Servidores públicos buscam valorização, dignidade e justiça

Servidores públicos buscam valorização, dignidade e justiça

“Estamos na luta por remuneração digna com reajuste anual de salário”

Esta é uma das frases escritas nas várias faixas para reivindicação para reestruturação salarial. Protestantes da Polícia Civil, Secretaria da Fazenda e outros servidores públicos se concentraram no quarteirão fechado entre as Avenidas. João Pinheiro e Álvares Cabral, no centro de Belo Horizonte, nesta quarta-feira, seguindo para a Praça Sete para encontrar com os manifestantes da área da saúde, que estavam localizados na Av. Alfredo Balena.

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De acordo com o Presidente da comissão dos servidores das carreiras administrativas da Polícia Civil, Francisco José Guimarães, a paralisação dos servidores públicos busca, principalmente, a desvalorização do salário base que é de R$ 470: “Nossa meta é reestruturar as carreiras, havendo valorização principalmente dos cargos. Nossa meta é criar carreiras de nível médio, pois é uma humilhação para nós servidores, trabalharmos nesta condição”, diz.

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Na reportagem passada sobre a reivindicação da Polícia Civil a categoria havia dito que “governo estadual não pode alegar ilegalidade diante das paralisações e deram prazo de 72 horas para que o Governo dê uma solução satisfatória. Caso contrário irá haver outra paralisação onde apenas 30% de toda a corporação continuarão sua atividade. Caso não haja negociação em 20 dias por parte do governo, a classe decidirá pela greve por tempo indeterminado”.

Denilson Martins, Presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia do Estado de Minas Gerais (SINDPOL – MG), reuniu ontem, dia 12, com o governo de Minas Gerais: “Fizemos a reunião e agora o governo esta levantando informações para realizar projetos que reestruture e atenda ao pedido dos servidores”, disse.

Texto: Thaline Araújo/ Marina Costa

Foto: Felipe Bueno

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