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Foto Reprodução Internet

Por Débora Gomes – . as cores dela . – Parceira Contramão HUB

enquanto eu não te esqueço, eu planto lavandas no jardim pra que façam companhia pros meus girassóis no próximo outono. e também pra que me passe o tempo sem que eu perceba, o entanto em que espero.

enquanto não esqueço, ‘j’apprends à parler français’, tomo chá antes de dormir, escrevo poemas quando amanhece, desenho às terças-feiras, e faço ioga às quintas pra equilibrar os chakras.

enquanto não te esqueço, eu acordo cedo aos domingos, só pra ter mais tempo pra esquecer. e frequento poucos bares, saio pouco pelas ruas, quase não atendo ao telefone, omito notícias pra ninguém me encontrar.

enquanto não esqueço, parei de colecionar cartões postais, cadernos de anotações e canções em tom maior. parei de sorrir em público também. e de escrever sobre você a cada esquina.

enquanto não te esqueço, penso em ir embora uma porção de vezes: pro sul, pro Amapá, pra Paris. qualquer lugar em que fosse mais fácil esquecer e pra onde você não pudesse chegar, nem em pensamento..

enquanto não esqueço, descubro que você nunca se lembrou. leio poemas que dizem que o amor, assim como os retratos deixados no fundo da gaveta, desbota e amarela.

guardo você no coração. tranco e jogo fora as sete chaves. dessa vez cê não sai. e eu te esqueço, antes do último pôr de sol…

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Por Rúbia Cely

No Brasil mais de 20% da sociedade têm algum tipo de deficiência, ou seja, uma média de 45 milhões de pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e também o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade). E foi pensando em tamanha demanda que a Conade foi criada, inserindo assim, esse grupo em partes dos processos que definem os planejamentos e as políticas voltadas para esse coletivo.

Datas como 21 de setembro, Dia da Luta Nacional da Pessoa com Deficiência, 11 outubro, Dia do Deficiente Físico e também 3 de dezembro, Dia Internacional do Portador de Deficiência, servem não só para conscientizar a população de que a participação desse coletivo em todas as atividades do cotidiano, não é favor, é um direito, mas reafirma também a necessidade de ações que permitam acessibilidade à essas pessoas e também que conheçam seus direitos.

Arthur Figueiredo Ramos, 18, deficiente auditivo, explica que grande parte das dificuldades que enfrenta no cotidiano é a socialização. Nas ruas e até dentro da própria sala de aula, o sentimento é de exclusão, confessa o jovem. “Meus colegas de sala também não me incluem nas atividades deles porque não sabem lidar com o fato de eu ser surdo. Mas eu sou um surdo oralizado e sinto que eles podiam tentar me entender, conversar comigo”, expressa.

Já Melina Cattoni, 20 anos, deficiente física por hemiparesia, afirma não ter problemas quando o assunto é interação com a sociedade e é enfática ao dizer que sempre teve ao seu lado pessoas que compreendem e a tratam normalmente. “Os colegas de sala até brincavam, porque às vezes a troca de sala era ruim e ficar em ‘tal’ andar era melhor que outro, aí acabava que eu tinha uma parcela na decisão. Sempre foi muito tranquilo. Mas, claro os primeiros dias em uma escola nova ou até mesmo na faculdade dá um frio na barriga, por que você não conhece ninguém e todo mundo olha com curiosidade, uma curiosidade que vai além de ser novata.”, comenta.

 

Arthur explica que quando sai com alguns amigos, também deficientes auditivos, acaba tendo que se preocupar com eles, por parecerem estar despreparados para lidar com os riscos e as sinalizações. “Quanto a mobilidade urbana eu não tenho problema para andar na rua sozinho porque observo muito os sinais, olho para os lados. Mas eu tive uma mãe que se preocupou em me ensinar a andar na rua sozinho.”, esclarece.

A internet vem tomando providências para tentar incluir quem possui algum tipo de deficiência, seja por meio de plataformas ou até mesmo com o uso das hashtags. Um bom exemplo foi e ainda é o uso da #PraCegoVer, uma iniciativa que se ergueu no facebook e que é usado, principalmente por instituições, para possibilitar que deficientes visuais tomem conhecimento do que circula na web.

