Cotidiano

Por Matheus Dias

No preto e branco ou colorido, no lambe-lambe ou celular, a fotografia informa, guarda e captura desde as ocasiões mais simples até os grandes marcos que vivemos e passamos. O que antes era trabalhoso e precisava de recursos, atualmente, se faz na palma da mão com ajuda da tecnologia. 

Hoje, 19 de agosto, comemora-se o Dia Mundial da Fotografia. Data que marca aquele click que registra momentos inesquecíveis, que podemos guardar tanto nos celulares, quanto em fotografias reveladas, carregadas de sentimentos e certas emoções.   

Possivelmente seus pais ou avós devem guardar álbuns de fotos que já o fizeram passar vergonha ou ficar incomodado quando mostrou para algum parente ou amigo. Fotos reveladas era se comum ter em casa, mas essa prática diminuiu com a tecnologia que possibilitou os álbuns digitais. Mesmo com toda modernidade há quem prefere e não abre mão das fotos impressas.

Elias Santos, 51, jornalista e professor, conta que até hoje possui câmera analógica, em que utilizava para fotografar as férias de suas filhas na infância. Ele diz que há cerca de três anos diminuiu a frequência das fotos na câmera por suas filhas terem crescido, mas que antigamente chegava a ter 70 fotos por ano com dois filmes. 

Para Santos, as fotos impressas são mais valiosas do que as guardadas nas pastas digitais, pois se perdeu uma prática comum entre as famílias que era de reunir para ver fotos. “Mandávamos revelar fotos de férias e aguardávamos duas semanas para sentarmos e vermos juntos. Era um momento de interação entre as pessoas, que hoje o digital não permite. Só manda para as redes sociais. Perdemos a sensibilidade do contato um com o outro”, explica.

Elias e seu pai no Parque Municipal de BH, onde trabalhava como lambe-lambe / Foto: Acervo pessoal.

O pai de Elias era fotógrafo lambe-lambe no parque municipal de Belo Horizonte. Com isso, Elias conviveu com a fotografia desde muito cedo, o que influenciou em sua vida profissional, pois via o cuidado de seu pai com a imagem. 

O jornalista recorda que no início da fotografia com os lambes-lambes nem todas as classes sociais tinham a oportunidade de tirar foto, era elitizado. A fotografia se popularizou com as câmeras portáteis e o lambe-lambe perdeu o seu valor e se tornou um produto mais barato.

O trabalho profissional na fotografia com as novas máquinas continuou e o costume de revelar fotos, que diminuiu drasticamente nos dias de hoje, tornou-se uma opção para ocasiões especiais, como por exemplo, em casamentos. É o que explica a fotógrafa, Jessi Góes, 22. “É mais recorrente entre as pessoas com um poder aquisitivo maior”, comenta. 

Registro de Jessi em um dia de trabalho com seu equipamento fotográfico / Foto: Acervo pessoal.

Jessi conta que mesmo com a baixa frequência de pedidos de álbuns sempre disponibiliza para seus clientes fotos reveladas no formato das câmeras instantâneas, pois enxerga que ter as fotos em mãos, poder tocá-las tem um sentido afetivo e de valor. “Eu desde pequena sempre tive o hábito de ter álbuns de fotos reveladas e ficar olhando com a família, isso é de uma grandiosidade, minha mãezinha sempre fotografava todos os momentos. Hoje em dia, as pessoas fazem isso, mas algo muito calculado e nada espontâneo”, pontua a fotógrafa. 

Uma selfie, uma foto de comida, registros de uma celebração e data ou até mesmo um ensaio fotográfico, são imagens que possuem valor. Valores certamente econômicos, mas na maior parte das vezes também sentimental. 

A fotografia, mesmo que possa passar despercebida, possui a capacidade de nos relembrar de experiências e momentos que contam a história de alguém ou algo. E, neste dia, que possamos celebrar este meio de comunicação visual que tanto se fez presente no passado e ainda é inesquecível nos dias de hoje. 

