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  • Elza Soares – A Mulher do Fim do Mundo

Data: 28.07.2017 – 21:00

Local: Grande Teatro – Palácio das Artes

Elza Soares apresenta ao público seu mais recente trabalho, o aclamado disco A Mulher do Fim do Mundo, produção que rendeu à cantora o Grammy Latino de melhor álbum de Música Popular em 2016.

http://fcs.mg.gov.br/

Telefone: 31 3236-7400

  • Music of Day

Data: 28.07.2017 – 20:00

Local: Cine Theatro Brasil Vallourec

Duas Bandas, num só palco. Banda Karbono e Banda Jokerman. Um show descontraído, cheio de músicas autorais e com uma pegada incrível do Pop Rock Mineiro.

http://cinetheatrobrasil.com.br/

Telefone: 31 3201-5211

  • Noite no Sertão

Data: de 28.07.2017 – 19:00 até 28.07.2017 – 22:00

Local: Centro Cultural Lindéia Regina (CCLR)

Encontro de violeiros e compositores de música sertaneja caipira de raiz.

http://www.bhfazcultura.pbh.gov.br/

Telefone: 31 3277-1515/3277-1547

Entrada Franca

  • 1º Festival do Queijo Minas Artesanal

Data: de 28.07.2017 até 30.07.2017

Local: Serraria Souza Pinto

O evento vai reunir produtores das sete regiões com certificação de origem: Araxá, Campo das Vertentes, Canastra, Cerrado, Serra do Salitre, Serro e Triângulo Mineiro, que são destaque nesse segmento da economia.
Horários:
Dia 28 – 19h às 23h
Dia 29 – 12h às 22h
Dia 30 – 10h às 18h
Escolha do Melhor Queijo do Festival:
Dia 29 a partir das 14h – votação do público
Dia 30 a partir das 12h – premiação dos ganhadores

Informações Adicionais:

O evento também terá um festival gastronômico com chefs renomados, que vão apresentar pratos especiais. Os visitantes ainda poderão harmonizar os queijos com azeites, cervejas e vinhos mineiros. Ainda dentro da programação do evento, estão cursos, palestras e degustações, além do Espaço Kids.

Ingressos no local ou antecipados por meio do site http://www.sympla.com.br/

http://festqueijominasartesanal.com.br

Telefone: 31 2108-2121

E-mail: festqueijominasartesanal@pandapromo.com.br

Promoção: Sebrae, Faemg

Realização: Sebrae, Faemg

  • Ana Carolina

Data: 29.07.2017 – 22:00

Local: Km de Vantagens Hall BH

No roteiro do show estão sucessos próprios como “Garganta” e “Eu não sei quase nada do mar”, além de um medley que inclui “Confesso”, “Trancado”, “Nua” e “Pra Rua Me Levar”.

http://premier.ticketsforfun.com.br/

Telefone: 31 4003-5588

  • Baile do Abrava

Data: 29.07.2017 – 21:00

Local: Land Spirit Club: BR 356, 7575 – Olhos d’Água

Você pirou e se surpreendeu com o Baile do Abrava no Carnaval Do Brasil S/A. Pois atendendo a pedidos, Tiago Abravanel está de volta a BH, com a festa mais divertida e irreverente do país, em uma noite única na Land Spirit.

Atrações
Tiago Abravanel
Rick e Ricardo
Jetlag
DJ Jaka

http://www.facebook.com/landspiritoficial/

Telefone: 31 3889-2003

  • Festival de Inverno de BH

Data: 29.07.2017 – 20:00

Local: A Autêntica

O Festival de Inverno de Belo Horizonte existe para promover a cena de ROCK AUTORAL da cidade. Será um festival 100% de Rock Autoral para aquecer a cena musical da cidade e também o inverno dos belo-horizontinos. Teremos Banda Concreto, Banda Carne Nua e Preto Massa juntos no mesmo palco! Além disso, teremos uma mascote aquecendo a pista de dança, e também serão realizados games, promoções de drinks, distribuição de brindes e muito mais! Não fique de fora dessa! Ah! Se você é uma banda de rock autoral e quer tocar nesse palco mais do que especial, ainda teremos espaço para DUAS bandas novas da cidade.