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Foto Divulgação

Por Ana Paula Tinoco

Quando a adaptação para o cinema do livro de Isaac Marion, Sangue Quente (Warm Bodies) foi anunciada em 2011, ganhando o título no Brasil de Meu Namorado é um zumbi, foi possível ver fãs em fóruns torcendo o nariz para a produção, inclusive quem vos escreve essas linhas. Provavelmente, a maior causa desse desconforto tenha sido o mergulho que demos em um cenário improvável de vampiros que brilham, não bebem sangue e lobisomens desnudos e sem pelos, da grotesca adaptação da obra de Stephenie Meyer, a “Saga Crepúsculo”.

Sem data de lançamento prevista, muitos se sentiram aliviados e o que se podia ouvir era o ecoar de “talvez eles tenham desistido. ”, porém 2013 chegou e em 8 de fevereiro o filme estreou. Faltando quatro dias para o dia dos namorados, nos Estados Unidos a data é comemorada em 12 desse mesmo mês, o longa foi sucesso de bilheteria. E o que muitos acreditavam ser o início de mais um esfolamento de personagens clássicos, na verdade trouxe um frescor.

Para aqueles que não se lembram, no ano em que foi lançando, a criação de George A. Romero havia se tornado rentável novamente. Tomando conta de nossas TVs com adaptações de HQs (The Walking Dead estava em seu terceiro ano), jogos (Resident Evil: Revelations) e livrarias (Guerra Mundial Z), os zumbis, para onde quer que olhássemos, estavam lá.

O cenário é o de sempre, um mundo pós-apocalíptico em que os humanos estão quase extintos, um grupo de sobreviventes que tenta constantemente voltar para casa inteiro e com suprimentos e um líder para manter a ordem, cuidando para que os zumbis não vençam a batalha em que cérebros estão em jogo. Contando a sinopse, você pode dizer, “Mas eu já vi isso antes! ”, é aí que começa a diversão, lembra do frescor que mencionei no segundo parágrafo? Pois bem, vamos falar dele agora.

O romance/ comédia escrito e dirigido por Jonathan Levine não implora para ser levado a sério, pelo contrário, ele brinca com seu cenário inóspito a todo momento. Desde a primeira cena, quando conhecemos R (Nicholas Hoult) percebemos que o que o diretor quis foi mostrar algo diferente daquilo ao qual já estávamos habituados, afinal os zumbis apresentados no clássico “A Noite dos Mortos-Vivos” de Romero passaram por várias mudanças ao longo dos anos.

Voltando a R, ele é o personagem principal de toda a história. Narrando seu dia-a-dia, somos introduzidos ao seu cotidiano e de seus amigos, a cena inicial em que R apresenta seus vizinhos é cômica e ao mesmo tempo trágica, pois como ele mesmo diz, “Ser um morto-vivo não é tão excitante assim.”. E a medida em que vamos conhecendo seus amigos, aqueles que dividem um aeroporto com ele, e seu parceiro no crime e melhor amigo o zumbi M (Rob Corddy), em uma passagem hilária, percebemos que há muito de diferente por vir.

Sua rotina é tediosa, ele divide seus dias em trocar grunhidos com seu amigo M, ver seus colegas apodrecerem e ir e voltar da cidade quando está com fome. No entanto, ele vê sua vida mudar quando em uma dessas idas e vindas ele se depara com um grupo do qual Julia Grigio (Teresa Palmer) faz parte e após devorar o cérebro de Perry Kelvin (Dave Franco) namorado de Julia, ele se conecta e acaba a salvando de ser devorada por sua horda. O que pode até soar estranho aqui, é apenas a abertura para o que há por vir.

Foto Divulgação

A partir desse momento nos aprofundamos mais na personalidade de R, ao conhecermos sua moradia, em uma cena que mais parece um episódio da série “Acumuladores” do canal Discovery Home & Health, percebemos que ele não é um zumbi comum. E entre fugas e salvamentos vemos um romance nascer, mas à medida que ele vai sendo introduzido percebemos que ele está ali apenas para dar leveza ao filme, pois é neste momento que o longa perde um pouco a veia cômica e mergulha na realidade em que vivemos de que o medo do desconhecido é o que nos torna presos à estereótipos e de forma branda e consciente Levine dá espaço a discussão sobre como partimos de pré-conceitos para julgarmos o próximo. E que diferentes podem sim coexistir.

Enfim, o filme que veio despretensioso não causou desconforto nos mais fervorosos fãs dos comedores de cérebro. E se ainda não arriscou, o risco vale a pena, mas apenas se você possuir uma mente aberta.

