Tags Posts tagged with "mostra de cinema"

mostra de cinema

Por Ana Paula Tinoco

A Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte – CineBH – chega a sua 11ª edição, o evento que terá início hoje, 22 de agosto, conta com uma programação diversificada e gratuita. No total serão exibidos 101 filmes, sendo 41 longas, 1 média e 59 curtas-metragens organizados em 60 sessões distribuídas em toda grande BH.

A mostra que irá até o dia 27 de agosto, receberá pré-estreias e retrospectivas vindas de seis estados brasileiros: Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná. Além, da participação de 16 países: Brasil, França, Reino Unido, Estados Unidos, Portugal, Senegal, Alemanha, Japão, China, Rússia, Áustria, Líbano, Síria, Emirados Árabes, Qatar Tailândia.

Os espaços ocupados serão ao todo dez, são eles: Fundação Clóvis Salgado, Teatro Sesiminas, Sesi Museu de Artes e Ofícios, Sesc Palladium, Cine Theatro Brasil Vallourec, Praça Duque de Caxias – Santa Tereza, MIS Cine Santa Tereza, Cento e quatro Centro Cultural, Serraria Souza Pinto.

A novidade este ano fica por conta da montagem de um cinema na Praça da Estação, ao ar livre. Integrando a programação da Minas Gerais Audiovisual Expo – A MAC – o objetivo desta estreia é abrir e intensificar a interação entre a CineBH, Belo Horizonte e todos os movimentos sociais e culturais vigentes em nossa cidade.

Abaixo link dos lugares em que a 11ª Mostra de Cinema Internacional de Belo Horizonte – CineBH –  ocorrerá:

  • Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes

Avenida Afonso Pena, 1.537 – Centro, Belo Horizonte – MG

  • CentoeQuatro – Centro Cultural

Praça Ruy Barbosa, 104 – Centro, Belo Horizonte – MG

  • Teatro Sesiminas

R. Padre Marinho, 60 – Santa Efigênia, Belo Horizonte – MG

  • Sesi Museu de Artes e Ofícios

Praça Rui Barbosa, 600 – Centro, Belo Horizonte – MG

  • Sesc Palladium (Entrada Principal)

Av. Augusto de Lima, 420 – Centro, Belo Horizonte – MG

  • Cine Theatro Brasil Vallourec

Av. Amazonas, 315 – Centro, Belo Horizonte – MG

  • Praça Duque de Caxias

Santa Teresa, Belo Horizonte – MG

  • MIS Cine Santa Tereza

R. Estrela do Sul, 89 – Santa Teresa, Belo Horizonte – MG

  • Serraria Souza Pinto

Av. Assis Chateaubriand, 809 – Centro, Belo Horizonte – MG

  • Praça da Estação

Av. dos Andradas – Centro, Belo Horizonte – MG

Para informações sobre a programação completa: CineBH

 

 

 

0 245

Por Ana Paula Tinoco 

A Mostra de Cinema de Ouro Preto – a CineOP – chega a sua 12ª edição e irá acontecer entre os dias 21 a 26 de junho. Sob o tema “Quem conta a História no cinema brasileiro? ” O enfoque neste ano será “Emergências Digitais” e a entrega do Plano Nacional de Preservação com a temática histórica “Quem conta a História? Olhares e identidades no cinema brasileiro e na Educação, “Emergências Ameríndias”.

 

Os homenageados da 12ª edição serão dois nomes que se destacaram na cena audiovisual brasileira: Antônio Leão e Cristina Amaral. O evento que receberá 100 profissionais de vários Estados do País tem como propósito a preocupação com a preservação do acervo que abriga as obras cinematográficas brasileiras.

Outro destaque presente na Mostra deste ano são as iniciativas que abrirá diálogo direto com os moradores, o Cine-Expressão – A Escola vai ao Cinema e a UFOP – Universidade Federal de Ouro Preto. Os dois programas pretendem oferecer sessões que beneficiaram estudantes e professores.

A mostra que tem sua programação estruturada em três pilares, preservação, história e educação, oferece uma programação variada que inclui exibição de 60 filmes em pré-estreias, retrospectivas e mostras temáticas, homenagens e personalidades do audiovisual, oficinas, workshops internacionais, debates, seminários, exposições, lançamentos de livros, shows e atrações artísticas e tudo isso gratuitamente.

 

Serão três lugares ocupados pela Mostra em Ouro Preto: Cine Vila Rica, Centro de Convenções e a Praça Tiradentes.

Para outras informações: Programação 12ª CineOP

No sábado, 31 de janeiro, ocorreu o encerramento da 18ª Mostra de Cinema de Tiradentes e nesta data foram anunciados os vencedores da Mostra. Ao todo, foram exibidos 128 filmes nacionais, em três espaços da cidade, além de 28 debates que discutiram, entre outros assuntos, o lugar do cinema brasileiro e as perspectivas para o audiovisual em 2015.

O vencedor da Mostra Aurora foi o longa “Mais do que eu possa me reconhecer”, de Allan Ribeiro. O filme levou o prêmio Itamaraty no valor de R$ 50 mil. “A mostra Aurora foi o melhor lugar para esse filme estrear, porque é onde esse tipo de obra encontra crítica e público de uma forma muito especial para nascer”, destacou Ribeiro.

