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Por: Kedria Garcia

A praça Duque de Caxias, localizada no bairro Santa Tereza, espaço conhecido pelos bares e encontros boêmios cedeu lugar para a criançada, no domingo. O último dia da 11° Mostra CineBH foi animada e divertida ao som do grupo Pé de Sonho. As músicas decoradas pelos pequenos eram cantadas com a mesma facilidade de mascar chiclete e os pais acompanhavam com as palmas.

 

“Na verdade, foi por coincidência não fiquei sabendo, viemos almoçar por aqui e nós vimos o grupo Pé de Sonhos que as minhas filhas adoram”, relata Mariana de Oliveira, mãe de duas filhas que aproveitavam o evento.

 

 

O grupo Pé de Sonho conta com liderança de Weber Lopes e Geovanne Sassá, comandando os sons e que chama atenção são as duas crianças no vocal, dando asas à imaginação e animando o público. Durante o show as crianças mantiveram os olhares concentrados, piscar não era uma opção, as músicas encantavam todos que passavam. A movimentação não chama atenção só dos que passam, mas também dos moradores que veem uma oportunidade de empreendedorismo, como no caso da publicitária Renata Aguilar.

 


Renata Aguilar, empreendedora

 

“Quando surgiu a febre das food truck e food bikes eu resolvi trabalhar com doces, pois sempre gostei de fazer e comprei uma food-bike e agora trabalho com brigadeiro gourmet”. Segundo Renata, a praça é palco de vários eventos voltados para o público infantil, o que a ajuda no negócio quando não há eventos fora do bairro. Várias famílias aproveitaram a tarde como a da Sabrina, juntamente com seu e o marido Anderson e o filho Igor.

 

“Nós viemos para prestigiar o Pé de Sonho, que nós já conhecemos, gostamos do trabalho deles e o Igor curte muito as músicas, conhece todas”. Sabrina conta que ficou sabendo do evento por uma mãe de um coleguinha em grupo de WhatsApp da escola.

 

 

Entre as várias atrações que marcaram o último dia da Mostra CineBH, a praça Duque de Caxias foi a privilegiada com canções suaves e uma tarde ensolarada. “Nós viemos para curtir ao ar livre, nessa tarde gostosa e com uma boa música”, destaca Sabrina. “Acho maravilhoso esses eventos voltados para as crianças, pois realmente falta uma programação em Belo Horizonte, ficamos sem saber para onde ir”, finaliza Renata Mariana uma das participantes do evento.

 

Fotografia: Lucas D'Ambrosio

Banda mineira, Pink Floyd Reunion apresenta espetáculo conceitual para o público de Belo Horizonte.

Reportagem: Lucas D’Ambrosio

As noites de Belo Horizonte são conhecidas, entre outras atrações, pela sua cena musical. Diferentes bandas se apresentam periodicamente pelos pub’s e casas especializadas, trazendo trabalhos autorais ou obras já consagradas. Um dos grupos que se destacam nesse cenário é o Pink Floyd Reunion.

Nos dias 10, 11 e 12 de março (sexta, sábado e domingo), a banda apresenta o espetáculo “The Wall, o filme”. O palco será o Cine Theatro Brasil Vallourec, na Praça Sete, região central de Belo Horizonte.

A Reunião

Criada em 2003 por um grupo de amigos, ela se consolidou na noite belo-horizontina pela fiel reprodução do trabalho criado pelo Pink Floyd. Outro ponto de destaque, são as apresentações conceituais, que misturam a música com reproduções e experiências audiovisuais, presentes em parte do repertório de shows da banda mineira.

Para os ensaios, um estúdio de garagem é o local para a reunião dos sete integrantes da banda: Marcelo Canaan, Fernando Grossi, Raphael Rocha, Fernando Nigro, Raquel Carneiro, Marcelo Dias e Thiago Barbosa. Entre uma pausa e outra para ajustes de instrumentos, um café e água servida em filtro de barro, alguns instrumentos aguardavam as mãos dos músicos para iniciarem os trabalhos.

