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Após compreender os benefícios dos alimentos sem adição de conservantes, agrotóxicos e/ou outros químicos, a procura por orgânicos vem crescendo 30% a cada ano, segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Para acompanhar, o Governo de Minas anunciou nesta manhã de terça-feira a entrega de 26 caminhões e 61 kits feiras para auxiliar os produtores locais. Durante a entrega dos caminhões, ocorreu na área central da Praça da Liberdade, a Feira Livre da Agricultura Familiar com produtores e produtoras locais.

Feira do campo à mesa na Praça da Liberdade – Foto: Anna Sandim

A feira que ocorre todas as sextas-feiras, na Cidade Administrativa, sede do Governo de Minas, trouxe diversas barraquinhas com opções de hortaliças, frutas, queijo, doces e até geleias. A agricultora, Daniela Leonel, 41, acredita que a intenção da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário “É fazer uma edição aqui fora, tipo, uma vez por mês. Porque esta feira na Cidade Administrativa bomba! ”, comenta.

Todos que possuem propriedade rural menor que quatro módulos fiscais (O módulo fiscal varia de 5 a 100 hectares, conforme o município) é considerado um agricultor familiar. Tendo como o principal apoiador o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Leonel e seu marido, Hernane Barboza, fazem parte da agricultura familiar e estão no ramo há quatro anos.

Segundo Leonel, ela trabalhava com Recursos Humanos e o seu marido era Corretor de Bolsa de Valores, ambos de roupas sociais, em escritórios com ar-condicionado. Após stress e cansados da rotina, resolveram então se apegar a um sonho e uma vontade de ter um empreendimento, para mudar completamente de vida. “Nunca pensei na vida, de um dia ser feirante, mas, eu amo. Nós dois gostamos muito de terra e de mato”, relata.

Barraquinha da Emporium da Roça, com Daniela Leonel – Foto: Yuri Tarso

 

Atualmente o casal de agricultor tem um terreno no município de Caeté, mas, Leonel conta que começaram em Pará de Minas em um pedaço de terra na fazenda do seu irmão. E para quem gosta de produtos orgânicos, mas não tem tempo de fazer a feira, o Emporium da Roça, nome do empreendimento de Leonel e Barboza, faz entregas na região de Belo Horizonte. Basta entrar no site e fazer o cadastro, que todas as quartas os produtos estão em sua casa. Para conhecer mais sobre eles ou sobre os seus produtos, acessem o site do Emporium da Roça.

Texto: Amanda Eduarda

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Foto Retirada da Internet

Por Tiago Rodrigues

Mulheres poemas com poesias, compostas entre noites e dias.

Criança ao sorrir, adulta crescida amadurecida dona de si.

Idosa generosa de cabelo nevado, sorridente, um pouco mais experiente.

Toda Mulher é uma poesia, repito toda mulher é uma poesia.

Por toda sua vida. Passando pelos olhares mundanos lendo-as de baixo para cima.

Toda Mulher é uma poema, em cada minuciosidade existe versos, a cada aparecer do sol uma estrofe, quando cai uma lágrima a dor invade as palavras, em cada curva uma rima, rimando a beleza de um sorriso dia após dia, vezes discreto meio indeciso, mas ainda sim um riso.

Chamo-te de poema mulher, talvez abstrato, complexo, custoso de compreender, com verbos infinitos, um jogo de palavras em um liquidificador. Prende a atenção, é importante tentar entender. Impossível.

Todos querem recitar, declamar, gritar, entender, conviver, aprender, suportar e amar. Ler baixinho, ler com os olhos, a luz de vela ou tomando café na janela. Levar para casa, levar para comer, levar para cama, Levar para o altar, ler todas as noites antes de adormecer.

Durante a madrugada acordar para ler um pouco mais só por curiosidade, necessidade vontade, desejo.

Seja cauteloso ao ler, o mistério irá te envolver, se desvendar você corre o risco de se apaixonar. Bobagem minha em dizer isso, quem dera se esse fosse todo risco.

Amar um poema mulher, sentimento cultivado da pureza do olhar que percorrer por suas curvas audaciosas, harmoniosa, entre amor, sexo, brigas, fazer as pazes, abraços, mordida de beijo, amor recíproco e verdadeiro, não de ficção como novela.