Por Keven Souza 

Hoje (16), a campanha eleitoral foi oficialmente iniciada no Brasil. Com a liberação de propagandas em televisão, rádios, internet, passeatas e comícios. Os candidatos à Presidência da República, bem como aos governos dos estados, senado, deputados federais e estaduais, saem em busca de eleitores para exercer tais cargos públicos. 

Os próximos dois meses até as Eleições de 2022, que acontecem em 2 de outubro, em caso de turno único, serão decisivos para alinhar as expectativas do futuro do país pelos próximos quatros anos. 

Neste ano, teremos ao todo 12 chapas presidenciais, entre as principais estão Lula do PT (com Alckmin do PSB); Bolsonaro do PL (com Braga Netto do PL); Ciro Gomes do PDT (com Ana Paula Matos do PDT); Simone Tebet do MDB (com Mara Gabrilli do PSDB); e Soraya Thronicke do União Brasil (com Marcos Cintra do União Brasil). 

De acordo com o Portal G1, durante a corrida eleitoral, Lula terá a maior parte do tempo de TV, com 3 minutos e 22 segundos em cada bloco, enquanto Bolsonaro terá 2 minutos e 35 segundos – tempo similar aos outros candidatos, como Ciro, Simone e Soraya. 

Os comícios poderão ser realizados entre às 8h e a meia-noite, com pequenas aparições diárias dos candidatos à Presidência da República nos veículos de comunicação. E todos poderão expor suas propostas e intervenções públicas para caso ganhem a disputa.

Disputa entre esquerda e direita

internet/reprodução

As eleições deste ano poderão ser polarizadas entre os partidos do espectro político esquerda-direita, assim como foi em 2018. Faltando poucos meses para o primeiro turno, dificilmente surgirá um terceiro candidato com tamanha popularidade no país comparado ao ex-presidente Lula e ao atual presidente Jair Bolsonaro. Dito isso, é de se esperar uma dicotomia massiva de votos entre ambos que os fará serem rivais nestas eleições. 

Seja qual for o resultado da corrida pela cadeira Presidencial, o que a população brasileira busca é um representante político que esteja do lado da democracia, aliado com a verdade e comprometido em solucionar problemas públicos.  

Nesse sentido, no dia 2 de outubro, compareça às urnas eletrônicas para escolher os novos representantes políticos do país. Estão em disputa os cargos de presidente da República, governador, senador e deputado federal, estadual ou distrital. Não fique de fora. Vote!

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Por Keven Souza

Ela está de volta! A famigerada saia jeans longa é a mais nova, nem tanto assim, polêmica fashion que está dividindo opiniões na moda de rua (street style). A peça foi um sucesso no passado e retorna no guarda-roupa de muitas pessoas neste ano. 

Criada na década de 70, as saias vieram como uma forma de adaptar as calças jeans. Ao longo do tempo, a peça foi ganhando seu espaço, novas versões e se tornando cada vez mais longas. Em 1995, ganhou tamanha notoriedade que entrou para a alta moda, aparecendo no desfile da Chanel. 

Desfile Primavera 1995 Chanel. Fonte: Vogue EUA.

Já na virada do século, nos anos 2000, a saia jeans longa virou peça-chave de quem buscava personalidade e sofisticação. Saiu, ainda, da moda de rua (street style) e apareceu em diferentes red carpets. E hoje, é a queridinha da cultura jovem.

Bella Hadid, que é a rainha da moda vintage e conhecida por popularizar peças ‘diferentonas’, apareceu com a saia jeans longa em um look despojado. Ela apostou em um modelo midi com detalhes charmosos de patchwork. Para combinar, usou uma blusa de alcinha e bota preta de cano alto. 

NEW YORK, Look Bella Hadid saia jeans. Foto: Gotham/Getty Images

Além da super modelo, a digital influencer Sofia Coelho é outra fashionista que escolheu a saia jeans longa na cor branca para um passeio diurno.

