60 anos. 60 histórias

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Por Keven Souza

Ninguém nasce sabendo, não é mesmo? Embora o homem seja um ser pensante, não é segredo que construímos o nosso saber ao longo da vida. O ato de lecionar é uma tarefa árdua desempenhada por um indivíduo que acredita na educação, como arma poderosa, e a sua capacidade de transformar todo o seu redor. 

Além dos pais ou responsáveis, que nos ensinam desde criança como agir e se comportar, o professor é aquele apto a transmitir conhecimentos mais amplos sobre o mundo, a sociedade e a profissão que iremos seguir. É através dessa docência que surgem brilhantes profissionais e grandes gênios do mercado, e se torna talvez uma das profissões mais essenciais do mundo quando se fala em formar relações humanas, competências socioemocionais e estimular o sucesso profissional e pessoal. 

No atual cenário, ser professor é muito mais do que ministrar aulas. É ser um profissional que representa e sintetiza a capacidade de “criar” seres pensantes que poderão melhorar o mundo, um papel que ocupa lugar de destaque na vida de inúmeras pessoas, porque o verdadeiro mestre não se limita apenas ao intelectual. 

No Centro Universitário Una é aquele profissional engajado e próximo do estudante, que o enxerga em sua integralidade, levando em consideração seus traços e contrastes como indivíduo único. É a pessoa que propicia um ambiente amistoso, capaz de permitir uma jornada acadêmica de maneira mais leve e empática. Um cargo solene que transcende o ensinar e abrange o amar. E para comemorar o Dia dos Professores, que foi no último dia 15, o Jornal Contramão traz uma matéria muito especial. Afinal, são eles que auxiliam na trajetória de sucesso de vários estudantes e profissionais, como também escrevem a da história da Una, essa instituição de grande reconhecimento. 

Danielle Luciana Meira Miranda, 19 anos , é aluna do último período de Design de Interiores da intituição, ela declara que, o companheirismo de seus professores lhe engaja e torna sua trajetória acadêmica mais enriquecedora. “Minha relação com os professores é ótima! Sempre mantemos o contato dentro e fora de aula, pois quando preciso de ajuda é a eles que recorro. E é total companheirismo! É sempre bom ter apoio de um profissional tão bem qualificado na área, a relação entre professor e aluno é enriquecedora para mim. Sem eles essa trajetória de aprendizado seria muito mais difícil”, conta.  

Ela ressalta ainda que, além da força de vontade e o companheirismo dos professores, ambos têm deixado, ao longo do tempo, de ser os detentores do saber e têm assumido o papel passivo de mediadores do conhecimento, onde se forma uma figura que dizima os obstáculos pessoais e educacionais dos alunos.  

E que no presente, vão além da posição de mútuo e incontestável, se tornando aqueles que criam laços para além da sala de aula e trabalham em prol da confiança e do afeto recíproco.“Para mim, professores significam sem dúvidas, conhecimento! Estar em uma sala de aula e absorver conteúdos ricos de pessoas que se dedicam a ensinar é inspirador. Jamais conseguiria desenvolver habilidades sem eles, sem os feedbacks, sugestões e críticas construtivas que me passam”, explica a aluna. 

 

Tempos de pandemia 

A pandemia do Coronavírus trouxe impactos em diversos âmbitos profissionais e camada sociais. Na classe dos docentes, não foi diferente. Professores se depararam com a mudança de rotina após o fechamento dos ambientes presenciais e tiveram que se adaptar a uma nova realidade – de forma síncrona, se desdobrado para assessorar o aprendizado de cada estudante, onde foi colocado a prova a sua capacidade de se modificar como profissional independente de qualquer situação ou cenário. 

De acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto Península (IP), que tem acompanhado a realidade e a visão de futuro de educadores durante a pandemia, em uma mostra representativa de todo o Brasil, apenas 28% dos alunos estão motivados a fazer as atividades escolares em casa. O que deixa claro e evidente o grande esforço por parte dos docentes de fazer com que a qualidade do ensino fique excepcional durantes os encontros remotos, além de dar indícios da busca incansável por buscarem ferramentas que estimulem a participação ativa dos alunos. 

Apesar de estar em um contexto sensível, segundo alunos, é possível perceber que na Una, o corpo docente tem se dedicado com garra e coragem, trabalhando afincadamente para personificar a segurança de um aprendizado ávido e representar a certeza de um futuro melhor. Amanda Daniela de Oliveira Serafim, que é estudante do quarto período de Publicidade e Propaganda, explica que possui dificuldades de atenção inerentes ao aprendizado durante as aulas de modo síncrono e afirma que, em nenhum momento seus professores cederam ou perderam prazer de dar aula diante ao atual cenário pandêmico. 

“Tenho certa dificuldade com atenção, então acho mais complicado aprender de modo síncrono mesmo. Mas ao mesmo tempo, ficou evidente o quanto os professores se esforçaram para se adaptar e manter o ensino com a melhor qualidade possível, o que ajudou bastante no processo”, afirma.

Segundo a aluna, a desenvoltura do profissional está sendo de vital importância no auxílio de seu aprendizado e de todos os graduandos de quaisquer que sejam as áreas. “Os professores são essenciais tanto presencialmente quanto remotamente. Na pandemia entrei em contato com professores incríveis que mesmo diante das circunstâncias ofereceram assistência completa e aulas incríveis durante todo o semestre, sem eles não teríamos conseguido nem metade do progresso que fizemos até aqui”, diz a aluna. 

Para o estudante Ítalo Charles Rodrigues Santos, aluno do sétimo período de Jornalismo, sua trajetória acadêmica foi atordoada por medos e inseguranças de não ser bom o suficiente em suas diferentes produções jornalísticas que vieram a ser produzidas durante a graduação. “Em alguns momentos senti medo, por desconhecer alguns assuntos e assim acreditar que não seria capaz de produzir bem e consequentemente ser um bom profissional”. 

No entanto, foi por meio da presença dos docentes que conseguiu aplicar conceitos e desenvolver técnicas, e assim reduzir suas hesitações. “É através do ambiente harmonizo que o professor permite, que o aluno se sentirá confortável e confiável para aprender a desenvolver suas habilidades, a partir das trocas e aprendizados”, explica o aluno. 

Ambos são o esboço da habilidade dos professores de se transformarem em vários aspectos para levar o conhecimento, independente da circunstância, em sua totalidade. A arte de ensinar é primordial para continuar a instigar o estudante a ter gosto e vontade de aprender, uma tarefa que não é fácil, mas que é significativa para formar grandes indivíduos e profissionais mais preparados no mercado.  