Em um quarto de garagem, na cidade de Belo Horizonte, acordes, notas, cantos e ajustes abrigam o Pink Floyd Reunion. Fernando Nigro é quem conduz a bateria da banda.  Fotografia: Lucas D’Ambrosio
Entre um ajuste e outro, leva tempo até organizar todos os instrumentos. No meio de cabos, teclados e contrabaixo, os integrantes Thiago Barbosa, Raphael Rocha e Marcelo Dias se preparam para mais uma maratona de ensaios. Fotografia: Lucas D’Ambrosio
O processo de imersão da banda para a realização do espetáculo já dura três meses. Ensaios, encontros, reuniões e acertos finais se fazem necessários para que a identidade na fidelidade de execução possa ser mantida. Na foto, os fundadores da banda, Fernando Grossi e Marcelo Canaan. Fotografia: Lucas D’Ambrosio

Dentre incontáveis cabos distribuídos pelo chão, 14 instrumentos de corda, uma bateria e três teclados, os ajustes são realizados pelos integrantes da banda, que preparavam os equipamentos para o início do ensaio. Os pés nas pedaleiras sincronizavam os últimos ajustes para o seu início. O repertório? A trilha sonora do filme “The Wall”, inspirado no disco de mesmo nome (lançado em 1979), da banda britânica. Para o espetáculo, a banda terá a companhia de um coral e orquestra, comandados pelo maestro Rodrigo Garcia.

Veja a entrevista completa com Marcelo Canaan. O Produtor executivo, guitarrista e vocalista do Pink Floyd Reunion conta mais sobre o espetáculo “The Wall”: 

Cada dia mais saturado, o mercado musical conta com profissionais de coragem para fazerem o que amam

Preconceito, falta de verba governamental e saturação no mercado. Estas são algumas dificuldades que os músicos enfrentam, muitos precisam trabalhar em outras áreas para se sustentarem, mas mesmo assim, isso não interfere no amor pela música.

Na história, entre as décadas de 1940 e 1950, os músicos eram vistos como marginais pela sociedade, pessoas que viviam para festejar. Nos dias atuais a realidade não foge dos padrões da década de 50, hoje, alguns profissionais ainda relatam situações preconceituosas sobre a atividade escolhida. “Os profissionais não são reconhecidos como tais, sempre que dizia trabalhar com música, as pessoas insistiam na pergunta sobre qual profissão tinha”, conta o músico Rogério Moreira, 43.

Com o vídeomaker e o músico Flávio Perez Dias, 63, a história não foi diferente, sendo expulso várias vezes de um local pelo tipo de música que tocava e estilo de roupa que usava, “Já fomos agredidos de todas as formas até com cadeiradas no palco por não tocar músicas que eram pedidas”, desabafa.

A profissão de músico só foi instituída em 1960, pelo Presidente Juscelino Kubitscheck através da Lei nº 3857 que definiu a Ordem dos Músicos do Brasil, responsável por registrar e fiscalizar a profissão dos músicos brasileiros.

Atualmente, a Ordem dos Músicos – CRMG registra cerca de 36.000 mil músicos em Minas Gerais. Os filiados pagam uma taxa que se converte em manutenção da Instituição e preservação dos direitos dos músicos como emissão das carteiras profissionais e fiscalização sobre a integridade moral, física e financeira dos profissionais.  

Formação de músico

Engana-se quem pensa que estudar música é acessível, a mensalidade de um curso de música custa em torno de R$ 1.200,00, além disso, em algumas instituições de ensino é necessário que os alunos tenham os próprios instrumentos musicais, como conta Flávio Perez, “Os músicos investem em instrumentos caríssimos para ganhar muito pouco em bares noturnos…cachês mínimos, todos tocam por amor a música , tem outros trabalhos paralelos para sobreviverem!”

Em Belo Horizonte, parte das escolas particulares de referência são: Escola de Música Cavallieri , Pro Music, Minueto Centro Musical, Som Maior e Melody Maker

Públicas são apenas duas: Escola de músico da UFMG e Esmu Escola de Música, além disso, músicos concordam que o Governo de Minas investe pouco em produções musicais de cunho social, como musicais, orquestras e shows, para Flávio Perez, o governo investe pouco e quando investe não dão chance aos novos, sempre são os mesmos do mercado.

