Chuvas

Devido às chuvas, a decoração natalina teve sua estréia adiada para a próxima segunda, 12.

Quem estava se preparando para visitar a decoração de natal da Praça da Liberdade em sua estreia nesta terça-feira, 06, terá de reagendar os planos. Conforme informou a assessoria de imprensa da CEMIG, as chuvas que marcaram a capital nos últimos dias acabou danificando parte do circuito da iluminação. Boatos que circulavam pelas redes sociais de que o adiamento estava ligado à manifestações, foram desmentidos.

A nova data divulgada pelo órgão é dia 12 de novembro, coincidindo com o aniversário de Belo Horizonte. Além da decoração, quem visitar a Praça e seu entorno no período de 12/12 à 06/01 poderá desfrutar da extensa programação gratuita de natal preparada pelo Iepha-MG/Circuito Liberdade.  

A grande atração deste ano, além da Casa do Papai Noel, será o circuito de presépios e Lapinhas de Minas Gerais, que integra as ações do Iepha de salva-guarda das Folias de Minas Gerais. Além disso, apresentações de corais e bandas, espetáculos e oficinas completam a festa.

Veja a programação completa AQUI e acompanhe a página do Jornal Contramão para mais informações.

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A Defesa Civil de Belo Horizonte emitiu nesta sexta-feira,02, um alerta para chuvas intensas na capital. De acordo com o órgão, entre os dias 03 e 05 deste mês ocorrerão pancadas de chuva, raios e rajadas de vento (acima de 50 km/h). O volume estimado é de 60 a 90 mm.

No sábado, 03, a previsão é de céu parcialmente nublado, com pancadas de chuva à tarde à noite. No domingo, 04, há possibilidade de pancadas de chuva em toda grande BH. No restante do estado, também chove.

Devido às previsões, a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (COMDEC) recomenda evitar áreas de inundação e não trafegar em ruas sujeitas a alagamentos e próximos aos córregos e ribeirões no momento de forte chuva, pois o seu nível pode se alterar rapidamente podendo acarretar transbordamentos.

Veja as demais informações emitidas pela COMDEC:

Adverte para que não se abrigue debaixo de árvores e estacione veículos, pois elas podem cair e ocasionar graves acidentes. Atenção especial também em áreas de encostas e morros.

Outras recomendações:

– Tenha um lugar previsto, seguro, onde você e sua família possam se alojar no caso de uma inundação;

– Limpe o telhado e canaletas de águas para evitar entupimento;

– Retire todo o lixo e leve para áreas não sujeitas a inundações;

– Se você morar ou possuir comércio em áreas sujeitas à inundação coloque seus móveis e estoques em lugares altos;

– Colabore com a abertura de deságues para evitar o estancamento de água, pois pode causar muitos prejuízos, principalmente para a saúde;

– Não utilizar alimentos atingidos pela água de enchente ou inundação e nem beber água de enchente ou inundação;

– Não jogar lixo nos bueiros e boca de lobo, nem nos córregos e rios, para não obstruir o escoamento da água;

– Não amontoe sujeira e lixo em lugares inclinados porque eles entopem a saída de água e desestabilizam os terrenos provocando deslizamentos;

– Não deixar crianças brincando na enxurrada ou nas águas dos córregos, pois elas podem ser levadas pela correnteza ou contaminar-se, contraindo graves doenças, como hepatite e leptospirose;

– Não tocar nem usar equipamentos elétricos que tenham sido molhados ou estejam em locais inundados, pois há risco de choque elétrico e curto-circuito;

– Jamais se aproxime de cabos elétricos arrebentados. Ligue imediatamente para CEMIG (116) ou Defesa Civil (199);

– Não coloque lixo nas ruas que seja de fácil propagação com o vento;

– Revise o madeiramento de sua casa;

– Reforce a amarração de seu telhado;

– Desligue os aparelhos elétricos das tomadas e o gás;

– Abaixe para o piso todos os objetos que possam cair, dentro das residências, com o vento forte (exceto em área inundável);

– Se você observar aparecimento de fendas, depressões no terreno, rachaduras nas paredes das casas e o surgimento de minas d’água avise imediatamente a Defesa Civil;

Em caso de raios, se estiver na rua:

– Não permaneça em áreas abertas como campos de futebol, quadras de tênis e estacionamentos;

– Não fique no alto de morros ou no topo de prédios;

– Não se aproxime de cercas de arame, varais metálicos, linhas aéreas e trilhos;

– Nunca se abrigue debaixo de árvores isoladas;

– Evite lugares que ofereçam pouca ou nenhuma proteção contra raios (pequenas construções não protegidas, tais como celeiros, tendas ou barracos,veículos sem capota como tratores, motocicletas ou bicicletas);

– Evite estacionar próximo a árvores ou linhas de energia elétrica;

– Evite estruturas altas tais como torres, de linhas telefônicas e de energia elétrica;

Se estiver dentro de casa:

– Não use telefone com fio;

– Não fique próximo a tomadas, canos, janelas e portas metálicas;

– Não toque em equipamentos elétricos que estejam ligados à rede elétrica;

Observação: A Defesa Civil de Belo Horizonte, através do Centro de Monitoramento e Alerta de Riscos (CMAR), em parceria com o Centro de Climatologia da TempoClima PUC Minas, monitora 24h por dia os eventos adversos meteorológicos e qualquer alteração nas condições do tempo um novo boletim/comunicado/alerta será emitido.