De fato, a pandemia impactou a sociedade, que talvez não seja mais a mesma daqui alguns anos, mas o papel do educador permanece relevante em todo o processo de aprendizagem e também para além dele.

Com a palavra do coordenador dos cursos de Comunicação e Artes da Una campus Liberdade

“De todas as características humanas, a que mais me encanta é a capacidade plástica dos indivíduos, podemos ser o que a gente quiser, dado o alto grau de adaptabilidade que apresentamos. Talvez por isso a educação seja um lar para mim, poucas coisas me sensibilizam tanto quanto a partilha e a multiplicação do conhecimento na transformação da vida da gente. Neste dia tão especial, quero render toda a minha admiração para cada professora e cada professor que trabalha nesta nossa casa. Em um tempo complexo e barulhento como o nosso, sigamos na coxia, certos de que há muito por fazer por este mundo, e que é junto dos nossos alunos e alunas que a mudança real e vital de fato acontece” – diz Antônio Terra, em recado para todos os docentes da instituição em comemoração ao Dia dos Professores.

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Por Bianca Morais 

O Jaleco é um equipamento de proteção individual utilizado por profissionais da saúde. A cor branca foi escolhida por representar a bondade, a limpeza e a tranquilidade, características essenciais a um trabalhador responsável por atender pessoas em uma questão delicada.

Um jaleco branco representa um profissional cuidadoso e preocupado com seus pacientes, proporcionando a eles um atendimento excelente.

A Cerimônia do Jaleco é o nome dado a uma celebração tradicional em várias universidades ao redor do país que tem como intuito ensinar os calouros a como utilizar o EPI da maneira correta. Nela os alunos recebem dicas e são orientados em quais aulas e lugares podem utilizá-los. 

Na cerimônia os estudantes vestem o jaleco pela primeira vez, é o início de um grande ciclo que ele irá começar, é a expectativa de que, dali alguns anos ele irá se tornar um responsável pela vida e saúde de muitas pessoas.

Entrar em uma faculdade não é algo fácil, existe o vestibular, o dinheiro investido e toda uma dedicação por parte do estudante, principalmente quando se trata de cursos da área da saúde, o jovem chegar ali é uma vitória por isso, a Cerimônia do Jaleco, muito além de sinalizar os calouros como utilizar o jaleco da forma correta, é uma conquista. 

No Centro Universitário Una, a cerimônia do Jaleco é um evento que acontece semestralmente nos cursos de saúde da Faculdade UNA Pouso Alegre. Idealizada pelas professoras Mariana Pereira Borges e Gabriela Yanagihara, do curso de Fisioterapia e potencializada pela coordenadora Paula Rocha, a cerimônia do jaleco teve sua primeira edição em 2020/02.

O evento é destinado a todos os alunos da saúde que iniciarão o estágio curricular obrigatório no semestre seguinte. São convidados professores do curso para celebrarem o momento e proferirem palavras de incentivo aos discentes que iniciarão suas atividades profissionais. Os educadores instruem os estudantes a convidarem seus padrinhos da graduação, ou seja, aquele familiar, amigo, parceiro que ele considera muito importante durante sua trajetória na universidade.

Para a cerimônia, a Faculdade UNA Pouso Alegre presenteia os estudantes com um jaleco bordado do curso para que ele possa usar durante suas atividades de estágio.

Um cerimonialista é convidado para realizar a narração do evento que se inicia com uma abertura oficial, além da fala da direção e da coordenação. Posteriormente, acontece a homenagem dos professores de cada curso e esse é um momento emocionante, pois normalmente são convidados docentes que estiveram com a turma desde o começo do curso, e suas palavras se comportam como um “envio” desses alunos e um voto de confiança de que estão preparados para a atuação profissional.

O terceiro momento acontece com o proferimento do juramento de cada curso. Nesse momento, um professor profere o juramento e os estudantes simbolicamente fazem o gesto. Depois do juramento, os padrinhos convidados ajudam o aluno a vestirem seus jalecos o que simboliza a confiança depositada neles e o orgulho pelo caminho que trilharam.

Ao final do evento, os estudantes são convidados a se expressarem e a adesão é muito alta. “Podemos presenciar momentos de alegria, emoções, testemunhos e falas que tocam nossos corações. Houveram momentos que os familiares tomaram a fala e homenagearam os alunos”, diz a coordenadora Paula Rocha.

A cerimônia se encerra com uma apresentação com música e fotos das turmas, preparada pela comissão de organização do evento.

“Diferente de outras faculdades, em que a cerimônia do jaleco acontece no início do curso, nós da Faculdade UNA Pouso Alegre realizamos ao final, pois entendemos que esse é um momento marcante para a entrada do aluno no campo de estágio. É um momento personalizado para a turma e que eles esperam com muita ansiedade. Acreditamos que realizar a cerimônia como celebração dessa ponta final do curso é algo muito especial e que tem cativado os estudantes”, completa Paula.

As duas edições realizadas foram remotamente dada a questão da pandemia, o que permitiu ser aberto para familiares e amigos. Para as próximas edições o desejo é realizar em ambiente presencial, a depender do número de alunos.

“Para nós, da Una, esse evento é nossa marca. É o momento mais importante da vida e sonho do nosso aluno e, portanto, nossa missão cumprida”, conclui a coordenadora.

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Após mudança de nome, a cafeteria fechou parceria com a Una a fim de auxiliar na inovação da marca visando mais requinte e sofisticação.

Por Keven Souza

Existem alguns pequenos prazeres na vida, para os amantes de café, não há explicação lógica que atenda à dimensão do sentir o aroma e sabor da bebida. Não importa se a pessoa é entendedora de grãos, se acrescenta açúcar ou chantilly, o que realmente conta de fato é a qualidade e as distintas sensações que o café pode fornecer. Tem quem goste de cafés especiais, aqueles que seguem padrões de qualidade, diversidade e processo. Para este estilo, são exigidos cuidados especiais de cultivo e preparo por conter propriedades intrínsecas, a fim de oferecer uma bebida “premium” com aspectos sensoriais.

Em Belo Horizonte, a Manní Cafés Especiais é uma cafeteria que tem como propósito oferecer interações sociais, além de uma experiência em cafés com diversidade de origens e de métodos de preparo. Carrega consigo a sustentabilidade dos produtos que comercializam, além de trazer com excelência e com procedência, a vocação natural para produzir grãos de qualidade e incentivar o comércio direto entre o produtor e toda a cadeia de valor do café especial. 

