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Um semáforo está em fase de implantação na Avenida Cristóvão Colombo com Santa Rita Durão. Segundo a BH Trans ele atenderá motoristas que tinham dificuldade em sair da Rua Santa Rita Durão e cruzar a Avenida Cristóvão Colombo até a Avenida Bias Fortes.

Ainda de acordo com informações da BH Trans o semáforo não está funcionando porque antes é preciso implantar a sinalização horizontal na via. Devido ao período de chuvas, não foi possível cumprir o cronograma e pintar as legendas no solo. Assim que a sinalização horizontal for implantada, o semáforo será ligado.

Por: Natália Oliveira

Foto: Ana Sandim

O conjunto arquitetônico “Encontro Marcado” será transferido da Praça Carlos Drummond de Andrade para a Biblioteca Pública Estadual Luis Bessa. A obra, composta pelas estátuas de bronze em tamanho natural dos escritores Otto Lara Rezende, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Hélio Pelegrino, ficavam entre a antiga Secretaria de Educação e o anexo da Biblioteca Pública, em frente à Praça da Liberdade.
Helena Maria Alves, arquiteta responsável pela transposição do monumento, esclarece que com a implantação do Circuito Cultural da Praça da Liberdade, as estátuas perderam a visibilidade no lugar onde estavam. “Nada mais conveniente do que trazer o conjunto arquitetônico dos escritos para frente da biblioteca,” ressalta.
A obra, projetada pelo artista plástico Léo Santana, faz alusão ao livro de Fernando Sabino, “Encontro Marcado“, publicado em 1956, e recria um encontro casual dos “quatro cavaleiros do apocalipse”, como eram conhecidos os escritores. O intuito era eternizar a amizade deles.  O monumento, muito popular, foi inaugurado em 2005 e foi alvo de depredações nos anos seguintes.

Por: Natália Oliveira

O sinal do pedestre “aperte e aguarde” foi criado para tornar a vida do cidadão mais ágil e fácil, mas parece que em alguns locais de Belo Horizonte isso não funciona. O site do Contramão resolveu testar o aparelho na Rua Timbiras, esquina com João Pinheiro, e na Rua Golçalves Dias, também esquina com João Pinheiro.

Na Rua Timbiras o semáforo aberto para os veículos por aproximadamente 1 minuto e 45 seg. Assim que o sinal abriu novamente apertamos o botão e, mesmo assim, ele ficou aberto por cerca de 1 minuto e 42 seg. Uma diferença apenas de 3 segundos.
Na Rua Gonçalves Dias o sinal ficou aberto aproximadamente 1 minuto e 46 segundos. Quando apertamos o botão à diferença foi de apenas um segundo contabilizando 1 minuto e 45 seg.

“Em Brasília assim que apertamos o sinal em instantes ele fecha”, informa a dona de casa Elza Maria, 64 anos, em vista a capital. Elza sequer sabia da exisência dele. Elza perguntou para a equipe do Contramão se o aparelho não restava funcionando, e nós a informamos que havíamos  acabado de acioná-lo. Ela ficou surpresa porque o sinal não fechou para os veículos. “Lá [Brasília – DF], quando colocamos o pé na faixa o motorista para o carro”, afirmou.

Postado por Matheus Azevedo

A Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) promoverá  a terceira edição do Saúde na Praça, sábado 17, das 8h às 13h, na Praça da Liberdade. O evento tem como objetivo orientar a população sobre as doenças que podem ser combatidas com uma simples mudança de hábitos para ter uma vida saudável. Ocorrerá palestras, cursos de primeiros socorros, aferição de pressão arterial entre outras atividades ligadas a saúde e bem estar.

mais informações no site: (AMMG)

img_00192Numa quinta-feira fria, faixas, balões e panfletos decoraram a praça da liberdade em Belo Horizonte. O motivo foi uma campanha contra a privatização do sistema prisional mineiro e a construção de novos presídios em Ribeirão das Neves. A manifestação contou com a participação do Grupo de Amigos e Familiares de pessoas em Privação de Liberdade e o Conselho Reginal de Psicologia Minas Gerais. O grupo alegou que a com a privatização do sistema prisional o modelo carcerário torna-se um negócio visando apenas o lucro. O jornalista Rodrigo, 37, coordenador do protesto, respondeu as perguntas do jornal O Tempo, argumentando seus principais quisitos. Rodrigo sugeriu o método APAC como melhor solução para os problemas do sistema carcerário. Entre eles “a desvalorização humana e a falta de assistência jurídica ao detento” para ele o modelo APAC é mais efetivo ” o índice de reincidência da APAC é de 5% ao coimg_00102ntrário do sistema comum que é em torno de 90%”. Ao final da entrevista Rodrigo reforçou ” não queremos um carandiru aqui em minas!”

Por:

Mara Rodrigues e Matheus de Azevedo

Para conferir a entrevista com Rodrigo Torres:

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