Cotidiano

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Quando foi criada, sua principal função era ligar o centro comercial de Belo Horizonte, que se localizava nos arredores da Praça da Estação, com a Praça da Liberdade, centro administrativo da cidade. No início do século XIX, a Rua da Bahia era a parte boêmia da cidade, ponto de encontro de poetas, jornalistas, escritores e diversos intelectuais da época. Hoje ela apresenta uma parte sofisticada e outra decadente, ambas frequentadas por pessoas de todas as classes sociais. A Rua da Bahia “nasce” na chamada “boca do lixo” e “morre” naquela que seria a parte “chique” de Belo Horizonte. Ela se transformou em muito mais que uma rua de ligação, se tornou um espaço democrático e com muita diversidade.

A seguir um vídeo com um ensaio fotográfico que mostra a diversidade encontrada na rua.

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A convergência é uma realidade consolidada no jornalismo. Mesmo que os jornalistas, as empresas de comunicação e até as escolas ainda não saibam ao certo o que vai acontecer com os meios informativos nos próximos anos ou meses, ninguém duvida de que o caminho é multimídia. Com o jornal Contramão não é diferente.

A função do jornalista na sociedade é a mesma: contar boas histórias reais. O rigor dos processos continua para garantir a qualidade da informação e a satisfação do leitor. Muda o tempo, pois agora lidamos com o imediato, o que altera a rotina de produção. Aumentam as possbilidades, pois temos mais ferramentas e a convergência das mídias em mãos. Mas principalmente muda a forma de pensar a notícia, o que é o nosso maior e mais entusiasmante desafio. Faremos a cobertura hiperlocal da região da Faculdade de Comunicação e Artres (rua da Bahia com rua Gonçalves Dias) e continuamos à procura das boas histórias.