Por estar dentro da Una Cine Belas Artes não só acreditam em pessoas, como também se movimentam por elas e para elas, é um espaço que valoriza todo o caminho da bebida e o que está além da xícara. Nesta perspectiva, entende que assim como pessoas, marcas tendem a se mover e precisam evoluir. Por isso, ao existirem para representar a essência do café premium, a cafeteria passou por uma reformulação de identidade visual a fim de inovar a marca visando mais requinte e sofisticação. 

Na decisão, a Fábrica (coletivo dos laboratórios de economia criativa da Una), através da Agência Luna, trabalhou junto ao diretor criativo e profissional referência do negócio, Renato Falci, a fim de auxiliar no rebranding da marca, pensando em conceitos, valores e referências, para ‘repaginar’ a cafeteria sem se quer perder os seus princípios que os fazem ser únicos. A ação denominada de “Rebranding do café Paladar Espresso” teve início em abril deste ano e foi finalizada em julho.

O projeto contou com a participação de Leonardo Cândido, como cliente, Renato Falci, enquanto diretor criativo e profissional referência do negócio, Victória Moura e Giulia Cortesi, no papel de alunas do curso de Publicidade e Propaganda e diretoras de criação e arte do time, Letícia Dias, bem como líder do Núcleo de Moda Una com a gestão de parcerias e Larissa Santiago com a direção técnica, na função de coordenadora do projeto.

Leonardo da Silva Ferreira Cândido, que é administrador da cafeteria, explica que, a proposta da parceria acontecer junto à Fábrica, decorreu pela a sinergia entre a Una e o Cine Belas Artes, que já havia sido instaurada pelo patrocínio do Grupo Ânima. Com isso, surgiu a ideia de se aproximar ainda mais da faculdade, para que, por meio do branding da Manní, os alunos pudessem acompanhar na íntegra o processo de desenvolvimento de reestruturação de identidade do espaço.

“Cheguei a contratar um especialista em gestão de projeto de branding, no caso Renato Falci, para desenvolver uma marca nova para a minha cafeteria. O mesmo sugeriu que eu entrasse em contato com a Una, para que os alunos acompanhassem de perto o processo de desenvolvimento do projeto, pois a ideia era se aproximar da instituição, uma vez que estava estabelecida a parceria com o cinema”, explica o responsável pela cafeteria. 

Desde 2019, a cafeteria estava operando com o nome de Paladar Espresso, no entanto após o projeto, o espaço passa a ser chamado de Manní Cafés Especiais. De acordo com Leonardo, foi a experiência de Renato como gestor de projetos de branding e sua atuação no mercado de cafés especiais, junto ao suporte das alunas da Una, que facilitou o desenvolvimento dos conceitos da atual marca e consequentemente trouxe efeito positivo no resultado final. “O atual nome tem inspiração na região que deu origem ao café e a estética da logomarca tem como referência e inspiração as artes dos povos originários que estão localizados dentro do cinturão do café”, salienta Leonardo.

O que muitos não sabem é que, ao possuir características extensionistas, o projeto condiz com o posicionamento da Una, de se empenhar para impulsionar seus estudantes a serem protagonistas do seu próprio futuro. Larissa Santiago, que é publicitária especialista em Inteligência de Mercado e foi coordenadora dos alunos nesta ação, afirma que, o fato das estudantes terem atuado a favor de desenvolver um projeto de marca para uma empresa real, voltada ao setor de vendas, é de grande valia para proporcionar a autonomia de ambas em atividades requeridas no mercado, além de estimular a construírem um portfólio rico e diverso. 

“Durante o processo, puderam aplicar metodologias aprendidas em sala de aula na prática e ter a orientação dos profissionais com experiência no mercado envolvidos. Isso tudo de forma online, ou seja, se desenvolveram enquanto profissionais com soft skills para enfrentar modelos de trabalho do futuro – híbridos e remotos”, afirma Larissa, sobre as habilidades estimuladas aos alunos.

Ela explica que as principais funções das estudantes aconteceram em várias etapas, entre elas a criação do nome e do design da marca, onde acompanharam e contribuíram com o desenvolvimento do projeto liderado por Renato. E que foi desenvolvido, junto ao profissional, a construção de missão, visão e valores da empresa; o manifesto, arquétipo e linguagem visual da marca; o processo de Naming e o benchmarking; além do estudo e pesquisa para apoiar na criação da logo; entre outras funções. 

Para a estudante Victória Moura, que foi uma das alunas atuantes no projeto, a palavra que sintetiza sua participação ao longo do processo, é a gratidão. Ela decidiu entrar para ação com intuito de aplicar seus conhecimentos adquiridos em sala, mas muito antes da sua participação, havia em si mesma a inquietação para atuar em novas áreas profissionais e foi durante o projeto que a decisão de migrar de Social Media para estrategista de marca, de fato aconteceu. “Entrei com intenção de aplicar algumas leituras e cursos que concretizei e claro, desenvolver o projeto como um passaporte de entrada para o mercado”, diz a aluna.

Sua função, ao lado de sua colega Giulia Cortesi, foi trabalhar no backstage a favor de auxiliar na parte estratégica da marca com a elaboração de conceitos e ideias essenciais para definir a identidade visual final. Uma tarefa que, não só a ajudou a ampliar sua compreensão sobre técnicas e habilidades do universo do designer gráfico e publicitário, como também, abriu novas oportunidades de trabalhar em novos projetos como freelancer. 

“Absorvi uma gama muito mais ampla de técnicas e ferramentas de planejamento de marca, que proporcionam atuar em vários aspectos de uma mudança visual. Isso certamente mudou o rumo da minha formação, que com certeza agora é mais robusta e de cunho mais especialista. Talvez um diferencial, que me abriu portas para fechar projetos de marcas acima dos quatros dígitos financeiros”, ressalta a aluna. 

Após a finalização do projeto, a Manní Café Especiais, tem se esforçado para pensar em um cardápio variado que harmonize com o café, seja ele em qual método ou estilo for. Hoje, a atual marca trouxe melhorias no delivery e estima-se possuir, atualmente, maior frequência por parte de clientes que consomem tanto pelo site, quando retiram ou solicitam no local. 

O resultado da nova identidade visual tem sido sucesso, principalmente pelos amantes do café, onde se percebe toda a ligação com a marca e o produto. “Há maior compreensão por parte das pessoas, de que somos mais do que uma cafeteria de cafés especiais e isso tem feito toda a diferença. Já tenho clientes vindo exclusivamente para o café por causa da diversidade dos nossos grãos e premiações”, define Leonardo da Silva Ferreira Cândido, sobre a finalização do rebranding

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Por Keven Souza

Vinícius Vieira Costa, que é pesquisador e doutor em Química, trabalhou por muito tempo como professor e coordenador acadêmico da área de Engenharias. Foi diretor de negócio das unidades centrais de Belo Horizonte, onde fortaleceu, através da sua eficiência operacional, a Elaboração de Planos de Desenvolvimento Institucional e Processos de Autorização e Reconhecimento de Cursos a favor de prospectar melhores resultados voltados ao ambiente interno da Una. 