http://www.rockstartupfestival.com/festival-de-inverno

Telefone: 31 3654-9251

  • Desinfinito

Data: 29.07.2017 – 19:00

Local: Sesc Palladium

A poeta mineira Nathalia Campos lança, no Sesc Palladium, seu livro de estreia, Desinfinito. Em poemas curtos e pulsantes, carregados de tensão entre delicadeza e corrosiva ironia, a autora oferece a perplexidade como experiência poética central. Leva, então, o leitor a estar a sós com temas que encaminham para o silêncio – como a procura de si, o amor, a perda, a beleza, a violência e, em última instância, a própria escrita – fazendo da poesia e do ser um único e salutar exercício de descontruir ideais e conhecer os limites humanos.

http://www.sescmg.com.br/

Telefone: 31 3270-8100

Entrada Franca

  • Jardim das Cervejas – Comemoração 1 Ano

Data: de 29.07.2017 – 15:00 até 29.07.2017 – 22:00

Local: Krug Biergarten

Minas não tem mar, mas tem Jardim das Cervejas. No dia 29 de julho, será realizada a edição de comemoração de 1 ano do Festival Jardim das Cervejas, no Krug Biergarten. Criado para valorizar e divulgar a cultura cervejeira em Minas Gerais, o festival contará com as apresentações das bandas Seu Madruga e Folk Javalli. Os DJs Deivid e Antônio Montana também participarão da comemoração.

Telefone: 31 3657-4473

Entrada Franca

  • Atitude Artesanal – Cerveja e Rock n’ Roll – 2ª Edição

Data: 29.07.2017

Local: Quintal do Chalé Food Park – Avenida Professor Mário Werneck 530, Buritis

Se a gente mistura as melhores cervejarias, os melhores food trucks, arte e rock´n roll, a gente escuta Quintal do Chalé! Passado o sucesso do primeiro, nosso evento cervejeiro chega em sua 2ª edição.

http://www.facebook.com/events/447381978969237/

  • Cantos do Mundo Afora: Ilessi e convidados

Data: 30.07.2017 – 19:00

Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie – Sesc Palladium

A cantora e compositora carioca Ilessi apresenta o show Cantos do Mundo Afora: Ilessi e convidados. Já realizado no Rio de Janeiro, o show, agora em BH, apresenta parte da cena musical de Belo Horizonte. Alguns desses compositores terão suas canções presentes no segundo CD da cantora, Mundo Afora: Meada, gravado em Entre Rios, MG. Os compositores convidados são: Alexandre Andrés, Deh Mussulini, Gustavito, Irene Bertachini, Kainã Bragiola/SP, Kristoff Silva, Leonora Weissmann, Leopoldo Rezende, Marcos Braccini, Paulo Rocha, Rafael Macedo, Rafael Martini, Rafael Pimenta e Sofia Cupertino.

http://www.sescmg.com.br/

Telefone: 31 3270-8100

 

Fonte: Agenda Cultural

Da Redação

Lançado nesta quinta-feira (27) pelo Circuito Liberdade, o Museomix é um evento internacional que traz à tona uma reflexão sobre a construção do museu do futuro.

 

Mas afinal o que é o Museomix?

Museomix = uma comunidade + museus + 3 dias de “maratona criativa”

Originado na França em 2011, o Museomix ocorreu ao longo dos últimos anos em 8 países, passando por 43 museus diferentes, e acontecerá este ano pela primeira vez na América do Sul com uma programação que une cultura, tecnologia e inovação, aqui em Belo Horizonte. A capital mineira, por meio do Circuito Liberdade, abraçou o propósito do evento e, na noite de ontem, ocorreu o lançamento oficial no MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal.

Michele Abreu Arroyo- Presidente do Iepha MG
“O Museomix é muito importante porque ele inaugura um estreitamento entre políticas públicas muito importantes no Estado: inovação, ciência, tecnologia junto à política cultural. Por serem linguagens que se aproximam e que devem se aproximar exatamente para fortalecer a relação entre o tempo, o que é antigo com a permanência.”,  Michele Abreu Arroyo, Presidente do Iepha – MG

O Museomix é um projeto colaborativo que tem como ação principal a realização de uma maratona criativa, que acontecerá entre os dias 10, 11 e 12 de novembro, em Belo Horizonte. Durante esta maratona, a ideia é que os participantes “invadam” os museus. A cidade, por meio de suas mais diversas comunidades (designers, artesãos, programadores, mediadores, comunicadores e artistas, amadores ou profissionais), poderá se apropriar de um acervo museológico na tentativa de construir um museu aberto, conectado e participativo. 

