Dança

Foto: Reprodução internet/ Peça Como sobreviver em festas e recepções com o Buffet escasso

Em sua 43ª edição, a Campanha de popularização Teatro e Dança começou no dia 5 de janeiro e esse ano sob o tema “A diversidade é nossa marca” traz uma programação variada que conta com 190 espetáculos, sendo 115 para o público adulto, 58 para o público infantil, 18 exibições de dança e entre eles 95 inéditos. Mas a novidade está no fato de que alguns dos espetáculos contam com tradução em libras e audiodescrição.

Considerada como uma das mais importantes manifestações artísticas de Belo Horizonte, a Campanha se tornou algo tradicional na vida da capital mineira. Promovida pelo Sindicato dos Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais (Sinparc), os espetáculos têm seus ingressos oferecidos a preços populares. Comprados pela internet ou em postos de venda os preços variam entre 5 a 15 reais, na bilheteria dos teatros os valores são colocados de acordo com a produção apresentada.

O evento que irá até o dia 19 de fevereiro tem como expectativa atrair cerca de 250 mil pessoas com base na iniciativa de proporcionar-lhes a oportunidade de irem ao teatro e assim prestigiarem os profissionais: “Isso faz parte da diversidade, que é a nossa marca. Por isso, a Campanha traz diversos gêneros em cartaz, como drama, comédia, farsa, tragédia e vários outros”, explica Rômulo Duque, presidente da Sinparc.

Incluídas no itinerário da ação Betim, Juiz de Fora e Nova Lima também contaram com apresentações. Para os interessados os ingressos que começaram a ser vendidos antes do início do evento ainda podem ser adquiridos pelo site www.vaaoteatromg.com.br ou pelo aplicativo do Sinparc ‘Vá ao Teatro MG’, disponível para download em tablets, smartphones e iphones.

Abaixo pontos de vendas:

Data: 5 de janeiro a 19 de fevereiro

Preço: R$ 5, R$ 8, R$ 10, R$ 12 e R$ 15 (preço nos postos de venda para peças adulto, infantil e dança).

Nas bilheterias dos teatros, os preços são diferentes, conforme cada estabelecimento.

Postos Fixos

As vendas de ingressos nos postos fixos estarão abertas a partir do dia 5 de janeiro. Confira os locais.

Posto Mercado das Flores

(Av. Afonso Pena, 1055 – esquina com Rua da Bahia)

Diariamente das 9h às 19h
| Funcionamento: 5 jan a 19 fev

Posto Shopping Cidade (Piso G)

(Rua Tupis, 337 – Centro)

Segunda a sábado das 10h às 19h, Domingos das 14h às 18h | Funcionamento: 5 jan a 19 fevereiro.

Posto Shopping Pátio Savassi (Piso L3)

(Av. do Contorno, 6.061 – Funcionários)

Segunda a sábado das 13h às 19h, domingos das 14h às 18h | Funcionamento: 5 jan a 19 fevereiro.

Posto Shopping Estação BH (1º Piso)

(Av. Cristiano Machado, 11.833 – Venda Nova)

Segunda a sábado das 13h às 19h, domingos das 14h às 18h | Funcionamento: 5 jan a 19 fevereiro.

Partage Shopping Betim (3º Piso)

(Rodovia Fernão Dias km 492, 601)

Segunda a sábado das 13h às 19h, domingos das 14h às 18h | Funcionamento: 5 jan a 19 fevereiro.

Posto Shopping Del Rey

(Av. Presidente Carlos Luz, 3001 – Pampulha)

Segunda a sábado das 13h às 19h, domingos das 14h às 18h | Funcionamento: 5 jan a 19 fevereiro.

Venda On-line e Aplicativos da Campanha

Outra forma de adquirir os ingressos é pelo site www.vaaoteatromg.com.br ou pelo aplicativo gratuito do Sinparc ‘Vá ao Teatro MG’, que está disponível para download em tablets, smarthphones e iPhones pelo link www.vaaoteatromg.com.br/mobile

O pagamento é feito por meio de cartão de débito bancário. A pessoa deverá retirar o ingresso na bilheteria do teatro 30 minutos antes do espetáculo. Os ingressos comprados pela internet terão acréscimo de uma taxa de conveniência, que varia de acordo com o valor e a quantidade comprada.

SERÃO ACEITOS VALE CULTURA E DOTZ

Nos Postos Sinparc, o ingresso pode ser pago com Dotz.

*Limitado a dois pares de ingressos por CPF, a cada dia.