Com vasta experiência no mercado, Vinícius, é hoje, diretor microrregional das unidades educacionais da instituição localizadas em Conselheiro Lafaiete, Itabira e Pouso Alegre, no qual  trabalha na Gestão de Processos, Desenvolvimento de Pessoas e no Marketing de relacionamento B2B. Em entrevista para o Contramão, Costa, comenta sobre sua trajetória junto à Una  e compartilha vivências de vida e mercado. Confira!

Como surgiu o convite para ingressar na Una e por quê decidiu fazer parte da instituição? 

Entrei na Una como professor em fevereiro de 2015. Havia uma vaga em aberto, quando soube logo enviei meu currículo e participei do processo seletivo. Mais tarde recebi a notícia de que me deram a oportunidade de entrar para a instituição. Sou muito grato a Una, porque é onde eu desenvolvi minha carreira de fato. Antes disso, eu já era pesquisador, trabalhava com química, especificamente com fragrância, só que em 2016, como a vida nos surpreende, com muito orgulho acabei entrando para a área acadêmica. Assumi a coordenação e em um ano e meio acabei sendo promovido a coordenador de curso. Digo que é como se tivesse ganho na loteria, porque a empresa não me conhecia 100%, então confiar em mim para atuar como gestor da Una Aimorés foi uma experiência incrível. 

Afirmo hoje que, é algo que me trouxe visibilidade na instituição e me recordo que desde o início, o que me encantava na Una, foi o nicho de projetos extensionistas. Acredito na importância de trabalhar com este viés, que tanto a Una, quanto a Ânima, como todo, estão se fortalecendo para trazer essas atividades, ao lado sociedade. Lembro que no passado não era assim e hoje, graças a nossa matriz, os projetos estão fortes e partem da premissa de serem extensionistas.

Você está há quase 7 anos junto à Una, o que a instituição representa para você? 

Em 2018, após anos como professor e coordenador, acabei assumindo o cargo de diretor, desde o inicio minha carreira teve uma ascensão muito rápida e sou expressivamente grato ao meu líder atual, Rafael Ciccarini, e agradeço a todos os meus líderes passados que acreditaram no meu trabalho. Na minha visão, gratidão é a palavra que resume a Una para mim,  poder trabalhar numa instituição de ensino como esta é estar em volta de inúmeras pessoas, de diferentes áreas, se agregando e enriquecendo culturalmente, somando-o à nossa carreira de forma brilhante. 

Quais foram as principais ações e projetos que realizou a favor das unidades da Una?

Digo que participei de inúmeros projetos que vieram a somar bastante à Una como instituição de ensino, um deles se chamava i-Polinovar. Lembro que o apresentei numa entrevista com outro professor, logo quando entrei na Una Liberdade. O projeto foi criado para atuar com oito cientistas e pesquisadores, durante oito minutos debatendo diversos assuntos. Trabalhei também na integração e imigração dos cursos da Av Raja Gabáglia e Barro Preto para o campus Aimorés. Assumi, como desafio, projetos e ações de cidades do interior. Participei também da troca de marca da Unibh da Cristiano Machado para a Una. Uma trajetória extensa e cheia de ações. 

Por muito tempo você foi professor, o que te motivou a exercer o cargo? Esse papel lhe traz orgulho e boas lembranças? 

No que diz respeito a docência,  sempre gostei de atuar em vários âmbitos, minha trilha para trabalhar em sala de aula aconteceu em torno do acaso, porque não imaginava e nem pensava em ser professor, mas nunca disse também que não seria. Lembro que para escolher qual graduação cursar, a decisão de entrar para química foi difícil, pois gostava de história, engenharia, biologia… E em um certo momento algo me direcionou para aquela área e da mesma forma aconteceu com a docência. Após fazer a licenciatura em química, houve uma maior convergência para atuar de fato na área acadêmica.  A princípio lecionava projetos, cursinhos e aulas para o EJA, algo que me aconteceu organicamente e de forma natural. 

Hoje tenho planos de trabalhar em treinamentos empresariais, voltando mais para a área técnica, onde me especializei de fato, pensado por aí atuar como químico também, sem deixar de prosseguir com a parte acadêmica. 

Na sua visão, a mudança da grade curricular da Una para o novo modelo de ensino de UCs é pensada como uma evolução e transformação no ensino superior? 

Como químico tenho propriedades para dizer que todo modelo de ensino tem seus pontos fortes e suas fragilidades, e na educação usamos este modelo para passar de maneira eficaz o conhecimento, mas de todos os que já presenciei, o modelo atual da Ânima, que trabalha em forma de unidades curriculares (UCs) integradas a favor do Ecossistema de Aprendizagem circular, é um  dos mais assertivos e futuristas. 

É normal levarmos um tempo para entendermos a ideia do novo currículo, mas a proposta dele vem para avançarmos no quesito de proporcionar ao aluno o antecipamento de certificados e aplicação imediata de conhecimentos específicos ou teóricos ainda na graduação. Esse método em um processo seletivo, por exemplo, é de vital importância para colocar nossos estudantes à frente no mercado e afinal isso condiz com nosso posicionamento. 

Em relação ao seu atual cargo, como está sendo a experiência de administrar as unidades da Una em diferentes cidades? 

Incrível e ao mesmo tempo muito interessante! Por estar trabalhando direcionado a unidades do interior, voltado a cidades diferentes com múltiplas culturas e realidades, há uma absorção extrema da riqueza e diversidade regional de cada lugar. Como disse, gosto de explorar e conhecer novos lugares, poder estar em Itabira, Conselheiro Lafaiete e Pouso Alegre é estimulante, porque continuo residindo na capital e transitando por esses municípios, não como turista, mas sim como profissional. E não me imagino estar em um ambiente estável sem novidades e por sorte na Una as coisas são dinâmicas. E isso para mim é gratificante.

Como você avalia sua trajetória no mercado e seu crescimento profissional até hoje? 

Acredito que a minha jornada foi pautada por um crescimento instantâneo. Parto da premissa de que nossa carreira profissional não começa aos 18 anos e se finaliza na aposentadoria, penso que somos seres constantes e particularmente possuo planos ao lado da Ânima e também fora dela. Talvez seja possível trabalhar futuramente em projetos e consultorias, algo mais pontual, que aconteça paralelamente a vida acadêmica.

