Entretenimento

Por Melina Cattoni
Fotografia: Imagem Filmes

 

Liberdade, sonhos e superação. Tudo Que Quero, narra a história de uma jovem diagnosticada com Transtorno de Espectro Autista (TEA). Wendy Welcott, adolescente de vinte um anos, possui uma rotina comum e sistemática. Inteligente e criativa, também possui uma paixão e talento para a escrita. A narrativa é construída em cima das desventuras da adolescente para participar de um concurso para escritores e entregar seu roteiro ao famoso estúdio de cinema Paramount Pictures, em Los Angeles.

Para alcançar o sonho e também a liberdade, Wendy descobre diversos caminhos e reviravoltas do cotidiano. A descoberta começa ao atravessar uma avenida  proibida, percorrer a estrada, enfrentar situações desconhecidas e, principalmente, lidar com diferentes pessoas. Durante as cenas, cada circunstância é acompanhada por uma trilha musical que compõe junto à fotografia os sentimentos daquela jovem. Encantado pela narrativa, o espectador acompanha com o coração na mão e brilho nos olhos toda a caminhada de superação.

 

 

Dirigido por Ben Lewin, o escritor apaixonado por fotografia e escrita narrativa, coleciona em sua carreira documentários, minisséries, programas episódicos e longas-metragens, entre eles, o premiado filme As Sessões em 2012. Já a trilha sonora, assinada por Heitor Pereira, compositor brasileiro que tem em seu currículo algumas faixas do filme Meu Malvado Favorito 2, usa das melodias para transitar entre momentos de apreensão e diversão durante a obra.  

A Imagem Filmes lança nesta quinta-feira, 26 de abril, o filme Tudo Que QueroPreparem o balde de pipoca e os lencinhos, o filme é de emocionar.

Imagem Filmes

Empresa nacional do ramo de entretenimento, atua na distribuição de filmes independentes em todo país. Para mais informações, acessem o site: https://www.imagemfilmes.com.br/ .

Tudo Que Quero

Direção: Ben Lewin
Produção: Lara Alameddine, Daniel Dubiecki Escritores: Michael Golamco, Michael Golamco
Elenco: Dakota Fanning, Toni Collette, Alice Eve, River Alexander, Jessica Rothe, Matt Corboy, Tony Revolori
Música: Heitor Pereira
Direção de Arte: Lindsey Moran

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Por Bruna Valetim

Três anúncios de um crime e o senso dúbio do que é justo

Conquistando êxito nas temporadas de premiações, chegou aos cinemas no último dia 15, o longa “Três anúncios para um crime” que acompanha a história de uma mãe em busca de justiça para o assassinato sem solução de sua filha.

Mildred Hayes é uma mulher que carrega a raiva em seu olhar e meses após o assassinato da sua filha, ela aluga três outdoors em uma estrada de pouco acesso com os dizeres “Estuprada enquanto morria e até agora nenhuma prisão, como é que pode xerife Willoughby?”. A atitude da protagonista gera um efeito dominó na pacata de cidade de Ebbing, Missouri e o filme se desenrola a partir daí, da ação que gera diversas reações e pessoas com opiniões distintas, o filme o tempo todo é moldado pela sensação de injustiça e o senso de justiça que o último seja interpretado de maneiras diferentes pelos personagens. No quesito empatia, os negros, o anão, os pobres, as pessoas geralmente a margem na sociedade e menos privilegiadas estão dos lados de Midred, os policiais, os ricos da cidade estão do lado do Xerife, mais ou menos como o mundo real funciona.

A protagonista é uma mulher fria, desamparada, desiludida pela vida e pela justiça que luta a qualquer custo solucionar o crime que tirou a vida de sua filha. Por mais antipática que Mildred seja, por mais decisões equivocadas que a personagem venha a tomar é impossível não sentir empatia por seus objetivos e torcer para o sucesso de sua saga. Em contraponto a protagonista temos os policiais do distrito, o xerife exposto no cartaz e seu fiel aliado, o ignorante policial Dixon (Sam Rockwell).

