Cultura

A Galeria Passarela Cultural da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa apresenta a exposição “Retrato, fragmento de uma identidade”, repleta por trabalhos em pintura, fotografia, vídeo e projetos gráficos. A exposição é fruto de um projeto criado e desenvolvido pelas artistas plásticas Liliam Medeiros e Maira Paiva e visa compartilhar e investigar as possibilidades de trabalhar a fotografia e a pintura com dependentes químicos e pacientes de outras patologias na clínica Central Psíquica.


Os trabalhos foram desenvolvidos em conjunto, todos os pacientes que participaram do projeto contribuíram com alguma informação resultando em uma exposição de diversas identidades. O principal objetivo do projeto foi trabalhar com pacientes dispostos a compartilhar experiências e novas idéias.


Os autores das obras trabalham com temas como memória e assuntos do cotidiano, misturam ficção com processos fotográficos, vídeos e imagens retiradas do Google. Alguns foram afixados nas paredes de vidro da passarela na Biblioteca e parecem se encaixar com a paisagem de fundo: ora da Praça da Liberdade, ora da Rua da Bahia com seu trânsito.


Liliam Medeiros e Maira Paiva, por meio do projeto, fazem a promoção da arte como meio de informação e expressão, ao mesmo tempo em que se valem da experiência do trabalho para dar continuidade às suas pesquisas em arte.


A exposição segue até 29/10 e o local para visitação é o anexo da Biblioteca Pública Estadual na Rua da Bahia, 1889 – 2º: piso – Funcionários – Belo Horizonte MG.

De segunda a sexta de 8:00 as 20:00 horas e aos sábados de 8:00 as 13:00 horas.



Fotos dos trabalhos expostos


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Por Danielle Pinheiro

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Em comemoração aos 35 anos de brinquedos e brincadeiras pedagógicas, a exposição de Rodrigo Libânio, e sua esposa Michela Van Doornik, encanta crianças, jovens e adultos na Galeria da Biblioteca Pública Estadual Luis de dsc_0922Bessa. Pela primeira vez em Belo Horizonte, a exposição é parte do projeto “Voluntários Brincantes” e busca incentivar as crianças a construírem seus próprios brinquedos, além de reforçar a idéia de sustentabilidade e reciclagem

Tudo começou em uma viagem de Libânio à Europa. De volta ao Brasil, o brincante encontrou nos brinquedos uma maneira de ganhar dinheiro e divertir as crianças. “Comecei a fazer brinquedos para vender na feira na Praça da Liberdade. Eu o virava de um lado para o outro e sem querer foram nascendo formas e fui vendendo e contando histórias, para cantar e encantar as crianças”, conta, referindo-se a um brinquedo feito de pedaços de madeira e fita, que, de acordo com o manuseio, transforma-se em várias figuras.

O projeto já andou por várias cidades e países e, de acordo com Libânio, todos os brinquedos que constituem a exposição foram criados por ele e construídos com a ajuda de voluntários do projeto. “A gente reúne mais de 200 jogos e, nas oficinas, ainda ensina a fazer. Já viajamos por toda Cuba, nos receberam muito bem por lá. E eles até perguntam como a gente é aproveitado no nosso país”, relata. Os voluntários do projeto variam entre jovens de 16 até senhoras de 80 anos, sendo, em sua maioria, universitários que se interessam pelo projeto, independente do curso que fazem.

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Libanio dia, ainda, que foi um dos primeiros brincantes de Belo Horizonte. “Dizem que fui o primeiro depois dos mágicos. Belo Horizonte não tinha nenhum brincante. E aí eu fui aprendendo a brincar brincando com as crianças”, conclui.

A exposição fica na galeria da Biblioteca Pública Estadual Luis de Bessa até a próxima sexta-feira, dia 8. A biblioteca fica na Praça da Liberdade, 21, Funcionários.

Texto e imagens: Débora Gomes

Repórter e edição: João Marcelo Siqueira

Com o seu amigo inseparável Pitocó (palhaço de fantoche) Pierre André, 42, ator e contador de histórias, fazia fotos na Praça da Liberdade, para ilustrar uma matéria da revista Encontros. A sua trajetória iniciou em 1997 em um concurso de contador de história.

Na ocasião, André competiu na categoria história para adultos, chegou ao primeiro lugar e durante três anos foi voluntário na biblioteca pública contando histórias, misturando fantoches, instrumentos musicais, o contador também realizava apresentações, levando alegria onde fosse convidado.

Em 2000, Pierre passou no teste para ser contador de histórias de uma editora de livros, onde utilizava das próprias obras da editora e de seus colaboradores para se lançar no universo infantil, a cada dia mais apaixonado e entrelaçado à fantasia, André teve seu primeiro momento de produção.