Look Sofia Coelho saia longa. Foto: Instagram/Internet

Tem gente que torce o nariz para a saia jeans longa, é verdade. Mas quem curte produzir looks com a peça, costuma optar por produções básicas e estilosas para ficar confortável. Dá para apostar em um visual mais despojado ou talvez mais social. E a versão com fenda é a mais presente no dia a dia.

Look Amaka Hameli saia longa. Foto: Instagram/Internet

Por que a volta da peça?

Com tanto burburinho e evolução, a volta de uma das peças mais versáteis do mundo da moda é compreensível e, certamente, esperada. Isso porque, as pessoas estão vivendo um momento de inquietude e nostalgia fashion. 

A autenticidade e exclusividade que giram em torno de uma peça vintage faz com que a comecem a sair do universo underground dos brechós e cheguem até as lojas mais caras, como a própria Farfetch. 

O que explica a volta do estilo vintage e da saia jeans longa que após 20 anos do seu hit, ressurge intensamente no guarda-roupa das pessoas, lado a lado das tendências atuais, como a dopamine dressing, por exemplo.

Por Keven Souza e Júlia Thais 

A moda é um documento que acompanha e registra a trajetória de um povo. Desempenha papéis importantes na sociedade. É por meio das indumentárias que realçamos significados que dizem quem somos e de onde viemos, sendo importante, ainda, expressarmos mediante ao que usamos. E na periferia essa premissa não é diferente! 

É por meio de origem, trajetória e estilo de vida que se evidencia a moda presente nas favelas da sociedade brasileira. O estilo periférico, como se nomeia as roupas vestidas por quem mora em uma área à margem da cidade, tipifica a vestimenta de quem vive ali e parte de um lugar singular e perene, da arte.

Esse estilo de roupa tende a valorizar narrativas e anseios de quem o veste, e, acima de tudo, dá palco para diversidade, acessibilidade e tamanha personalidade. O que o difere da alta moda e do universo fashion luxuoso. “O que é muito comum nas regiões periféricas é possuir algumas características que nos trazem a proximidade com o grupo ao qual estamos inseridos. O mais presente nas pessoas dessa região demográfica é o sentimento de pertencimento. Então, quando analisamos superficialmente, acreditamos que todas se vestem igual, mas na verdade elas criam suas próprias narrativas das suas vivências individuais e em grupos”, explica o stylist e fashion designer, Pedro Birra. 

Retrata, ainda, costumes e comportamentos de minorias e preenche, ao longo do tempo, lugar imprescindível na vida das pessoas do gueto. E é com esses pontos que o estilo está, também, presente no lugar mais alto da favela: na laje! 

A laje é símbolo que muito diz da força, dos laços e dos saberes dos moradores da favela. É um espaço onde se pode construir e reverberar costumes sociais, culturais e considerar ações pontuais no tempo ocioso.  E a partir daí surge o churrasco na laje. 

O churrasco na laje é uma forte tradição que se estabeleceu em todo o Brasil, especialmente em camadas mais pobres da sociedade, que caracteriza ideais e costumes dos moradores. Um evento que traz peças e estilos de roupas plurais que remetem a descontração, a alegria e o calor nesse momento de lazer. É o que afirma Pedro. “O churrasco na laje, assim como outros eventos presentes neste determinado grupo (moradores da periferia), é uma forma de diversão e para esse tipo de encontro a produção passa primeiro pelo conforto, então shorts, chinelos, são muito bem vindos”, diz. 

Pessoas no churrasco na laje. Foto: Jessi Goes.

Dito isso, listamos algumas peças comuns vistas no churrasco na laje. A primeira delas é a camisa de time de futebol. A periferia tende a valorizar a figura da celebridade do futebol, enxergando nesses indivíduos uma representatividade da comunidade, pelo simples fato do jogador de futebol ter nascido lá. 