Não é um filme bonito é real, é duro, é triste. Você se indigna, sente raiva, angustia, medo, você fica surpreso. É uma transição de sentimentos a todo minuto, uma ação que gera uma reação que vamos de odiar um personagem até ter certa empatia. Mérito claro do time de atores, Frances entrega uma mulher que foge dos clichês de mães sofredoras da cinematurgia, geralmente bondosas, abnegadas, seres de luz. Mildred não é nada disso, não era a mãe do ano nem age diferente com o seu outro filho depois do assassinato que abalou a família, ela não performa nenhuma feminilidade nem muda sua essência acreditando que o perdão salva, ela quer justiça e busca por isso doa a quem doer. Grande favorita ao Oscar, a atriz vem ganhando todos os prêmios de melhor atriz da temporada.

Sam Rockwell pode ser conhecido por papéis com veias mais cômicas como é o caso de seu personagem em “As panteras” está extraordinário, se eu o visse na rua provavelmente teria vontade de socar a cara dele porque Dixon é odioso. Esse tipo de reação só é conquistado perante uma atuação digna. O ator conhecido por comédias é simplesmente muito bom e brilha sem dúvida nenhuma como o melhor personagem de sua carreira. É o personagem com maior evolução ao longo do filme e apesar de atitudes completamente esdruxulamente após um acontecimento traumático e receber um sinal dos céus embarca em uma jornada para se tornar uma pessoa minimamente decente. É a maior aposta para ganhar a estatueta de melhor ator coadjuvante e merece vencer.

Como Rockwell, Woody Harrelson, o xerife Bill Willoughby, também concorre como melhor ator coadjuvante, por um papel que exige um pouco menos, mas o tempo em que aparece em cena convence. O personagem é um homem decente, não provém de uma bondade acima da média, não perde a vida em busca de resolver o assassinato como se fosse um problema seu, mas ao mesmo tempo o xerife se sensibiliza com o caso, faz sua parte, tenta achar o culpado, sem deixar sua vida parar por isso. Em certa parte do filme o personagem tem um monólogo com grande carga dramática, que acredito ter sido o motivo de sua indicação como melhor ator coadjuvante   do personagem é carregada de emoção e interfere de maneira direta na vida de outros personagens e no desfecho do filme.

O filme tem feito sucesso ao redor do mundo e inspirado pessoas a reproduzirem a ideia principal de alugarem três outdoors vermelhos com letras pretas cobrando atitudes de autoridades locais. O filme também não passa batido pela justa problematização. O personagem Dixon é um homem racista, que tem histórico de torturar negros e ser homofóbico. O personagem em uma passagem de total abuso de autoridade joga uma pessoa da janela e destrói um estabelecimento e nada sai basicamente impune. O personagem encontra alguma redenção ao longo do filme com boas ações mas mostra que se você for um homem branco medíocre e de preferência policial, consegue sair impune de qualquer coisa. As piadas racistas dos personagens que o filme aparentemente coloca em forma de crítica só é risível para pessoas brancas, assim como situações que os personagens de Corra passam, outro filme indicado a melhor filme no Oscar desse ano.

O resto do elenco mesmo com participações mais tímidas fazem bom trabalho, alguns como o Lucas Hedges e   Peter Dinklage mereciam mais destaque pois são atores mais que competentes, brilhariam mais se tivessem mais espaço. A trilha sonora lembra os filmes interioranos e independentes e as cores presentes advém de uma paleta em tons neutros, maquiagem não faz parte da caracterização. O longa ao total disputa no próximo dia 4, o prêmio de melhor filme, melhor roteiro original, melhor atriz, ator coadjuvante, melhor trilha sonora e melhor montagem.