Na Graduação, entre os conteúdos estão: Composição, Regência, Canto e Instrumentos: Oboé, Clarinete, Flauta, Fagote, Saxofone, Trompa, Trompete, Trombone, Harpa, Piano, Percussão, Violino, Viola, Violoncelo, Contrabaixo e Violão.

Entre as disciplinas optativas da UFMG estão: estruturação da linguagem musical, análise, contraponto, arranjo, música de conjunto, oficina de performance, música e tecnologia, técnicas de gravação, teorias da música, história da arte, folclore musical, história da música brasileira, entre outros.

Depois de formados, os músicos podem se especializar em alguma área ou tentar montar o próprio estúdio e terem um trabalho independente, mas isso não é tarefa fácil e alguns até desistem da carreira, “A saturação do mercado, a dificuldade em se adquirir equipamentos de boa qualidade, que em geral são importados e outros motivos, faz com que a maioria desista da carreira.”, conta Moreira.

Douglas Leal, 31, baterista de duas bandas autorais, a Sociedade Crua que é  uma banda de pop rock e a Colateral que é  mais voltada para o metal e reforça que no Brasil tudo relacionado  a música  acaba se tornando difícil para os músicos independentes “Se tratando de compra de equipamentos  e instrumentos  de qualidade, sobre o lance de gravar, isto ficou um pouco mais acessível devido a tecnologia dos recursos atuais, mas na hora da divulgação, o músico  independente esbarra em outro obstáculo que torna o trabalho muito árduo para levar sua música para um público  maior.” finaliza Leal..

Mesmo diante de todas as adversidades, os músicos continuam exercendo sua profissão, Dias é um exemplo disso: “Tenho uma banda, faço 50 anos de rock and Roll e tocamos somente para instituições de caridades e encontros de motociclistas, carros antigos amigos etc… Exclusivamente por amor a música, toda despesa por nossa conta!’’

Assista aos vídeos de nossos entrevistados:

“Ministério Dono de Mim” – Rogério Moreira ( cantor e compositor) 

“Pit Bulls” – Flávio Perez Dias (guitarrista)

“Sociedade Crua” – Douglas Leal (baterista)

Reportagem: Gabriella Germana.

Foto: Jovania Araújo.

Fotos: Yuran Khan

Mesmo sendo considerado um nicho da indústria fonográfica, disco de vinil ainda tem número de vendas considerável.

O Disco de Vinil

Os LP´s de vinil foi uma mídia muito consumida até os anos 1980, onde os discos de vinil tiveram um declínio nas vendas nos anos 1990, com o surgimento de novas mídias, como os CD´s (Compact Disc), no final dos anos 1980, o DVD no começo de 2000, e o Blu-Ray em 2010, posteriormente a música no formato digital em MP3. As bolachas começaram a ressurgir em 2000, só no ano de 2014, a Polysom fabricou 78.324 unidades no Brasil.

Os últimos lançamentos da gravadora Som Livre em disco de vinil do gênero de novela no Brasil foram Malhação Volume 3, Anjo de Mim Internacional, Salsa e Merengue Nacional e A Indomada. Tanto o último de novela, quanto o último LP nacional a ser prensado nos anos 90 são de março e abril do ano de 1997.

Superando as expectativas, o crescimento na produção total de discos de vinil (compactos e LPs) no Brasil foi de 63,23% em relação ao ano de 2013. LPs tiveram um aumento de 93,20%, com 78.324 unidades fabricadas em 2014 no Brasil pela Polysom. A produção de compactos aumentou em 2,31%, com 18.207 fabricados, além do crescimento da venda de vinil, o percentual do formato sobre todas as vendas físicas pulou de 8,76% para 14,13% em 2014.

Em contrapartida as vendas em disco de vinil, segundo dados da Recording Industry Association of America, somente no primeiro semestre de 2015, nos Estados Unidos, o forte crescimento das receitas de serviços de streaming, compensam o declínio em downloads digitais e as receitas totais no atacado aumentaram 0,8% para US$ 2,3 bilhões em uma base de ano sobre ano. No varejo, o global valor diminuiu 0,5%, para US $ 3,2 bilhões.

