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Por: Kedria Garcia

A Praça Marechal Floriano Peixoto, localizada no bairro Santa Efigênia região Centro-Sul de Belo Horizonte, recebe nos dias 21, 22 e 23 de julho o Festival da Gentileza que chega em sua segunda edição com muito gás. A praça comumente conhecida como Praça do BG, será palco de uma programação diversa com shows, feiras, oficinas, contação de histórias e outras atrações.

A edição anterior, ocorreu na Praça da Liberdade e foi marcada com fitas coloridas e suas frases de reflexão, este ano não será diferente. Posicionadas na entrada da praça, o público adulto aproveita para tirar fotos e as crianças para se divertir entre as faixas. O evento chama a atenção por incentivar uma parada na correria da vida cotidiana deixando a rotina de lado, são três dias para entender a necessidade da gentileza praticada diariamente. A festa tem como tema: Respire, Pare e Faça, instigando os belorizontinos a repensar no tempo gasto, assim como a capacidade de colaboração e a solidariedade.

 

A organização ficou por conta do movimento Verbogentileza com apoio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte e a Fundação Municipal de Cultura, além dos patrocínios de empresas privadas e algumas parcerias foram feitas para promover o festival. A entrada é gratuita e o evento é adequado para crianças.

Por Glaudson Junior – Start – Parceiros Contramão HUB

 

Deadpool, o mercenário do super-herói da quarta parede, recentemente levou as redes sociais para parabenizar a Mulher-Maravilha por superar  seu primeiro filme na bilheteria doméstica.

 

Este fim de semana,Mulher-Maravilha (que ganhou US $ 368,5 milhões e contando) superou Deadpool (US $ 363,1M) na bilheteria doméstica, o que permitiu que a Guerreira da Amazônia ultrapassasse o Mercenário Tagarela  para o ponto # 10 nos dez melhores, Extraindo filmes de super-heróis nos Estados Unidos. A Mulher-Maravilha também pode superar o Deadpool na bilheteria global antes do final da sua corrida, já que o filme ainda não foi aberto no Japão e ainda está funcionando bem, tanto no país como no exterior, apesar da feroz competição de Homem-Aranha: De Volta ao Lar.

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Por Débora Gomes – . as cores dela . – Parceira Contramão HUB

às vezes cê me faz rir. 
outras, choro como se vivesse vendo ir embora parte do meu coração.
cê não sabe, mas eu faço prece todas as noites pra que o tempo cuide do passo que é seu.
não sabe também, mas eu fiz um tanto de planos pra que num futuro próximo, fosse ocê a minha companhia. 
porque cê é minha pessoa preferida. e isso, mágoa nenhuma desfaz. 
nem vento. nem chuva. nem quilômetro.
porque eu gosto docê d’um jeito que é simples:
de mãos dadas e de coração tranquilo.
um gostar que, se a gente cuidar direito, logo vira amor… 
desses que a vida não esquece.
e que a gente embrulha em plástico bolha e guarda nas gavetas da memória, 
que é pra não perder a cor. nem desgastar.

– cê já viu algo assim? já sentiu algo desse jeito?

hoje sei pouco docê e muito de mim… 
e não sei o quanto isso quer dizer do que nos aproxima,
mas sei o que quer explicar sobre nossa distância e o tempo,
que são enormes [e nisso não exagero].
o que eu queria mesmo, assim desse jeito, nesse nosso hoje meio anuviado,
era que cê dissesse:

– não sei nada sobre esse sentir, mas seria doce aprender com o teu coração.

eu não sou boa pra explicar as coisas,
e também tenho medo de que cê me esqueça…
de todo jeito, há semanas em que sinto saudade do que a gente poderia ter sido
e mais ainda, daquilo que a gente nunca sequer vai ser.
noutros dias, preferia não ter lembranças. 
mas as tenho, até sem querer…
e, às vezes, são elas os nossos maiores abismos.

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Por Auspicioso Acapela – Coletivo Parceiro Contramão HUB

A menina que, quando pequena sentava na primeira fila para copiar tudo que o professor falava na escola, ainda existe. A menina que, prefere sentar na frente para copiar tudo que o professor fala na faculdade, existe. A menina que, se conseguisse anotar tudo que fez hoje no trabalho para manter a cabeça organizada, seria mais feliz.

A menina que, quando pequena falava pouco durante às aulas, ainda existe. A menina que, pede desculpas para o professor ao falar um pouco a mais durante às aulas, existe. A menina que, fica em silêncio no trabalho, ouvindo apenas o TeC-TeC do teclado.

A menina que, quando pequena passava o recreio sentada conversando com o porteiro, ainda existe. A menina que, passa o intervalo comendo e conversando, existe. A menina que, a qualquer brecha no tempo, já pega um pouco de café para ser seu acompanhante.

A menina que, quando pequena pouco socializava com os colegas de classe, ainda existe. A menina que ainda pouco socializa, mas tem pessoas muito especiais em sua vida, existe. A menina que conversa com todos no trabalho.

