Entretenimento

Por: Moisés Martins e Marcelo Duarte 
Foto: Dimi Silva

Em 8 de maio comemora-se o Dia Nacional das Artes Plásticas. Convidamos o artista Edmilson Antônio da Silva, conhecido como Dimi Silva, para um bate-papo.  Aos 35 anos, ele vive de seu trabalho como autônomo em Belo Horizonte. Brinca com as cores, possibilitando a quem vê  viajar por mundos divertidos. A inspiração é ampla, vai da beleza da mulher negra aos autorretratos de Frida Kahlo (1907-1954), uma das principais pintoras do século XX. “É muito importante ter um dia do artista plástico, mas deveria ter mais eventos e feiras para que possamos mostrar nosso trabalho”,  afirma o artista plástico Dimi Silva.

Como e quando você iniciou nas artes plásticas?

A ideia de ser artista plástico foi algo que surgiu em minha vida. O gosto pela arte vem desde criança. Desde cedo aprendi a desenhar. O tempo passou e, a cada dia, queria aprender mais. Comecei a ter contato com novas técnicas e estilos de desenhos, que me fizeram chegar onde estou. Mas não quero parar por aqui. A cada dia que passa eu aprendo mais, para que meu trabalho fique cada vez melhor.

Como você se vê dentro do mundo das artes?

Eu me considero grande artista plástico. A grande maioria das pessoas não dá valor às artes. Então, fica difícil para o artista ser reconhecido pelo seu trabalho.

Dentro da arte, como você usa a tecnologia a seu favor?

A tecnologia tem nos ajuda bastante.  Uso as redes sociais para divulgar meu trabalho. Por meio das postagens, alcanço público amplo, o que aumenta o  reconhecimento do meu trabalho.

Como você apresenta suas obras?

Faço pinturas expostas em  muros da cidade, onde o público tem contato direto com a arte e com o meu processo de produção. Também participo de algumas feiras de artes.

Com qual outra área das artes plástica você teve contato?

Basicamente foi só pintura mesmo. Pintura de telas, murais, desenhos papel e arte digital.

O que você espera do seu futuro nas artes plásticas?

Busco evoluir cada vez mais, sempre buscando novos conhecimentos e com isso reconhecimento pelo meu trabalho.

Você tem contato com outros artistas?

Tenho muitos amigos no meio artístico, com trabalhos maravilhosos e de diferentes estilos. Para mim é um contato muito importante desde a  parte do aprendizado artístico até questão do respeito com a arte do colega.

Você vê muitos jovens inseridos nas artes plásticas?

No meu cotidiano vejo alguns, mas faltam oficinas, eventos e projetos voltados à juventude para poder despertar o interesse dos jovens pelas artes plásticas.

Aqui podemos ver um pouco de suas obras e sua descrição sobre elas;


Mural realizado na pista de skate do Barreiro/Belo Horizonte. “Assim como a maioria dos meus trabalhos não tem muita a explicação exata, gosto de compor obras voltadas para psicodelismo surreal com bastante movimento e cores vibrantes e objetos de mundos distintos tudo em um mesmo lugar”


“Trabalho realizado para uma cliente. Tinta acrílica sobre papel, retratando um ícone e referência. A pintura é releitura de uma das obras de Frida Kahlo, com cores, objetos e movimentos sempre presente no meu trabalho”.

Por Melina Cattoni
Fotografia: Instituto Brasileiro de Museus e Fauno Cultural
Agradecimentos: Circuito Liberdade, Espaço do Conhecimento Ufmg,  MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal, Projeto Museu de Rua.   

 

Fachadas clássicas, arquiteturas antigas e salões espaçosos são características presentes ao pensar em museus. Para reformular esta ideia e mostrar que esses espaços caminham junto ao uso das tecnologias e ao avanço das mídias digitais, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) promove a 16ª Semana Nacional de Museusentre os dias 14 à 20 de Maio.