Na categoria Melhor Longa, o filme que documenta a vitória do Clube Atlético Mineiro na Libertadores, “O dia do Galo” levou o prêmio. Já o Melhor Curta eleito pelo público foi “De castigo”, de Helena Ungaretti. Eleito pelo júri jovem na Mostra Transições, o longa “O tempo não existe no lugar em que estamos”, de Dellani Lima foi o vencedor.

“Estátua”, de Gabriela Amaral Almeida foi eleito pela crítica e recebeu a premiação na Mostra Foco. O Prêmio Aquisição Canal Brasil foi para o curta “Outubro Acabou”, de Karen Akermane e Miguel Seabra Lopes, além do prêmio de 15 mil reais, o curta ainda pode concorrer ao Grande Prêmio Canal Brasil no valor de R$ 50 mil.

Texto Felipe Chagas

Imagens Divulgação Universo Produções

Dentro da temática da 18ª Mostra de Cinema de Tiradentes as opiniões sobre o lugar do cinema brasileiro são diversas. Em uma conversa mais ampla com realizadores mineiros a dúvida era: Qual o papel do cinema em Minas?

Conversamos com alguns diretores mineiros, que estão com filmes sendo exibidos nessa mostra, para saber deles como é fazer cinema em minas e como levar as produções do estado para todo o país.

Assista às entrevistas.

texto Felipe Chagas

imagens Natalie Matos e Yuran Khan

Em busca de resposta para as perspectivas para o audiovisual brasileiro em 2015, cineastas e produtores de diversas regiões do país participaram  na segunda, 26, do debate  com Rodrigo Camargo, coordenador do departamento de fomento da ANCINE – Agência Nacional do Cinema -, ligada ao Ministério da Cultura. A discussão teve como mediador o critico de cinema Pedro Brecher.

10958764_1031027836915324_840070953_o

Rodrigo Camargo destacou algumas realizações nos últimos anos da Agência  e citou os quatro principais eixos de ação para o FSA (Fundo Setorial de Audiovisual): o desenvolvimento, a produção, a exibição e difusão e a capacitação.  Rodrigo aproveitou o espaço para divulgar editais que estão com inscrições abertas. São editais para produção e desenvolvimento de projetos audiovisuais. “Esses editais  contemplam não só projetos de cinema, mas, como o desenvolvimento de séries de tv, series para vídeos por demanda e formato de programa de televisão também”, destacou.

Rodrigo falou também de editais contínuos, que ficam abertos durante o ano todo e que são destinados a produções independentes, complementação de recursos e verba para lançamento de filmes: “ a perspectiva é de produzir trezentos longas metragens , 400 obras seriadas dando um total de duas mil horas de programação, o equivalente a toda a exibição de tv paga no ano de 2012”.

Os realizadores presentes lamentaram a ausência do presidente da ANCINE Manoel Rangel, anunciado na programação do evento, pois, buscavam uma discussão sobre  a política nacional para o audiovisual. Durante o debate,  apresentaram problemas  que encontram como o alto grau burocrático para aprovação de seus projetos, e o baixo incentivo para exibição de filmes independentes. Algumas questões não puderam ser respondidas por Rodrigo. “O que a gente vê é um distanciamento da ANCINE  para essa conversa com o setor de audiovisual no Brasil, e  quando o presidente não vem e manda um representante ele é só um representante,  e aqui é um local de interlocução”, lamentou Karen Abreu, vice-presidente do Congresso Brasileiro de Cinema e membro do Fórum Mineiro de Audiovisual.

10957780_1031027790248662_1471141956_o

 

O Presidente do Congresso Brasileiro de Cinema, Frederico Cardoso,  levantou questões negativas presentes no próprio relatório anual da ANCINE. Entre elas, o baixo número de espectadores nas exibições de filmes brasileiros no cinema. E aproveitou para tentar mobilizar os cineastas, “quero convocar os realizadores a se unir e pensarem juntos em politicas publicas efetivas para o setor”.

Texto e reportagem: Felipe Chagas
Fotos/imagens: Yuran Khan

A “VI Mostra de Cinema: Cultura Arte e Poder” traz a Belo Horizonte filmes consagrados e as produções dos novos talento do cenário cinematográfico brasileiro, e mais um longa do diretor cabo-verdiano Tambla Almeida, conhecido como “Ulime”, de  2010.

O evento começará exibindo, no Sesc Palladium, entre essa sexta (16),e domingo (18), às 19h, três sessões do filme “O lobo atrás da porta”, do diretor Fernando Coimbra. O filme, que estreou no cinema em 2014, recebeu vários prêmios, entre eles o de Melhor Filme e Direção, no “31st Miami Film Festival”. Em fevereiro, de 6 a 12, a mostra exibirá curtas, longas e documentários, alternando entre nomes consagrados e novos talentos do mercado.

Sávio Leite, 43, responsável pela curadoria do evento, conta que a importância de agregar nomes já consagrados no evento é “primeiramente para reconhecer e legitimar a mostra, mas também para chamar a atenção do público”. Ele relata que “desde o início (da Mostra) temos essa meta na cabeça. Apresentar jovens realizadores através de uma sessão que chamamos de ‘perspectiva’”.

Com o cenário mineiro tendo eventos voltados à área durante todo o ano, Leite afirma que “todo evento de cinema é importante para divulgar essa produção, que muitas vezes está afastada da televisão, e é pouco conhecida”. Segundo o curador, esse evento tem em especial o poder de jogar uma luz sobre uma produção recente em cinema, que muitas vezes foi pouco vista e mostrada.

Confira a programação completa

Por: Ítalo Lopes