Amazona guerreira anjo entre o seu e a terra. Inferno não há.

Espero não ter dito nenhuma asneira, prometo te ler um pouco todas as noites, um poema que se tornara meu livro de cabeceira.

 

 

 

 

 

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NOTA:      

Neste início de março o terceiro filme solo do X-Men Wolverine chegou às telonas trazendo uma nova versão mais madura e adulta daquele que seria um dos heróis mais queridos do Studio Marvel. O longa que possui título homônimo ao personagem principal é distribuído pela Fox e acontece em um futuro próximo, mais especificamente em 2029, tendo como fonte e base o quadrinho “Velho Logan”, escrito por Mark Millar. O filme foi dirigido por James Mangold e estrelado por Hugh Jackman, Dafne Keen e Patrick Stewart, marcando a carreira de todos, uma vez que significa ser o último filme da carreira de Jackman como Wolverine e de Stewart como Charles Xavier, e o primeiro de Keen como Laura (X-23).

Logan traz um universo distópico onde a população mutante esta drasticamente reduzida e os X-Mens em extinção. O protagonista encontra-se completamente envelhecido e enfraquecido, com seus poderes curativos bastante fragilizados, entregue ao álcool e utilizando uma outra identidade para viver trabalhando como motorista de limusine. Além da vida descrente, Logan cuida de um debilitado Charles Xavier, que mantém escondido em uma cúpula resistente e luta todos os dias contra a vontade de disparar uma bala de adamantium em sua cabeça para enfim finalizar sua vida. A vida pacata de Logan chega ao fim quando uma enfermeira pede a ele que leve uma criança chamada Laura para a fronteira canadense, o herói recusa, principalmente por saber que pessoas perigosas estão à procura da garota, entretanto Charles ao encontrar a garota que a tempos esperava, não deixa com que Logan a abandone, principalmente pela mesma ser claramente mutante e possuir uma forte conexão com aquele que a tempos atrás era chamado de Wolverine.

O filme é sem sombra de dúvidas o melhor já realizado pela Fox utilizando o nome e a figuração dos X-Men, o mais bem feito, arquitetado e escrito, por mais que tenha tido uma composição bem independente do quadrinho no qual se baseia, uma vez que nele, o herói debilitado cruza um Estados Unidos pós apocalíptico e dominado por vilões para ajudar um amigo a realizar uma entrega ilegal. Os roteiristas Michael Green e David James Kelly buscaram nesta ambientação colocar mais ligação ao universo cinematográfico já existente desta série, ligando-a principalmente ao filme “Dias de um Futuro Esquecido” e ao epílogo de “Apocalipse”.

Este longa busca muito mais os filmes de ação e perseguição do que os de super-heróis, principalmente se tirarmos as garras e os poderes curativos de três dos personagens envolvidos. É um longa mais sombrio, agressivo e problemático do que o já acostumado em comparação a franquia, por isso consegue trazer o título de melhor, gratificante e excepcional, uma vez que chega a patamares onde nenhum outro do universo X jamais conseguiu chegar. Hugh Jackman está mais encontrado e em uma maior sintonia com seu personagem do que nunca e consegue-se ver claramente a presença de Logan ali e não somente do personagem amado Wolverine que está sendo implantado de maneira forçada e errônea apenas para vender mais devido à sua forte e querida imagem. O enredo é totalmente baseado em um herói amargurado que guarda lembranças, saudades e sofrimentos o grande homem que um dia chegou a ser, entretanto, sem perder sua essência por mais que tente deixa-la apagada dentro de si.

Logan representa um marco nos filmes de super-heróis e traz um final bastante digno e respeitoso para Jackman após 17 anos vivendo o personagem. O filme é completamente cheio de referências e simbolismos, principalmente perante ao contraste entre velho e novo e passado e presente, onde Wolverine passa o bastão para uma nova versão de si mesmo, iniciando uma nova geração de mutantes. A transição de Wolverine para X-23 (Laura Kinney) é o ponto alto e de profunda evidência do filme, juntamente com a ligação que ambos os personagens vão criando ao longo dos 137 minutos. Laura mesmo sendo criança é completamente esperta, violenta, ágil, corajosa e acuada, fatores que encaixaram perfeitamente na atriz escolhida, que assim como seu sucessor, nasceu para tal papel. Laura é perfeitamente a versão mais jovem e feminina de Wolverine sem tirar e nem por, só nos restar torcer para que Dafne possa realizar mais este papel e continuando a maneira excepcional.

