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O planejamento das agências de publicidade deve ser simples, objetivo e conciso, uma vez que o consumidor deverá entender claramente aquilo que lhe é oferecido. A simplicidade permite construir a cumplicidade entre interesse e proposta. Essa foi a reflexão proposta pela palestrante Cláudia Câmara, diretora do Clube de Planejamento de Minas Gerais, diretora de planejamento da RC Comunicação e atuante na área de comunicação há 25 anos. De acordo com a palestrante, para garantir que seja cumprido o que é determinado pela marca e diminuir os riscos de um desastre eminente do produto, é preciso planejar, baseando-se em pesquisa. Dessa forma  é possível  descobrir o que os consumidores precisam e procuram para garantir o sucesso e o asseguramento financeiro das fábricas.

O tema da palestra: “A importância do planejamento em agências de publicidade” direcionou-se exclusivamente aos métodos utilizados pelas marcas – aquelas que são o alvo dos consumidores – de se elaborar um bom meio para a divulgação de seu produto. Alguns meios explicitados pela palestrante foram os investimentos na diferenciação entre uma marca e outra e a constante evolução entre elas. Tudo isso pode parecer muito óbvio, mas, de acordo com Câmara isso é compreendido através do insight – termo utilizado corriqueiramente pelas agências de publicidade tendo como significado a explicitação do óbvio, isto é, algo que possa nos parecer claro só é realmente claro depois de sua realização.

Por Guilherme Côrtes e Gabriel Sales.

Nessa quarta-feira, 24 de junho, aconteceram as apresentações do TIDIR do curso de cinema do 5º período, com o tema geral “Viver na metrópole contemporânea”. A primeira apresentação foi do curta “Calamidade privada”, que tinha como base o caos e a desestrutura do modelo familiar que conhecemos. O curta trouxe a tona problemas causados pela instabilidade familiar e a busca pela auto afirmação.

O objetivo dos alunos era mostrar que além de sermos anônimos para as pessoas de fora, graças às pressões da sociedade, somos,também, anônimos dentro das nossas casas. Através de exemplos presentes no cotidiano da sociedade, o grupo passa a mensagem de que ninguém conhece ninguém verdadeiramente, e que cada pessoa tem sua forma de escape para o caos contemporâneo.

Por Natália Zamboni e Débora Gomes.

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ONG incentiva sexo seguro

Alunos do primeiro módulo de Relações Públicas  apresentaram um jornal mural com o tema “ONG minha casa” com intuito de informar sobre a importância da prevenção contra a  AIDS. Contando com a participação dos integrantes do projeto, a apresentação atraiu a presença de vários alunos de outros cursos. Focando no objetivo principal do trabalho, o grupo formado por Heitor, Daniel, Paulo e José encerraram com a distribuição de preservativos e informativos.

Comunicação e Marketing

O quarto período de Relações Públicas apresentou o Tidir com o tema “Comunicação, públicos e marketing nas organizações”. O terceiro grupo a se apresentar mostrou estratégias de comunicação utilizadas pelo shopping Diamond Mall. De acordo com os integrantes, o maior desafio foi relacionar a Comunicação Organizacional com as disciplinas do semestre (Administração, Marketing e Teorias da Comunicação Organizacional). Para Alexandre, premiado como o melhor Tidir do curso no semestre passado, o prêmio será do grupo dele novamente “com certeza”. Já para Vinícius, que também foi premiado, as chances são menores “baseado nas colocações da professora”.

Artes Plásticas vira inspiração para alunos de moda

Picasso foi tema dos trabalhos realizados pelos alunos do primeiro e segundo período do curso de moda matutino. Após serem divididos em sete grupos, produziram vestimentas inspiradas em diversos trabalhos do artista. As alunas Aline Giorgiani, Tatiane Boaventura e Raquel Lima ficaram responsáveis pela fase final que é muito pouco conhecida. Criaram um vestido cheio de retalhos que representa uma época de junção de suas artes. Outro grupo, apresentou um vestido cheio de amarrações referindo-se a fase rosa de Picasso, “foi uma fase de sofrimento, agonia e repreenssão dos sentimentos” informou Ivan Cavalcante. A tela Guernica foi representada por um vestido de cores escuras que retrata o sofrimento da guerra da Espanha em 1937. O tema como picasso não poderia dar errado, os alunos deram conta do recado.

Por: Marina Garcia, Rafael Jota, Ana Sandim e Felipe Rezende.