Com o tema Museus Hiperconectados _ novas abordagens, novos públicos, a décima sexta edição possibilita o diálogo entre público e os espaços culturais. Para Luciana Amormino, jornalista especialista em História da Cultura e da Arte, a temática permite a reflexão sobre a relevância da instituição junto ao público. “Possibilita evidenciar as conexões que fazem um museu acontecer, as parcerias que firmamos para a realização de nossas atividades, com os mais diversos públicos ou até mesmo com outros museus e instituições parceiras”, aponta a coordenadora da programação do Museu das Minas e do Metal.

O diferencial dessa edição está no uso das novas tecnologias e a possibilidade de parcerias. “O Memorial Minas Gerais Vale, por exemplo, em parceria com o Museu Brasileiro do Futebol, sediado no Mineirão, promoverá o intercâmbio de conteúdos como: músicas, vídeos, projeções e ações educativas interativas”, cita a museóloga Maíra Corrêa, coordenadora de programação do Circuito Liberdade. As redes sociais e aplicativos também são recursos utilizados nas oficinas. Como exemplo, o Espaço do Conhecimento da UFMG, oferece a Janela Digital, ferramenta que possibilita ao público conhecer as ações do espaço mesmo com o museu fechado. As pessoas podem assistir a mini vídeos da exposição sem sair de casa. Para a oficina Fotografia imersiva e tecnologias de realidade virtual para museus, ofertada pelo Museu Mineiro, se faz necessário o uso câmeras fotográficas ou smartphones para a experiência.

Quem vai ao Museu?

Das produções cinematográficas às grandes galerias, criatividade, diversão e, principalmente, interatividade são elementos presentes ao entrar em contato com as artes. Presentes nas praças, ruas e becos, o diálogo e a representatividade das artes em todos os locais é importante. Para Laís Flor, estudante do  curso de Museologia da Universidade Federal de Minas Gerais, os museus cumprem sua função com aqueles que têm acesso. A partir do momento que há uma identificação com o aquele espaço e, com o que ele representa, o lugar será aproveitado.

Ao pensar sobre a revitalização urbana e ressignificar  a ‘ida ao museu’, o Projeto Museu de Rua propõe novo tipo de entretenimento para a cidade, bem como a valorização das artes e dos artistas. O idealizador do projeto, Ivan Neves Bechelane, declara que o local das artes é no espaço público. “Qualquer espaço que seja fechado não é para todos. Qualquer lugar que ‘cobre’ entrada não é democrático. A arte tem que estar na rua. Ela é nosso espaço comum. A arte transgride o padrão e traz reflexões que são importantes de serem discutidas no nosso cotidiano”, diz o artista.

 

 

A principal participação do público nas intervenções se dá na “Batalha do Bomb”. Os integrantes do projeto escolhem as palavras que serão escritas no local e parte do público se voluntaria a escrever. “A arte conversa com a sociedade através da rua. Um museu, normalmente, é ambiente que demanda estudo prévio e que traz mensagens, às vezes, fora de contexto dentro de um ambiente versátil. Já a arte de rua expressa a mensagem local e interage esteticamente com o que está em volta”, declara Ivan.

 

 

Para Laís Flor, ainda sim, o reconhecimento e o acesso das comunidades periféricas à essas instituições não é tão abrangente. “Tanto a divulgação, quanto a forma como o museu se comunica com as minorias, são meios de melhorar esse acesso e essa identificação da população com este espaço de cultura”, afirma.

Por Melina Cattoni
Fotografia: Imagem Filmes

 

Liberdade, sonhos e superação. Tudo Que Quero, narra a história de uma jovem diagnosticada com Transtorno de Espectro Autista (TEA). Wendy Welcott, adolescente de vinte um anos, possui uma rotina comum e sistemática. Inteligente e criativa, também possui uma paixão e talento para a escrita. A narrativa é construída em cima das desventuras da adolescente para participar de um concurso para escritores e entregar seu roteiro ao famoso estúdio de cinema Paramount Pictures, em Los Angeles.