 

Foto: Gabriel Peixoto

O Carnaval acabou, mas o feriado está cheio opções para se divertir. Não perca a nossa #FDS.

Sexta-Feira/ 16 de fevereiro

 

  • Amores e Dores no País das Flores

Data: 16.02.2018 – 15:00

Local: Sede do Crepúsculo – Centro de Desenvolvimento Humano (Rua Sertões – 147 – Prado)

A Crepúsculo Cia de Dança através do Projeto Manutenção do Crepúsculo apresenta o Grupo Residência de Teatro, direto de Ouro Preto, com o espetáculo:

Amores e Dores no País das Flores
As desventuras de amor, dinheiro e poder de sete personagens: Hortelino ama Tiadorim, a filha do prefeito, que ama Romeu que também é amado por Hérmia, que é amada por Juvenal, que é cúmplice dos planos de Décio para roubar a fortuna de seu patrão, Joaquim José da Silva Xavier, que ama seu dinheiro, que misteriosamente sumiu.

https://www.facebook.com/events/1217526008380096

Telefone: 31 3225-0040

Entrada Franca

 

  • Sexta No Quintal – Ressaca De Carnaval

Data: 16.02.2018 – 19:00

Local: Quintal do Chalé – Av. Professor Mário Werneck, 530 – Buritis

E para quem pensou que a melhor época do ano tinha acabado, se enganou!
Sexta no Quintal – Ressaca de Carnaval, o seu happy hour na levada do axé!

https://www.facebook.com/quintaldochale/

  • Carla Gomes

Data: 16.02.2018 – 19:00

Local: Suricato (Rua Souza Bastos, 175 – Floresta)

Em 2014, poucos meses após lançar seu primeiro álbum, “O Tempo Sou Eu”; recebeu indicação de Melhor Cantora, no 26º Prêmio da Música Brasileira, ao lado de cantoras já consagradas da MPB.

Natural de Belo Horizonte, Carla Gomes é cantora, interprete e compositora. Vem se destacando no cenário musical por sua voz forte, mas, que traz suavidade singular tendo o violão como aliado, despertando interesse do público e da crítica especializada. Trabalhou com figuras importantes da música brasileira como, o produtor musical Liminha, a banda Cidade Negra, Marco Suzano, Mauricio Tizumba, Sérgio Perere e Titane entre outros.

Nesta sexta-feira, Carla se apresentará acompanhada de seu violão, em um show intimista com bastante swuing, simpatia e sensibilidade, marcas registradas em seu trabalho. O show conta com a participação dos músicos e amigos Junim Ribeiro (Violão) e Débora Costa (Percussão). No repertório Carla Gomes apresenta composições próprias do seu álbum “O Tempo sou Eu” e releituras inusitadas de compositores já conhecidos do grande público e que influenciam o seu trabalho.

https://www.facebook.com/events/147632972549558/

  • Estamira

Data: 16.02.2018 – 19:30

Local: MIS Cine Santa Tereza

(Marcos Prado | Brasil | 2006 | Documentário | 116 min)
Estamira é a história de uma mulher de 63 anos que sofre transtornos mentais e que durante 20 anos viveu e trabalhou no Aterro Sanitário de Jardim Gramacho.
Carismática e maternal, Dona Estamira convive com um pequeno grupo de catadores idosos num local renegado pela sociedade, que recebe diariamente mais de oito mil toneladas de lixo produzido no Rio de Janeiro.

