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Uma das principais funções dos centros culturais na capital é levar um pouco de cultura ao público. Belo Horizonte dispõe hoje de 15 centros culturais e 2 centros de cultura, espalhados em diversas regiões.

O Centro de Cultura Belo Horizonte (CCBH), funciona na Rua da Bahia desde 1997 e ocupa uma das mais belas edificações da cidade. E quem passa por ele, nem imagina o acervo bibliográfico que ele abriga. A biblioteca do Centro é formada por aproximadamente 2.200 volumes, que tratam de assuntos variados como filosofia, antropologia, língua portuguesa, arquitetura, fotografia, história, geografia, ética, mitologia, cinema, música, pintura, dentre outros, além de dicionários, enciclopédias e várias revistas e jornais.

E para quem quer um cantinho sossegado para estudos, o centro disponibiliza salas de leitura onde os usuários podem consultar a hemeroteca* e o acervo da biblioteca, além do espaço BH Digital, que disponibiliza computadores com acesso à internet.

A biblioteca é aberta ao público e funciona de segunda a sexta- feira, no horário de 9h às 19h, na Rua da Bahia, nº 1149, esquina com avenida Augusto de Lima, Centro.
Tel: (31) 3277-9248 / 3277 4384.

*Hemeroteca é o local no interior das bibliotecas onde estão arquivadas as coleções de jornais, revistas, periódicos e recortes de textos veiculados em diversos tipos de mídias.

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Texto: Débora Gomes
Repórteres: Andressa Silva e Iara Fonseca

Em sua 16° edição, a “Casa Cor Minas Gerais” promete inovar e lançar tendências. O evento, que acontece no edifício ArcelorMittal, localizado na Avenida João Pinheiro,  próximo à Praça da Liberdade, tem para 2010 o tema “Sua Casa, Sua Vida Mais Sustentável e Feliz”, apostando na utilização de recursos naturais, sem agredir o meio ambiente.

O espaço vai contar com mais de 50 ambientes criados por decoradores, arquitetos e designers de todo o Brasil, que aceitaram o desafio de transformar um prédio comercial em um projeto audacioso e inovador. Os espaços criados misturam tecnologia e reciclagem, resultando em ambientes planejados e ecologicamente corretos.

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O evento começou dia 24 de agosto e já premiou três profissionais na categoria “Melhor Projeto Casa Cor 2010”:

1° lugar Pedro Lázar
2° lugar Myrna Porcaro
3° Lugar Ana Carolina Matos

Para quem quiser conferir os espaços “Casa Cor”, o evento permanecerá na Av. João Pinheiro, 580, Bairro Lourdes, até o dia 5 de outubro, de terça a sexta- feira, de 14h às 22h, sábado 13h às 22h e domingo 12h às 19h.

Confira vídeo da arquiteta Edwiges Cavalieri, sobre o projeto “Sala de Games”, na 16ª edição do “Casa Cor Minas Gerais”

Texto: Débora Gomes
Reportagem: Laís Sena
Imagens: Marcus Ramos

Na Rua da Bahia, região centro-sul de Belo Horizonte, o recenseador do IBGE Rafael, 23, percorre os domicílios vestido de colete azul, com crachá, e munido de um computador de mão, equipado com GPS, que criptografa as informações e garante a inviolabilidade. Rafael é estudante de Ciências Aeronáuticas e passou por um treinamento que ele define como “bastante detalhista”. De casa em casa, o recenseador aplica os questionários e explica para a população o que é o Censo 2010.

“O primeiro contato com os moradores tem sido produtivo, porém a falta de campanhas publicitárias, vinculações na TV e tal, complicam o acesso a algumas casas. Muitas famílias não sabem que está acontecendo o Censo e se recusam a responder”, explica o recenseador. “Há pessoas que desconhecem a lei de obrigatoriedade de participação e que quando aplicada (no caso de recusa de participar) a pessoa corre o risco de ser condenada a pagar multa”, completa.

De acordo com Rafael as perguntas que mais encontram resistência por parte da população são sobre a faixa salarial e a distribuição de renda. “Alguns moradores têm receio de responder; os autônomos, por exemplo, tem medo de dizer qual o seu salário por medo do governo ‘tirar algum benefício ‘ sobre a situação, ou aumentar os impostos”, revela.

Em todo o país, o IBGE realiza XII Censo Demográfico cujo objetivo é traçar o perfil da população brasileira. Para isso, o instituto contratou, por meio de processos seletivos, os recenseadores que devem ter 18 anos e ensino fundamental completo. Jovens como Rafael são remunerados por produção, com base no número de domicílios recenseados. De acordo com o Instituto, em média, há 300 domicílios por setor censitário, que podem ser visitados em menos de 30 dias. “Já fiz a rua Goitacazes, passei pela Augusto de Lima e agora estou na Rua da Bahia, depois vou para a rua Espírito Santo”  conta Rafael que está nesse quarteirão desde o dia 01 de Agosto.

Acesse o link e leia sobre lei de obrigatoriedade de participação

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Repórter : Iara Fonseca
Texto: Danielle Pinheiro

Quem passa pela Rua da Bahia, precisa ter cuidado ao atravessar. O motivo, nem é o trânsito ou a falta de sinalização, mas os bueiros destampados, mais uma vez, em vários pontos da rua. No início do ano, a situação era a mesma. (veja matéria Bueiros Destampados na Rua da Bahia).

O motoboy José Araújo dos Santos, 45, passava pelo local e se assustou com o “buraco”. “Se a gente vier de noite, ou se alguém for atravessar e não se preocupar em olhar pro chão, pode acontecer um acidente”, disse.

Em contato com a Prefeitura pelo telefone 156, o atendente informou que o órgão responsável pela manutenção das ruas, a Gerência Regional de Limpeza Urbana, faz a vigilância das ruas periodicamente, “mas às vezes é tanta coisa que não dá para resolver tudo de uma só vez”, e acrescentou que, assim como todos os serviços da prefeitura, é preciso solicitar a vistoria por telefone, para só então, no caso dos bueiros, ter início o processo de reposição ou recolocação das peças, o que pode demorar alguns dias.

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Por Débora Gomes

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Quem passa pela região da Savassi todos os dias, foi surpreendido nesta manhã por uma escada vermelha no cruzamento das avenidas Getúlio Vargas e Cristovão Colombo.

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Comerciantes da região disseram que, na tarde de quarta- feira, uma estrutura de ferro foi montada no meio do cruzamento, e hoje pela manhã, tomou forma originando uma escada larga, na cor vermelha, com seis degraus.“Eles estão agindo durante a madrugada”, disse Vanderley Elias, 58, proprietário da banca de revistas “Newstand” localizada na praça Diogo Vasconcelos, aludindo à possível ação de seres extra terrestres.

Você sabe o que é uma escada vermelha na Savassi?


Na verdade, não é uma escada: é uma arquibancada, montada para receber espetáculos do 10° Festival Internacional de Teatro (FIT). A idéia foi uma iniciativa do cenógrafo Paulo Pederneiras, diretor artístico do Grupo Corpo. A intenção é despertar a atenção do público, tanto para as apresentações do FIT quanto para as paisagens urbanas de Belo Horizonte. “Parar para observar a cidade causa certa estranheza, porque as pessoas nunca têm tempo para fazer isso. Com essa obra, as pessoas poderão olhar a mesma coisa de outra maneira, de outro ponto de vista”, diz Pederneiras.

Para mais informações sobre o FIT e as intervenções na cidade, acesse o site: http://www.fitbh.com.br

Por Débora Gomes e João Marcelo Siqueira

Fotos: Débora Gomes