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Animais

Por: Rúbia Cely

 

Vemos diariamente diversas campanhas que nos incentivam a aderir a doação de sangue, assim como medula e outros órgãos gerais do corpo. Mas, assim como nós, seres humanos, os animais também demandam de cuidados médicos e uma hora ou outra podem necessitar de doação. Vertente veterinária pouco divulgada, resulta na escassez de sangue veterinário nos estoques do país.

Segundo Rafaela Lima, médica veterinária, existem inúmeras causas que podem fazer o animal vir a precisar de uma transfusão sanguínea, conta que geralmente são doenças que causam anemia profunda, como as transmitidas pelo carrapato, leishmaniose, alguns casos de neoplasia (tumor), em casos de cirurgias, hemorragia aguda ou tudo que gera uma baixa de células no sangue, levando os animais a precisarem da doação.

Lima, que trabalha na Element Vital – Banco de Sangue, revela que eles são o primeiro lugar especializado de Minas Gerais, “Existem clínicas que oferecem bolsas, mas a maioria tem o material para atender as demandas internas, podendo acabar vendendo para outras clínicas, mas especializados, somos apenas nós”.

Por existirem poucos locais que trabalham com a demanda de transfusão em animais e somada a pouca visibilidade que campanhas de doação de sangue para estes tem, os estoques dos bancos são insuficientes. Rafaela revela que a maior dificuldade está em encontrar doadores.

Será que seu animalzinho pode ser um doador?

Atualmente em Minas Gerais, a Element Vital é o órgão que recebe as doações, trabalhando atualmente apenas com sangue de cães, e para ser um doador o animal precisa preencher alguns requisitos.

O seu animal deve:

  • Ter entre 1 e 8 anos;
  • Ter o peso maior ou igual à 25kg;
  • Não ter feito transfusão;
  • Ter as vacinas em dia;
  • Ter o controle das pulgas (desejável);
  • Em caso de fêmea: Não estar gestante ou amamentando;

A dálmata Louie em sua segunda doação de sangue para Element Vital.

 

O sangue canino:

Os cães podem ter mais de vinte tipos sanguíneos, mas somente oito tem uma importância clínica. Os grupos sanguíneos dos cães são classificados em dog erythrocyte antigens – antígenos de eritrócitos de cães (Dea), de Dea 1.1 à 1.3 e de Dea 3 à 8. A tipificação sanguínea apenas para Dea 1.1 e 1.2, pois são o grupo que pode causar mais reação durante a transfusão.

A tipagem é um teste muito caro, em termos de mercado dos laboratórios o valor gira em torno de 200 reais, conta Rafaela, explicando que é necessário realizar os testes com os dois animais, o doador e o receptor. Portanto, o teste de compatibilidade costuma ser a primeira escolha por parte das clínicas e clientes por ser mais acessível financeiramente.

A média do valor da bolsa de sangue aqui em Minas é R$300,00, sem contar com o procedimento e internação do animal, podendo variar de acordo com tamanho e peso do animal. Além da Element Vital, outros dois locais realizam transfusão e atuam como banco de sangue.

Para mais informações sobre tipagem, compatibilidade e para doar, você pode ligar para:

Element Vital – banco de sangue

Contato: (31) 99982-4445

Endereço: R. Platina, 165 – Sala B – Prado, Belo Horizonte – MG, 30410-430

 

Pronto Socorro Veterinário

Contato: (31) 3422-5020

Endereço: R. Jacuí, 891 – Bairro Floresta, Belo Horizonte – MG.

 

Life Hospital Veterinário

Contato: (31) 2552-5694

Endereço: Rua Platina, 165 – Prado, Belo Horizonte – MG.

 

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Dexter - Foto Marcos Vinícius Tinoco

Por Ana Paula Tinoco

“A cadelinha Sonho que resgatei em Santa Luzia , ela foi atropelada e no impacto os dois globos oculares saíram pra fora , ela teve que retirar os dois olhos , e hoje ela  é cega mas um exemplo de cadelinha , e devido a tanto amor entre nós duas eu a adotei e hoje ela é um sucesso nas redes sociais.” – Val Consolação

No último sábado, 16, o governo de Minas Gerais regulamentou a lei que pune aqueles que praticam maus-tratos contra os animais. O decreto define e identifica os casos aos quais ela pode ser aplicada, os atos que vão de omissões, como não alimentar, até lesões e agressões que causem morte ou sofrimento, podem gerar multas de até R$ 3mil.