Professor Evaldo Ferreira Vilela
“O Museomix renova a cultura, ele coloca a posição do museu em evidência e de uma maneira belíssima porque ele traz o público para a discussão. A gente está acostumado a discutir museu entre nós e na verdade o que precisa ser feito é abrir um diálogo com a sociedade… tem que ser com a sociedade e não para a sociedade.”,  Evaldo Ferreira Vilela, Presidente e professor da Fapemig

Unindo ideias criativas e ferramentas tecnológicas, como impressoras 3D e máquinas de corte a laser, os participantes – chamados de “museomixers” – imaginam e constroem dispositivos inovadores de mediação entre acervos e visitantes. 

Público presente no lançamento do Museomix 2017, no MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal

Durante o lançamento do Museomix, houve também a apresentação de algumas degustações tecnológicas. A equipe do MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal apresentou o Media Guide, um aplicativo gratuito que auxilia o visitante e permite um passeio virtual pelas instalações do espaço, localizando salas e obras específicas do acervo em um ambiente virtual 3D bastante realista e preciso.

O Centro Universitário Newton Paiva apresentou também o resultado de um dos trabalhos do seu FabLab, que alinha “cultura maker” e prototipação. Os alunos do curso de Arquitetura desenvolveram uma cadeira de baixo custo para pessoas com problemas na região lombar da coluna. Esse projeto venceu a categoria “Chair Design Challenge” do concurso internacional promovido pela Stanford University, Califórnia – EUA.

Alunos da Newton Paiva apresentam projeto do Fab Lab, parceiro do Museomix 2017.

O Museomix ganha vida em Belo Horizonte, por meio do Circuito Liberdade, Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sedectes), e será realizado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (lepha – MG) e terá sua programação aberta ao público ao longo dos próximos meses. O projeto conta também com a parceria da Embaixada da França no Brasil, do BDMG Cultural, do Centro Universitário Newton Paiva e das faculdades UNA e UniBH, além de empresas e entidades.

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Por Giovanna Silveira – Metrica Livre – Parceira Contramão HUB

Existem muitas coisas das quais eu fui criada

para não entender

e apenas minguar de dúvidas

na sarjeta que

de ser pequena.

Miúda nos arredores

dos adultos enormes e altos

mal sabem  que

eu sei bem do que estão falando

Agora não tão pequena

para falar

mas

não tão alta para ser

ouvida

E sei da leve natureza etérea

da milenar ciência

de alongar meus silêncios

para encurtar

minha voz.

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Por Débora Gomes – . as cores dela . – Parceira Contramão HUB

dia desses, Bisa me perguntou: 

– que foi que aconteceu procê ficar triste assim, minha pequena?

eu não soube responder… e me entristeci mais ainda, quando cá no fundo do peito, eu tive a certeza de que essa tristeza vinha mais d’ocê do que de mim. e nem sabendo disso ela virava alguma coisa que eu podia controlar.

a gente já sabe que a gente não controla o que é do outro. e a tristeza vinda assim, da sua forma de existir em mim, foi me deixando cada vez mais miúda e apertada, dentro do meu próprio coração.

acontece que durante todo esse tempo, Salvador, cê foi cuidado por mim pra nunca se tornar uma parte comum no meio dos dias. mas aí, cá me deparei com o pensamento tentando te transformar num pedaço mais próximo quando, na verdade, cê tinha que ficar aí mesmo, criando raiz dentro do meu sonho. 

e só.

foi tudo sem querer. e acho que foi aí que eu te perdi: quando te transformei em realidade e ela passou a doer mais que corte de navalha. 

aí foi-se embora meu viço. e meu brilho nos olhos também. porque tinha guardado n’ocê esse tempo todo, a minha única esperança de amor. e é triste ver o amor esvair dos dedos da gente, que nem água limpa de nascente e riacho.

eu queria que fosse ocê, Salvador. e eu sempre quis, mesmo antes de lhe conhecer. mas o tempo pode ser um pouco cruel às vezes, e fazer com que a gente esqueça o que deveria lembrar e viva o que foi feito pra esquecer.

mesmo assim, com todo esse pranto desencontrado, eu espero que cê me guarde em suas doces lembranças, de um tempo em que a gente não precisava de tanta explicação pra existir.

te guardo no peito.
e é sempre com amor,

Alice.

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Por Paulo Roberto Lima

Ao longo de doze anos, o diretor , conhecido então por filmes como Jovens, Loucos e Rebeldes, de 1993, e Antes do Amanhecer, de 1995, encontrou-se com uma equipe de filmagem (entre eles o ator Ethan Hawke, com quem que já trabalhara) e filmou durante algumas semanas de cada ano, partes do que mais tarde seria o filme Boyhood.