Vejo o emprego, atualmente, como dinâmico, o que vimos na pandemia só concretiza essa tese, você pode contratar um profissional excelente que resida em outro território, por exemplo, que por meio do uso da tecnologia o trabalho acontece da mesma forma. Então analiso a questão da carreira de forma bem otimista e processual, precisamos preocupar com a nossa trilha profissional e não focar no cargo em si, porque o cargo é fluído, a gente muda de posição a qualquer momento, comigo foi assim na Ânima e sempre será assim, gosto disso, pois é uma oportunidade de traçar novos horizontes e assumir vieses paralelos. 

Em sua trajetória profissional, você se tornou pesquisador, essa é uma área importante e necessária para o Brasil? 

Como já trabalhei com ciências desde a minha graduação, tive muitas oportunidades envolto da pesquisa de vanguarda e afirmo que é uma área necessária e que carece de crescimento econômico e desenvolvimento tecnológico no país, além de uma triangulação flexível entre a universidade, a pesquisa e o mercado. 

A pesquisa tem que ser aplicada e direcionada à atender as necessidades do mercado com propósito de desenvolver a ciência pelo seu ser. É super importante visualizamos a carência que nosso país sofre de desenvolvimento público. O mercado possui hoje mais interesse nesse investimento, então falta esse casamento entre universidade e empresa, para termos a oportunidade de contar com o dinheiro privado e possuir mais recursos de financiar as pesquisas e não sermos totalmente dependentes do dinheiro público. Acredito dessa forma e precisamos correr neste eixo. Além disso, vejo a Ânima mais próxima da linguagem do mercado, o relacionamento que temos com o canal empresa abre muitas possibilidades de desenvolvermos pesquisas de forma aplicada e eficaz. 

Na sua opinião, a educação vem sendo um instrumento poderoso que transforma, por meio do conhecimento, diferentes realidades sociais? A Una acredita nesse propósito?

O nosso país é vasto, temos uma extensão territorial enorme a nível continental, só que é uma Federação carente e diante disso, o posicionamento da Ânima é acreditar na transformação da sociedade por meio da educação. Vestir essa camisa, principalmente no Brasil, é entender que não é transformar a elite por meio da educação e sim, transformar a massa e o país como um todo. O que inclui pessoas de baixa renda, que observam na educação a oportunidade de desenvolverem sua ascensão profissional, pessoal, econômica e cultural. 

E afirmo que é um posicionamento ousado e muitas vezes difícil, posto que é indispensável uma acessibilidade aos diferentes perfis de brasileiros que se tem no país, mas que motiva a todos nós que trabalhamos para a empresa, a prezar e priorizar a qualidade acadêmica, algo que estamos alcançando cada vez mais. 

Como foi e como está sendo ser diretor de unidades da Una? 

É simples, quando se é professor você tem ao seu alcance o poder de transformar as ideias em nível local, através de uma turma, e como coordenador você consegue mudar uma gama de cursos com um olhar mais macro. Sendo diretor seu olhar é voltado ao microrregional, onde se faz um trabalho traçado em relacionamento de equipe, direcionamento e entrega de resultados. Ou seja, você sai de uma visão técnica para uma visão gerencial e estratégica.

E por causa disso, acredito que, por vim da área técnica, a bagagem dos antigos cargos possam ter me ajudado a desenvolver o braço de gestor. As promoções de assumir como coordenador e diretor, foi a oportunidade de aumentar e expandir minha visão sistêmica. Reafirmo o que disse, as competências são desenvolvidas quando você busca experiências diferentes para atuar de forma mais solene e ávida. 

Estando onde você chegou, por meio da educação, qual conselho você daria para os alunos que pretendem alcançar o sucesso profissional em suas respectivas áreas? 

Aproveitem todas as oportunidades. Temos um ecossistema educacional bem diversificado culturalmente e regionalmente, então façam parte das ações e desenvolvam a autonomia de correr atrás e usufruir dos nossos diferenciais. Sejam proativos!

A Una completa seus 60 anos em outubro, deixe um recado para marcar essa data tão especial. 

Todos esses grandes marcos, como 50, 60 e 100 anos, são períodos interessantes para fazermos uma reflexão da nossa trajetória. Essa data, por si só, está sendo demasiadamente importante, pois estamos passando por uma pandemia e mesmo assim tivemos grandes evoluções ao longo desses anos, como a atualização da matriz, a mudança na forma de agir com o mercado e parceiros, o crescimento exponencial da nossa companhia (Una). Somos a Una que começou com poucos cursos no início e hoje se tem diversificação em áreas. 

Então é o momento de refletirmos sobre nossa história e prospectar os próximos caminhos, como os 70 anos. E vamos em frente, para continuarmos sendo reconhecidos como uma instituição diferenciada e disruptiva. 

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Por Bianca Morais

Nesse mês de setembro, a unidade da Una no Barreiro, completa seus 15 anos, mesmo ano em que o Centro Universitário Una completa seu sexagenário. O campus localizado na região do Barreiro, uma das mais movimentadas da capital mineira, é sem dúvidas um local que abriu portas e oportunidade para aquela localidade.

Atualmente a região, que se industrializou em meados do século XX, se modernizou, expandiu e entre as regionais de Belo Horizonte é uma das mais populosas, com cerca de 300 mil habitantes, distribuídos em 54 bairros. Caso fosse emancipado, o Barreiro estaria entre uma das maiores cidades do estado.

Agora imagine, um belo horizontino, que carrega consigo a vontade de fazer uma faculdade, que vive e trabalha na região, precisar se deslocar para o centro da capital ou lugares mais distantes para estudar. Um dos lemas do Grupo Ânima, mantenedor da Una, é “Transformar o país pela educação”, oferecendo um aprendizado de excelência, com os melhores profissionais do mercado, incluindo inovações e melhorias, e foi dessa maneira que há 15 anos a instituição chegou no Barreiro.

A Una Barreiro está localizada dentro do Via Shopping, o principal centro comercial da região, e próximo a importantes indústrias. O aluno tem a sua disposição no lugar, modernos laboratórios de informática, laboratórios de empresas simuladas, áreas de convivência e biblioteca com amplo acervo. São mais de 3 mil estudantes, distribuídos em mais de 36 cursos de graduação das áreas de saúde, ciências agrárias, humanidades, engenharias, Tecnologia, Ciências Jurídicas e Gestão.