A Lei Municipal que está em vigor desde 2016 já é usada para casos em que os agressores são identificados e levados à justiça, porém com a regulamentação e a aplicação de multas, o governo tenta inibir as ações destas pessoas contra os animais. Segundo a ativista, protetora dos animais e presidente da ONG APAC, Val Consolação a medida é importante para que as pessoas tenham consciência que os animais têm direitos, “A lei se torna ainda mais importante por aplicar multa no infrator, e todos sabemos que quando dói no bolso o ser humano tende a ser mais ético com suas posturas”.

Ainda segundo Consolação, somente a educação pode levar a conscientização da população. Ter consciência de que medidas preventivas como a castração e substituir a compra pela adoção de animais abandonados pode salvar e evitar a covardia infringida aos bichinhos. Ressalta que com o novo capítulo na luta contra os maus-tratos, a regulamentação fará muito pela causa, “Ela (a lei) pune com pena pecuniária, além do infrator passar a ter em sua ficha um processo criminal, deixando de ser réu primário o que pode dificultar sua vida e até mesmo conseguir ingressar em concursos públicos”.

Além dos atos já citados, usar animais para lutas, exposição em locais desprovidos de segurança, limpeza e desinfecção, envenenamento, abuso sexual, promoção de distúrbio psicológico e comportamental, não garantir morte rápida e indolor em casos de eutanásia recomendada e necessária também figuram como crime, podendo aplicar-se multa e consequentemente prisão.

Sobre a APAC

Diariamente, podemos assistir à vídeos de maus-tratos a animais. Eles circulam por redes sociais e até mesmo por grupos de whatsapp.  Com relação à essa triste verdade, Val Consolação diz que a realidade é cruel, “Encontramos animais de todo tipo, todas as espécies e raças. A grande maioria que resgatamos são animais doentes, esqueléticos que precisam de tratamento veterinário com urgência”.

Com um dado alarmante, Consolação chama atenção para a estimativa de animais abandonados no Brasil, são cerca de 30 milhões vivendo nas ruas. Apontando para a educação como forma de combater essa prática do abandono, ela conclui que é necessário conscientizar a todos de que respeito é o mínimo que devemos, “Talvez o homem seja o único ser que invada o território do outro. Que agrida sem ser ameaçado. Que abandona sem ter motivo. Que maltrata sem justificativa e que tem a capacidade de racionalidade, mas não usa”.

Gostaria de adotar um bichinho e conhecer a ONG?

APAC – MG

Projeto de lei : Aqui

Denúncia:

Dica: ao ir à delegacia, procure levar por escrito o art.32 da Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal n.º 9.605 de 1998) que esta descrito acima, uma vez que, infelizmente, há policiais que não estão cientes do conteúdo dessa lei.

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Por: Ana Paula Tinoco

O Dia Nacional dos Animais foi criado para conscientizar as pessoas sobre a importância e cuidados com os animais. Domésticos ou selvagens maltrata-los é crime segundo prevê a legislação brasileira art. 32 da Lei nº 9.605, de 1998, com pena de detenção de três meses a um ano e multa.

O Jornal Contramão foi atrás de histórias e o resultado é o mais variado possível. São “causos” que vão da alegria à excentricidade, preparados?

Lin, o gato mal humorado

Lin, diminutivo para Carlin, é o gato do casal Cristiane e Edson. Diferenciado, Lin é o bichano que acredita ser gente:

“Ele entra no cômodo que quiser, as maçanetas são retas e pula com as duas patas e abre as portas da casa e entra como se nada tivesse acontecido. Amante de chocolate, um dia, ele comeu cinco brigadeiros mágicos que deixamos em cima da mesa. O resultado não sabemos, pois foi durante a noite. Agitado, ele miado para tudo. Quando vai atacar (como se fosse um grito de guerra), quando quer comida, ele é muito agitado. Uma vez demos cinco gostas de Rivotril para ele, e nada. Em janeiro, ele adoeceu, teve infecção urinaria. Foi complicado pois houveram complicações, mas hoje ele está super bem, mais tranquilo até. ”, relata Cristiane.

