Por Thalita Vieira

Esta é uma típica manhã de sábado. O sol atravessa as cortinas me impedindo de abrir os olhos. O relógio avisa que já são 9:00 da manhã. Me levanto ou continuo deitada? Lentamente vou me levantando e curtindo a preguiça. Minha mãe sentada no sofá assistindo ao seu programa de TV favorito, me dá um “Bom dia” com um belo sorriso no rosto, como de costume.

Está última semana me deixou um pouco cansada, foram dias bem cheios, só de lembrar minha cabeça chega a doer. Havia combinado de sair com alguns amigos hoje, mas minha casa estava tão aconchegante que cheguei a cogitar em ficar por aqui mesmo. 

Já estava quase saindo quando  uma freada muito alta de um carro chamou minha atenção, logo depois um barulho estranho, algo que nunca tinha ouvido antes e mais barulhos como aquele… Em questão de segundos a rua estava lotada de pessoas. Pela janela da sala pude ver que aquilo não era apenas um barulho qualquer, foram disparos de arma de fogo.

Um sentimento ruim me tomou, minhas mãos congelaram, não conseguia entender. Um corpo estirado no chão, todo ensanguentado. Gritos de uma mãe desesperada. Ambulâncias. Polícias. Era tanta confusão que dava medo. Não sei dizer o motivo, mas mais um jovem morre assassinado. Era pra ser um sábado tranquilo, como normalmente é. Mas dessa vez não foi. Este sábado foi marcado por mais um derramamento de sangue. 

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