Informações Adicionais:

Classificação indicativa: 10 anos

A retirada de ingressos é gratuita e acontece trinta minutos antes de cada sessão. Sujeito à lotação.

https://www.facebook.com/miscinesantatereza/?ref=br_rs

Telefone: 31 3277-4699

Entrada Franca

Sábado/ 16 de fevereiro

  • Anime Festival BH 2018 Summer

Data: de 17.02.2018 até 18.02.2018

Local: Colégio Pio XII – Rua Alvarenga Peixoto, 1699 – Santo Agostinho

Feira de quadrinhos, desenhos animados japoneses, mangás, games. Gincanas e atrações ligadas ao verão, férias onde a meta é a integração de todos os fãs que nos prestigiam vindos de várias regiões do interior de Minas Gerais e de outras cidades do país. Tradicional concurso Cosplay, onde fãs mostram suas melhores fantasias de desenhos animados japoneses, seriados americanos, filmes, desenhos animados americanos e ou europeus.

https://www.animefestival.com.br

Telefone: 11 4107-4540

Email: contato@animefestival.com.br

Promoção: Animecon Promoção de Eventos

Realização: Animecon Promoção de Eventos

  • Projeto Feito em Casa – Edição especial Ressaca de Carnaval

Data: de 17.02.2018 – 11:00 até 17.02.2018 – 18:00

Local: Power Shopping Centerminas

A folia em Belo Horizonte não acaba com o fim dos festejos carnavalescos. No dia 17 de fevereiro, sábado pós-carnaval, os belorizontinos têm um encontro marcado na primeira edição do ano do Projeto “Feito em Casa”, do Power Shopping Centerminas, edição especial ‘Ressaca de Carnaval’, com marchinhas e muito mais.

Durante o dia, no estacionamento aberto do 1º piso do mall, o público poderá conferir boa gastronomia, cervejas artesanais e música de qualidade. A edição do Projeto Feito em Casa vai contar ainda com um Espaço Kids para a criançada se divertir de montão.

O Projeto Feito em Casa tem crescido e se consolidado na capital como uma ótima opção de lazer ao ar livre, no estacionamento aberto do Power Shopping Centerminas. O objetivo principal do projeto é fomentar a cultura e proporcionar momentos de alegria para o público por meio da música, gastronomia e movimentos artísticos.

Telefone: 31 3140-4195

Entrada Franca

  • Experimente fevereiro – Let’s Rock!

Data: de 17.02.2018 – 11:00 até 17.02.2018 – 18:00

Local: Praça Quatro Elementos: Rua Kenton – Jardim Canadá

Depois de quase uma semana de festa, chegou a hora de comemorarmos com um gênero musical muito especial para nós. Na edição pós-carnaval, o projeto EXPERIMENTE irá celebrar o Rock n’ Roll. Coloque a blusa de sua banda favorita e venha curtir com a gente!
Para entrar no evento, será necessário levar 1kg de alimento não perecível, que será revertido em doação para uma instituição de caridade.

https://www.facebook.com/Projeto.Experimente/

Promoção: Bruno Lins

Realização: Bruno Lins

  • Sábado Especial de Carnaval |Fantasia Original

Data: 17.02.2018 – 11:30

Local: Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte

Leitura compartilhada do poema “O Vampiro Argemiro”, de Dilan Camargo, seguida de criação de máscaras e rimas de carnaval.
Mediação: Wander Ferreira
Público: livre

Telefone: 31 3277-8658

Email: bpij.fmc@pbh.gov.br

Entrada Franca

  • Ressaca de Carnaval – MC G15 + Convidados

Data: 17.02.2018 – 16:00

Local: Land Spirit BR 356, km 7,7, 7575, Olhos d’Água

MC G15, Chama o Síndico, Du Monteiro + Convidados

https://www.sympla.com.br/ressaca-de-carnaval—mc-g15–convidados__233551

  • Bloco do Oi de Gato

Data: de 17.02.2018 – 17:00 até 17.02.2018 – 22:00

Local: Do Chef Espetos – São Bento

Nada melhor que aquele agito final para se despedir do Carnaval de Belô.
O Do Chef e a Banda Oi de Gato se unem mais uma vez para fechar com chave de ouro o carnaval 2018, tocando os melhores enredos de carnaval ao ritmo de samba. O evento é gratuito e para todos os gostos e idades.