E aqui vai uma mostra do que lin é capaz: “Vídeo dele no banheiro”

Lid, a cadela jurada do The Voice

Lidislene Estefaneli Potter Granger Weasley do Ocho, Lid para os mais íntimos. O apelido lembra um jargão jornalístico enquanto o nome completo é um exagero de referências da cultura pop. Lidislene Estefaneli é uma junção de Lid, uma personagem da novela mexicana O Diário de Daniela, e o restante é menção à Irislene Estefanelli, a Siri, ex-BBB 7. Potter, Granger e Weasley são sobrenomes de personagens da saga Harry Potter, e “do Ocho” uma homenagem ao Chaves. Enfim, devaneios à parte, Lid tem uma personalidade forte e às vezes parecida com a minha. Ela odeia bagunça, não suporta andar de carro e, quando passeia na rua, desponta seu corpo para a esquerda e anda quase deslizando: uma atração que late alto e fica nervosa com qualquer barulhinho! Mistura da raça Fox e Pinscher, a vira-lata é peculiar. Pequeno lobo, como costumo dizer. Ela me acompanha, quando está comigo, nas minhas tardes musicais, momento que me desligo do mundo para buscar novas referências para o meu trabalho na comunicação e produção musical à frente do Indicaí. Os ouvidos de Lid parecem mais atentos que o meu. E ela reage! Quando não gosta do som, levanta e sai. Quase uma crítica musical. Ela me ajuda em todo esse processo que envolve paixão pela quarta arte e amor pelo meu bichinho favorito. – Gabriel Peixoto

Katy, a cadela Coragem

Katy, ela vai de cão chupando manga a Coragem, o cão covarde. Todo barulho que ela ouve ela corre e lati de medo. A Katy é um morto muito louco por que ela vai sempre na direção contrária do som. Ela tem medo de tudo e se esconde sempre embaixo de alguma coisa. Ela tem ótimas histórias o dia que amarrei ela no poste para ir na padaria ela escapou e fugiu para um churrasquinho em frente… me devolveram ela sem contar nada, só pediram gentileza de explicar que ela não era cliente bem vido pela falta de carteira – Barbara ster

Tobba, o gato vingativo

Tobba, o gato vingativo, também chamado de Tobias ou galã, é provavelmente o ser mais vingativo dessa terra. Eu estava segurando ele enquanto conversava com minha tia, então ela vendo aquela fofura resolveu dar um tapinha de leve na barriguinha dele. Nós ficamos conversando por alguns minutos, e o menino gato ficou “de boas” no meu colo, foi a conta de eu colocar o jovem no chão que ele deu um karatê nela, deu três unhadas nas pernas dela. Fico pensando se ele ficou lidando com aquela indignação durante todo o tempo. – Rúbia Cely

Basquiat, o rato contorcionista

Eu tive um rato twister, aliás eu tive 3: Andy Wahol, Basquiat e Bukowski. O Basq era o mais dengoso e cagão, ele roubava a comida dos irmãozinhos e por isso ele ficou enorme. O Basq era tão dengoso que até ronronava, ele adorava leite de soja aliás TDS eles adoraram e dava porrada na disputa pelo açúcar. Ratos são muito dóceis quando domesticados, eles te lambem de amor, ronronam quiquiquih e são MT charmosos. Meu namorado ficou bastante invejado, por que os ratos lambem o próprio saco ele entrou na yoga depois disso, mas eu já disse para ele se contentar e esperar pelas próximas encarnações quem sabe ele não nasce um roedor ginasta. – Carol Cunha

Valentina, a cadelinha valente

Tenho a história da Valentina, o nome que colocamos nela por ser valente. Estávamos pedalando na estrada de Tomaz Gonzaga quando de repente vimos uma bolinha de pelo toda suja de barro, pedindo socorro. Pensamos que era simplesmente uma cadelinha perdida, mas não era, tivemos a certeza que foi abandonada pois estava pingando bichos, sim, os bichos estavam comendo a carinha dela. Alguém a abandonou para morrer. E nós não passamos ali por acaso, foi para salvá-la. Conseguimos um carro para trazer ela até Corinto e de lá levamos para um pet onde foi tosada, no outro dia foi uma corrida contra o tempo para salvá-la, o veterinário fez o que pôde, anestesia geral, retirada dos bichos, bários buracos ficaram nela. E eu continuei com o tratamento medicamento, cuidando e dando amor. Hoje ela ainda se encontra no pet hospedada, até sua completa recuperação para seguir na luta para encontrar uma família de verdades, para amá-la e cuidar dela e em troca ter o mais fiel amigo e companheiro pelo resto da vida. Essa é a história da nossa Valentina! Quem sabe saindo no jornal ela consiga uma ótima família. – Samyra Macedo.