DZ 1135 (1 ingresso)

DZ 2280 (2 ingressos)

DZ 4535 (4 ingressos)

Necessária a apresentação do Cartão Dotz e/ou CPF do titular e senha.

* O Vale Cultura na compra do ingresso é disponível somente no Posto de Venda do Mercado das Flores.

Para outras informações: Vá ao Teatro

Por Ana Paula Tinoco

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Evento começa hoje e vai até o dia 10/10 no CCBB

Espetáculos de dança contemporânea, dança de rua, cultura negra, Hip Hop, batalha entre linguagens múltiplas, espetáculo infantil e workshops compõe a programação do MID, Movimento Internacional de Dança, que começa nesta quinta-feira, 29, com espetáculos nacionais e internacionais de países como França, Itália, Espanha e Bélgica.

Ao todo, sete peças serão apresentadas ao longo dos 11 dias de mostra, sendo seis inéditas em Belo Horizonte. Anita Mathieu, Sérgio Maggio, Yara de Cunto e Gisella Rodrigues foram responsáveis por selecionar os espetáculos de dança contemporânea. De acordo com o criador e coordenador do MID, Sérgio Bacelar, os números foram escolhidos a partir da qualidade técnica e da capacidade de entreter públicos de faixas etárias distintas, com espetáculos para maiores de 12 anos e outros livres. As classificações etária e programação completa podem ser consultadas AQUI.

Além da troca de informações e aumento do repertório através da diversidade apresentada, outra proposta do MID é promover grupos locais. Em BH, os mineiros Rui Moreira e o coletivo de Hip-Hop, Família de Rua, participam do evento.

FAMÍLIA DE RUA

Neste final de semana, 01 e 02 de outubro, a Família de Rua participa da programação do MID com o projeto “FDR All Styles – Desafio na Pista”. Conforme o grupo informa em sua página no Facebook, o FDR é fruto do “Duelo de MC’s, que, ao lado do “Família de Rua Game of Skate”, ações que acontecem no Viaduto Santa Tereza desde 2007, são os principais projetos do grupo.

No CCBB, a partir da improvisação de movimentos ao som do DJ LB – que tocará diversos estilos musicais, “do baião ao rap”, como informa o EVENTO no Facebook – dançarinos e dançarinas de breaking, popping, locking, hip hop dance, house, vogue, dança contemporânea e outros estilos duelarão em uma grande celebração da cultura HIP HOP.

As batalhas serão julgadas por Priscila Patta, Lola Peroni e Eduardo Sô. A inscrição é gratuita e contemplará os 60 primeiros participantes que chegarem ao local. A premiação da batalha será de mil e quinhentos e reais. Mais informações AQUI.

O COLETIVO

Em 2016 a Família de rua completa nove anos de atuação nas ruas de BH. “O FDR All Styles” é apenas uma de suas ações. “A família de Rua é uma organização que acredita na essência da cultura e das manifestações artísticas urbanas. Para tanto, trabalha focada na promoção da cultura Hip Hop e do Skate em seus moldes originais, preservando a originalidade e a força presentes na arte e no estilo de vida daqueles que respiram a rua cotidianamente.”

WORKSHOPS

Além das apresentações, o MID contará com workshops destinados a estudantes de dança e dançarinos profissionais, ministrados pelo coreógrafo espanhol Albert Quesada e o bailarino moçambicano Idio Chicava. As inscrições devem ser feitas até amanhã, 30/09, pelo e-mail danca@alecrim.art.br. Os interessados devem encaminhar um parágrafo com demonstração de interesse em participar bem como o currículo.

Informações sobre o Workshop com Albert Quesada AQUI 
Informações sobre o Workshop com Idio Chicava AQUI 

Texto: Bruna Dias

 

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A data foi escolhida como forma de homenagem ao jornalista Osvaldo da Silva Almeida, que nasceu dia 14 de Setembro de 1882, ele teria sido o inventor da palavra Frevo lançada em sua coluna no “Jornal Pequeno”, no dia 12 de Fevereiro, do Carnaval de 1908, em Recife .

Porém, o pesquisador Evandro Rabelo afirmou em um artigo que em 09 de Fevereiro de 1907, O Clube dos Espalhadores do Feitosa, noticiou no “Jornal Pequeno” o repertório de marchas carnavalescas com os seguintes títulos: Amorosa, O Sol, O Frevo, entre outras. Comprovando que o vocábulo já estava presente nos clubes carnavalescos.

Desde então 09 de Fevereiro, também é considerado o dia oficial do Frevo em Pernambuco, local de origem da dança.

Origem do Frevo – Uma história de amor, luta e arte.