O retorno

Em 2008, os proprietários da DeckDisc, informados do crescimento na venda de vinis nos Estados Unidos e na Europa e, ainda por cima, impossibilitados de produzir seus próprios títulos no Brasil, depararam-se com a possibilidade de adquirir o maquinário da antiga fábrica e reativá-la. Em setembro do mesmo ano, começaram as pesquisas e os estudos que resultaram na aquisição oficial, em abril de 2009 da Polysom, que tem sede em Belfot Roxo, no Rio de Janeiro e atualmente é a única produtora de discos de vinil da América Latina.

“A princípio, parecia fácil e rápido”, esclarece João Augusto, um dos atuais proprietários da fábrica da Polysom. “Quando a gente viu como eram vastos os requisitos para se fabricar discos de qualidade, entretanto, vimos que precisaríamos fazer muita coisa para brigar de igual para igual com os gringos. Teríamos que fazer melhorias em todos os setores.” complementa Augusto.

Assim como cantores internacionais, diversos artistas brasileiros também têm investido cada vez mais no formato. A Polysom comercializa obras de nomes como: O Rappa, Nação Zumbi, Tulipa Ruiz, Los Hermanos, Vanguart e Pitty. Entre os clássicos, figuram reedições remasterizadas de 180 gramas de Jorge Ben, Banda Black Rio, Moacir Santos, Novos Baianos, Secos e Molhados, Tom Zé.  Os preços são altos e variam, em sua maioria, de R$60,00 a R$80,00 podendo chegar a R$400,00 dependendo da obra. A justificativa são os altos impostos e altos gastos com matéria-prima.

Fabricação dos Toca Discos

De olho no crescimento na venda dos bolachões, no terceiro trimestre de 2015 a Panasonic usou um evento em Berlim para anunciar o relançamento da linha de toca-discos Technics, para a alegria dos fãs do áudio analógico. A empresa apresentou a foto de um protótipo feito de alumínio e desenhando com traços clássicos, em uma alusão à clássica série 1200.

Lojas vendem LPs usados para a alegria de colecionadores

Um edifício cheio de histórias, tradicional em Belo Horizonte, o conhecido ‘Arcângelo Malleta’ é ponto de encontro de diversas tribos, e um grupo diversificado de pessoas. Subindo a escada rolante do prédio já é possível observar os primeiros sebos, encontramos os mais diversos tipos de discos (de todos os gêneros musicais), livros e antiguidades em geral.

Nos últimos 20 anos muito se falavam do fim dos bolachões, mas o que constatamos é que eles “voltaram como fênix”, ressurgindo das cinzas. No Edifício Maletta há quatro lojas e sebos especializados em discos de vinil, dos singles aos LPs, de diferentes gêneros musicais. “Ainda vendo bastante discos, mas para um público específico de pessoas, principalmente os ouvintes de MPB clássica, Rock e Jazz”, explica Sebastião do Nascimento, proprietário do Sebo Vila Rica que se localiza no segundo andar do Edifício Malleta.

Há 15 anos, atuando no mercado musical, sendo o primeiro dono de sebo especializado em discos de vinil no Edifício Maletta, Nascimento revela que sua paixão por discos de vinil sempre foi uma coisa inacreditável. “O avanço da tecnologia é bom, facilita bastante a nossa vida, apesar de maquinizar muito as coisas. O importante é pegar o vinil, tocar o encarte e ouvir a música com o ruído que só o disco de vinil proporciona.”, revela.

Terêncio de Oliveira, proprietário de uma das lojas no Edifício Maletta, há um ano e dois meses, esclarece que no sábado as vendas são maiores, o número de discos vendidos é incalculável, a faixa etária do público dessa loja varia entre 20 a 50 anos de idade. “O Maletta é o lugar ideal para quem quer comprar ou vender discos de vinil, temos um público bem fidelizado, tem pessoas que frequentam o prédio apenas para vender e comprar discos” esclarece.

Uma paixão que não tem fim

Para o colecionador Ricardo Righi Filho, que é ator, a sensação de ouvir discos de vinil é diferenciada, “O som do disco é absolutamente diferenciado, não há possível comparação com outros formatos. É fisicamente comprovado, não há discussão”, explica. Para ele quando os CD´s começaram a surgir no Brasil, foi uma coisa natural continuar ouvindo os bolachões “Quando o CD dominou o mercado, os LPs eram muito baratos, muito mais do que os preços de hoje. Então, o movimento de começar a colecionar registros fonográficos apenas em vinil, foi bastante natural”, complementa Filho.

