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Por Ana Sandim – Ingrediente da Vez – Parceira Contramão HUB

O Bacalhau

Bacalhau é o nome comum de várias espécies de peixes classificados em particular no gênero Gadus, pertencente à família Gadidae, sendo o dito “original”, ou “verdadeiro”, o bacalhau encontrado no mar Atlântico, chamado Gadus morhua, que é uma das cerca de 60 espécies da mesma família de peixes migratórios. O Gadus vive nos mares frios do norte, sendo geralmente de tamanho pequeno, embora alguns exemplares possam chegar a pesar 100 kg e medir pouco menos de dois metros. Alimenta-se de outros peixes menores, como o arenque.

Origem

Os portugueses descobriram o bacalhau no século XV, na época das grandes navegações. Naquela época, os viajantes precisavam de produtos que não fossem perecíveis, que suportassem as longas viagens. Segundo a história, eles fizeram tentativas com vários peixes da costa portuguesa, mas foram encontrar o peixe ideal perto do Polo Norte. Foram os portugueses os primeiros a ir pescar o bacalhau na Terra Nova (Canadá), que foi descoberta em 1497. Existem registros de que em 1508 o bacalhau correspondia a 10% do pescado comercializado em Portugal.

Já em 1596, no reinado de D. Manuel, se mandava cobrar o dízimo da pescaria da Terra Nova nos portos de Entre Douro e Minho. Também pescavam o bacalhau na costa da África.

O bacalhau foi imediatamente incorporado aos hábitos alimentares e é até hoje uma de suas principais tradições. Os portugueses se tornaram os maiores consumidores de bacalhau do mundo, chamado por eles carinhosamente de “fiel amigo”. Este termo carinhoso dá bem uma ideia do papel do bacalhau na alimentação dos portugueses.

 O hábito de comer bacalhau veio para o Brasil com os portugueses, já na época do descobrimento. Mas foi com a vinda da corte portuguesa, no início do século XIX, que este hábito alimentar começou a se difundir. Data dessa época a primeira exportação oficial de bacalhau da Noruega para o Brasil, que aconteceu em 1843.

Bolinho de Bacalhau

Ingredientes:
200g Bacalhau;
2 Batata cozidas amassada (280g);
1 colher de sopa de azeite;
½ cebola;
2 dentes de alho;
¼ xícara de chá de farinha de rosca;
Cheiro verde picado;
Sal e pimenta do reino a gosto;
Óleo para fritar;
Limão taiti para acompanhar.

Modo de preparo:

Prepare um fundo de legumes para cozinhar o bacalhau. Corte a cebola e o alho em pequenos pedaços e doure no azeite, acrescente o bacalhau cozido e já desfiado. Reserve na geladeira. Utilize a água do fundo, onde foi cozinhado o bacalhau para cozinhar a batata. Quando a mesma estiver cozida amasse e leve para refrigerar. Pique as folhas do cheiro verde em pequenos pedaços e misture o sal e a pimenta. Retire o bacalhau e a batata da geladeira e misture todos os ingredientes. ELES DEVEM ESTAR FRIOS. Acrescente aos poucos a farinha de rosca até a mistura dar o ponto de enrolar.
Aqueça o óleo em 160°C e frite os bolinhos colocando poucas unidades por vez na gordura. Escorra em um papel absorvente e sirva quente com um limão. Rende aproximadamente 20 bolinhos.

Quer mais receitas? Seguem os links: Arroz com Bacalhau / Estrogonofe de Bacalhau – Vídeo

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Texto escrito: Melina Cattoni                                                                                  

Insegurança s.fem.: 1. Sentimento controlado apenas por você. 2. Sensação alimentada por seus monstros e experiências 3. Caso a deixe crescer, pouco a pouco, ela te engole e você se aprisiona.

Aprisionar é um verbo muito forte, não?

Não!

É o que acontece e é a situação de impotência mais triste que existe. Sabe o porquê é a pior? Simplesmente porque é você que se coloca nesta situação, e por mais que surja uma nova oportunidade, e você a enxergue e quer vivê-la, sua prisão particular grita e te controla.

Cabe ao ser humano aproveitar cada segundo como se fosse o último. A partir do momento que nos libertarmos dos nossos medos, estamos prontos para nos entregar e arriscar em chances que aparecem como uma simples caixinha de surpresa. Basta ter coragem para abri-la e viver o desconhecido.

Medo, esse é o verdadeiro motivo para a insegurança.