Este nono filme do universo X-Men, além de ser o melhor, uma maravilhosa despedida e uma excepcional boas vindas também a melhor produção e mais emocionante de todas. Não é de se espantar se algum espectador dizer que o mesmo lhe arrancou lágrimas, as mesmas conseguem ser fáceis de rolar ao longo do tempo de tela, principalmente em sua cena final. Logan é o tipo de filme que realmente mereceu ser tão bem esperado, aclamado e realizado, é um colírio para os olhos não somente para os fãs dos filmes (e também quadrinhos) dos X-Men, da Marvel ou de super-heróis no geral, é um colírio também para os fãs e amantes do cinema atual.

 

Por: Isadora Morandi

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No carnaval 2017 de Belo Horizonte são esperados 2,4 milhões de pessoas e junto a isso, um certo medo principalmente em relação à assédios sexuais invadem milhares de mulheres que pretendem festejar este ano. Para evitar tal transtorno e também para trazer mais conforto e tranquilidade à mulherada, Renata Chamilet e Raissa Bettinelli criaram uma campanha chamada “Tira a Mão: É Hora de dar um Basta”, onde mulheres dizem não à toques e investidas inconvenientes.

Além da campanha também foi realizada uma marchinha em parceria com a cantora Brisa Marques,  veja a seguir:

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                                       Festival do Japão em Minas

Data: 17/02- 18/02 -19/02 10h ás 22h
Endereço: Av. Amazonas, 6030 – Gameleira
Pelo sexto ano, nossa cidade irá vai receber o Festival do Japão em Minas.

                                      Boralá Food Park

Data: 17/02 ás 18h
Endereço: Rua Desembargador Amilcar de Castro, 314 – Buritis
Os melhores food trucks de Belo Horizonte vão estar reunidos em um espaço ao ar livre, atrás do Clube Chalezinho. Será um local bem bacana para reunir a família os amigos e crianças.

                                      Anos 80

Data: 17/02 de 21h as 03h
Endereço: Avenida Silviano Brandão, 1891 – Sagrada Família
No dia 17 de fevereiro a banda Mais 80, que toca pop rock nacional e internacional dos 80 e 90. Terá a apresentação da noite.

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NOTA:    

            A série de filmes baseada no jogo homônimo, depois de longos 14 anos como franquia chega finalmente ao fim. O sexto filme de Resident Evil, denominado “O Capítulo Final”, vem levando fãs do maior apocalipse zumbi da história aos cinemas de todo o mundo. Neste sexto filme temos a heroína Alice enfrentando um dilema em sua vida, a única chance de salvar todo o mundo do massacre total consiste em seu retorno ao local onde tudo começou, Raccoon City, mais especificamente na colmeia da Umbrella Corporation, onde um antidoto ao T-Virus, que se espalha pelo ar, encontra-se protegido. Entretanto, Alice não deve apenas enfrentar o temido retorno à cidade da Umbrella, deve também capturar e libertar o antidoto que também acabaria com sua vida, uma vez que a mesma também foi infectada com o vírus zumbi por seu pai, que desejava salvar sua filha de uma terrível doença que a fazia envelhecer muito em um curto período de tempo.

            O longa dirigido por Paul W.S. Anderson e estrelado por Milla Jovovich possui diversos pontos altos e baixos, assim como todos os filmes já lançados, entretanto, tais pontos em “O Capítulo Final”, algumas vezes se sobressaem aos demais pontos, deixando o filme falho e fraco. Já no início da trama somos apresentados à história do filme com um flashback explicativo demais, mas necessário para que muitos fatores não se percam durante a narrativa. Porém tal composição se alastra bastante ao longo do filme e o deixa inconsistente, ou seja, o roteiro e a direção não confiam piamente na sua história e em seu poder de expressar informações já tratadas, como se as pessoas não gostassem de assistir os filmes anteriores e pedindo uma justificativa desnecessária, principalmente em cenas onde Alice lembra de fragmentos do primeiro filme ao entrar na colmeia, como a cena em que a protagonista está na famosa sala de raios laser, o simples passar de mãos da mulher na parede seria o suficiente para o espectador se situar em qual ambiente se encontrava, a explicação nítida composta por uma lembrança prejudicou o ato de pensar, relembrar e de trabalhar a mente de quem vê.