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As últimas décadas do século XIX, e as três primeiras do século XX podem se considerar o período de estruturação do carnaval brasileiro. Nessa época, o jogo carnavalesco do entrudo foi proibido várias vezes pelos governantes do Brasil Colônia alegando que tinha espírito pertubador da ordem. Em 1857, foi decidido pelo Congresso das Sumidades Carnavalescas, que o carnaval brasileiro teria as características do carnaval europeu.

Todas as regiões do Brasil aceitaram a mudança, exceto Pernambuco, que na ocasião, iniciava um movimento contra a proibição do Governo quanto á saída dos capoeiras, chamados de desordeiros. Por conta disso Recife se transformou foco da agitação política, pregando o nacionalismo e expulsão dos portugueses, vários pernambucanos foram presos e fuzilados e quase metade do território de Pernambuco foi entregue a Bahia como castigo aos levantes contra o Império.

A medida do Governo gerou uma reação de mais confronto, os capoeiras andavam pelas ruas a procura de brigas, mas era através da dança que chamavam mais atenção. Segundo o historiador Pereira da Costa “O desfile desse pessoal era feito em moldes de verdadeiro delírio, pulando, gingando, jogando capoeira, armados de cacetes e aos gritos, desafiando adversários para a luta.”

Seriam esses capoeiras que teriam dado origem ao frevo, enquanto os passos teriam influência da quadrilha, maxixe, a polca e o dobrado, de acordo relatos dos descendentes do frevo escritos em  Marcha nº 1 do Clube Lenhadores,1903 por Juvenal Brasil.

Patrimônio

Em 2007, o frevo foi declarado como Patrimônio Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

No dia 05 de Dezembro de 2012, a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) aprovou o frevo, expressão artística do carnaval do Recife, como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. O reconhecimento ocorreu durante a 7ª Sessão do Comitê Intergovernamental para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, na sede da Unesco, em Paris, na França.

Grupo de Dança em BH

Em Belo Horizonte o grupo Sandeiros, fundado em 1 de janeiro de 1980, é uma Companhia de danças folclóricas brasileiras considerada uma das melhores do país. O grupo disponibiliza cursos de dança gratuitos para mais de 500 pessoas por semestre. Clique aqui e saiba mais.

Texto: Gabriella Pimentel

 

Foto Comunidade LGBT

Levantando a bandeira que seguia com o tema “Democracia é respeitar a identidade de gênero: não nos apague com politica”, ontem 17, Belo Horizonte reuniu cerca de 40 mil pessoas na Praça da Estação na 19ª edição da Parada do Orgulho LGBT. A edição 2016, que teve como foco a discussão a respeito da identidade de gênero foi organizada pelo Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual de Minas Gerais – Cellos- MG- em parceria com o Conselho Regional de Psicologia.

O palco na Praça da Estação recebeu diversas apresentações artísticas, entre elas drag queens, teatro manifesto e grupos de dança. Para Leandro Augusto, estudante de Cinema, foi uma preparação espiritual: “Todos os dias eu vejo pessoas que precisam de espaço para se expressar. A liberdade nesse dia é maior. Foi um dia maravilhoso. Quando cheguei à concentração a energia foi maravilhosa, fantástica.”. Os trios elétricos tomaram conta da festa por volta das 17h horas e com um novo trajeto, menor esse ano, eles passaram pelas ruas Guaicurus e Tupis tendo seu encerramento na Avenida Olegário Maciel.

Indo além das festividades, a parada mais uma vez trouxe à tona a busca e luta pelos direitos iguais entre todos indiferente de orientação sexual, como conta Marcelo Henrique Santos, que foi voluntário e fez parte da organização: “Foi ótimo. Pude ver os bastidores de todo mês da jornada pela cidadania LGBT, além de ajudar a construir a parada LGBT de Belo Horizonte, o trabalho que da pra fazer o manifesto acontecer, ver acontecer nas ruas todas as pautas que reivindicamos. É lindo poder participar e ter um posicionamento mais ativo na luta pelos direitos LGBT.”.

No momento das discussões politicas, o manifesto contou com a presença da deputada federal Jô Moraes (PC do B) e o secretário de direitos humanos do governo estadual de Minas Gerais Nilmário Miranda (PT). “Espero que as próximas paradas continuem com a mesma pegada dessa, que teve tanta gente bacana lutando pela democracia e pelo respeito a identidade de gênero.”, deseja Santos.

Segundo relato de Jacson Dias, estudante de cinema, militante e produtor da cobertura do evento, é essencial participar para a quebra de paradigmas e preconceitos que giram em torno do universo LGBT: “Cada ano para mim tem sido uma experiência melhor falo tanto politicamente, como pessoa física, porque eu vou aprendendo, diminuindo preconceitos e adquirindo conhecimentos, tanto no âmbito pessoal como profissional. No meu trabalho a mudança é nítida.”.