A vida se compara a uma montanha russa com subidas, descidas e reviravoltas, a parte mais gostosa é quando está no topo e sente aquele frio na barriga ao olhar para baixo. E de repente, você se liberta para sentir aquele sentimento de felicidade ao descer com toda velocidade. Quando chega em terra firme você está com um sorriso igual ao de uma criança. E apesar dessa situação, quando acorda no outro dia, você sente o mesmo medo.

“Abra suas asas, solte suas feras, caia na gandaia, entre nessa festa”. Todos já ouviram e cantaram esse verso em algum momento. Quem ainda não ouviu, com certeza ouvirá. E sabe por quê? É a descrição fiel dos sentimentos e da liberdade que todos nós queremos alcançar um dia.

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NOTA:   ☆ ☆ ☆ 

            A nova série da Netflix, “13 Reasons Why“, criada por Brian Yorkey e estrelada por Katherine Langford e Dylan Minnette, baseada no livro homônimo de Jay Asher está dando o que falar desde a data de seu lançamento mundial (31/03). O programa relata a história de vida da personagem Hannah Baker, mais especificamente, a história de como a vida da mesma acabou. A adolescente era vítima de bullying, de constrangimentos e de violências físicas e morais. A série conta em formato de 07 fitas gravadas em ambos os lados, formando 13 gravações, os 13 motivos, ou melhor, as 13 pessoas que a levaram cometer suicídio. A história se inicia com Clay Jensen, o amigo mais próximo da menina, recebendo uma caixa de sapatos contendo as fitas e entrando em um dilema do motivo de estar nelas. Clay começa também a enfrentar os demais nomes da fita em busca de satisfações.

                A série com 13 episódios de 50 minutos desde seu início se mostrou ser fora do normal, assim como seu livro. Em ambas as obras a adolescência não é tratada com futilidade e dramatização excessiva, como se os jovens fossem pessoas sem problemas, preocupações e transtornos, onde a solução mais viável é sempre a mais previsível, fácil e comum possível. A história abrange nitidamente o crescimento do adolescente, mostrando as dificuldades de se fazer amigos, de ser aceito no meio dos demais e principalmente, a dificuldade de se encontrar no mundo e se descobrir quem realmente é. A série que realiza uma série de flashbacks que são intercalados com o tempo real da narrativa, mostra todas as angústias sem pudor ou pestanejos. Eles realmente estão ali, são graves e merecem serem ouvidos e respeitados.

                A produção, que seguiu fielmente a composição do livro, com mudanças suaves e plenamente necessárias para o novo formato abordado é de se tirar o chapéu principalmente pela bandeira que levantou, fator que jamais havia sido levantada antes. A série, possuindo a Netflix como provedora teve a oportunidade de dar muito mais visão a este problema do que o próprio livro, lançado em 2007, principalmente pois aborda também as pressões e a vulnerabilidade causadas na atualidade, 10 anos após a publicação, uma vez que na série temos a tecnologia como vilã fundamental devido a divulgação de fotos e da imagem da protagonista em redes sociais e em mensagens instantâneas.

                Ainda abordando essas diferenças temos a construção dos personagens. Na obra de Asher, temos um Clay mais tímido que guarda as fitas para si e esporadicamente conversa com seu melhor amigo e guardião de Hannah, Tony e na série o temos mais justiceiro, indo tirar satisfação com cada um dos nomes presentes na gravação. Sem contar que o envolvimento dos demais nomes é bem mais forte na nova versão, onde vemos os personagens nitidamente perturbados e até mesmo revoltosos com a atitude da vítima, alegando que a mesma era mentirosa e só estava querendo chamar atenção mesmo depois de morta, mantendo o desrespeito que antes já continham com a garota. Porém, alguns personagens vão se tornando mais arrependidos, humanizados e até mesmo dispostos a se redimirem consigo mesmos e com a justiça, como forma de respeito e honra à figura da menina. Além deste envolvimento dos 13 motivos de Hannah no enredo, temos também uma forte presença dos pais da menina a procura do motivo que levou a filha a se matar e completamente perdidos dentro da própria vida e da própria casa, sem respostas e esclarecimentos, apenas com a saudade.

O envolvimento dos pais da garota acarreta o envolvimento da própria instituição de ensino, a Liberty High, uma vez que os Baker processam a escola pela morte da filha por especulações a respeito de bullying e opressão. Temos também um envolvimento dos pais de Clay e uma preocupação da escola a respeito do suicídio em si, uma vez que os alunos se encontram nitidamente perturbados e estranhos após a morte de uma das colegas.