 

Pensando no próximo e na dificuldade que pessoas em situação de rua possuem em arrumar agasalhos para se manterem protegidos do frio e da chuva, está sendo realizada a 3ª edição do projeto “Amor no Cabide”, que retorna a capital no sábado (04).

A temperatura em Belo Horizonte e na Região Metropolitana irá permanecer durante a próxima semana com a máxima entre 29º e mínima de 15º. A previsão também é de chuva para os próximos dias, com umidade variando entre o 60% e 80%.

O projeto irá deixar alguns casacos quentinhos na Praça da Estação, mas aconselha que quem queira participar também pode fazer a ação em outras partes da cidade, colocando o agasalho em cabides e pendurando o cabide em locais acessíveis, desde que não sejam árvores. É necessário também proteger a peça da chuva com sacolas e colocar a plaquinha no local, ela está disponível para download nesse link.

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Divulgação

Se houver qualquer dúvida sobre o projeto “Amor no Cabide”, fique a vontade para se informar através do site ou no facebook.

Por Julia Guimarães.

Apenas nos dois primeiros meses de 2016, o Hospital João XXIII, na região hospitalar, registrou o atendimento de 368 casos vítimas de picadas de escorpião, um recorde segundo eles. Em Minas Gerais, foram registradas 2.543 notificações, segundo dados do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, e foram registradas duas mortes.

Belo Horizonte está em alerta por causa da incidência de escorpiões. Em épocas chuvosas, o aracnídeo costuma deixar as partes subterrâneas das cidades, que ficam úmidas e inundadas, e procura abrigo em áreas urbanas. Em 2015, 443 moradores da capital procuraram o serviço de urgência do Corpo de Bombeiros para receber atendimento após acidentes com o aracnídeo. Segundo estatísticas da Secretaria Estadual de Saúde, já foram registrados este ano, mais de 2.500 casos no estado de Minas Gerais.

O escorpião é um animal peçonhento e costuma viver em lugares isolados, escuros e úmidos. Surge em períodos de chuva, com o alagamento dos esconderijos que habita. A picada ataca o sistema nervoso e pode causar a morte, dependendo da quantidade de veneno, da profundidade da lesão e da fragilidade do sistema imunológico da pessoa. Crianças, idosos e pessoas com imunidade baixa são as que correm maior risco.

Para Efigênia da Conceição, de 63 anos, que já foi picada por escorpião três vezes, as medidas tomadas precisam ser rápidas: “O primeiro passo é procurar o serviço de atendimento do hospital mais próximo e se possível levar junto o escorpião para que facilite o atendimento.”, explica. Ela destaca que dependendo do caso a pessoa pode demorar um pouco para ser liberada do hospital, “Quando fui picada tive que ficar em observação durante quase 24 horas, para que os médicos tivessem a certeza que eu realmente estava bem, tomei uma injeção e fiquei no soro aguardando que a medicação fizesse efeito”, complementa Conceição.

O Corpo de Bombeiros recomenda que em casos de picada de animais peçonhentos, primeiro certificar-se de que se trata realmente de um escorpião, identificar o local da picada, lavar o local com água e sabão , acalmar e deitar o paciente e acionar imediatamente o serviço de emergência através do 192, e se a vítima estiver com a respiração ofegante, deixá-la encostada e afrouxar as roupas e adereços como anéis e cintos, até que chegue o socorro.

Para evitar o aparecimento desses animais peçonhentos, a recomendação  evitar o acúmulo de lixo e de entulhos e manter sempre os locais bem limpos. Em residências, eles podem se esconder debaixo de cama e dentro de sapatos. Os escorpiões se alojam em pequenos espaços e quando são acuados podem picar.

Outras recomendações importantes, são, que em hipótese nenhuma deve se fazer torniquete, ou espremer e cortar o local. A recomendação vale para todos os tipos de insetos e répteis. Deve se fazer  uma compressa de água fria, mas, atenção. A compressa não deve ser feita em picadas de cobra.

