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Programa 03 Educação – Dicas para o ENEM 2010 Edição: Thiago Meira Locução: Laís Sena, Raphael Jota e Thiago Meira Coordenadores: Professora Cândida lemos e professor Reinaldo Maximiano

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A antiga Secretaria de Estado da Fazenda cedeu lugar para o Memorial Minas Gerais Vale, terceiro prédio inaugurado no Circuito Cultural Praça da Liberdade. Com apoio da Vale, o Memorial proporciona uma viagem pela cultura e história de Minas Gerais, resgatando a memória e os costumes do povo mineiro.

O memorial abriga 31 salas com vários temas, dentre o Vale do Jequitinhonha, o barroco, o povo africano, indígena e imigrante, além das salas dedicadas a Poetas como Carlos Drummond de Andrade, Guimarães Rosa e Sebastião Salgado.

O prédio, inaugurado na última terça, dia 30, está aberto a visitas agendadas até o dia 28 de janeiro. Após esta data, a visitação estará aberta ao público em geral. Para agendar sua visita, ligue (31) 3343-7317. É permitida a entrada de 90 pessoas por dia, divididas em 3 grupos de 30.

Por Débora Gomes

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Um dos pontos turísticos mais famosos de Belo Horizonte, a Praça da Liberdade, vem apresentando marcas dos vândalos que passam por lá e não respeitam a história e a cultura que o local possui.

Uma das placas distribuídas pela praça foi depredada há pouco tempo. Até mesmo o Coreto, que está interditado para obras, foi depredado. A Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Belo Horizonte, via atendimento online, assegurou que “os atos de vandalismo ocorreram no último fim de semana.” Guardas Municipais que fazem ronda na praça afirmaram ter visto adolescentes no Coreto no sábado, 13 de novembro, mas não conseguiram detê-los. Além de depredar o sistema de luz interno, os adolescentes entraram no Coreto, o que seria uma infração, pois há um isolamento para impedir que as pessoas entrem e corram perigo, pelo fato de o Coreto estar com risco de queda.

Outro exemplo dos aos de depredação foi o furto da placa da estátua do rosto de Dom Pedro II, homenagem em nome do povo mineiro fornecida pela Sociedade Mineira de Bellas Artes.

Esses fatos demonstram que a praça não está totalmente segura. Para evitar que certos vândalos “ataquem” a Praça da Liberdade, será reforçada a presença da Guarda Municipal. Com a proximidade das festas de fim de ano, a decoração natalina já está sendo preparada, o torna mais necessário o aumento da vigilância deste “cartão postal” de Belo Horizonte.

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Luminária quebrada no Praça da Liberdade

placas-de-aviso-editadaPlaca danificada na Praça


Por Arthur Henrique de Figueiredo Costa

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Nesta quinta-feira, o Sindieletro reuniu os eletricistas da Cemig em uma passeata pelas ruas da capital. Com o lema “Uma outra Cemig é possível com a adesão de todos à greve!”, cerca de 400 funcionários e dois carros de som iniciaram a manifestação, na Av. Barbacena, em frente à sede da Cemig. A passeata prosseguiu até a porta do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), na Av. Getulio Vargas, onde aconteceu uma reunião de conciliação para o Dissídio Coletivo e aumento salarial.

De acordo com os grevistas, a manifestação busca uma negociação que garanta evolução no Plano de Cargos e Remuneração, fim da terceirização, participação nos lucros e resultados de forma linear e aumento real. Segundo Rogério Henrique Cardoso, 40, que se identificou apenas como sendo um funcionário da Cemig, a greve visa reconhecimento. “Reivindicamos um aumento salarial de 6%, mas só tivemos 0,98%”, explica.

A greve já dura 14 dias e segundo os grevistas só terminará quando tiver um acordo que atenda às reivindicações. O eletricista que se identificou apenas como Argemiro conta que foi aberto concurso público para apenas um funcionário. O que, segundo ele, é injusto. “Tem que abrir concurso para todos os funcionários”, afirma.

Em uma carta aberta enviada para o governador Antônio Augusto Anastásia, para a diretoria e para o quadro gerencial da Cemig; a Sindieletro-MG afirma que caso não se chegue a um acordo, vários consumidores comerciais e residenciais vão ficar sem luz por várias horas e, até, por dias devido à falta de mão de obra provocada pela greve.

Foto: João Marcelo Siqueira
Texto: João Marcelo Siqueira
Laís Sena

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Quem passou pela Avenida Cristovão Colombo, na Savassi, na tarde desta quinta-feira, se deparou com a travesti Joana Dark (João Paulo Batista, o JP), 23 anos, dançando e atraindo o público para uma loja da região. Ao som de funk e vestida de Lady Gaga bradava: “Venham conhecer as maravilhas da loja”.

Mas Joana Dark e Lady Gaga são apenas personagens que JP interpreta para descolar uma grana extra nas lojas da cidade e animando festas de aniversário, formaturas e casamentos. “Comecei, há seis anos, nos sinais de trânsito e, hoje, trabalho em até duas lojas por dia”, relata. “No início, a minha família não aceitava a minha opção sexual, minha mãe rejeitava a ideia”, explica.

As pessoas que passam pelo local, olham, param e outros entram na loja, Joana afirma que não sofre agressões de quem passa pela Cristovão Colombo, mas garante que em outras circunstâncias já foi alvo de preconceito devido a sua opção sexual. “Sei que preconceito vem da gente e para não sofrer comecei, em primeiro lugar, a me aceitar”.

Veja os vídeos de Joana Dark no YouTube: http://www.youtube.com/user/JPDANCEECIA

Foto: João Marcelo Siqueira
Texto: Laís Sena e João Marcelo Siqueira