“Aqui em casa, em Samambaia, no Distrito Federal, sempre tivemos o costume de ouvir bolachões. Meu pai e minha mãe tinham muitos de Luiz Gonzaga e de lambada e forró, porém, eu divido meus aniversários da infância pelos discos da Xuxa que eu ganhei.”, explica o ator Josuel Junior, que é colecionador de discos de vinil. “Obviamente eu não tinha a noção de questões técnicas vocais ou da qualidade musical, mas cresci com a memória afetiva musical com os Lp’ de Xuxa. Tenho todos. Alguns eu fui comprando de novo com o passar dos anos”, complementa Junior.

Muitas pessoas encontram nos discos, uma forma de resgatar memórias, e por isso tem muito carinho e apresso com a coleção, alguns colecionam apenas de uma banda, de um determinado cantor, trilhas sonoras de novelas, alguns compram pela raridade do produto ou até mesmo pela dificuldade de se encontrar no mercado hoje em dia, “ hoje eu compro pela raridade ou pela qualidade. Observo se a capa está limpa, sem assinaturas de antigos donos, com encartes e no plástico”, explica Junior

Há, também, as tiragens especiais, e que são difíceis de encontrar, por esse motivo exigem uma pesquisa mais ampla, por serem consideradas raras. “Um disco que demorei a encontrar foi um da novela Tieta. Em 1989 foram lançados o Tieta volume 1 e Tieta volume 2, na reprise da novela, em 1994 lançaram o Tieta Especial – Vale a Pena Ouvir de Novo, com a compilação das melhores dos discos anteriores. Esses relançamentos fazem o disco sair da categoria normal pra categoria especial, ou rara, como queiram dizer”, esclarece Junior.

O colecionador encontrou o disco depois de um grande trabalho de busca na internet. “Na época, que eu adquiri o disco ele custava em torno de 45 reais, isso, há, aproximadamente, cinco anos. Atualmente, esse disco pode ser encontrado em sites, por mais de 100 reais, no Mercado Livre”. Na época do lançamento de Tieta Especial, o LP custava em torno de 10 reais, o que equivale hoje, há mais ou menos 50 reais, segundo o colecionador. “ Eu não tinha condições quando o LP foi lançado e comprei a fita cassete a três reais, que foi um presente de minha avó, depois de muitos anos eu adquiri o LP”, relata Junior.

Por Raphael Duarte
Matéria produzida para a 34ª Edição do Jornal Impresso Contramão
Fotos: Yuran Khan

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SÁBADO 09/04

A Mulher do Fim do Mundo – Show com Elza Soares

Avenida Augusto de Lima, 420 – Centro

A partir das 20:00

Inteira:

R$ 120,00 – Setor I

R$ 100,00 – Setor II

R$ 80,00 – Setor III

Semana Bar do Museu Clube da Esquina

Rua Paraisópolis, 738 – Santa Tereza

A partir das 21:30

R$ 30

 

Feira Experimente – Turismo Cervejeiro

Praça dos Quatro Elementos, s/n – Jardim Canadá

11:00 as 18:00

Entrada Franca

1ª Feira na Praça

Praça Bagatelle, 204 – São Luís

09:00 as 18:00

Entrada Franca

Teatro: Cinderella

Avenida Assis Chateaubriand, 499 – Floresta

09:00, 11:00, 14:00, 16:00, 18:00 e 20:00

Ingressos sob consulta. Telefone (31) 3237-6611

Hip Hop Ragga

Av. Dos Andradas, 471, Centro – Belo Horizonte

A partir das 22:00

R$15

 

DOMINGO 10/04

Exposição: Projeto Parede

Avenida Augusto de Lima, 420 – Centro

Das 09:00 as 21:00

Entrada Franca

Feira do Mineirinho

Avenida Antônio Abrahão Caram, 1000 – São Luís

A partir das 11:00

Entrada Franca

Mostra fotográfica – Carnaval dos Deuses 2016

Rua Sergipe, 1199-B – Savassi

Das 10:00 as 21:00

Entrada Franca

6º BH Tattoo Festival

Av. Assis Chateaubriand, 809 – Centro

A partir das 12:00

R$32,00 Inteira e R$16,00 meia

2º Festival de Samba de Raiz

Rua do Mercado, 20, Belo Horizonte, Brazil

Das 13:00 as 21:00

R$20,00 Inteira e R$10,00 meia

Duelo de MCs no Viaduto Santa Tereza

Viaduto Santa Tereza

A partir das 14:00

Entrada Franca

 