Outra peça carimbada do estilo da periferia e no churrasco na laje é o short jeans. Não há uma peça que esteja mais presente na vida do brasileiro, do que os shorts jeans. Usado desde ocasiões mais informais, até em lugares que pedem algo mais elaborado.

Lado a lado ao short jeans, o chinelo Havaianas (que nem sempre é da Havaianas), possui sua relevância no momento de lazer. O calçado sintetiza a simplicidade, uma atitude de relaxamento, de verão, de praia, um estado de espírito do Brasil. Por isso, tem sempre alguém usando-o como parte de um look ousado no churrasco na laje. 

Falando de ousadia, o biquíni de fita já é, quase, a irmã do shorts jeans, devido sua grande participação nos churrascos da periferia! Coloridos ou não, tradicionais ou ‘diferentões’, a técnica de pregar fitas nas partes íntimas em forma de biquíni ou sunga já é uma trend nas lajes. E com a indústria musical, popularizado para além da favela por Anitta no clipe de ‘Vai, malandra’, tal técnica já é marca registrada na moda da favela. 

A cantora está entre os artistas brasileiros que saíram da periferia e continua mostrando com clareza, roupas e práticas que são comuns nas comunidades. Em Vai Malandra, clipe gravado em 2017 no Morro do Vidigal, podemos encontrar o famoso bronze na laje, que faz parte da rotina de muitos moradores da periferia. 

Ludmilla, Anitta e Mc Cabelinho. Arte: Jessi Goes.

Com referência e muita representatividade, Ludmilla é outra artista que aposta em looks baseados na moda periférica. Nascida e criada em Duque de Caxias, a cantora e suas bailarinas no clipe Rainha da Favela, gravado em 2020 na Rocinha, Rio de Janeiro, trouxeram peças de roupas bastante comuns em churrascos na laje. E já o cantor e ator, Mc Cabelinho em seu videoclipe da música Little Hair, gravado no Morro da Caixa d’Água, com Felp 22 e Xamã, faz uma releitura do churrasco na laje, além do estilo visto no gueto. 

O fato é que o estilo periférico conquistou o seu lugar tanto no universo da moda quanto no meio artístico, e, desde então, possui interferência na indústria musical graças às suas características. Da mesma maneira que a indústria possui lugar referencial para quem sempre teve tão pouco acesso. E é neste movimento de conversão de influências que se completa um processo cultural, rico e cíclico, que se sobressai e se pode ver perfeitamente no churrasco na laje.

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Por Matheus Dias 

Ontem, 4 de julho, foi comemorado o Dia Mundial do Operador do Telemarketing, profissional que faz ou recebe ligações quando um cliente precisa de algum auxílio ou serviço prestado por determinada empresa. 

O precursor da profissão foi um pasteleiro da cidade de Berlim, na Alemanha, em 1880, que criou o hábito de ligar para seus clientes para oferecer pastéis. No ano de 1950 as empresas americanas disponibilizaram os seus números telefônicos nos anúncios. No Brasil iniciou também na década de 50 com as “Páginas Amarelas”, as famosas listas telefônicas impressas de empresas e serviços, que possuíam uma equipe de vendedores para anunciar os classificados através do telefone.

Você já deve ter recebido aquela ligação indesejável que rapidamente desligou ou nem atendeu, ou se atendeu pode ter sido grosseiro. As ligações de cobrança, comunicado ou ofertas que podem tomar o tempo de alguns, é o “ganha pão” de outras pessoas que passam por maus bocados.

Trabalhar com o público é algo desafiador, cada ser humano tem sua personalidade e forma de se comportar, mas uma característica comum que um telemarketing consegue notar nos clientes que atendem é a falta de educação. Melina Inácia Pereira, 25, trabalha no RH de uma empresa que atua com relacionamento com cliente por meio de contato telefônico, onde iniciou como operadora de telemarketing e passou por momentos de desconforto e muitas vezes se sentiu desrespeitada e assediada. 

