Artes plásticas

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Pela primeira vez no Brasil, o público confere a exposição “Transparência”, do mineiro Hamilton Aguiar, conhecido no circuito cultural dos EUA, onde morou entre os anos de 1987 e 2009. Na exposição estão quadros e esculturas provenientes do contato do artista com várias paisagens estrangeiras.

Transparências
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Toda a técnica, procedimento e material utilizado pelo artista, são inusitados para o público brasileiro, pois são de origem americana. “Resina, folha de prata, vidro, são materiais utilizados por Aguiar, para dar a sensação de transparência, de camadas, que você vai adentrando com o olhar”, explica o curador da exposição, Júlio Martins.

De acordo com o curador, a novidade com relação à matéria-prima. “As pessoas tem mostrado deslumbramento em relação aos materiais, procedimentos, justamente por ser um tipo de arte que a gente esta pouco habituada a ver”, avalia.

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Obra "The Crossing" no cruzamento da Rua Guajajaras com Rua da Bahia

Uma das obras, chamada “The Crossing”, exibida apenas uma vez está exposta no passeio da Rua Álvares Cabral esquina com Rua da Bahia e deixa quem passa por ali curioso. “Essa escultura chama o público além de proporcionar contato com as pessoas sem a mediação dos museus, é um contato com a arte sem a necessidade de entrar no museu”, explica Júlio Martins.

O curador da exposição explica como foi o recorte das obras a serem expostas e porque do nome “Transparência”:

Para aqueles que ainda não conhecem esse trabalho, vale a pena conferir. Até o dia 10 de julho pode ser visitada no Museu Inimá de Paula.

Endereço:
Rua da Bahia, 1.201 – Centro
CEP 30160-011 – Belo Horizonte, MG Telefones:
(31) 3213-4320
museu@inima.org.br

Por Andressa Silva e Marcos Oliveira

Foto: Felipe Bueno

Obras de arte dos renomados artistas, Di Cavalcanti, Inimá de Paula, Cândido Portinari, Burle Marx, Amilcar de Castro entre outros estão reunidas em uma exposição no Palácio dos Leilões. A visitação do público será aberta amanhã, dia 15, e permanecerá até o dia 19. O critério utilizado para a montagem da exibição das obras está pautado na seleção de peças dos artistas que estão em evidencia. Diferente do que acontece em uma exposição temática, que tem como objetivo expor uma temática específica ou mesmo o trabalho de uma pessoa.

Assim foram reunidos os mais diversos estilos e nomes da arte, dentre figuras do cenário artístico atual e até mesmo gênios que estão vivos simplesmente em seu legado nas artes. O mercado para leilão de arte está cada vez mais aquecido, visto como uma forma de investimento, a procura de pessoas nesse ramo dos negócios aumentou.

“Para se destacar nesse mercado é preciso fazer uma boa captação de obras”, comenta o organizador da exposição, Daniel Rebouço. Ele atribui o sucesso do ramo de leilões de obras de artes à inclinação cultural das pessoas. “À abertura das pessoas que optam por diversificar os investimentos visando comprar obras que no futuro estarão mais valorizadas. Há, também, uma procura de jovens por esse nicho”.

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Uma boa oportunidade para se conhecer verdadeiras obras-primas a exposição espera atrair um público diversificado, para além daqueles que irão com a intenção de fazer negócios. Localizada no Bairro de Lourdes, na Rua Gonçalves Dias número 1866, a mostra da galeria está aberta das 10 às 21 horas, dessa quarta, dia 15 à domingo, 19.

Por: Felipe Torres Bueno

Fotos: Felipe Torres Bueno

Polaroid.O nome já figura em destaque no mundo da fotografia. As fotos instantâneas figuram como peças pop no imaginário popular de diversas gerações. Imagine então o impacto se essas fotos polaróides fossem gigantes?

A Embaixada da Espanha no Brasil, o Instituto Cervantes em Belo Horizonte e a
Fundação Clóvis Salgado, juntos trazem, pela primeira vez na capital, a exposição de fotografias “50×60 Polaroid Gigante”. As obras são de dez fotógrafos espanhóis entre 1992 a 1994, foram obtidas, a partir de uma das cinco câmeras Polaroid Gigante existentes no mundo. As fotografias têm estilos bem distintos e deixa por conta do visitante a interpretação.

O público visitante orgulha a Fundação Clóvis Salgado, a gerente de Artes Visuais Fabíola Moulin, afirma. “Todos os dias tem um grande número de visitação de escolas e existe, também, um grande número de público espontâneo, dia de semana o número aproximado é de 100 pessoas por dia e, nos finais de semana, chegam até a 300. Observamos e talvez seja uma exposição record.”

A Polaroid Gigante apresenta obras inéditas no país. “gosto de destacar a importância da circulação de acervo. Também as discussões da fotografia contemporânea. É ainda a oportunidade de ver fotografias que apresentam um modo diferente, pouco usual em outras exposições”, explica Fabíola Moulin.