Por Yuran Khan

Foto : Rafael Barra

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PROGRAMAÇÃO DE FINAL DE SEMANA

O Século do Samba

Sem título

DATA :11/03/2016 a 13/03/2016

Sex | Sab | Dom | 20:00

ENDEREÇO: Praça da Liberdade, 450 – Funcionários

PREÇO MÉDIO: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada)

Entre os dias 10 e 13 de março, o Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450 – Funcionários) recebe o projeto O Século do Samba. A partir de 20h.

Programação

Quinta (10/03) –  “Terreiro e Carnaval”, com Monarco e Nei Lopes.

Sexta (11/03) – “Samba Novo”, com Os Prettos e João Martins.

Sábado (12/03) – “Samba de Breque e Outras Bossas”, com Jards Macalé e Pedro Luís.

Domingo (13/03) – “Partido-alto, Samba de fato”, com Leci Brandão e Tantinho da Mangueira.

 

Palco Ultra Festival

young

DATA:  11/03/2016

Sex | 22:00

ENDEREÇO: Rua Alagoas, 1172 – Savassi

PREÇO MÉDIO: R$20 (antecipado) R$25 (porta)

A música independente e seu som alternativo serão as grandes atrações do Palco Ultra, festival que iráreunir artistas que representam uma sonoridade contemporânea e sem rótulos. Young Lights, Teach Me Tiger, Sara Não Tem Nome e Jair Naves são as atrações da noite que iráreunir folk music, indie e eletrônica, punk, rock, e performances.

 

Experimente – Feira de Cervejas Artesanais e Gastronomia

experimente

DATA : 12/03/2016   Sab | 11:00

ENDEREÇO: Praça dos Quatro Elementos, s/n – Jardim Canadá

PREÇO MÉDIO: Entrada franca

No sábado, 12 de março, ocorre a Feira de Cerveja Artesanal e Gastronomia, Especial Dia da Mulher na Praça dos Quatro Elementos (Jardim Canadá – Nova Lima).

O público fiel da feira, que inclui belo-horizontinos e turistas, se reúne para celebrar a cerveja artesanal e a gastronomia local, neste que promete ser o verão cervejeiro!

 

Festival Música 360

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DATA: 12/03/2016 Sab | 14:00

ENDEREÇO: Avenida Abrahão Caram, 1001 – São Luís

O Planet Hemp está de volta à BH e o local não poderia ser mais apropriado: o Mineirão! Salva a data aí e garanta seu ingresso!

Cultura por todos os ângulos! Essa é a proposta do Música 360 Festival, que chega à Belo Horizonte no dia 12 de março, a partir das 14h, na Esplanada do Mineirão. O projeto tem por finalidade a realização de uma ação musical interligada que mescle a experimentação e a formação de público para a música nacional.

Atrações:

Planet Hemp

Gabriel o Pensador

Filipe Ret

Flávio Renegado + Chama o Síndico

Cidade Verde

I Wanna a Love You + Pequena Morte

Duelo de Mc’s

Valores: Variam de R$ 50,00 á 160,00

 

Deixa Solto com Marcos Mion e Fernando Ceylão

Marcos Mion

DATAS :

12/03/2016

Sab | 20:00

13/03/2016

Dom | 20:00

PREÇO MÉDIO : Os valores Variam de R$ 70,00 a R$ 120,00.

ENDEREÇO: Rua dos Carijós, 258 – Centro

Aquele silêncio enlouquecedor depois de mandar uma mensagem por whatsapp e não obter resposta é o tema de um dos esquetes da peça “Deixa Solto”. Relacionamentos, vício em celular, violência urbana, mentira e preconceito são alguns dos temas abordados ao longo dos 70 minutos de apresentação.

Por: Amanda Aparecida

Foto: Divulgação

Foto de capa: Yuran Khan