Entrada Franca

  • Festival de Pizza Veganas e Vegetarianas

Data: 17.02.2018 – 19:00

Local: Iskcon – Sociedade Internacional da Consciência de Krishna

Neste sábado acontecerá mais uma edição do tradicional Festival de Pizza Beneficente da Iskcon com a grande e crescente variedade de pizzas veganas e vegetarianas!

Programação do Festival
Kirlana Yoga – 19h
Palestra sobre a filosofia trabalhada no local – 19h30
Festival de Pizza – 20h

https://www.facebook.com/events/402782436849860/

Telefone: 31 3337-7645

Entrada Franca

  • Texas Party- Baile de Carnaval

Data: 17.02.2018 – 22:00

Local: Sítio Canabrava- Rua Paquetá, 1200

https://www.sympla.com.br/texas-party—baile-de-carnaval__196940/

 

Domingo/ 18 de fevereiro

  • Desblocados Toca Raul

Data: 18.02.2018

Local: Rua Moeda, 128 – Santa Inês

Bloco temático de tributo a artistas.

https://www.facebook.com/desblocadosoficial

Telefone: 31 98471-2606

Email: guimelo_slip@hotmail.com

Promoção: Guilherme Melo

Realização: Guilherme Melo

  • BH é da gente | Savassi

Data: de 18.02.2018 – 09:00 até 18.02.2018 – 13:00

Local: Trechos das avenidas Cristóvão Colombo e Getúlio Vargas

Passado o período do carnavalesco, o programa “BH é da Gente” retoma as atividades na Savassi neste domingo, dia 18.
O programa é promovido pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Smel).
As atividades desenvolvidas pela PBH estão programadas para ocorrer das 9h às 13h. Para as crianças estarão disponibilizados brinquedos infláveis, camas elásticas, mesas de pingue-pongue e totó, petecas, cordas, arcos e utensílios para colorir.
Sem distinção de faixa etária, o público poderá ter acesso a tabuleiros de jogos de dama, xadrez, dominó e futebol de botão. Outra atração será a apresentação da banda DaPENHA.

Programação
Oficina Tiro com Arco 
Das 10h ao meio-dia, os atletas olímpicos e paralímpicos da Federação Mineira de Tiro com Arco farão uma demonstração da prática milenar da arquearia, que requer do atleta concentração, estabilidade e consistência. Eles estarão à disposição dos usuários do programa para ensinar como praticar a atividade.

Samba
Das 10h30 às 11h30, a banda Fita Amarela vai movimentar o BH é da Gente com muito samba. Formada em 2012 com o intuito de interpretar o tradicional samba de raiz utilizando recursos modernos e de diversas vertentes do samba, a Fita Amarela tem em seu repertório músicas de Noel Rosa, Cartola, Paulinho da Viola, Chico Buarque, Nelson Cavaquinho, João Bosco e Adoniran Barbosa, entre outros. Composta por Guilherme Leão: voz, violão e cavaquinho; Rayana Toledo: voz; Camila Rocha: contrabaixo e voz; e Wesley Moura:percussão,a banda carrega o nome inspirado na música “fita amarela” de Noel Rosa, um clássico do samba que foi reconhecido e fez muito sucesso no carnaval de 1933.

Rock 
Das 11h30 às 12h30, a banda DaPENHA fará apresentação com um repertório de canções que mesclam influências do tradicional rock and roll e de ritmos tipicamente brasileiros, como samba e o baião. O grupo lançou em meados de 2016 o primeiro álbum, “Da Troça ao Trampo”, com músicas 100% autorais. Entre os músicos do conjunto estão Marcelo Marte (vocal), Marcio Martins (guitarra e vocais), Ronan Zarattini (contrabaixo), Alexandre Messias (guitarra), Wesley Moura (percussão) e Dudu Corrêa (bateria).