Para alcançar o sonho e também a liberdade, Wendy descobre diversos caminhos e reviravoltas do cotidiano. A descoberta começa ao atravessar uma avenida  proibida, percorrer a estrada, enfrentar situações desconhecidas e, principalmente, lidar com diferentes pessoas. Durante as cenas, cada circunstância é acompanhada por uma trilha musical que compõe junto à fotografia os sentimentos daquela jovem. Encantado pela narrativa, o espectador acompanha com o coração na mão e brilho nos olhos toda a caminhada de superação.

 

 

Dirigido por Ben Lewin, o escritor apaixonado por fotografia e escrita narrativa, coleciona em sua carreira documentários, minisséries, programas episódicos e longas-metragens, entre eles, o premiado filme As Sessões em 2012. Já a trilha sonora, assinada por Heitor Pereira, compositor brasileiro que tem em seu currículo algumas faixas do filme Meu Malvado Favorito 2, usa das melodias para transitar entre momentos de apreensão e diversão durante a obra.  

A Imagem Filmes lança nesta quinta-feira, 26 de abril, o filme Tudo Que QueroPreparem o balde de pipoca e os lencinhos, o filme é de emocionar.

Imagem Filmes

Empresa nacional do ramo de entretenimento, atua na distribuição de filmes independentes em todo país. Para mais informações, acessem o site: https://www.imagemfilmes.com.br/ .

Tudo Que Quero

Direção: Ben Lewin
Produção: Lara Alameddine, Daniel Dubiecki Escritores: Michael Golamco, Michael Golamco
Elenco: Dakota Fanning, Toni Collette, Alice Eve, River Alexander, Jessica Rothe, Matt Corboy, Tony Revolori
Música: Heitor Pereira
Direção de Arte: Lindsey Moran

0 324

Por Bruna Valetim

Três anúncios de um crime e o senso dúbio do que é justo

Conquistando êxito nas temporadas de premiações, chegou aos cinemas no último dia 15, o longa “Três anúncios para um crime” que acompanha a história de uma mãe em busca de justiça para o assassinato sem solução de sua filha.

Mildred Hayes é uma mulher que carrega a raiva em seu olhar e meses após o assassinato da sua filha, ela aluga três outdoors em uma estrada de pouco acesso com os dizeres “Estuprada enquanto morria e até agora nenhuma prisão, como é que pode xerife Willoughby?”. A atitude da protagonista gera um efeito dominó na pacata de cidade de Ebbing, Missouri e o filme se desenrola a partir daí, da ação que gera diversas reações e pessoas com opiniões distintas, o filme o tempo todo é moldado pela sensação de injustiça e o senso de justiça que o último seja interpretado de maneiras diferentes pelos personagens. No quesito empatia, os negros, o anão, os pobres, as pessoas geralmente a margem na sociedade e menos privilegiadas estão dos lados de Midred, os policiais, os ricos da cidade estão do lado do Xerife, mais ou menos como o mundo real funciona.

A protagonista é uma mulher fria, desamparada, desiludida pela vida e pela justiça que luta a qualquer custo solucionar o crime que tirou a vida de sua filha. Por mais antipática que Mildred seja, por mais decisões equivocadas que a personagem venha a tomar é impossível não sentir empatia por seus objetivos e torcer para o sucesso de sua saga. Em contraponto a protagonista temos os policiais do distrito, o xerife exposto no cartaz e seu fiel aliado, o ignorante policial Dixon (Sam Rockwell).

Não é um filme bonito é real, é duro, é triste. Você se indigna, sente raiva, angustia, medo, você fica surpreso. É uma transição de sentimentos a todo minuto, uma ação que gera uma reação que vamos de odiar um personagem até ter certa empatia. Mérito claro do time de atores, Frances entrega uma mulher que foge dos clichês de mães sofredoras da cinematurgia, geralmente bondosas, abnegadas, seres de luz. Mildred não é nada disso, não era a mãe do ano nem age diferente com o seu outro filho depois do assassinato que abalou a família, ela não performa nenhuma feminilidade nem muda sua essência acreditando que o perdão salva, ela quer justiça e busca por isso doa a quem doer. Grande favorita ao Oscar, a atriz vem ganhando todos os prêmios de melhor atriz da temporada.