Obs.: Valentina ainda precisa de um lar!

Bruna, heroína dos animais

Uma vez estava passeando de carro com meu tio, indo para o bairro Castelo. De dentro do carro olhei para um córrego e tinha um cachorrinho lá. Na mesma hora falei para ele e demos o retorno. Encostamos na reta de onde ele estava. Meu tio tinha uma corda com um gancho na ponta, dentro do porta malas. Então, um moço que passava pelo local e meu tio desceram na beira do córrego e conseguiram puxar o cachorrinho. Ele estava muito machucado e daí levamos ele para um pet shop que cuidou dele e ficou para a adoção pois não tinha como eu ficar com ele. Minha tia pediu para o pessoal avisar caso ele melhorasse e conseguisse um lar! Só que quando eles ligaram depois de um certo tempo, a minha tia teve que me dá uma notícia muito triste que ela não queria ter que me dizer: O cachorrinho teve que ser sacrificado por que estava com leishmaniose, e se ele ficasse vivo podia piorar. Não tinha jeito de salvar. Fiquei bem triste por que me apeguei a aquele bichinho que salvei! Lembro dele como se fosse hoje e sempre lembrarei! Mas sei que mesmo pequena eu fiz uma boa ação e que a vida dele foi salva de uma certa forma! – Bruna Ribas.

Caio, moço bonito

Em 2003, minha família tinha dois cães. Um foi adotado ao nascer, o outro adotamos já adulto. Este segundo não tinha tanta afinidade com criança, então vivia rosnando para mim. Até que em um infeliz dia, eu fui atacado por ele (e pela violência do ataque, o outro também acabou instigado a me morder também). Isso gerou um trauma um tanto quanto forte, e que me fez rever todo o meu modo de encarar a vida, uma vez que quase a perdi. Ao ato mais doloroso da minha vida, devo a melhor marca que possuo. Em função do trauma, me tornei uma pessoa ansiosa e isso despertou o meu dengo, o vitiligo. Ele nasceu dessa confusão toda, e eu, às vezes, até costumo imaginar que deixaria mais umas três mordidas só para ganhar mais um pouco do meu viti. – Caio Braga.

Dexter, o cão amante dos animais

Um dia estava chovendo lá em Corinto e fui procurar Dexter, para ver se ele estava na casinha e me deparei com a cena mais improvável: ele estava levando os filhotes de uma gata para dentro da casinha dele dentro da boca, sabe? Carregando. E a mãe dos filhotes indo do lado dando total liberdade e aprovação para ele. É o tipo de amor que tem ser humano que não tem. – Marcos Vinicius Tinoco.

Zecca, o cão olímpico

Zeca é o maior gordo que você respeita. A história: foi para a fazenda e aprendeu a nadar só para ir atrás da minha vó no rio. – Maria Júlia Lay.

Bellinha, a cadelinha bela, recada e do lar

Esta é a Bellinha. Ela é minha companheira. A História que tenho para contar é que, ela é um grude. É inteligente demais e um doce de Pet. – Joelma Reis Teixeira.

Jamon, o porco celebridade

“Eu tenho várias histórias com bicho, mas a mais marcante foi quando eu entrevistei um porco. Eu descobri pelo site que eu trabalho, o ND. Toda vez que vemos um bicho fofo, nós queremos fazer algo sobre eles. Uma vez eu vi Jamon, o porco, pelo Instagram, e quis fazer uma matéria com ele e tal. Entrei em contato com os donos e expliquei a pauta, o legal foi que quem me respondeu foi Jamon, logo pensei: ‘Já que eles me responderam como ele, eu tenho que entrevistar o porco’, fiz as perguntas e cerca de alguns dias depois eles me responderam, pedindo desculpa pela demora Ramon respondeu e me mandou beijos de focinho. Muita fofura para o meu gosto! Temos contato até hoje. ” – Cecília Barbi.