 

O início de tudo

A unidade inaugurou com os cursos da área de Gestão, sobretudo, tecnólogos como Processos Gerenciais, Gestão de Recursos Humanos, Comercial, da Qualidade e Logística, além dos cursos tecnólogos da área de tecnologia como Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Em seguida, diante da autorização do MEC e da grande demanda, iniciaram os cursos de Engenharias: Civil, Mecânica e Produção.

Os cursos tecnólogos de gestão e tecnologia tinham alta procura, mas a oferta dos cursos de engenharias foi o grande marco do crescimento da unidade, chegando a formar seis turmas simultâneas. Durante a trajetória do campus existiram alguns marcos de aumento procura divididos por áreas. No começo foi na área da gestão, com os cursos tecnólogos e depois de bacharelado, como o curso de Administração. 

Os cursos de engenharias deram seu pontapé inicial em 2012, com uma grande busca na região do Barreiro e do entorno, iniciando o semestre com a entrada de aproximadamente 300 alunos apenas nestes cursos: Engenharia Civil, Engenharia Mecânica e Engenharia de Produção. Posteriormente, a área da saúde iniciou no campus trazendo muita demanda e aumento do portfólio de nossos cursos possibilitando a oferta de serviços à comunidade com a Clínica Integrada da Saúde.

Atualmente os cursos mais procurados são os da saúde, Direito e Psicologia. 

“A UNA Barreiro teve um crescimento de portfólio de cursos permitindo o acesso da comunidade local em cursos superiores de qualidade. O campus além da sua grande ampliação foi projetado de forma que a comunidade fizesse parte com possibilidade de prestação de serviços como clínica integrada da saúde, NPJ, Bureau”, conta Tatiane Puiati, diretora do campus.

 

Os projetos da unidade

A unidade se localiza em um polo industrial em constante crescimento, por isso, está sempre promovendo projetos que contribuem com o despertar dos jovens para o conhecimento científico, como é o caso do “Viver Ciência”.

O projeto Viver Ciências iniciou através do discurso de um palestrante no simpósio dos professores, que relatou a experiência do aluno do ensino médio de vivenciar a ciência dentro de uma universidade, com a vivência e orientação dos professores do ensino superior e a proximidade de vivenciar uma universidade, despertando o interesse de um cursar uma faculdade. 

A então coordenadora, Iracema Campelo, idealizou o projeto com os professores da área de engenharia, visando contribuir para o desenvolvimento dos alunos da rede pública do ensino fundamental na área de ciências, pensando no aprendizado baseado na experiência do aluno.

O projeto inicialmente foi direcionado aos cursos de engenharias com a oportunidade dos estudantes vivenciarem práticas nesta área, podendo ser ampliado para outras possibilidades como gestão e tecnologia. Ele permite uma formação dos alunos de ensino médio de comportamento, soft skills, raciocínio lógico e práticas em química e física possibilitando o aprendizado na prática.

Além do projeto Viver Ciência, a Una Barreiro procura estabelecer uma relação com a comunidade de parceria e oferta de serviços como a Clínica Integrada da Saúde com atendimentos na área de nutrição, fisioterapia e psicologia. Inclusive, a inauguração dela será feita de forma presencial como uma das comemorações do aniversário de 15 anos, a clínica já está em funcionamento, no entanto, em função da pandemia, ainda não tinha ocorrido.

“Temos o serviços de jurídico através do núcleo de práticas jurídicas. A UNA Barreiro também oferece atendimento de serviços através do Beta – Bureau (Escritório) de Engenharia, Tecnologia e Arquitetura com atendimento de revitalização de praças junto às prefeituras, projetos de arquitetura e civil, desenvolvimento de sites e aplicativos e assessoria nessas áreas”, explica Tatiane.

Tendo parcerias com a prefeitura de Belo Horizonte, Ibirité, Sarzedo, Comunidade Viva do Barreiro e todas as empresas da região, a Una Barreiro oferece atendimento em todas as áreas do conhecimento como:

– Clínica de psicologia

– Clínica de Nutrição

– Clínica de Saúde

– Serviços Jurídicos através do NPJ

– Serviços Financeiros e Contábeis através do NAF

São atendimentos gratuitos e desenvolvimento da comunidade, escolas e empresas da região através dos mais de 30 projetos de extensão realizados pelos alunos e professores a cada semestre.

Os 15 anos

Nesse aniversário de 15 anos da Una Barreiro, a unidade pretende valorizar a comunidade local que faz parte da história do campus, dos alunos e professores. 

“Estamos investindo cada vez mais na infraestrutura, qualidade acadêmica e na área de saúde e ciências agrárias”, conclui a diretora.

Com a palavra, os alunos

Geisiane Bonifácio Andrade

“Ingressei na UNA em agosto de 2018 através de prova vestibular, no curso de Administração – LF Administração de Empresas. Estou na reta final, cursando o 7º período do curso. Escolhi o Campus Barreiro, pela proximidade da minha casa, já que moro no bairro Diamante.

Consigo estudar, graças a oportunidade do programa Pravaler. Eu não teria condições de pagar a mensalidade integralmente e, pelo que sei, é um programa que outras universidades não tem. A UNA tem me atendido muito bem nesses 3 anos e meios que estou por aqui, sempre que precisei foram atenciosos e dedicados a resolverem os problemas. Gosto da liberdade de expressão e criação que eu tenho dentro da Una, posso criar, posso projetar, posso propor e isso é algo que pra mim, faz toda a diferença.

Sempre tive uma boa referência do Centro Universitário Una. Ouvia conhecidos dizendo que a qualidade de ensino era muito boa e que a faculdade estava preparando profissionais para um mercado de trabalho que estava cada vez mais competitivo. E eles tinham razão, nesses 3 anos e meio de curso, a UNA vem de fato me preparando na prática para o mundo lá fora, desenvolvendo em mim as competências de hard e soft skills, tão necessárias para se competir no mercado.

Na UNA eu sou líder de turma há 6 períodos, há mais ou menos um ano me tornei também representante do curso no colegiado do MEC. Criei uma relação de carinho, admiração e respeito com meus professores e meu coordenador. Se eu puder citar: Wander Moreira, Fabiana Almeida, Paloma Xavier, Patrícia Nascimento, Cláudia Martins, Frederico Vargas e meu coordenador Flávio Santos que, desde a primeira vez que pude ouvi-lo em sala, falando sobre administração e o poder da gestão, eu me senti inspirada e sabia que tinha acertado na escolha do meu curso, porque era exatamente o que eu queria. Por diversas vezes me coloquei pessoalmente para eles, com questões de trabalho, projetos, desenvolvimento de carreira e etc. Eles sempre ouviram e apoiaram da melhor maneira possível.