  • O Carnaval vai continuar

Data: de 18.02.2018 – 11:00 até 18.02.2018 – 13:00

Local: Praça Carioca, entrada da Vila Acaba Mundo, próxima à Praça JK.

Com o tema “ O Carnaval vai continuar” a Associação Querubins, que atende os moradores da Vila Acaba Mundo no bairro Sion, vai promover junto com a comunidade , com apoio da Fia – Fundo da Infância e da Adolescência e patrocínio de percussão, pela Sicepot, um grito de carnaval.
A animação ficará por conta das bandas Mala Bacana e Querubloco que prometem muito batuque a alegria. O objetivo deste carnaval fora da data é divulgar a Associação Querubins
para os moradores de Belo Horizonte aproveitando a visibilidade do carnaval da cidade, além de inserir os alunos do Querubins em um evento social, valorizando seus trabalhos desenvolvidos na Associação.

https://www.facebook.com/ProjetoQuerubins/

Promoção: Associação Querubins

  • Fecha a Santa 2018

Data: de 18.02.2018 – 14:00 até 18.02.2018 – 21:00

Local: Praça Raul Soares

A Frente Autônoma LGBT e o coletivo Beijo no seu Preconceito se juntaram aos blocos para celebrar a época mais brilhante do ano!
E nesse evento, Bloco Angola Janga, Bloco Alô Abacaxi!, Bloco Corte Devassa e Bloco Garotas Solteiras vão colocar o bloco na rua e fazer uma bateria unificada.

https://www.facebook.com/events/192965374789028/

  • After Carnaval

Data: 18.02.2018 – 17:00

Local: Los Mariachis – Mexican Bar

A festa continuará com um after super caliente no Los Mariachis!
Line Up:
– Dj Vini Brown

Informações Adicionais:

Retirada de ingresso pelo Sympla.

https://losmariachismexican.com.br/

Telefone: 31 4111-0123

Entrada Franca

Fonte: Agenda BH

 

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Por Tiago Jamarino

 

Marco cultural dos filmes de super-heróis, Pantera Negra é emocionante, com cores deslumbrantes e sai do básico entregando linda mensagem!

 

Pantera Negra por si só, já é um marco cultural, tratasse do primeiro herói negro das histórias em quadrinhos. A estreia do herói é como coadjuvante em 1963, na (52.º) edição da revista da primeira família da Marvel, O Quarteto Fantástico. Soberano de um reino africano tecnologicamente chamada Wakanda e futuramente se tornando membro dos Vingadores. A Marvel desde seus primórdios já entendia sobre a necessidade de expressar sua diversidade cultural, mais que isso, sempre passando a necessidade sócia cultural de sua época.Pantera Negra veio para representar os movimentos que seguiam em sua época, nada mais justo que esta nova fase do Universo Cinematográfico Marvel desse a largada para esta representatividade. O filme é o mais diferente até agora do MCU, mas não nega suas raízes, mesmo não seguindo totalmente a fórmula, que em seu amago ainda tem muito dessa estrutura de um filme de ação. O que torna o filme do rei de Wakanda único é, a forte mensagem que o filme se preocupa em passar e por ter personagens extremamente carismáticos.

“Pantera Negra” acompanha T’Challa que, após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil”, volta para casa para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda, para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada quando ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco.

O 18.º filme do Marvel Studios novamente seria uma história de origem, mas como fazer uma história de origem sem seguir a receita de bolo usada em Homem de Ferro, Homem-Formiga e Doutor Estranho. A empresa das Maravilhas decidiu sair fora da caixinha começando a entregar gêneros diferentes, mesmo que em sua essência exista sua fórmula. Não é justo salientar que todos os seus filmes seguem a mesma premissa, temos um filme semelhante a franquia Bourne (Capitão America — Soldado Invernal), uma comédia espacial com Guardiões da Galáxia, mas para satisfação geral da nação, Pantera Negra navega em direção a novas terras. Deixando bem claro que o filme também contém a essência da fórmula, é um filme de ação, de efeitos especiais abundantes, mas  ao contrário de seus antecessores, Pantera Negra que ir além, entregando uma  ótima mensagem, principalmente falar sobre algo mais. Podemos ver muito mais da nossa cultura atual, sobre jogo de poder, intriga política e principalmente sobre ideologia.