No elenco de Meu Namorado é um Zumbi ainda estão o ótimo John Malkovich e Analeigh Tipton.

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Por Auspicioso Acapela – Coletivo Contramão HUB

Sabe, escrever é uma arte muito complicada. Às vezes, a ideia não flui de jeito nenhum e, em outras, com poucas palavras a ideia já está ali. Ela pensa nas pessoas que trabalham e criam o hábito de escrever todos os dias, é um ótimo aprendizado. Sinceramente, ela está criando este hábito, se está difícil, muito. Para que o leitor se aventure por entre aquelas linhas, é necessário que ao escrever, ela também mergulhe naquelas palavras. Se ao escrever, ela está dispersa ou mesmo está escrevendo por escrever, não existe texto, linha ou mesmo uma ideia.

Sabe aquela sensação de querer saber sobre a história, mas não quer que chegue ao final? É a mesma sensação ao escrever, ela quer contar a história e ao mesmo tempo, não quer que acabe, pois para ela aquela história ainda não ponto final. Poucos gostam daqueles finais abertos, ou mesmo quando termina de maneira inacreditável e aquele “mas” fica preso em sua garganta.

Mas a maior importância ao escrever aquele momento é saber que a partir disso, um universo está sendo criado e em cada olhar de cada leitura, muitos outras emoções e personagens serão inseridos constantemente. 

Texto escrito: Melina Cattoni

 

Tags: #auspiciososacapela #Viveausp #espelhoS #escrever

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Por Bianca Rolff – Gauche – Parceira Contramão HUB

Eu nunca quis ser Deus. Pensar em mim mesmo como alguém cujos ouvidos se enchem de lamúrias de fiéis, de pessoas desesperadas em busca de apoio e de todos aqueles que me procuram apenas nos momentos difíceis, nada disso nunca me interessou. Nem mesmo a sensação de onipotência, onipresença e onisciência, de meu poder misericordioso ou de ajuda, de demonstração de grandeza e importância serviam como chamariz para um título divino. Não, eu nunca quis ser Deus. Mas eu era.
 Não foi algo que escolhi, mas uma condição imodificável. Simplesmente era desse jeito, e não havia o que eu pudesse fazer para que isso se modificasse. Todos os dias me eram consumidos pelo dever de agir conforme as minhas atribuições, conforme os pressupostos não estabelecidos por Ninguém, mas existentes desde o início dos tempos. Em meu caso particular, cabia a mim ser um Deus obscuro, muito mais temido do que adorado, muito mais culpado do que bendito. Eu, dentre todos os Deuses, era o Deus da Morte.
Talvez o nome fosse carregado de uma aura sombria, contribuindo para uma má compreensão dos fatos, mas a verdade é que eu tinha, acima de tudo, a vida em minhas mãos. Cabia a mim decidir o caminho de cada um que andasse sobre a Terra, e no momento de sua morte, encaminhá-lo a uma das possíveis direções: o Céu o ou o Inferno. Não, não como nos livros sagrados humanos, não esta ideia pobre de detalhes sobre jardins e fogueiras, entre o azul e o vermelho, entre o Ar e o Fogo Infinito. Cabia a mim encaminhar cada alma que passasse pelas minhas mãos a um destino rumo à aliviante inexistência ou a permanência perpétua num limbo existencial. Eu era, como não podia deixar de ser, o fiel da balança. Era eu quem a pendia de uma lado para o outro, não existindo a possibilidade de um equilíbrio.
O tempo nunca correu para mim com a cronologia lógica humana, o que nunca me permitiu saber quanto tempo exato me consumiam pensamentos a respeito das minhas obrigações. Muito tempo eu passava pensando sobre a melhor forma de ser este Deus, de levar comigo o destino de cada um e de saber o momento certo de por fim à vida de quem passava por mim… Não era fácil…
No início dos tempos, eu era mais adorado, havia templos em meu nome e oferendas eram feitas a mim para que os corpos mortos fossem conduzidos ao fim adequado. Inúmeras religiões me nomeavam, eu possuía estátuas e desenhos gravados em pedra e era, muitas vezes, consumido por uma vontade infinita de me tornar invisível e esquecido. Não importava o quanto me bajulassem, o resultado jamais se influenciava pelas crenças humanas e em seus rituais de passagem. Isso, evidentemente, nunca ficou claro para eles. Mas com o tempo, eu fui sendo aos poucos devidamente negligenciado…
Não posso me dar ao luxo de dizer que fui pelos humanos esquecido, mas digo que, para o meu alívio, não mais fui adorado com tanta pompa e circunstância. Não… pensando bem, eu jamais poderia ser esquecido. Talvez eu fosse, cheguei inúmeras vezes à mesma conclusão, o único Deus lembrado insistentemente, ainda que muitos passassem a crer na existência de um Deus único. No fim, as maiores lamúrias vinham por e se dirigiam a mim. Todavia, eu agora era apenas “Deus”, aquele que não olhou por alguém, que não impediu que algo acontecesse, ou, em alguns casos, o “Deus misericordioso” e dos milagres.
No incontável tempo em que me debrucei sobre meus próprios pensamentos, exercitei a arte da probabilidade e da experiência. Dizer a mim mesmo qual a melhor forma de agir era sempre uma das maneiras de me manter ativo e à frente do meu tempo, ainda que esta expressão se tornasse inútil para quem tinha pela frente o infinito.
Foi então, que diante da humanidade em seu auge de desenvolvimento tecnológico e científico, um mundo em que os Deuses foram quase relegados a segundo plano, eu vi finalmente a melhor maneira de agir e de me sentir confortável com a minha posição. Controlar a existência da forma mais natural e confiante possível, tendo a vida em uma mão e a morte na outra. Exercendo meu poder divino de forma demasiadamente comum.
Sozinho, eu me preparava para mais uma noite em claro. Mais uma em que seria o fiel da balança, mais uma que, depois de um tempo, se esvaneceria como construções de areia, mas ficaria gravada em minha memória como todas as demais escolhas que fiz e decisões que tomei… Uma entre tantas as noites em que cumpri o meu destino imutável e divino. Foi quando a porta de vidro se abriu e uma voz conhecida me chamou:
– Tudo pronto, Doutor. A paciente já está na sala de operações.
Fonte da Imagem: Reprodução/thatsreallypossible