A falta de empatia por quem está do outro lado da linha é um peso na rotina do telemarketing. É o que diz Melina.“O maior desafio é o próximo entender o lado de quem está ligando, afinal é um trabalho como outro qualquer, onde realizamos a nossa função da mesma forma que um atendente de loja quando aborda o cliente, só que ele é compreendido e nós não”, desabafa. 

Bianca Maíra Pereira Soares, 22, estudante de Administração, teve o seu primeiro emprego após os 18 anos como operadora de telemarketing. A escolha para atuar na área de relacionamento telefônico foi por falta de oportunidade em outros setores do mercado de trabalho. 

Bianca conta que já imaginava ser difícil, mas que na realidade é bem desgastante. Os xingamentos, reclamações e grosserias eram em volume tão alto e repetitivo nos atendimentos, que a jovem começou a ter crises de ansiedade e gatilhos. “Quando recebia ligação eu já ficava com aperto no peito, e até hoje no trabalho atual, que é na minha área de formação acadêmica, quando preciso ligar para alguém, o barulho do telefone chamando me gera uma ansiedade, que sinto que meu coração vai sair do peito”, comenta Bianca. 

A psicóloga, Danielle Canuto Ribeiro, explica o quanto é desafiador exercer a profissão de telemarketing, uma vez que esse profissional trabalha com a escuta e como é importante tentar separar o pessoal do profissional, para que não atrapalhe e danifique a saúde. “É fundamental que o profissional escute e absorva somente as dúvidas de seu cliente, tentando ao máximo não trazer para ele a descompostura, que essa profissão traz consigo”, destaca. 

Apesar dos desafios encontrados no telemarketing, o ramo é uma das maiores oportunidades para o ingresso no mercado de trabalho para jovens que não possuem nenhuma ou pouca experiência profissional. A abertura de novas vagas no setor de atendimento em  2021 foram mais de 34 mil, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados –  CAGED. Após um período de um número alto de desemprego causado pela pandemia que iniciou em 2020. 

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Evento retrata a importância da prática para a qualidade de vida e conta com grandes nomes que estarão presentes

Por Patrick Ferreira 

Entre os dias 1 e 3 de julho, o Instituto de Yoga de Belo Horizonte promove o VI Festival de Yoga, em Araxá/MG. O evento traz grandes nomes da prática, que é uma aliada poderosa para uma melhor qualidade de vida física e mental. “Após dois anos de pandemia, muitas pessoas têm reclamado de dificuldade de concentração, perda de memória e procrastinação, por isso nada melhor do que buscar formas de solucionar estes problemas através da discussão e prática do yoga. O festival pretende ajudar de forma substancial as pessoas, trazendo de volta o ânimo, saúde e o foco nos objetivos”, relata a idealizadora Fátima Macedo

O Yoga tem origem oriental que é realizado com procedimentos corretos e orientações corretas, melhora a qualidade de vida em vários aspectos como na capacidade de concentração, diminuição do estresse e melhora na postura corporal.

O festival será realizado no Tauá Hotel e Termas de Araxá que sediará o festival. Os valores para participação incluem também o desfrute da estrutura do local que é um dos mais procurados do estado para estadias. O contato com a natureza e o silêncio que se encontra longe da agitação urbana é fundamental para o sucesso e prosseguimento no Yoga. “O Festival de Yoga chega à sua sexta edição com uma programação para lá de especial e intensa. O evento, que reúne centenas de praticantes e professores renomados e em evidência no cenário brasileiro, promete levar o conhecimento e a prática do yoga para os participantes”, completa.

SERVIÇO:

Festival de Yoga de Araxá
01 a 03 de julho de 2022 – no Tauá Hotel e Termas de Araxá. R. Águas do Araxá, s/n – Barreiro, Araxá – MG

Inscrições e mais informações disponíveis em: http://institutodeyogabh.com.br/vi-festival-de-yoga-de-araxa/