Recebi menção honrosa em Maio de 2021 da UNA Barreiro pela arrecadação de alimentos na campanha Drive Thru solidário.

Participei de muito eventos bacanas na universidade, mas três, são bem marcantes para mim:

  •   Summaê da Gestão
  •   La Casa da Gestão
  •   Rei & Rainha das Exatas

Participei também, por dois semestres consecutivos, do Canal Integrado da Gestão que traz uma vivência muito marcante de como é a realidade de diversas empresas. No projeto, realizamos uma consultoria com as empresas. Ouvimos suas dores, visualizamos os problemas e com base no conhecimento adquirido em sala, de modo analítico, criamos soluções, projetos de melhoria e apresentamos aos empresários. E é uma alegria imensa, você, ainda que estudante, possa ajudar um empresário a tocar melhor seu negócio e dar para ele e sua empresa uma nova perspectiva. Nesse projeto de extensão, tive a chance de ajudar duas empresas.

Nos projetos interdisciplinares (semestrais), fui muito marcada pelo grau de dificuldade e desafio que os professores sempre propuseram, mas também, sobretudo, pelo resultado alcançado. Três projetos me marcam muito:

  1. Elaboração de Plano de Negócios, de acordo com a cartilha do Sebrae no 5º período. Nós elaboramos o plano de um PETSHOP – Vida Animal, foi muito difícil pensar em todas as variáveis que um empreendedor precisa ter em mente antes de abrir uma empresa, mas por fim, elaboramos um plano interessante, capaz de gerar uma lucratividade palpável.
  1. Criação de uma empresa Sustentável, no 4º período. Nós criamos uma empresa de roupas chamada AMBIENTE. As matérias primas como algodão orgânico, seriam utilizadas na confecção, para além de reutilização da água utilizada na fabricação do Jeans. E no mundo de hoje, é difícil imaginar a sustentabilidade né? Foi desafiador, mas por fim conseguimos unir o Sustentável com o Rentável.
  1. No meu 2º período tivemos liberdade para escolher a proposta de trabalho. Eu sou muito ligada ao social, sendo voluntária e engajadora de alguns projetos que têm ajudado centenas de pessoas a ter dignidade. Pensando nisso, quis fazer algo para levar o conhecimento adquirido em sala para outras pessoas. Pensei no nicho de jovens e criamos o projeto “Financial Umbrella Academy” para jovens do ensino médio, em regiões de alta vulnerabilidade social do Barreiro. Esse projeto se mantém hoje suspenso, por conta da situação de pandemia, mas, após o segundo período, continuamos indo às escolas, palestrando e mudando vidas com aulas práticas, um material didático totalmente adaptado a linguagem do público-alvo e aplicação de conteúdo lúdico através de um jogo de tabuleiro que criamos, para deixar a abordagem mais divertida. Esse, sem dúvidas, é o projeto que mais me marca. A UNA apoiou muito esse projeto, inclusive se disponibilizando a fornecer certificados para os alunos participantes e brindes”.

 

Fabrício Adriani

 “Entrei na Una Barreiro em agosto de 2018 para o curso de Administração de Empresas, escolhi a unidade por morar na mesma região, e atualmente, está atendendo minhas necessidades. Neste 2º semestre de 2021, estou no 7º período.

Desde quando eu entrei na Una sempre procurei estabelecer um bom networking tanto com meus colegas de sala quanto professores e coordenadores. Flávio, por exemplo, sempre foi meu coordenador e me deu vários conselhos em relação a carreiras e processos seletivos. Teve uma matéria que ele nos ministrou sobre gestão de pessoas, onde eu peguei várias insights chaves sobre comportamento humano, relacionamento entre colaboradores e colegas de trabalho, ele é uma pessoa ímpar e realmente entende desse assunto e sempre me ajuda em vários pontos.

Até hoje eu pude participar de projetos de extensão que instigaram habilidades de colocar em prática o que aprendi em sala de aula, além de participar de palestras que me trouxeram insights importantes para minha trajetória.

Um projeto de extensão que eu gostei bastante de fazer foi no semestre passado onde nós colocamos em prática realmente aquilo que aprendemos com a professora, foi um projeto de marketing digital onde tivemos que fazer uma consultoria com uma pessoa, realmente pegamos ali na prática, no dia a dia, para entendermos exatamente o que acontece nesse processo de consultoria de marketing digital. Foi uma experiência incrível e uma ótima oportunidade para aprendermos.

De modo geral, tenho uma boa relação com meus professores e colegas de sala, e é justamente isso que eu acredito que uma faculdade mais agrega: o networking construído”.

 

Gabriel Alves Ferreira

“Eu gosto muito de falar que a UNA me encantou, em um primeiro momento, ingressei na faculdade pelo PROUNI, que sem dúvida, nas condições que vivia, era a única forma de conseguir dar o primeiro passo para a construção do meu currículo e trajetória no mercado de trabalho. Sempre acreditei que a faculdade engrandece o currículo de qualquer profissional, possibilita um leque de novas oportunidades, torna cada vez mais possível ser um profissional apto para a disputa do mercado, e junto a isso auxilia o amadurecimento na exploração do melhor potencial pessoal.

Durante a minha trajetória dentro da faculdade obtive a oportunidade de vivenciar momentos ímpares, que ao longo do caminho me tornaram mais maduro com os desafios de ser universitário. Aprendendo a conciliar, trabalho, estudo e vida pessoal.

Das aulas presenciais até a chegada das aulas remotas, sem dúvida foi o maior desafio durante esses anos na faculdade. Contudo, a instituição me trouxe a proximidade de ter aulas remotas como qualquer uma que fosse lecionada no presencial. O fácil acesso ao corpo docente e áreas de apoio, trouxe a tranquilidade em encarar esse novo momento de forma abraçada.

Toda essa experiência vivenciada dentro da UNA, fez com que minha vida profissional pudesse experimentar novas oportunidades. Diante das aptidões que agreguei durante a minha graduação, me trouxe o crescimento profissional, que me permitiu assumir novos papéis dentro da minha corporação, total ligado à área de gestão. Proporcionando executar tudo aquilo que aprendo no meu dia a dia na universidade.

O curso de Gestão Comercial por ter um viés interdisciplinar nos faz sair um pouco da perspectiva de formação muito específica – com o currículo extremamente rico oferecido pela UNA, é possível construir conhecimentos relativos tanto à gestão comercial quanto à gestão de empresas, aumentando assim a empregabilidade do egresso, construindo uma visão mais crítica do mundo e, a partir daí, a maturidade para enfrentar desafios profissionais e pessoais.”