O mais venenoso

No nosso ecossistema, existem diversas espécies de escorpiões. Entre eles, o que é considerado o mais venenoso é o escorpião amarelo (Tityus serrulatus), é uma das 140 espécies encontradas no Brasil. Ele é considerado o mais venenoso da América do Sul e o de maior incidência no país. Seu veneno é neurotóxico, ou seja, age no sistema nervoso periférico. Pode ser letal, dependendo da quantidade de veneno injetada e das condições físicas da vítima, principalmente crianças e idosos.

Até o fechamento dessa matéria o Jornal Contramão não obteve o retorno da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, para especificar quais são as regiões da capital são as mais afetadas por escorpiões e outros animais peçonhentos.

Risco em casa

O recolhimento do animal é feito por equipes do Centro de Controle de Zoonoses, responsável também pelo combate aos ratos e ao mosquito Aedes Aegypti, que é o causador de doenças como a Dengue, a Febre Chikungunya, e o Zika Vírus.

Em casos de emergência para picadas de animais peçonhentos, o Corpo de Bombeiros poderá ser acionado através do telefone 192. Já para casos de infestação do animal, deve se comunicar o Centro de Controle de Zoonoses, pelo telefone: (31) 3277-6357.

Por: Raphael Duarte

Foto: Reprodução/Internet

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A Defesa Civil de Minas Gerais emitiu no inicio da tarde desta segunda-feira,18, um  comunicado de chuvas isoladas na grande BH. Desde a última sexta,15, o tempo encontra-se nublado e com constantes precipitações, podendo atingir volumes superiores a 100 milímetros no decorrer da semana. Cerca de 290 ocorrências foram registradas na cidade. Diante dos riscos ocasionados pelas chuvas, evitar áreas de risco (Veja AQUI) e outros tipos de prevenções devem ser tomadas.

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Mapa com as ocorrências por Regionais no período de 16 à 18/01, até meio-dia.

 

Mapa com as ocorrências por Regionais no período de 16 à 18/01, até meio-dia.

 

Toda a equipe da Defesa Civil, inclusive os agentes que estavam de folga, estão trabalhando para atender a demanda. Engenheiros foram enviados para cobrir barrancos com lona a fim de evitar o infiltramento de água no solo. Equipes do Corpo de Bombeiros estão atendendo as ocorrências.

 

Desastres Naturais

 

A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do estado divulgou um alerta para deslizamento de terra nos municípios de Belo Horizonte, Betim, Brumadinho, Contagem, Caeté, Caratinga, Coronel Fabriciano, Ibirité, Ipatinga, Itabira, João Monlevade, Nova Lima, Ribeirão das Neves, Sabará, Santa Luzia, Timóteo e Vespasiano. Enxurradas e Inundações podem ocorrer em Belo Vale, Betim, Coronel Fabriciano e Santa Luzia.

 

No Centro, uma árvore caiu no cruzamento da Rua Timbiras com a Avenida Bias Fortes, sem feridos.Também foram registradas, até o momento, quatro ocorrências de queda de árvores na capital.

 

Aedes Aegypti: O Perigo Aumentou

 

O verão é marcado por altas temperaturas e constantes chuvas, tais fatores tornam esta estação a mais propícia a proliferação do Aedes Aegypti – mosquito responsável pela transmissão da Dengue, febre Chikungunya e Zika Vírus. Todo cuidado é pouco para eliminar os criadouros do inseto e, assim, evitar as doenças.

 

Pesquisas mostram que 80% dos focos do mosquito estão nos domicílios, portanto, a mobilização e conscientização da população é fator primordial no combate do Aedes Aegypti. Veja a seguir, algumas recomendações da defesa civil:

– Cuidado especial no armazenamento e destinação do lixo, mantendo-o em recipiente fechado e disponibilizando-o para recolhimento pela Limpeza Urbana;

– Jamais descarte o lixo ou qualquer outro material que possa acumular água no quintal de casa, no quintal de vizinhos, na rua ou em lotes vagos. Latas, caixas de leite e similares, é recomendável retirar o fundo para descartar;

– Mantenha a caixa d’água sempre limpa e totalmente tampada;

– Mantenha as calhas livres de entupimentos para evitar represamento de água nas mesmas;

– Mantenha piscinas devidamente tratadas e tampadas.

Principais sintomas:

DENGUE
Febre alta (geralmente dura de 2 a 7 dias), dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele. Nos casos graves, o doente também pode ter sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal, vômitos persistentes, sonolência, irritabilidade, hipotensão e tontura. Em casos extremos, a dengue pode matar – até 18 de abril foram registrados 229 óbitos.

CHIKUNGUNYA

Dor nas articulações de pés e mãos, que é mais intensa do que nos quadros de dengue. Além disso, também são sintomas: febre repentina acima de 39 graus, dor de cabeça, dor nos músculos e manchas vermelhas na pele. Cerca de 30% dos casos não chegam a desenvolver sintomas. Segundo o Ministério da Saúde, as mortes são raras.

