Cotidiano

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Devido ao horário de verão, tendo as tardes mais longas e os dias mais quentes, as pessoas que antes faziam exercícios físicos na Praça da Liberdade com o céu já escuro, agora podem cuidar da saúde ainda sob a luz do dia. Para aquelas pessoas que gostam de tomar uma cervejinha após o expediente, ficam com a sensação de ter mais tempo para apreciar os momentos de folga.
Lugares como, Xodó, Delizza Pizza e Ponto Bahia já estão cheios no fim da tarde. Para quem ainda pretende continuar a noite pela Savassi, estes são apenas pontos de encontro. Com isso é gerado mais lucro no comércio da região. E o consumidor pode aproveitar mais as suas tarde ao céu aberto.

Por  Camila Sol
foto: Camila Sol

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Os vendedores ambulantes da Praça da Liberdade sempre chamam atenção pela simpatia. O sorveteiro Agnaldo Ferreira, 51 anos, é assim. Há 10 anos na praça, Ferreira construiu uma base de clientela que incluem passantes e trabalhadores da região. Morador do bairro Boa Vista, o sorveteiro compra sua mercadoria no Sagrada Família, chega na Praça da Liberdade às 10h e fica por lá até às 17h. Nos dias mais frios Ferreira vende cerca de 70 picolés por dia. Com a temperatura mais quente, a venda aumenta para 300 por dia. E nesses dias de extremo calor, um picolé é realmente um “pedacinho do céu”.

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Por Juliane Schlosser
Foto: Juliane Schlosser

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De segunda a sexta-feira é notável o grande movimento de carros na região do bairro de Lourdes. São centenas de carros à procura de uma vaga para estacionar.
Em frente à igreja Nossa Senhora de Lourdes as vagas reservadas para os deficientes físicos não são respeitadas. Volta e meia podemos presenciar motoristas que ignoram as leis e os sinais de trânsito.
No período das 14h as 16h30 pararam no local quatro carros. Se os infratores fossem advertidos, cada um levaria uma multa de aproximadamente R$53,20 (cinqüenta e três reais e vinte centavos) e três pontos na carteira, de acordo com o site do
Detran MG.

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16h os carros continuavam estacionados

Por Ana Paula Sandim
Fotos: Ana Paula Sandim

O conjunto arquitetônico “Encontro Marcado” será transferido da Praça Carlos Drummond de Andrade para a Biblioteca Pública Estadual Luis Bessa. A obra, composta pelas estátuas de bronze em tamanho natural dos escritores Otto Lara Rezende, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Hélio Pelegrino, ficavam entre a antiga Secretaria de Educação e o anexo da Biblioteca Pública, em frente à Praça da Liberdade.
Helena Maria Alves, arquiteta responsável pela transposição do monumento, esclarece que com a implantação do Circuito Cultural da Praça da Liberdade, as estátuas perderam a visibilidade no lugar onde estavam. “Nada mais conveniente do que trazer o conjunto arquitetônico dos escritos para frente da biblioteca,” ressalta.
A obra, projetada pelo artista plástico Léo Santana, faz alusão ao livro de Fernando Sabino, “Encontro Marcado“, publicado em 1956, e recria um encontro casual dos “quatro cavaleiros do apocalipse”, como eram conhecidos os escritores. O intuito era eternizar a amizade deles.  O monumento, muito popular, foi inaugurado em 2005 e foi alvo de depredações nos anos seguintes.

Por: Natália Oliveira

O sinal do pedestre “aperte e aguarde” foi criado para tornar a vida do cidadão mais ágil e fácil, mas parece que em alguns locais de Belo Horizonte isso não funciona. O site do Contramão resolveu testar o aparelho na Rua Timbiras, esquina com João Pinheiro, e na Rua Golçalves Dias, também esquina com João Pinheiro.

Na Rua Timbiras o semáforo aberto para os veículos por aproximadamente 1 minuto e 45 seg. Assim que o sinal abriu novamente apertamos o botão e, mesmo assim, ele ficou aberto por cerca de 1 minuto e 42 seg. Uma diferença apenas de 3 segundos.
Na Rua Gonçalves Dias o sinal ficou aberto aproximadamente 1 minuto e 46 segundos. Quando apertamos o botão à diferença foi de apenas um segundo contabilizando 1 minuto e 45 seg.

“Em Brasília assim que apertamos o sinal em instantes ele fecha”, informa a dona de casa Elza Maria, 64 anos, em vista a capital. Elza sequer sabia da exisência dele. Elza perguntou para a equipe do Contramão se o aparelho não restava funcionando, e nós a informamos que havíamos  acabado de acioná-lo. Ela ficou surpresa porque o sinal não fechou para os veículos. “Lá [Brasília – DF], quando colocamos o pé na faixa o motorista para o carro”, afirmou.

Postado por Matheus Azevedo

Os deficientes visuais encontram dificuldades para caminhar pela Praça da Liberdade, onde os passeios não estão adpatados com o chamado “piso tátil”, um tipo de calçamento caracterizado pela diferenciação de textura , destinado a constituir alerta ou linha-guia, para pessoas com deficiência visual, de acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).  É  a ABNT que define as caracteríticas do piso tátil em locais públicos de grande circulação:

3.45 piso tátil: Piso caracterizado pela diferenciação de textura em relação ao piso adjacente, destinado a constituir alerta ou linha-guia, para uso de pessoas com deficiência visual.

3.46 piso tátil de alerta: Piso utilizado para sinalizar alteração de percurso ou de plano, bem como projeção de objetos suspensos, que podem comprometer a segurança da pessoa com deficiência visual (ABNT NBR 9050).

3.47 piso tátil direcional: Piso utilizado em áreas de circulação, na ausência ou interrupção da guia de balizamento, em ambientes internos ou externos, em espaços amplos ou quando houver caminhos preferenciais de circulação (ABNT NBR 9050).

Apenas algumas ruas do bairro de Lourdes se encontram dentro das Normas, o que é o caso da rua da Bahia, Dos Timbiras e a Av. João Pinheiro. Na esquina da  avenida João Pinheiro com rua dos Timbiras, o piso tátil está próximo a um bueiro o que representa risco para deficiente visuais.


(Piso tátil da esquina da avenida João Pinheiro com rua dos Timbiras próximo a um bueiro)