminas e minerais, tais como a Vitamina A, Vitamina B, Vitamina C, Vitamina E, Cálcio, Magnésio, Potássio e Fósforo.

Antes de pularmos para o modo de preparo vale ressaltar que a querida jaca tem uma particularidade extrema de cola. (rs) brincadeiras a parte, mas quando for manusear a fruta vale ficar atentos:

A jaca tanto verde quanto madura, solta uma cola. Em contato com a água ela fica pior. Então ao manusear a fruta o ideal é que você passe óleo de cozinha nos utensílios que for utilizar e nas mãos (luvas descartáveis é uma boa).

Como preparar
Carne de Jaca

Modo de Preparo:

Corte a jaca em pedaços grandes com casca e leve ao fogo em uma panela de pressão. Não encha mais que a metade da panela. Deixe que ela cozinhe por cerca de 30 minutos (15 antes de dar a pressão e 15 minutos após a panela começar a dar pressão).

Escorra a água, passe a jaca já cozida na água fria. Espere esfriar um pouco e desfie com as mãos ou com uma faca. Despreze a casca e a parte central, que costuma ficar dura. Refogue a jaca desfiada no azeite, com tempero.

Utilizamos 150g de jaca cozida para ½ cebola roxa cortada em brunoise, 1 dente de alho, 1 tomate sem semente, 2 colher de sopa de azeite, 1 colher de sopa de salsa desidratada, pimenta do reino e sal a gosto.  Doure a cebola e o alho no azeite, acrescente a jaca e deixe que ela pegue o sabor dos temperos, adicione o tomate e a salsa. Mexa aos pouco até que o suco que solta dos tomates e da jaca seque um pouco, e pronto. Utilize a carne de jaca como desejar, em molhos, acompanhamentos ou recheios.

Você pode se interessar por: Mapa colaborativo – Jaca livre. Espaço onde você pode encontrar jacas de graça ou ainda anunciar uma jaqueira.

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Por Tiago Jamarino – Start – Parceiros Contramão

Parte de ser o Homem-Aranha significa ter um senso de humor e Tom Holland, pode agradar com os melhores deles, mas houve uma vez que a Marvel Studios tomou uma de suas piadas um pouco muito a sério.
Como ator britânico, a Holland não está familiarizado com as escolas americanas, o que poderia ser um problema para alguém que vive um adolescente naquelas escolas. Holland apontou isso e é aí que começou o prejuízo.

 

“Então, como uma brincadeira, sugeri a Marvel que eu deveria ir a uma escola secundária disfarçada e era completamente uma piada e Marvel ficou completamente a sério”, disse a Holland em um episódio de Jimmy Kimmel Live.
“Eu acho que eles não receberam meu sarcasmo britânico. Na próxima coisa que eu sei, eu tinha uma mochila com uma maleta de lápis no caminho para Bronx School of Science “.

 

A Escola de Ciências do Bronx é exatamente o tipo de escola que Peter Parker atenderia, mas Tom Holland estava um pouco fora de lugar.

“Eu fui para a escola com um nome falso e um sotaque falso. E a Escola de Ciências do Bronx é uma escola para crianças geniais e não sou um gênio “, diz Holland. “Mesmo os professores não sabiam que eu não era um estudante real, então eles me levariam para a frente da classe e ser como, ‘O que você acha, novo garoto?’ Eu sou como ‘Eu Não tenho ideia do que você está falando. “Foi muito embaraçoso”.

 

No entanto, em um pouco de verdadeiro drama do Homem-Aranha, Holland revelou em um ponto sua identidade secreta.

 

“Eu tive uma experiência divertida. Eu estava sentado na parte de trás de uma sala de aula próxima a uma menina bastante bonita e, eventualmente, ela era como: “Então, cara, qual é o seu negócio, cara?” Eu era como, ‘Bem, você quer conhecer meu segredo?’ “

 

Veja um pouco da entrevista abaixo:

O jovem Peter Parker/Homem-Aranha (Tom Holland), que fez sua sensacional estreia em “Capitão América: Guerra Civil, começa a se aventurar sua identidade recém-descoberta como o super-herói disparador de teias. Empolgado com sua experiência com os Vingadores, Peter volta para casa, onde vive com sua tia May (Marisa Tomei), sob o olhar atento de seu novo mentor, Tony Stark (Robert Downey Jr.). Peter tenta se dedicar à sua rotina normal – distraído pelos pensamentos de provar a si mesmo que é mais do que o Homem-Aranha, o Amigão da Vizinhança – mas quando o Abutre (Michael Keaton) emerge como um novo vilão, tudo que Peter considera mais importante estará ameaçado.

 

Homem-Aranha: De Volta ao Lar, que será co-produzido pela Marvel Studios e Sony Pictures, terá Jon Watts na direção. O elenco traz Tom Holland como Peter Parker/Homem-Aranha, Marisa Tomei como Tia May, Robert Downey Jr como Tony Stark/Homem de Ferro e Michael Keaton como o vilão Abutre. A estreia está prevista para 6 de Julho de 2017.

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Retro alarm clock on a table. Photo in retro color image style

Por Débora Gomes – . as cores dela . – Parceira Contramão HUB

o tempo, Salvador, esse senhor de olhos turvos e roupas claras, me ensinou que quanto maior o amor, mais chance temos de nos machucar. e você há de concordar comigo, quando digo que não somos bons em manter as coisas por perto: temos essa mania bonita de liberdade. e não nascemos pra encarar de olhos abertos o que torna a vida mais real e menos sonhada. e não nascemos pra encarar de olhos abertos o que torna a vida mais real e menos sonhada. por isso nosso querer acabou se tornando nossa maior distância e também a nossa maior saudade.

e se te escrevo assim, enquanto ainda é verão, é porque alimentar esse abismo que a gente mesmo criou, é o jeito que encontrei de me manter ligada a você. não se assuste, querido. enquanto o tempo passa, continuo ouvindo minhas músicas, escrevendo minhas cartas, conhecendo outros lugares, fazendo novos planos, encontrando pessoas diferentes, vivendo outras histórias, nesse quase gerúndio que tanto te assusta.

Bisa me disse semana passada, que a gente só resiste a toda essa distância porque ela é nosso escudo, nossa fuga, nossa razão de continuar quando tudo é caos. por isso gostamos tanto dela: ela protege nosso coração da dor. 
acho que compreendi. 
e sei também que enquanto continuar sonhando, meu amor vai ter sempre o peito seu pra se recostar. e é por isso que, dessa vez, não prometerei lhe visitar no outono. 
espero que compreenda também…

“Me escreve antes que eu me vá. 
Nem que seja um bilhetinho. 
Gostaria muitíssimo de levar
a tua bênção, ou uma força qualquer 
– boas vibrações.” 
Caio F. Abreu 
 
Sempre com amor,
Alice.