Por Tiago Jamarino – Start – Parceiro Contramão HUB

E enquanto você provavelmente assistiu esse trailer uma centena de vezes até agora, há algumas revelações inteligentes, sugestões e ligações que você pode ter perdido.

 

O mais novo vislumbre de Star Wars: Os Últimos Jedi ofereceu uma série de novas informações, provocando mais fãs de cachorros épicos, tiroteios e duelos que esperam ver em uma produção da Lucasfilm. Confira abaixo algumas dessas coisas que talvez você não tenha visto no trailer.

 

Paralelo com Anakin Skywalker

 

A saga Star Wars utiliza muitos motivos recorrentes. Uma das instâncias mais diretas da saga que vem em círculo é as tentativas descaradas de Kylo Ren de viver de acordo com o legado de seu avô.

 

E, embora Darth Vader eventualmente voltou para o lado da luz e terminou o reinado brutal do Imperadorcom seu ato de morte, Ren provavelmente se refere a isso como um “lapso momentâneo de julgamento.”

 

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O Despertar da Força deixou bem claro que quer cumprir a missão de Darth Vader para erradicar a resistência a um regime totalitário e “acabar com o que [ele] começou”. E esses desejos se refletem em algumas imagens muito distintas do novo filme.

 

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Uma cena que parece mostrar Kylo Ren e um esquadrão de soldados da Primeira Ordem invadindo a base da Resistência em Crait é muito semelhante à cena em que Darth Vader e Clone Troopers invadem o Templo Jedi em Corouscant depois que a Ordem 66 foi executada em Star Wars: A Vingança dos Sith.

 

 

Shuttle de Kylo Ren

 

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Claro, sabemos que o líder dos Cavaleiros de Ren obtém um novo modelo TIE Fighter no novo filme, conhecido como TIE Silencer. Mas e sua antigo nave?

 

 

Mas um das primeiras cenas no trailer mostra que não é o caso, com a nave levando a carga no Craitencostado por um quadro dos novos Walkers de assalto pesado.

 

Embora continue a ser visto se o nave vai desempenhar um papel importante no novo filme, mas pode ser seguro assumir, então, com ele aparecendo no trailer e no novo cartaz. Essas são as alas inconfundíveis da nave de Kylo Ren.

 

Mas, Kylo talvez nem estivesse nesse nave para a cena – poderia ser reservado para qualquer oficial superior como o General Hux. De qualquer forma, pelo menos está no filme.