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A estudante Gabriela Abrantes esteve na exposição e contou suas impressões: “achei instigante. Tentei entender o significado de todas as fotografias, e acredito que cada visitante interpreta de uma forma, justamente por não estar descrito o
que significa cada uma. As fotos são bonitas e diferentes”. “Estou tentando criar o hábito de ir exposições, porque acho importante”, revela a estudante.

Para os interessados em visitar “50×60 Polaroid Gigante”, a exposição permanece até o dia 12 de junho no Centro de Arte Contemporânea e Fotografia, na Avenida Afonso Pena, 737, Centro. Horários de terça a sábado das 9h30 às 21h; domingo das 16h às 21h. A entrada é franca.

Veja o nosso vídeo sobre a exposição:


A exposição faz parte de um calendário de eventos culturais que serão promovidos pelo Instituto Cervantes, FMC/PBH, FCS e Usiminas Belas Artes ao longo do ano. A próxima exposição será “1911-2011 Arte Brasileira”, uma comemoração dos cem anos da arte brasileira. Acontecerá a partir do dia 4 de julho e reunirá escultura, pinturas e fotografias, entre outras obras. Fique ligado na programação pelo site da Fundação Clóvis Salgado.

Por: Andressa Silva/ Marcos Oliveira
Vídeo: Edição e imagens: Vanessa C.O.g
Produção: Andressa Silva

Quadros, pincéis, tintas e aquarela. Estes são os elementos que marcam a exposição “Amanara”, do aquarelista mineiro Jean Paulo, que traz apenas imagens da capital em pintura.

O artista já produziu duas exposições: “Horizonte Transparente” e “BH noturna”. A sua terceira exposição é “Amanara”, que significa água e chuva em tupi-guarani. Ela pode ser conferida na Galeria de Arte Paulo Campos Guimarães. Os quadros expostos apresentam preços que variam de acordo com o tamanho e custam de R$360,00 a R$1.200,00.

Com apenas um dia de exposição, cerca de 100 pessoas já visitaram o local. O estudante e artista plástico José Nunes que admirado disse: “sempre passo pela Praça da Liberdade e fico atento a exposições, vim por acaso e achei o trabalho bastante interessante”. Jean afirma que não há critério definido para escolha dos locais ilustrados. “Belo horizonte é muito grande, é possível encontrar coisas novas sempre e lugares que alguém não conheça”.

A Artista Plástica Zirt Garcia Greco também elogia o trabalho do colega. “Gosto do trabalho dele, aquarela não é muito fácil e ele domina bem, já vi outros trabalhos dele e são sempre bem interessantes, obras bem feita, são sempre bem aceitas”.

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O aquarelista que também é professor expõem seus matérias de trabalho junto com os quadros, ele explica “faço questão de expor o material que utilizo em todo o processo, porque os alunos sempre querem saber, este é meu lado professor da história”.

A exposição está aberta ao público de 1º a 24 de junho, de segunda a sexta, de 8h às 20h e sábado de 8h ás 13h. Galeria de Arte Paulo Campos Guimarães – Praça da Liberdade, 21, Bairro Funcionários, BH.

Texto: Thaline Araújo

Foto: Andressa Silva

Em meio a uma Praça pouco movimentada destaca-se a exposição da mini galeria.

Duas exposições chamam a atenção de quem passa pela Praça da Liberdade, a Mini Galeria e a Detono Graffiti iniciativas culturais que levam à praça obras de vários artistas plásticos e designers mineiros e de outros estados também.

As exposições foram abertas no dia 13 e vão até o dia 19 de maio, sempre das 9h às 19h. Quem apresenta as obras da Mini Galeria, na Praça, é a estagiária Amanda Barbosa de Abreu, 19. “A exposição é uma forma de trazer a arte para a população”, afirma Amanda. “As obras expostas aqui na Praça da Liberdade são apenas para exposição, mas, a menos de dois quarteirões daqui, na Av. Cristóvão Colombo [número 550, sala 27], tem mais trabalhos que podem ser comprados, e outros projetos também”, informa.

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Mais informações pelo site: www.minigaleria.com

Por: Bárbara de Andrade

Foto: Felipe Bueno

As alunas do primeiro período de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade Izabela Hendrix, Luiza Grossi, Renata Oliveira, Raquel Canguçu, Gabriela Della-Savia e Iara Freitas, fizeram nesta sexta-feira um trabalho onde puderam mostrar e conscientizar as pessoas que passavam pela praça, sobre o uso do material reciclável e separação do lixo.

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As estudantes levaram para o local dois bancos, um feito de jornal e o outro de garrafa pet e todas as pessoas que paravam para beber água na fonte da praça, eram orientadas sobre a importância da sustentabilidade e da reciclagem do lixo. “O legal foi ver que a maioria respondeu que se preocupam”, afirmou Gabriela Della-Savia que falou sobre a intervenção.


A aluna Luiza Grossi, 18, acha muito importante as pessoas se conscientizarem da separação do lixo e que deveria ter mais lixeiras espalhadas na cidade. “O certo é ter mais lixeiras em Belo Horizonte, principalmente aquelas que separam o papel do plástico”, reafirmou.

Por Raphael Jota