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Os alunos de Publicidade e Propaganda da FCA criaram a agência Dádiva, no seu trabalho de Tidir do primeiro semestre de 2009. Obtiveram como cliente real o Centro de Apoio e Convivência (CAC) – Fim de Tarde. Os mesmos assistiram à apresentação e aprovaram a proposta de divulgação feita para a ONG. No fim da apresentação, a vice-presidente da entidade convidou os alunos a colocar as ideias em prática.

O projeto do grupo consistia na criação de uma campanha que conseguisse apoio financeiro para instituição. Eles escolheram meios de divulgação de baixo custo como cartaz, folder e panfletos. A agência também pensou em uma mídia alternativa, que seria uma parceria com a Drogaria Araújo.

O CAC – Fim de Tarde é uma ONG de apoio ao idoso. A entidade desenvolve atividades como oficinas, bailes, hidroginástica e presta atendimento psicológico aos inscritos, promovendo o bem estar dos idosos.

Já a agência Aquarius Comunicação, apresentou o projeto “Reciclando a Natureza e preservando a vida”. O trabalho consistia em uma campanha publicitária para a ONG “Verde novo”, que cuida de crianças carentes.

Eles também utilizaram mídias de custo baixo e desenvolveram um projeto buscando parcerias para a ONG. Gincanas, atividades recreativas e meios de divulgação, tudo isso foi pensado para atrair voluntários para a instituição.

Os alunos de PP concordaram que o Tidir deste semestre foi positivo para o aprendizado. “Este Tidir foi mais prático, por isso enriqueceu nossos conhecimentos”, afirmou Ignus Swerts.

Por: Bárbara Pampolini de Oliveira, Fernanda Araújo, Lais Sena, Nayara Malta.

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Fabiana Luiza -4º módulo de Publicidade Propaganda: “Aprendi a trabalhar em grupo, aceitar e expor idéias. Pude conhecer melhor as áreas de planejamento e redação dentro de uma agência de Publicidade e descobri quais são as áreas que desejo seguir.”

João Pedro -6º Relaçãoes Públicas : “O Tidir é uma idéia válida, funcionou em outros semestres. Mas este período os professores não conseguiram aplicar a interdisciplinaridade. Alguns professores não levaram em conta o trabalho. Eles não avaliaram o projeto ou deram alguma atividade relacionada à disciplina, o erro desse semestre foi por falha dos professores.”

Marcos Vinícius – 1º Publicidade Propaganda: “Essa matéria traz um aprendizado maior, colocamos em prática o que é visto em teoria dentro da sala.”

André Rocha Publicidade Propaganda : O assunto do Tidir não me ajudou em nada, não vejo onde isso pode entrar na minha carreira. A sala ficou estressada para fazer o projeto, que apesar de trazer a interdisciplinaridade, talvez possa me ajudar apenas no futuro.”

Camila Fantauzzi – 6º Moda: “O primeiro projeto do Tidir foi desorganizado e confuso, esse semestre foi bem melhor, houve uma divulgação com os alunos, que estão entendendo pra que e o que é o Tidir.”

Andressa dos Santos – 3º Jornalismo: “Aprendemos muito com Tidir, mas todos os semestres os professores da matéria nos propõem fazer artigos, queríamos fazer algo que estivesse relacionado à profissão diretamente.”

Enquete realizada por: Laís Sena

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A noite desta terça contou com a presença da professora do programa de pós-graduação da PUC-Minas, Geane Alzamora, que fez palestra sobre “Jornalismo cultural e diversidade”

Geane destacou que jornalismo cultural lida com um público de vanguarda que está em movimento, onde a cultura acontece nas ruas. Na maioria das vezes o jornalismo cultural se desenvolve no culto a personalidade. Como exemplo, ela cita o show de um cantor famoso e que o principal foco dos veículos é fazer uma entrevista com o artista Ela afirma que o jornalismo cultural se constrói na força da narrativa e não no factual. O que chamamos de notícia praticamente não existe nele.

Geane contou um pouco sobre a história do jornalismo cultural, lembrando que foi criada uma editoria de variedades para abrigar tudo o que não cabia nas outras editorias já existentes. A partir disso nasceu a editoria de jornalismo cultural.

Ela acredita que na era digital, com blogs, redes sociais, entre outros, o maior problema dos jornalistas de cultura é que o papel de mediador do jornalista é exercido por várias pessoas. Ela exemplifica dizendo que as pessoas confiam muito mais em uma dica musical de um amigo do que de jornalistas. Surge uma desconfiança da credibilidade jornalista de cultura.

Por Gabriel Sales , Guilherme Côrtes , Natália Zamboni e Vitor Hugo .