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Por Keven Souza

O ato de brincar é um comportamento presente em todas as culturas, cada qual com suas particularidades, trás por meio da brincadeira o desenvolvimento intelectual, afetivo e social da criança, como uma linguagem importante que resulta positivamente na fase infantil. Além de ser um direito dos pequenos, a brincadeira é uma atividade lúdica, em que a criança relaciona ideias, estabelece relações, forma conceitos, reforça as habilidades sociais, desenvolve a expressão oral e corporal, reduz a agressividade, constrói o seu próprio conhecimento e integra-se na sociedade.

A Brinquedoteca da Una Itabira está sendo desenvolvida com reflexo nessas nuances, para compreender, de maneira eficiente, o quão necessário é obter um espaço destinado a facilitar o ato de brincar para estimular a criatividade, imaginação e comunicação dos pequenos através de jogos pedagógicos, brincadeiras populares, brinquedos diversos, leitura de livros de histórias infantis e a produção dos seus próprios brinquedos.

O projeto, com metodologia extensionista, já acontece de modo online e tem por objetivo propiciar um ambiente de aprendizagem multidisciplinar com referência para o desenvolvimento de atividades lúdicas na infância, além de fomentar a pesquisa acadêmica, por meio de estudos e reflexões, direcionado aos alunos que queiram compreender as principais teorias que fundamentam o espaço criativo.

Encontros virtuais da brinquedoteca Una Itabira

 

A importância do ‘cantinho’ lúdico

A primeira ideia do espaço criativo surgiu em Los Angeles, em 1934, com a pretensão de resolver o problema de uma loja de brinquedos que estava sendo furtada por crianças de uma escola pública da vizinhança. Naquela época, a solução foi criar um serviço de empréstimo de brinquedos para toda a comunidade. Hoje, estão espalhadas por todo o mundo. Começaram em espaços educacionais como as escolas, foram modelos padronizados para os centros médicos e, finalmente, chegaram nos espaços residenciais, sendo ponto de encontro das crianças da vizinhança do bairro ou dos condomínios que dispõem dessa infraestrutura, além de estarem no ambiente acadêmico como metodologia de estudo e pesquisa para inúmeras áreas que se interessam pela educação infantil.

Desde então, a brinquedoteca tem sido um dos maiores instrumentos pedagógico educativo na interação e vivência das crianças, que por meio dela, podem explorar um mundo mágico, onde é permitido o “faz de conta” impregnado de criatividade, manifestações de afeto e apreciação pela infância de forma harmoniosa e prazerosa.

Nessa perspectiva, o projeto Brinquedoteca tem o papel fundamental de informar a comunidade local sobre a importância do brincar dos pequenos. Sendo a segunda vez ofertado aos alunos, é hoje liderado pela professora Cristina Garcia, que está a frente da extensão desde seu início em março de 2021, direcionada a orientar e coordenar as diferentes ações propostas na extensão. 

“O projeto tem por objetivo criar um ambiente de aprendizagem de referência para o desenvolvimento de atividades lúdicas na infância, valorizando o ato de brincar e contribuindo na formação de professores e outros profissionais para a atuação na educação infantil”, explica a professora  Cristina Garcia, sobre a idealização do projeto. 

Neste semestre o foco será a organização e montagem do ambiente de fato da brinquedoteca, com acervo de brinquedos, jogos e materiais pedagógicos. Cristina Garcia, afirma que existe uma articulação para promover o espaço efetivo da brinquedoteca e que houve uma expectativa positiva por parte da comunidade. “A partir das atividades desenvolvidas no semestre anterior foi possível perceber a necessidade da criação de um espaço dedicado às atividades lúdicas do brincar. Tivemos um bom retorno da comunidade sobre as ações promovidas no Instagram, isso motivou bastante nossos alunos. Acreditamos conseguir uma participação e envolvimento significativo da comunidade nas ações futuras desse projeto”, explica. 

A partir daí da criação do espaço, no campus da Una Itabira, será oferecido um local estratégico e pensado inerente à aprendizagem infantil, apropriado para professores e acadêmicos planejarem e vivenciarem propostas recreativas com crianças da Educação Infantil, da rede pública e privada da cidade e região. Todas as ações estão ainda em projeção e serão pensadas de maneira a permitir o desenvolvimento cognitivo e intelectual dos menores.

Além da estruturação do espaço criativo, o projeto vem atuando a favor do saber entre a universidade e a comunidade mediante ações desenvolvidas que permitem aos alunos colocarem em prática todo o conhecimento adquirido em sala de aula. Desde seu início, tem operado de forma online, devido a sua inauguração ter acontecido durante a pandemia de Coronavírus, por meio da produção de conteúdo na plataforma do Instagram. Entre as principais atividades dos alunos, estudantes de quaisquer cursos da Una Itabira podem se inscrever e participar, realizando funções de pesquisa, planejamento de atividades infantis, criação de materiais didáticos e divulgação do projeto de modo online. 

O protagonismo dos alunos extensionistas no planejamento e execução das atividades é que o diferencia de outros projetos ativos na instituição. Laércio Francisco de Souza Alves Júnior, que é estudante do quarto período de Pedagogia e extensionista do projeto desde o início do ano, afirma que, a Brinquedoteca trouxe a oportunidade de desenvolver um trabalho educacional diferenciado e significativo, capaz de produzir resultados eficazes na sua formação acadêmica e para a realidade escolar que se tem hoje. “O trabalho do pedagogo remonta à criatividade, como uma maneira de viabilizar processos educacionais. Em vista disso, fica claro que a abordagem desse projeto colabora de modo significativo para a minha formação acadêmica”, diz o aluno. 

Suas ações dentro da extensão eram destinadas a criar e desenvolver a produção de conteúdo online através das redes sociais do projeto, ao lado de seus colegas, em que trabalhava com publicações periódicas acerca da temática infantil, acompanhadas de lives ministradas por profissionais do segmento educacional. Com isso, criava e revisava as postagens e as publicavam, além de convidar profissionais para debates e roda de conversa.

Para o estudante, a satisfação é o sentimento que simplifica sua participação e ressalta o quanto é imprescindível atuar ao lado de uma equipe de educadores proativos. “Digo que esse projeto abarca uma proposta singular. De modo geral, o sentimento que representa a minha participação é a satisfação. Satisfação em integrar uma equipe de educadores que, ainda em formação, já almejam uma educação que caminhe sempre rumo aos melhores cenários”, explica ele.

 

 

*Essa matéria foi produzida sob a supervisão da jornalista Daniela Reis.