Sam Rockwell pode ser conhecido por papéis com veias mais cômicas como é o caso de seu personagem em “As panteras” está extraordinário, se eu o visse na rua provavelmente teria vontade de socar a cara dele porque Dixon é odioso. Esse tipo de reação só é conquistado perante uma atuação digna. O ator conhecido por comédias é simplesmente muito bom e brilha sem dúvida nenhuma como o melhor personagem de sua carreira. É o personagem com maior evolução ao longo do filme e apesar de atitudes completamente esdruxulamente após um acontecimento traumático e receber um sinal dos céus embarca em uma jornada para se tornar uma pessoa minimamente decente. É a maior aposta para ganhar a estatueta de melhor ator coadjuvante e merece vencer.

Como Rockwell, Woody Harrelson, o xerife Bill Willoughby, também concorre como melhor ator coadjuvante, por um papel que exige um pouco menos, mas o tempo em que aparece em cena convence. O personagem é um homem decente, não provém de uma bondade acima da média, não perde a vida em busca de resolver o assassinato como se fosse um problema seu, mas ao mesmo tempo o xerife se sensibiliza com o caso, faz sua parte, tenta achar o culpado, sem deixar sua vida parar por isso. Em certa parte do filme o personagem tem um monólogo com grande carga dramática, que acredito ter sido o motivo de sua indicação como melhor ator coadjuvante   do personagem é carregada de emoção e interfere de maneira direta na vida de outros personagens e no desfecho do filme.

O filme tem feito sucesso ao redor do mundo e inspirado pessoas a reproduzirem a ideia principal de alugarem três outdoors vermelhos com letras pretas cobrando atitudes de autoridades locais. O filme também não passa batido pela justa problematização. O personagem Dixon é um homem racista, que tem histórico de torturar negros e ser homofóbico. O personagem em uma passagem de total abuso de autoridade joga uma pessoa da janela e destrói um estabelecimento e nada sai basicamente impune. O personagem encontra alguma redenção ao longo do filme com boas ações mas mostra que se você for um homem branco medíocre e de preferência policial, consegue sair impune de qualquer coisa. As piadas racistas dos personagens que o filme aparentemente coloca em forma de crítica só é risível para pessoas brancas, assim como situações que os personagens de Corra passam, outro filme indicado a melhor filme no Oscar desse ano.

O resto do elenco mesmo com participações mais tímidas fazem bom trabalho, alguns como o Lucas Hedges e   Peter Dinklage mereciam mais destaque pois são atores mais que competentes, brilhariam mais se tivessem mais espaço. A trilha sonora lembra os filmes interioranos e independentes e as cores presentes advém de uma paleta em tons neutros, maquiagem não faz parte da caracterização. O longa ao total disputa no próximo dia 4, o prêmio de melhor filme, melhor roteiro original, melhor atriz, ator coadjuvante, melhor trilha sonora e melhor montagem.

 

Foto: Gabriel Peixoto

O Carnaval acabou, mas o feriado está cheio opções para se divertir. Não perca a nossa #FDS.

Sexta-Feira/ 16 de fevereiro

 

  • Amores e Dores no País das Flores

Data: 16.02.2018 – 15:00

Local: Sede do Crepúsculo – Centro de Desenvolvimento Humano (Rua Sertões – 147 – Prado)

A Crepúsculo Cia de Dança através do Projeto Manutenção do Crepúsculo apresenta o Grupo Residência de Teatro, direto de Ouro Preto, com o espetáculo:

Amores e Dores no País das Flores
As desventuras de amor, dinheiro e poder de sete personagens: Hortelino ama Tiadorim, a filha do prefeito, que ama Romeu que também é amado por Hérmia, que é amada por Juvenal, que é cúmplice dos planos de Décio para roubar a fortuna de seu patrão, Joaquim José da Silva Xavier, que ama seu dinheiro, que misteriosamente sumiu.

https://www.facebook.com/events/1217526008380096

Telefone: 31 3225-0040

Entrada Franca

 

  • Sexta No Quintal – Ressaca De Carnaval

Data: 16.02.2018 – 19:00

Local: Quintal do Chalé – Av. Professor Mário Werneck, 530 – Buritis

E para quem pensou que a melhor época do ano tinha acabado, se enganou!
Sexta no Quintal – Ressaca de Carnaval, o seu happy hour na levada do axé!

https://www.facebook.com/quintaldochale/

  • Carla Gomes

Data: 16.02.2018 – 19:00

Local: Suricato (Rua Souza Bastos, 175 – Floresta)

Em 2014, poucos meses após lançar seu primeiro álbum, “O Tempo Sou Eu”; recebeu indicação de Melhor Cantora, no 26º Prêmio da Música Brasileira, ao lado de cantoras já consagradas da MPB.