Além da narrativa brilhante e de um espetáculo realizado pelos atores, temos a perfeição da técnica, principalmente da direção, direção de fotografia e arte. A série a cada episódio vai se tornando mais fria e sombria, principalmente nas transições entre os flashbacks, onde as cenas de Hannah são quentes, com os tons laranjas e vermelhos bem evidentes e as cenas de Clay azuladas, frias e com cores cinzas e escuras abordadas. A direção também conseguiu realizar bem esse feitio, com movimentos de câmera sutis, mas bem eficazes para realizar essa transição de forma bem suave, sem contar no jogo realizado de câmera objetiva e subjetiva de cenas mais fortes, como a relatada na primeira fita a respeito da tão citada cena da festa da personagem Jéssica Oliver. Já a arte teve um envolvimento fundamental nas vestimentas e na aparência dos personagens, ao implantar um machucado na testa de Clay para identifica-lo e ao representar a forma perdida e inconstante do garoto ao fazê-lo permanecer com a mesma roupa até mesmo em cenas na qual está indo dormir, conseguindo assim mostrar que o personagem havia até mesmo parado de tomar banho e começara a feder.

13 reasons why é o tipo de série que ao mesmo tempo possui sutilezas é totalmente a verdade nua e crua, sem amenizar a imagem da adolescência, do bullying, do assédio, do estupro e do suicídio. A série consegue implementar diversos assuntos polêmicos de forma nítida que consegue abrir os olhos de todos que a assistem. Logo após o lançamento da série diversas campanhas contra a depressão e incentivando a atenção e a conversação com os jovens foram criadas, dentre elas a hashtag “#NãoSejaUmPorque” onde pessoas que se solidarizarão com a personagem Hannah Baker deram depoimentos a respeito da conscientização do bullying e da exposição. Entretanto, o único fator fundamental que ainda não foi visto pela maioria dos espectadores da série foi o ponto na qual se identificar. A maioria, sendo jovem ou não, se identificou com a protagonista, porém, todos sabem que 99% da população é um porquê. Ser um porquê não é somente expor, agredir ou retalhar a imagem de alguém de alguma forma. Ser um porquê é ignorar uma pessoa que nitidamente precisa de você, é ignorar os sinais, é não dizer o que realmente sente, é não estender a mão a quem precisa e não permanecer do lado de quem deve. Essa série deve ser assistida por todas as pessoas e por todos os gêneros e idades, principalmente por abordar a reação mais usual de um adulto ao se deparar com uma situação como essa, mas o que está além de assistir é se conscientizar que você é um porquê e tentar melhorar. #NãoSejaUmPorque.

 

Por: Isadora Morandi

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Foto: Marcos Hermes/ Divulgação)
  • 7º BH Tattoo Festival

Data: de 07.04.2017 até 09.04.2017

Local: Serraria Souza Pinto

Agora com 166 estandes e mais de 400 tatuadores das mais diversas partes do Brasil e do mundo, e promovendo mais uma vez um ambiente extremamente propício para aqueles que desejam se tatuar.

http://www.bhtattoo.com.br

Telefone: 31 99992-2735

Email: info@bhtattoo.com.br

Promoção: PortalTattoo.com / 440hz.com

Realização: PortalTattoo.com / 440hz.com

  • Nu de Botas

Data: de 07.04.2017 até 01.05.2017

Local: Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB

Baseado no livro de Antonio Prata, “Nu de Botas” reúne crônicas sobre as passagens mais marcantes de sua infância, as primeiras lembranças no quintal de casa, os amigos da vila, o divórcio dos pais, uma inusitada viagem à África, uma época da vida repleta de descobertas e experimentações.

Informações Adicionais:

4ª a 2ª das 20h às 21h20.

http://culturabancodobrasil.com.br/portal/belo-horizonte/

Telefone: 31 3431-9400

  • Belo Horizonte Restaurant Week – 13ª Edição

Data: de 07.04.2017 até 30.04.2017

Local: diversos restaurantes da cidade.

Tema – Descoberta de Sabores. Com o objetivo de proporcionar uma mistura de gostos e novas experiências, o festival vai apresentar ingredientes desconhecidos do público mineiro e novidades da gastronomia. O cardápio terá receitas exclusivas para o festival, todas compostas por entrada, prato principal e sobremesa. Serão mais de 40 restaurantes participantes com preços acessíveis e chefs renomados, entre eles Alma Chef, L’Entrecôte de Paris e Osteria Mattiazi.