Para alguns ir as ruas é um momento de descoberta e aceitação como relata Santos quando questionado sobre o que mudou para ele ao participar: “Pra mim o que mudou foi à aceitação de mim mesmo e as pessoas que me rodeiam e o orgulho de poder ser quem eu sou.”. Para Augusto foi um “protesto na base da alegria, celebração de tudo que conseguimos. Às vezes é um pouco menos, às vezes um pouco mais. Mas, tem que ser celebrado tudo aquilo que conseguimos.”, finaliza.

Reportagem Ana Paula Tinoco

Fotos Pablo Abranches

Foto: Lucas D'Ambrósio

SÁBADO 09/07

Virada Cultural BH

Locais e programação: https://viradaculturalbh.com.br/2016/programacao/

Entrada Franca

4ª Edição da Feira Singular

Rua Grão Mogol, 662 – Sion

Das 10:00 as 18:00

Entrada Franca

Feira Experimente – Cerveja e Gastronomia

Praça dos Quatro Elementos, s/n – Jardim Canadá

11:00

Entrada Franca

Gastrô BH – Festival Gastronômico de inverno

Arena BH (Av. Prof. Clóvis Salgado, 1300 – Bandeirantes)

Das 10:00 as 22:00

Entrada Franca

Circuito Gastronômico Aproxima

Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1537 – Centro)

11:30 as 00:00

Preço sob consulta: https://www.soubh.com.br/especial/circuito-aproxima/

Arraiá de Santa Tereza

Praça Duque de Caxias

As 18:00

Entrada Franca

Arraiá da São José

Igreja São José (Avenida Afonso Pena, s/n – Centro)

As 18:00

Entrada Franca

DOMINGO 10/07

Virada Cultural BH

Locais e programação: https://viradaculturalbh.com.br/2016/programacao/

Entrada Franca

2º Inverno das Artes

Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1537 – Centro)

10:00 as 21:00

Informações: https://fcs.mg.gov.br/programacao/inverno-das-artes-2/

Exposição: Delírios para Telas de Descanso

Galeria de Arte Sesiminas (Rua Padre Marinho, 60)

09:00 as 18:00

Entrada Franca

40º Festival de Teatro Popular Permanente

Teatro Sesiminas (Rua Padre Marinho, 60)

As 11:30

Entrada Franca

Domingueira

Jângal (Rua Outono, 523 – Cruzeiro)

As 14:00

R$ 15

Reportagem: Yuran Khan

Foto: Lucas D’Ambrósio

Imagem: Reprodução Internet

A Virada Cultural de BH esse ano, 2016, ocorrerá nos dias 9 e 10 de julho e diferente dos anos anteriores não contará com um palco na Savassi. De acordo com Simone Araújo, diretora de ação cultural da Fundação Municipal de Cultural – FMC – por ser um palco parceiro e não haver parcerias, criar mais um espaço lá não é viável para o evento, que tem como foco o hipercentro.

Outro fator que é reconhecido por Araújo é a questão da segurança. No ano passado, 2015, foram registradas mais de 60 ocorrências na região, como furtos, roubos, tentativa de estupro, lesão corporal e pichação. E, ainda, de acordo com ela quando há evento na região da Savassi a Polícia Militar pede maior atenção à segurança com relação ao bairro.

Além do “palco problema”, como é chamado pelos organizadores do evento. A programação da Praça da Liberdade também foi afetada. O Palco Praça da Liberdade receberá atrações limitadas e somente no sábado, o Grupo Girino, às 19h e shows instrumentais das 19h às 22h, no coreto.

Segundo Araújo o Palco Praça da Liberdade, assim como o da Savassi, é parceiro e tem suas diferenças já que há moradores e não é possível estender a programação pela madrugada. E por fazer parte do patrimônio histórico possui suas limitações. Mas, apesar de tudo isso, ela diz que o espaço é interessante e serve de destino para aqueles que não querem agitação.

Mesmo com a saída da Savassi e limitação das atrações na Praça da Liberdade, outros pontos continuam a participar da Virada Cultural, como a Praça da Estação, Viaduto Santa Teresa e o Parque Municipal. Mas, não haverá baixas, esse ano as Praças Afonso Arinos, Ruy Barbosa e Rio Branco estreiam no evento, trazendo palcos e atrações variadas.

Não está por dentro da programação? Escolha seu itinerário aqui!

Texto Ana Paula Tinoco