Natural de Belo Horizonte, Carla Gomes é cantora, interprete e compositora. Vem se destacando no cenário musical por sua voz forte, mas, que traz suavidade singular tendo o violão como aliado, despertando interesse do público e da crítica especializada. Trabalhou com figuras importantes da música brasileira como, o produtor musical Liminha, a banda Cidade Negra, Marco Suzano, Mauricio Tizumba, Sérgio Perere e Titane entre outros.

Nesta sexta-feira, Carla se apresentará acompanhada de seu violão, em um show intimista com bastante swuing, simpatia e sensibilidade, marcas registradas em seu trabalho. O show conta com a participação dos músicos e amigos Junim Ribeiro (Violão) e Débora Costa (Percussão). No repertório Carla Gomes apresenta composições próprias do seu álbum “O Tempo sou Eu” e releituras inusitadas de compositores já conhecidos do grande público e que influenciam o seu trabalho.

https://www.facebook.com/events/147632972549558/

  • Estamira

Data: 16.02.2018 – 19:30

Local: MIS Cine Santa Tereza

(Marcos Prado | Brasil | 2006 | Documentário | 116 min)
Estamira é a história de uma mulher de 63 anos que sofre transtornos mentais e que durante 20 anos viveu e trabalhou no Aterro Sanitário de Jardim Gramacho.
Carismática e maternal, Dona Estamira convive com um pequeno grupo de catadores idosos num local renegado pela sociedade, que recebe diariamente mais de oito mil toneladas de lixo produzido no Rio de Janeiro.

Informações Adicionais:

Classificação indicativa: 10 anos

A retirada de ingressos é gratuita e acontece trinta minutos antes de cada sessão. Sujeito à lotação.

https://www.facebook.com/miscinesantatereza/?ref=br_rs

Telefone: 31 3277-4699

Entrada Franca

Sábado/ 16 de fevereiro

  • Anime Festival BH 2018 Summer

Data: de 17.02.2018 até 18.02.2018

Local: Colégio Pio XII – Rua Alvarenga Peixoto, 1699 – Santo Agostinho

Feira de quadrinhos, desenhos animados japoneses, mangás, games. Gincanas e atrações ligadas ao verão, férias onde a meta é a integração de todos os fãs que nos prestigiam vindos de várias regiões do interior de Minas Gerais e de outras cidades do país. Tradicional concurso Cosplay, onde fãs mostram suas melhores fantasias de desenhos animados japoneses, seriados americanos, filmes, desenhos animados americanos e ou europeus.

https://www.animefestival.com.br

Telefone: 11 4107-4540

Email: contato@animefestival.com.br

Promoção: Animecon Promoção de Eventos

Realização: Animecon Promoção de Eventos

  • Projeto Feito em Casa – Edição especial Ressaca de Carnaval

Data: de 17.02.2018 – 11:00 até 17.02.2018 – 18:00

Local: Power Shopping Centerminas

A folia em Belo Horizonte não acaba com o fim dos festejos carnavalescos. No dia 17 de fevereiro, sábado pós-carnaval, os belorizontinos têm um encontro marcado na primeira edição do ano do Projeto “Feito em Casa”, do Power Shopping Centerminas, edição especial ‘Ressaca de Carnaval’, com marchinhas e muito mais.

Durante o dia, no estacionamento aberto do 1º piso do mall, o público poderá conferir boa gastronomia, cervejas artesanais e música de qualidade. A edição do Projeto Feito em Casa vai contar ainda com um Espaço Kids para a criançada se divertir de montão.