http://www.restaurantweek.com.br

Telefone: 11 3874-7400

Email: atendimento@restaurantweek.com.br

Promoção: MiCA

Realização: MiCA

  • Brasil na Tela

Data: de 07.04.2017 até 13.04.2017

Local: MIS Cine Santa Tereza

A mostra “Brasil na Tela”, com longas brasileiros da última década que foram viabilizados pela Agência Nacional de Cinema (Ancine).
Na programação estão megaproduções, como Xingu, que para contar a história dos irmãos Villas-Boas foi filmado quase que integralmente em lugares selvagens e belíssimos. E a cinebiografia Lula, Filho do Brasil, que conta a vida do ex-presidente desde sua infância no nordeste até sua ascensão política no sudeste. Mas há também exibição de longas menos conhecidos pelo público. Dentre eles “Corações Sujos” que relata um capítulo obscuro da imigração japonesa no Brasil e o denso “Nome Próprio” que traz Leandra Leal no elenco e foi premiado no Festival de Gramado nas categorias: Melhor Filme, Melhor Atriz e Melhor Direção de Arte.

Informações Adicionais:

4ª a 6ª às 19h30, sáb. às 19h.

http://www.bhfazcultura.pbh.gov.br/

Telefone: 31 3277-6330

Entrada Franca

  • Milton Nascimento – Semente da Terra

Data: 07.04.2017 – 21:00

Local: Grande Teatro – Palácio das Artes

Com a proposta de unificar as várias lutas de sua biografia num único e emocionante espetáculo, Milton Nascimento retorna aos palcos com o show Semente da Terra.
Ao longo de 55 anos de carreira, o músico já abraçou diversas causas sociais e militou ao lado dos grupos ambientais mais importantes do mundo. O caráter político de sua luta contra injustiças está evidente desde o primeiro disco, lançado ainda em 1967.

http://fcs.mg.gov.br/

Telefone: 31 3236-7400

  • Bala da Palavra

Data: 07.04.2017 – 21:00

Local: Tambor Mineiro

O espetáculo, dirigido pelo ator, músico e compositor Sérgio Pererê, reúne clássicos da MPB que são arranjados e reinterpretados à luz do diálogo entre o RAP e a percussão afro-brasileira.

Telefone: 31 3295-4149

Email: alessandra.pereirabrito@gmail.com

  • Baile no City Hall

Data: 07.04.2017 – 22:00

Local: City Hall

Atrações:
Mumuzinho
Mc Kekel
Mc Pocahontas

http://www.facebook.com/cityhallbh

Telefone: 31 2514-0007

  • Hasta La Vista, Baixo!

Data: 07.04.2017 – 22:00

Local: n’O Mercado: Avenida Olegário Maciel, 742 – Centro

BAIXO Centro Cultural se despede com festa n’O Mercado.
Shows, discotecagens e feira de pequenos produtores locais marcam o fechamento da casa.
Rolam shows das bandas Kill Moves, Pequena Morte e do bloco Toca Raul Agremiação Psicodélica, além dos DJs Palomita e Dedé Lover. Na pista 2, tem o encontro da Alta Fidelidade com o DeSkaReggae Sound System e no corredor, o público pode curtir os DJs Vhinny e Yuga no Forrozim

http://www.facebook.com/baixocentrocultural

Telefone: 31 2512-2536/99821-6589

  • Rock da Regina

Data: de 08.04.2017 – 15:00 até 08.04.2017 – 22:00

Local: Centro Cultural Lindéia Regina (CCLR)

Festival de música que promove a apresentação de bandas de rock autoral do Barreiro e região. Sobem ao palco nesta edição as bandas Escória, Nagori, Sétimo Filho, Situs Inversus, Sociedade Crua e Tenaz.

http://www.bhfazcultura.pbh.gov.br/

Telefone: 31 3277-1515/3277-1547

Entrada Franca

  • Livros x Filmes

Data: 08.04.2017 – 16:00

Local: Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte

Brincadeiras, bate-papo, sorteios.
Apresentação: Leh e Laila Pimenta

http://www.coisasdemineira.com

Email: clubedolivrobh@outlook.com

  • A Savassi é da gente

Data: de 09.04.2017 – 09:00 até 09.04.2017 – 14:00

Local: Avaliações físicas(altura, peso e IMC) das 9h30 às 12h30 Aulão de ginástica funcional: das 10h às 11h Roda e oficina aberta de capoeira: das 11h às 12h30

Manifestações artísticas espontâneas  atividadaes esportivas e de lazer, como avaliações físicas (altura, peso e IMC), aulão de ginástica funcional, além da roda e oficina aberta de capoeira.