Zeca, o cão modelo

Nós tivemos um cachorro por 15 anos, que faleceu de velhice. Ele era como um ente querido da família, chegou quando eu tinha apenas 1 ano de idade e se foi quando eu completei 14. A partida dele foi algo que nos deixou muito tristes, ficamos com a ideia de que nenhum bichinho substituiria nosso querido Azulão. Quase 6 anos depois, eu e meu avô fomos ao supermercado como de costume, e quando estávamos saindo, vimos um cachorro filhote muito magro, mancando, com os ossos aparentes, abanando o rabo para nós. As pessoas ao redor não o repararam, ou fingiam que não o viam. Instantaneamente, meu avô, que havia dito diversas vezes que não queria mais um cachorro em casa, pegou-o e levou para nossa casa. O nome veio na hora: Zeca! Ele estava muito fraco, e começamos a alimentá-lo. Uma semana depois ele já demonstrava estar mais forte, porém, um dia ele acordou tremendo muito, e tememos que o pior aconteceria. Levamos ele ao veterinário, que passou diversos remédios. Ele relutava em tomá-los, mas nós insistimos. Quando nos demos conta, estávamos completamente apegados a ele. Hoje ele está grande, forte e muito bagunceiro. Ele nos acorda pela manhã, entra nos quartos e sai acordando a todos com lambidas – brinca, pula e é muito animado. Meu avô está mais alegre e sociável. Encontrar o Zeca foi a melhor coisa que nos aconteceu recentemente! – Nathália Guimarães.

Mateus, o adorador de cãezinhos

Magrinha, com algumas feridas pelo corpo e ainda com poucos dias de vida, Lala foi salva pela minha mãe na antiga Sociedade Protetora dos Animais, um dia após ser deixada na instituição. Tinha meus 9 anos de idade, quando voltei da escola e vi aquela “coisinha” pequena e abanando o rabo, correndo em minha direção. Foi a melhor sensação já vivenciada, era o meu primeiro animal de estimação.
Com o tempo, Lala foi crescendo e se tornou uma companheira fiel. Sem dúvidas, era a melhor vira-lata do mundo. Em 2007, mudei para um apartamento e Lala continua morando na casa da minha avó. Porém, em 2014, um tumor em uma das mamas tirou a vida da nossa mascotinha. Foi um momento triste, porém os bons momentos perduram até hoje. – Mateus Liberato

  • Todas as fotos foram cedidas pelos entrevistados.

Belo Horizonte receberá a partir desta quinta-feira, 06, a edição itinerante da Mostra Internacional de Cinema Pelos Animais. Com intuito de conscientizar a população através da sétima arte, curtas, média e longas-metragens que tratam as causas animais serão exibidos nas telas do Cine Centoequatro.

O coordenador Nacional da Mostra, Ricardo Laurino, destaca que o principal objetivo do projeto é promover ao público, o acesso às diversas produções nacionais e internacionais – profissionais e amadoras – que abordam as questões animais de maneira profunda, com ênfase a formação de uma nova visão quanto à relação entre seres humanos e animais.

Para garantia de um melhor aproveitamento, o evento contará também, com um espaço reservado para bate-papo com representantes locais da causa, que, nesta oportunidade, comentarão as questões levantadas pelas obras a fim de destrinchar os inúmeros pontos que cercam este tema. “O bate papo é sempre uma forma de trazermos para perto, pessoas que podem contribuir com o movimento.” pontua Laurino.

De acordo com o coordenador o movimento é composto de todo o tipo de pessoa e ações. “O que realmente precisamos, é deixar que nossa vontade íntima em sermos caridosos e justos com os seres de nosso planeta venha à tona, resistindo às pressões culturais!” acrescenta Laurino.

O projeto teve seu início em Curitiba, onde foi sucesso absoluto em público. Desde então, cidades como Florianópolis, São Paulo, Brasília, Recife, Salvador, Vitória, Jundiaí e São José dos Pinhais já foram agraciadas pelo evento. Esta edição é a primeira em que a capital mineira participa.

Sobre a estreia, Laurino manifesta-se positivo: “As expectativas são as melhores! Por todas as cidades em que passou, a Mostra Animal transformou a visão de centenas de pessoas quanto à necessidade de nos conscientizarmos em relação ao nosso papel dentro do movimento mundial que tem como bandeira, o amplo respeito aos animais. Belo Horizonte é uma das principais capitais do Brasil e deve ser uma das cidades que nos guiará para essa nova visão e postura diante da vida animal em todo o planeta.”

O evento se estenderá até o dia 12 de agosto. Os ingressos poderão ser retirados gratuitamente 30 minutos antes do início da primeira sessão de cada dia, no cine centoequatro.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Para mais informações:

1ª MOSTRA ANIMAL Belo Horizonte – 2015

www.facebook.com/events/466315763527193/

Mostra Animal Brasil

www.mostraanimal.com.br/

www.facebook.com/mostraanimal
Sinopses

www.mostraanimal.com.br/index.php/edicao-2014

Por: Bruna Dias