Em 2009 publicou o seu livro chamado “Emengorda a barata”. André Declara que se não fosse contador de história seria design gráfico, porém não pensa em parar de contar histórias. “O sorriso de uma criança é melhor do que o cachê que ganho”. Seu próximo projeto será o lançamento do novo livro: “Di-versos” com 16 versos sobre animais. Você confere agora um dos contos sobre a história do Barnabé.

Por: João Marcelo Siqueira e Iara Fonseca

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Resgatando todo glamour da era de ouro da Rádio Nacional, a maior emissora de rádio do Brasil nos anos 50, “Nas Ondas do Rádio” é uma ótima opção para quem quer se divertir e conhecer toda a história dessa época que marcou muitas gerações. O espetáculo é interpretado no auge da Rádio Nacional, a maior emissora do Brasil nos anos 50, com todas as vedetes, atores, cantores que marcaram aquela época.

O texto foi criado há dez anos por Pádua Teixeira, que estudou o tema antes da criação. A comédia que está em cartaz no Teatro ICBEU é dirigida por Luiz Fernando Duarte que e tem no elenco 16 jovens atores, cantores e comediantes. O atual diretor conheceu o teatro pela primeira através da peça “Nas ondas do Rádio” e desde então apaixonou-se e trabalha no espetáculo. Segundo Luiz a divulgação da peça é focado no público adulto, que vivenciou a época, mas jovens também assistem e gostam do que vêm.
Alunos da disciplina de Rádio Jornalismo do Centro Universitário UNA vão assistir hoje “Nas Ondas do Rádio”, acompanhados da doutora e professora Cândida Lemos, que diz ser muito importante conhecer a história do rádio brasileiro.
A peça está em cartaz no Teatro do ICBEU, localizado na Rua da Bahia, n° 1723 em Belo Horizonte. Na sexta- feira o espetáculo começa às 20h30, no sábado às 21 horas e no domingo às 19h30. Os ingressos vendidos no local custam R$30 (inteira) e R$15 (meia para estudantes e maiores de 60 anos). Os ingressos também podem ser adquiridos nos postos da Belotur R$ 12(inteira).

Vejo a entrevista com Cândida Lemos, falando sobre a história do rádio Nacional:


Galeria

Por Andressa Silva, Ana Sandim, Iara Fonseca.

Fotos: Adriana Porto

Filhos da Terra é o nome da exposição de arte produzida por Tales Sabará que será inaugurada hoje, 01 de setembro às 19 horas, na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa. Em seu trabalho, o artista retrata homens e mulheres negros de sua cidade natal Congonhas/MG, por meio de uma série de 10 desenhos de grafite sobre o papel.

Os desenhos que em algumas partes parecem incompletos causam certa incerteza em quem vê, o tom amarelado e o formato quadriculado dão a impressão de que foram feitos em folhas de cadernos antigos. No site “Das Artes”, Tales faz uma pequena descrição da exposição e relata seu objetivo ao fazer desenhos inacabados das figuras negras “procuro dizer que a sociedade e os políticos ainda têm muito a fazer por essa parcela da população brasileira”.

Tales através desta exposição trata de um assunto sério da nossa sociedade, o negro e seu espaço. Indiretamente o artista quer atentar para a desigualdade social e injustiças que acometem as pessoas de raça negra, em função do preconceito que separa as classes do nosso país em uma pirâmide social.

A exposição estará aberta para visitação no período de 02/09 a 30/09, de segunda a sexta-feira, no horário de 08 às 20 horas e nos sábados de 08 as 13 horas, na Rua da Bahia, número 1889, segundo piso. Entrada franca.

Por Andressa Silva e Iara Fonseca

Edição Danielle Pinheiro

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Textura, cor, estilo e diversidade conceituam o evento “Quina do Design 2010”, que acontece no edifício Maleta. A galeria leva o visitante a passear por um universo cheio de formas e conceitos que traduzem o olhar do Design por meio de exposições, palestras e oficinas, convidando-o para interpretações variadas.

O espaço é uma galeria de arte que foi criada há um ano, pelos designers Rodrigo Furtini e Ayrton Mendonça, que tem como proposta produzir exposições a cada 20 dias, sempre criando oportunidade para novos artistas. “A Quina do Design tende a ser um marco em Belo Horizonte. Vamos realizar outros eventos com a intenção de criar, assim, oportunidades para que finalmente o público mineiro se apaixone pela arte.”, conta  Furtini.

O evento, que começou dia 21 de agosto, conta com o apoio da Lei de Incentivo a Cultura, além da parceria com a RedBull e vários artistas, como Tyler Littlejohn Johnson, Hugo Werner e Daniela Papine. O encerramento será no dia 28 de agosto, com uma festa ao som do Dj Ed. Os convidados poderão  curtir o evento e ainda participar do lançamento da segunda edição da Revista CODE 2 .

Para mais informações acesse o site: www.flickr.com/quinagaleria

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Clique na foto para acessar a galeria

Por: Iara Fonseca e Andressa Silva