                Outro fator prejudicial é a abordagem de Alice, que se mostrar estar totalmente dependente das decisões e trejeitos impostos no roteiro, uma vez que a personagem encontra-se em uma forma humanitária diferente dos demais filmes e enfrentando vilões fracos, problemáticos e longe de ser uma ameaça verdadeira para a personagem, que nunca aparenta se esforçar demais para detê-los. Sem contar com o tempo de tela preenchido com cenas repetitivas, como as pancadas que Alice leva na cabeça e que a desacorda, provocando uma tontura, inquietação e lembrança de onde a mesma realmente estaria. O pequeno romance instaurado entre os personagens Doc e Claire também consegue se enquadrar na lista de fragmentos insustentáveis, uma vez que o mesmo é criado de forma fria e solta, ficando nítido que só está ali para dar uma bela e clara dica de quem seria o aliado de Alice que estava servindo de informante para a Umbrella Corporation.

            Alguns sites afirmam que o 3D do filme também deixou a desejar, principalmente pelo fato desta tecnologia ser o forte da franquia. Neste filme, as cenas de ação são colocadas sempre no escuro, porém, o 3D se mostra eficiente nas cenas em que deve ser e sombrio nas que não deve, uma vez em que cenas de tenção e ação pesada o 3D evidente pode atrapalhar a perspectiva e embaralhar as emoções de quem vê, precipitando um susto ou estragando o ritmo das cenas de luta.

            Entretanto, apesar dos demais problemas o filme ainda assim é bonito de se ver, com uma fotografia impecável e deleitosa e com uma equipe de efeitos especiais bem cuidadosos, capazes e sem nenhum tipo de economia barata perante os fatores, além de ser um filme destinados aos fãs da franquia e dos jogos, feito exclusivamente para agradar o público já fixo. O ponto que se destaca com grandiosidade ao longo do longa é a maquiagem, tanto dos zumbis quanto dos demais personagens, sendo para envelhecer, rejuvenescer, machucar, entre outros. Ela é toda feita com excelência, cuidado e completa continuidade, digna de aplausos.

            A misé en scene que ronda o longa é completamente notável, seu roteiro e direção cuidam mais do tempo, da fluidez e dos movimentos dos personagens do que em diálogos, os primeiros 15 minutos de filme são totalmente silenciosos, apenas com Alice se movimentando em tela e enfrentando criaturas modificadas pelo mundo apocalíptico, uma vez que diálogos elaborados e roteiros dramatúrgicos nunca foram o objetivo e ponto de partida de W.S. Anderson, muito pelo contrário. O mesmo se sobressai como diretor de ação e suspense principalmente devido aos longos silêncios e movimentos de câmera com bastante cortes, agilidade e rapidez.

            O final não poderia ser diferente, o retorno da protagonista ao início, o dilema a respeito dos clones e principalmente a respeito de sua própria vida, o mundo sujo, deserto, inabitável e completamente longe do horror implantado nos primeiros filmes. Neste, o suspense é a arma principal, os sustos não são clichês e tão esperados quanto antes, por mais que ainda continuem previsíveis ainda assim são feitos em contraste com um 3D bem eficaz. O susto atrasado também foi uma arma utilizada por Anderson, que provoca um ambiente completamente previsível e atrasa drasticamente o susto para que espectador relaxe antes de se deparar com a situação prometida anteriormente. O longa pode ter milhares de problemas não solucionáveis, mas ainda assim, por mais que dê brechas a um sétimo filme (o que seria plenamente errôneo e desnecessário), funciona como um final digno à Resident Evil nos cinemas e Alice finaliza sua jornada com eficiência, elegância, humanismo, coragem e muita determinação. O público alvo pode se sentir com o desejo de missão cumprida, pois se foi isso que Anderson queria, ele conseguiu.

 

Por: Isadora Morandi