ZICA VIRUS

Paciente apresentam quadro alérgico e os sintomas são parecidos com os das doenças “primas”: febre, dores e manchas no corpo. Quem é infectado pelo zika também pode apresentar diarreia e sinais de conjuntivite.

Tratamento

Na maioria dos casos, estas doenças são tratadas com repouso e ingestão de líquidos.
Por: Bruna Dias

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A Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (COMDEC) emitiu nesta sexta-feira,15, um alerta de chuva intensa na capital mineira. Com volume estimado de 30 a 50mm até às 8h00 deste sábado, 16, o cuidado ao volante deve ser redobrado e algumas vias evitadas.

A carta de inundações de Belo Horizonte aponta 82 pontos de alagamento em todas as 9 regionais da cidade. Entretanto, destacamentos 10 locais onde registram-se os maiores índices de ocorrências, devido a proximidade aos córregos:

 

1) Avenida Francisco Sá – Bairro Prado
2) Avenida Tereza Cristina – Entre os bairros Nova Suíça e Gameleira
3) Avenida Silva Lobo – Nos bairros Barroca e Calafate
4) Avenida Cristiano Machado com Sebastião de Brito –  Bairro Suzana
5) Avenida Silviano Brandão – Bairro Sagrada Família
6) Avenida Bernardo Vasconcelos – Bairro Ipiranga
7) Avenida Prudente de Morais – Bairro Cidade Jardim
8) Avenida Vilarinho – Venda Nova
9) Avenida Heráclito Mourão de Miranda com Professor Clóvis Salgado – Bairro Santa Terezinha
10) Rua General Aranha e Praça Bagatelle – Próximo ao aeroporto da Pampulha

 

Em toda a cidade estão espalhadas diversas placas identificando áreas sujeitas a inundações. Em nota, a COMDEC informou que não se deve abrigar ou estacionar veículos debaixo de árvores, pois elas podem cair e ocasionar acidentes. Também deve-se manter atento a áreas de encostas e morros. Veja abaixo mais recomendações:

 

– Tenha um lugar previsto, seguro, onde você e sua família possam se alojar no caso de uma inundação;

– Limpe o telhado e canaletas de águas para evitar entupimento;

– Retire todo o lixo e leve para áreas não sujeitas a inundações;

– Se você morar ou possuir comércio em áreas sujeitas à inundação coloque seus móveis e estoques em lugares altos;

– Colabore com a abertura de deságues para evitar o estancamento de água, pois pode causar muitos prejuízos, principalmente para a saúde;

– Não utilizar alimentos atingidos pela água de enchente ou inundação e nem beber água de enchente ou inundação;

– Não jogar lixo nos bueiros e boca de lobo, nem nos córregos e rios, para não obstruir o escoamento da água;

– Não amontoe sujeira e lixo em lugares inclinados porque eles entopem a saída de água e desestabilizam os terrenos provocando deslizamentos;

– Não deixar crianças brincando na enxurrada ou nas águas dos córregos, pois elas podem ser levadas pela correnteza ou contaminar-se, contraindo graves doenças, como hepatite e leptospirose;

– Não tocar nem usar equipamentos elétricos que tenham sido molhados ou estejam em locais inundados, pois há risco de choque elétrico e curto-circuito;

– Jamais se aproxime de cabos elétricos arrebentados. Ligue imediatamente para CEMIG (116) ou Defesa Civil (199);

– Não coloque lixo nas ruas que seja de fácil propagação com o vento;

– Revise o madeiramento de sua casa;

– Reforce a amarração de seu telhado;

– Desligue os aparelhos elétricos das tomadas e o gás;

– Abaixe para o piso todos os objetos que possam cair, dentro das residências, com o vento forte (exceto em área inundável);

– Se você observar aparecimento de fendas, depressões no terreno, rachaduras nas paredes das casas e o surgimento de minas d’água avise imediatamente a Defesa Civil;

Em caso de raios, se estiver na rua:

– Não permaneça em áreas abertas como campos de futebol, quadras de tênis e estacionamentos;

– Não fique no alto de morros ou no topo de prédios;

– Não se aproxime de cercas de arame, varais metálicos, linhas aéreas e trilhos;

– Nunca se abrigue debaixo de árvores isoladas;

– Evite lugares que ofereçam pouca ou nenhuma proteção contra raios (pequenas construções não protegidas, tais como celeiros, tendas ou barracos, veículos sem capota como tratores, motocicletas ou bicicletas);

– Evite estacionar próximo a árvores ou linhas de energia elétrica;

– Evite estruturas altas tais como torres, de linhas telefônicas e de energia elétrica;

Se estiver dentro de casa:

– Não use telefone com fio;

– Não fique próximo a tomadas, canos, janelas e portas metálicas;

– Não toque em equipamentos elétricos que estejam ligados à rede elétrica;

 

Por: Bruna Dias