A menina que, quando pequena nunca foi vista pelos meninos da escola, ainda existe. A menina que, acha que não é vista pelos meninos da faculdade, existe. A menina que, é vista por seu esforço no trabalho.

A menina que, quando pequena nunca foi beijada na escola, ainda existe. A menina que foi beijada por poucas vezes, existe. A menina que recebe muito carinho pelos colegas de trabalho.

 

A menina que, quando pequena custava manter a média das notas na escola, ainda existe. A menina que gosta tirar as melhores notas na faculdade, existe. A menina que, gira mundos e fundos para atender as demandas do trabalho, da melhor forma possível.

A menina que, quando pequena ao ficar mais velha gostaria de ter o futuro desenhado, ainda existe. A menina que ainda hoje gostaria de ter o futuro desenhado, existe. A menina que quer apenas colorir a sua história.

Penso em quantas pessoas existem e passam a existir a partir dos momentos que acontecem. Se somos um em vários, ou vários em apenas um. Se somos um conjunto de experiências, ou apenas uma experiência define quem somos. E se apenas uma nos define, por que não priorizamos a felicidade, então? Ou se somos um conjunto de momentos, por que não escolhemos os momentos felizes?

Texto escrito: Melina Cattoni

                                                                                                                                               

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Por Ana Paula Tinoco e Rúbia Cely

A 12ª Mostra de Cinema de Ouro Preto, se encerrou na noite de ontem, 26. Entre elogios e ressalvas, o evento chamou a atenção dos estudantes da cidade que elogiaram e pontuaram os pontos positivos e negativos, assim como a evolução da CineOP deste ano com relação à do ano passado.

 

Carla Gomes e Mateus Nazário Coelho

Natural de Ouro Preto, Mateus Nazário Coelho, 20 anos acredita que a 12ª Mostra de Cinema de Ouro Preto é algo sutil: “A CineOP é diferente das outras Mostras porque ela retrata muito bem a situação do Brasil. Sempre traz muitos trabalhos, sejam eles obras cinematográficas ou fotos, sempre retrata o que as pessoas sentem no momento. Começou muito bem e tá sendo incrível até o fim”.

Natural de Ouro Preto, Carla Gomes, 21 anos ve a 12ª Mostra de Cinema de Ouro Preto como algo fantástico: “Ela, CineOP, implementa conhecimento para as pessoas, cinema, música. Apesar de ser breve para quem gosta ela só tem a trazer coisas boas. Para quem gosta é de abrir a mente”.

 

Paulista, Ana Beatriz Donatelli, 21 anos mora em Ouro Preto e cursa Museologia na UFOP, sobre a 12ª Mostra de Cinema de Ouro Preto, ela ressalta: “A CineOP desse ano está melhor do que a do ano passado, a presença do Sesc parece ter ajudado bastante. O palco da Praça Tiradentes tá muito bom. A noite tá muito intelectual, mas tá bacana, tá diferente”.

 

Belo Horizontina, Juliana Freire, 22 anos mora em Ouro Preto e cursa Arquitetura na UFOP, sobre a 12ª Mostra de Cinema de Ouro Preto, ela compara: A estrutura e a proposta desse ano tá bem melhor, os filmes parecem ter sido melhor escolhidos. Eles, os filmes, são interessantes e parecem ter atraído mais gente daqui mesmo de Ouro Preto.

 

Por Ana Paula Tinoco

Na tarde de hoje, 25, o ator Antônio Pitanga participou de uma roda de conversa na 12ª Mostra de Cinema de Ouro Preto. Descontraído, Pitanga falou sobre racismo, oportunidade, escolhas e vivência. Com um documentário sobre sua vida, que tem na direção sua filha e também atriz Camila Pitanga junto a Beto Brant, ele é homenageado através de um olhar único que se constrói a partir de seu testemunho que narra seu percurso de criação e modulação na arte brasileira.

Mediado por Marcelo Miranda, crítico de cinema, o bate-papo foi do presente ao passado com um leve vislumbre do que há por vir na vida do ator. Pitanga que relembrou de seu começo difícil por causa do preconceito existente em nossa sociedade, ressaltou que essa dificuldade o moldou para chegar onde ele está hoje: “Eu muito cedo entendi e tive consciência política, encarei o racismo ao nascer. Sou bisneto de escrava e sei que as condições de vida não eram favoráveis. E isso me ajudou a moldar quem eu sou.”

Com uma carreira memorável no teatro, televisão e cinema, Pitanga deixa claro que tudo é uma questão de ir à luta e enfrentar as adversidades da vida: ”você é uma pedra bruta, você tem que lapidar-se e assim você vai chegar em algum lugar”. Sereno, ele relembra mais uma vez a história de sua bisavó e pontua sobre o machismo. Sendo categórico ao afirmar que isso não deve existir pois as mulheres são fortes pilares de nossa sociedade.