Quando de seu lançamento, Boyhood despertou muita curiosidade pela forma como sua produção foi conduzida. A ideia de se criar uma obra captando o envelhecimento gradual de suas estrelas em tempo real impressionou e o filme ganhou destaque na temporada de premiações, chegando a ser indicado ao Oscar de Melhor Filme do ano de 2014.

Mas aqui, por enquanto, deixemos de lado tanto a questão de marketing quanto a polêmica que se seguiu. É claro que a logística de uma produção feita ao longo de doze anos está longe de ser fácil, e é justo que só por conta disso o filme ganhe repercussão. Mas, e a parte artística? Qual o impacto desta escolha?

Em Boyhood acompanhamos a vida do personagem principal, Mason (Ellar Coltrane), durante uma década. Ao longo das quase três horas de filme, vemos Mason crescer de uma criança, passando por todo o processo da pré-adolescência/adolescência, até virar um jovem adulto entrando na faculdade.

Junto a ele, também acompanhamos o crescimento (e envelhecimento) das pessoas de sua família, da separação, adição de novos integrantes, brigas, brincadeiras, etc. Não há nada de atípico na vida destas pessoas, ninguém é excepcional, ninguém é especial, nem tem superpoderes. Estas pessoas são comuns, com problemas mundanos. Ou seja, o foco do filme é o próprio tempo, mais do que as personagens. Assim, Linklater tenta montar um retrato de família simples, um coming of age do personagem principal. Com isso, a alternativa de se filmar o crescimento real do ator Coltrane cria um paralelo com a história de seu personagem no filme, afinal, também testemunhamos o coming of age de Coltrane.

Aliás, não só o de Coltrane, mas como de todos os atores que compõem sua família. Se Ethan Hawke começa o filme ainda um jovem adulto, termina-o com linhas de expressão no rosto de um adulto entrando na meia idade. Patricia Arquette é uma mãe jovem e esbelta e ao final temos uma mulher madura, de rosto já marcado.

E é nisso que a ideia de se gravar o envelhecimento em tempo real dos atores se mostra pertinente. Podemos sentir o peso do envelhecimento dos personagens através disso. As rugas em seus rostos são reais, a passagem de tempo é real. A humanidade que isso traz aos personagens do filme é a diferença que esta escolha faz. Ao final do filme, temos a lembrança daquele menino que conhecemos duas horas e meia antes e entendemos que o jovem a ponto de entrar na faculdade é a mesma pessoa, e que o tempo passado para o personagem foi o mesmo para o ator. É esta noção de tempo que justifica e aprofunda o filme e sua produção.

Portanto, para ilustrar, uma cena do início do filme e outra do final:

Mas Boyhood não foi a única vez que Linklater explorou essa ideia. Anos antes ele dirigiu o que viria a ser a primeira parte de uma trilogia, em que cada filme foi produzido com intervalo de nove anos acompanhando o relacionamento entre os personagens encarnados por Ethan Hawke e Julie Delpy.

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Por Auspicioso Acapela – Coletivo Parceiro Contramão HUB

Sete dias, duas semanas, um mês … E de repente já se passaram seis meses. Seis meses, acordando, trabalhando, estudando e nos intervalos do dia muitos copos de café. Como uma bela taurina, precisa de controle e organização. Ela acredita que existem dois tipos de rotina, aquela que a sociedade nos obriga e aquela sem obrigação, a faz por lazer. Ao mesmo tempo que a rotina é pesada, quando se cria o hábito de algo e, por algum motivo, vê sob seus olhos que está perdendo-o, ela sente falta. Novamente, como uma bela taurina, possessiva.

Ao mesmo tempo que deseja viajar o mundo, quando algo está indo embora sente falta.

Ao mesmo tempo que deseja aventurar-se por aí, logo pensa,

será mesmo?

Ao mesmo tempo que já se divertiu e saiu diversas vezes, hoje prefere dormir e ficar distante do telefone.         

Ao mesmo tempo que precisa de carinho,

afasta ou deixa as pessoas se afastarem.  

E assim, passa o tempo de seis em seis meses.

Afinal, o tempo corre e quando vê já é tarde.

Essa história de nunca ser tarde demais,

é mentira.

Nunca será da mesma forma, o tempo é diferente, a circunstância é diferente.

Mas para isso acontecer, a principal mudança tem que ser nela.