http://www.pbh.gov.br

Entrada Franca

  • Ensaio Aberto do Grupo Conexão Tribal African Beat

Data: 09.04.2017 – 11:30

Local: Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado

O grupo Conexão Tribal African Beat apresenta ao público a versatilidade do instrumento de origem africana, com seus poderes mágicos e timbres incomparáveis a qualquer outro instrumento percussivo.

http://www.bhfazcultura.pbh.gov.br/

Telefone: 31 3277-7420

Entrada Franca

  • Uma saudação à Whitney Houston

Data: 09.04.2017 – 20:00

Local: Teatro Bradesco

Uma das maiores divas da música americana, Whitney Houston ganha uma bela homenagem no show “Uma Saudação à Whitney Houston” com a cantora Vanessa Jackson no papel principal. No show, estão grandes sucessos da cantora morta em 2012 como “I Wanna Dance With Somebody, Saving All My Love For You, I Look to You” fazem parte do repertório, além de uma sessão especial dedicada aos filmes que interpretou como: Falando de Amor, Um Anjo Em Minha Vida e o clássico O Guarda Costas.

http://teatrobradescobh.com.br/

Telefone: 31 3516-1360

Fonte: Agenda Cultural

 

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Foto Reprodução Internet

Por Queka Barroso – Sou muitos – Parceira Contramão HUB

A saudade é minha maior companhia. Ela está presente constantemente em minha vida desde os quatro anos de idade, quando me mudei de casa pela primeira vez. Alguns não acreditam que eu me lembre perfeitamente dessa época; mas, sim, me recordo do que vivi, senti e da chegada da saudade. De lá para cá ela nunca mais me deixou.
Ou falta alguém, ou o lugar está errado, ou eu que já não sou mais a mesma.

É racionalmente explicável que a saudade chega quando algo vai embora. Mas, poeticamente, poderia ser até mesmo divino a saudade ser bem-vinda na despedida de outrem.

No entanto, ela não é bem-vinda. Ao contrário, ela nos tortura, nos para no tempo. Como bem disse Rubem Alves: “a saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar”.

A gente convive, a gente se acostuma, mas a gente quer sim voltar. Voltar para um abraço, um lugar, um encontro, uma companhia, uma convivência. Voltar a uma fase, a um estado de espírito, a um modo de vida. Voltar a ser, a conseguir deixar de ser, a se entender. Voltar o tempo, parar o tempo, esquecer do tempo.

Não conheço quem tenha morrido de saudade, mas desconheço felicidade plena quando a alma se faz saudosa. Porque o futuro é um ponto de interrogação que vai ser explicado logo à frente. Agora, o passado… o passado é um ponto final que pode encerrar até mesmo a escrita – e é justamente na hora que ninguém quer parar de ler.

No entanto, que saibamos viver o presente de forma absoluta para que a vida não nos peça para voltar, mas sim para continuar. E, ao inevitável, que a saudade recorde, não recorte. Até porque “Deus existe para tranquilizar a saudade”, lembrando o nosso querido Rubem Alves.

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Foto Retirada da Internet - Alien 3

Por:  Jeferson Cirilo –  Site Start

Alien introduziu para o estrelato Ellen Ripley, interpretada por Sigourney Weaver, que se tornaria uma personagem feminina mais icônico dos cinemas. No entanto, a história do cinema e da franquia Alien como um todo teria se desdobrado de forma muito diferente, segundo o diretor Ridley Scott foi capaz de incluir o seu final original para o filme clássico. Em uma entrevista para o Entertainment Weekly, Scott revelou que tinha lançado um final para o filme, onde Ellen Ripley compartilhou o mesmo destino que seus companheiros caídos.

Scott compartilhou detalhes sobre como ele imaginou a morte de Ripley.

Foto Divulgação

 

 

“Eu pensei que o alien deveria entrar, e Ripley está armada e não faz diferença, então ele bate através de sua máscara e rasga sua cabeça fora.”

 

 

 

Ridley Scott retorna ao universo que criou, com ALIEN: COVENANT, um novo capítulo em sua inovadora franquia ALIEN. A tripulação da nave-colônia Covenant, ligada a um remoto planeta no outro lado da galáxia, descobre o que eles acham que é um paraíso inexplorado, mas na verdade é um mundo escuro e perigoso. Quando descobrem uma ameaça além de sua imaginação, devem tentar uma fuga angustiante.

Dirigido por Ridley Scott, Alien: Covenant estrela Katherine Waterston, Michael Fassbender, Danny McBride, Noomi Rapace, Demian Bichir, Jussie Smollett, Carmen Ejogo, Billy Crudup e Amy Seimetz.

Alien: Covenant chega aos cinemas em 19 de maio de 2017.