 

Crait Digging

 

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Nós sabíamos que havia algum significado histórico para esta nova localização em Star Wars: Os Últimos Jedi,como evidenciado pela menção de Crait no guia visual para Rogue One: A Star Wars Story, e o anúncio subseqüente de ma HQ da Marvel.

 

Mas a cena da Milênio Falcon sendo perseguido TIE Fighters através de cavernas, enquanto a estalagmita vermelha em protuberância faz com que seja bem claro que este será o caso.

 

À medida que os mergulhos Falcon tecem através da caverna em perseguição, parece que o equipamento de mineração prolifera na área.

 

Não temos certeza do que exatamente está sendo minado no Crait e por que foi valioso o suficiente para ajudar a financiar os esforços de guerra da Rebelião contra o Império, provavelmente aprenderemos mais sobre o recurso que ele fornece quando Star Wars: Os Últimos Jedi estreia nos cinemas.

 

Novas Criaturas 

 

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Algumas pessoas estão chamando-os de lobos de neve ou raposa de gelo ou algo semelhante, mas vamos fazer algo reto: Crait não é um planeta de gelo! Então o lobo da neve não faz sentido!

 

Coyote de cristal, no entanto … agora estamos chegando a algum lugar.

 

Essas novas criaturas parecidas com um cachorro pareciam aparecer em um piscar de olhos – e você perdeu – a cena do novo filme, durante o qual parece que um pacote de animais está indo para dentro de uma grande porta do hangar quando está sendo fechado.

 

Talvez os coyotes de cristal (se esse nome não for cânone, deve ser) pode sentir a destruição iminente de invadir as forças de Primeira Ordem, e está procurando fugir antes que tudo vá para o inferno.

 

É bom que Star Wars: Os Últimos Jedi inclua alguns alienígenas diferentes e não apenas confiar nos Porgs.

 

Rey vs. Snoke

 

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Este é um pouco assustador, provocando alguns desenvolvimentos terríveis para Rey antes do fim do filme.

 

A cena rápida de Snoke com o braço esticado em direção à câmera, acenando para alguém para cumprir seu destino, é seguido rapidamente por uma cena de Rey dobrado para trás e gritando de agonia.
A cena parece ter lugar na sala do trono de Snoke, com os muros vermelhos carmesins e seus momentos da Guarda Pretoriana apenas fora de foco. O raio aparece no fundo, fora de foco e quase indistinguível, senão por suas roupas de ouro ornamentadas.

 

Embora o Rey finalmente possa enfrentar o vilão responsável por todas essas tentações de assassinato que foram horríveis, parece que existe a possibilidade de que ela não possa sobreviver ao encontro.

 

Distração 

 

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Os trailers da Star Wars são notoriamente secretos sobre os detalhes específicos do enredo nos filmes, e este não parece estar tolerando essa tendência.

 

O trailer de Star Wars: Os Últimos Jedi foi editado tão bem que pareceu que as mesmas cenas forma todas juntos.

 

Uma cena específica mostra a Rey dizer a alguém que ela precisa de ajuda para encontrar seu lugar na galáxia, e o trailer termina com Kylo Ren oferecendo sua própria mão.

 

Mas se você olhar de perto, isso pode ser apenas um engano feito nos arredores. Claro, a iluminação nos dois clipes parece muito semelhante, mas se você olhar de perto, você pode ver que a configuração da Rey é bastante básica com poucos efeitos.

 

Escrito e dirigido por Rian Johnson, o elenco de Star Wars: Os Últimos Jedi inclui Mark Hamill como Luke Skywalker, Carrie Fisher como General Leia Organa, Daisy Ridley como Rey, John Boyega como Finn, Adam Driver como Kylo Ren, Oscar Isaac como Poe Dameron, Lupita Nyong’o como Maz Kanata, Kelly Marie Tran como Rose Tico, Laura Dern como vice-almirante Amilyn Holdo, Gwendoline Christie como Capitã Phasma, Andy Serkis como líder supremo Snoke, Domhnall Gleeson como general Armitage Hux, Benicio Del Toro como “DJ”, Joonas Suotamo como Chewbacca, Anthony Daniels como C-3PO e Jimmy Veecomo R2-D2.

 

Star Wars: Os Últimos Jedi está programado para ser lançado nos cinemas em 15 de dezembro de 2017.

 

Fonte : Comicbook.com

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