O Projeto Feito em Casa tem crescido e se consolidado na capital como uma ótima opção de lazer ao ar livre, no estacionamento aberto do Power Shopping Centerminas. O objetivo principal do projeto é fomentar a cultura e proporcionar momentos de alegria para o público por meio da música, gastronomia e movimentos artísticos.

Telefone: 31 3140-4195

Entrada Franca

  • Experimente fevereiro – Let’s Rock!

Data: de 17.02.2018 – 11:00 até 17.02.2018 – 18:00

Local: Praça Quatro Elementos: Rua Kenton – Jardim Canadá

Depois de quase uma semana de festa, chegou a hora de comemorarmos com um gênero musical muito especial para nós. Na edição pós-carnaval, o projeto EXPERIMENTE irá celebrar o Rock n’ Roll. Coloque a blusa de sua banda favorita e venha curtir com a gente!
Para entrar no evento, será necessário levar 1kg de alimento não perecível, que será revertido em doação para uma instituição de caridade.

https://www.facebook.com/Projeto.Experimente/

Promoção: Bruno Lins

Realização: Bruno Lins

  • Sábado Especial de Carnaval |Fantasia Original

Data: 17.02.2018 – 11:30

Local: Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte

Leitura compartilhada do poema “O Vampiro Argemiro”, de Dilan Camargo, seguida de criação de máscaras e rimas de carnaval.
Mediação: Wander Ferreira
Público: livre

Telefone: 31 3277-8658

Email: bpij.fmc@pbh.gov.br

Entrada Franca

  • Ressaca de Carnaval – MC G15 + Convidados

Data: 17.02.2018 – 16:00

Local: Land Spirit BR 356, km 7,7, 7575, Olhos d’Água

MC G15, Chama o Síndico, Du Monteiro + Convidados

https://www.sympla.com.br/ressaca-de-carnaval—mc-g15–convidados__233551

  • Bloco do Oi de Gato

Data: de 17.02.2018 – 17:00 até 17.02.2018 – 22:00

Local: Do Chef Espetos – São Bento

Nada melhor que aquele agito final para se despedir do Carnaval de Belô.
O Do Chef e a Banda Oi de Gato se unem mais uma vez para fechar com chave de ouro o carnaval 2018, tocando os melhores enredos de carnaval ao ritmo de samba. O evento é gratuito e para todos os gostos e idades.

Entrada Franca

  • Festival de Pizza Veganas e Vegetarianas

Data: 17.02.2018 – 19:00

Local: Iskcon – Sociedade Internacional da Consciência de Krishna

Neste sábado acontecerá mais uma edição do tradicional Festival de Pizza Beneficente da Iskcon com a grande e crescente variedade de pizzas veganas e vegetarianas!

Programação do Festival
Kirlana Yoga – 19h
Palestra sobre a filosofia trabalhada no local – 19h30
Festival de Pizza – 20h

https://www.facebook.com/events/402782436849860/

Telefone: 31 3337-7645

Entrada Franca

  • Texas Party- Baile de Carnaval

Data: 17.02.2018 – 22:00

Local: Sítio Canabrava- Rua Paquetá, 1200

https://www.sympla.com.br/texas-party—baile-de-carnaval__196940/

 

Domingo/ 18 de fevereiro

  • Desblocados Toca Raul

Data: 18.02.2018

Local: Rua Moeda, 128 – Santa Inês

Bloco temático de tributo a artistas.

https://www.facebook.com/desblocadosoficial

Telefone: 31 98471-2606

Email: guimelo_slip@hotmail.com

Promoção: Guilherme Melo

Realização: Guilherme Melo

  • BH é da gente | Savassi

Data: de 18.02.2018 – 09:00 até 18.02.2018 – 13:00

Local: Trechos das avenidas Cristóvão Colombo e Getúlio Vargas

Passado o período do carnavalesco, o programa “BH é da Gente” retoma as atividades na Savassi neste domingo, dia 18.
O programa é promovido pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Smel).
As atividades desenvolvidas pela PBH estão programadas para ocorrer das 9h às 13h. Para as crianças estarão disponibilizados brinquedos infláveis, camas elásticas, mesas de pingue-pongue e totó, petecas, cordas, arcos e utensílios para colorir.
Sem distinção de faixa etária, o público poderá ter acesso a tabuleiros de jogos de dama, xadrez, dominó e futebol de botão. Outra atração será a apresentação da banda DaPENHA.

Programação
Oficina Tiro com Arco 
Das 10h ao meio-dia, os atletas olímpicos e paralímpicos da Federação Mineira de Tiro com Arco farão uma demonstração da prática milenar da arquearia, que requer do atleta concentração, estabilidade e consistência. Eles estarão à disposição dos usuários do programa para ensinar como praticar a atividade.

Samba
Das 10h30 às 11h30, a banda Fita Amarela vai movimentar o BH é da Gente com muito samba. Formada em 2012 com o intuito de interpretar o tradicional samba de raiz utilizando recursos modernos e de diversas vertentes do samba, a Fita Amarela tem em seu repertório músicas de Noel Rosa, Cartola, Paulinho da Viola, Chico Buarque, Nelson Cavaquinho, João Bosco e Adoniran Barbosa, entre outros. Composta por Guilherme Leão: voz, violão e cavaquinho; Rayana Toledo: voz; Camila Rocha: contrabaixo e voz; e Wesley Moura:percussão,a banda carrega o nome inspirado na música “fita amarela” de Noel Rosa, um clássico do samba que foi reconhecido e fez muito sucesso no carnaval de 1933.

Rock 
Das 11h30 às 12h30, a banda DaPENHA fará apresentação com um repertório de canções que mesclam influências do tradicional rock and roll e de ritmos tipicamente brasileiros, como samba e o baião. O grupo lançou em meados de 2016 o primeiro álbum, “Da Troça ao Trampo”, com músicas 100% autorais. Entre os músicos do conjunto estão Marcelo Marte (vocal), Marcio Martins (guitarra e vocais), Ronan Zarattini (contrabaixo), Alexandre Messias (guitarra), Wesley Moura (percussão) e Dudu Corrêa (bateria).

  • O Carnaval vai continuar

Data: de 18.02.2018 – 11:00 até 18.02.2018 – 13:00

Local: Praça Carioca, entrada da Vila Acaba Mundo, próxima à Praça JK.

Com o tema “ O Carnaval vai continuar” a Associação Querubins, que atende os moradores da Vila Acaba Mundo no bairro Sion, vai promover junto com a comunidade , com apoio da Fia – Fundo da Infância e da Adolescência e patrocínio de percussão, pela Sicepot, um grito de carnaval.
A animação ficará por conta das bandas Mala Bacana e Querubloco que prometem muito batuque a alegria. O objetivo deste carnaval fora da data é divulgar a Associação Querubins
para os moradores de Belo Horizonte aproveitando a visibilidade do carnaval da cidade, além de inserir os alunos do Querubins em um evento social, valorizando seus trabalhos desenvolvidos na Associação.

https://www.facebook.com/ProjetoQuerubins/

Promoção: Associação Querubins

  • Fecha a Santa 2018

Data: de 18.02.2018 – 14:00 até 18.02.2018 – 21:00

Local: Praça Raul Soares

A Frente Autônoma LGBT e o coletivo Beijo no seu Preconceito se juntaram aos blocos para celebrar a época mais brilhante do ano!
E nesse evento, Bloco Angola Janga, Bloco Alô Abacaxi!, Bloco Corte Devassa e Bloco Garotas Solteiras vão colocar o bloco na rua e fazer uma bateria unificada.

https://www.facebook.com/events/192965374789028/

  • After Carnaval

Data: 18.02.2018 – 17:00

Local: Los Mariachis – Mexican Bar

A festa continuará com um after super caliente no Los Mariachis!
Line Up:
– Dj Vini Brown

Informações Adicionais:

Retirada de ingresso pelo Sympla.

https://losmariachismexican.com.br/

Telefone: 31 4111-0123

Entrada Franca

Fonte: Agenda BH