A direção é do Ryan Coogler, dos ótimos, Fruitvale Station: A Última Parada (2013) e Creed: Nascido para Lutar (2015). É um diretor que já se provou no circuito, com belos dramas e com lutas corporais bem coreografadas, em Pantera Negra, vemos toda essa plasticidade para suas cenas de ações e porrodaria. A ação apresentada no filme é sensacional, mesmo que em algum ponto o CGI fica evidente, somos prestigiados com belas cenas, começando pela cena do cassino, nela, Coogler utiliza de um plano-sequência magistral. O diretor mostra uma plasticidade para filmar e transitar com sua câmera sempre em linha reta, é uma direção muito segura. De cenas de ação, como da cocheira, que é a briga pelo trono de Wakanda, com um planos aberto e fechado, ambos dinâmicos, para situar a luta entre os dois guerreiros outrora mostrar a nação observando o duelo.

A criação de mundos é simplesmente maravilhosa, é digna das aventuras espaciais da Marvel e todo poderio visual visto em Thor: Ragnarok. A começar por Wakanda, a cidade tecnológica, futurísticas e de cores sensacionais, não é a mais bela do MCU, mas tem um bom lugar de destaque. A fotografia é da vencedora do Oscar e bastante premiada Rachel Morrison, é o maior acerto que o filmes poderia ter, pois, temos algumas locações com destaques aqui, onde as paletas de cores dão mais um show visual, as cores quentes de Wakanda, com seu colorido e suas planícies africanas, as fortes cores da Coreia e principalmente o dourado luxuoso do Cassino. O CGI, tem seu peso corriqueiro em filmes dessa magnitude, em muitos momentos ele pesa, mas não estraga a diversão. O figurino também tem seu lugar ao sol, o preto com o roxo do Panteraexerce um contraste maravilhoso onde ele passa, assim como o visual do povo de Wakanda, misturando o colorido de roupas tribais africanas e com adereços tecnológicos. A trilha sonora composta pelo Ludwig Goransson e consultoria do Kendrick Lamar, também é um ponto alto, com uma enxurrada de hip-hop que em algumas cenas se tornam épicas.

O roteiro também escrito por Coogler e parceria com Joe Robert Cole, merece destaque, existe profundidade e uma necessidade de entregar algo a mais do que só a famigerada ação. As “piadinhas”, que são costumeiras em filmes da Marvel, não são totalmente utilizadas e nem escambadas  como vistas na última empreitada do filme do Thor, temos alivio cômico, mas o que é o interesse aqui é a trama política e o dilema vivido por esse povo. O interessante do roteiro em destacar a jornada de T’Chala para liderar seu povo, encontrando um opositor, o texto de Coogler e Cole não mostra absurdamente pontos de vista do bem e do mal, quem está certo aqui fica a critério do desenrolar da história. O rei T’Chala age impulsivamente e não escapa do julgo e nem suas ações são heroicas demais, ele erra e aprende. A história de contrapontos não poderia se sustentar sem um bom vilão, por mais, que em alguns momentos este vilão fique questionável sua qualidade a uma motivação plausível ali. O grande ponto do roteiro é realmente mostrar como os moradores de uma cidade tecnológica vivem em um certo conforto, enquanto seus vizinhos sofrem com a miséria, é um paralelo interessante com nossa sociedade atual, entre países de primeiro mundo e os chamados subdesenvolvidos.

O elenco dos sonhos é de dar inveja em qualquer produção que se prese, temos muitos talentos e nenhum coadjuvante é descartado pelo roteiro, pelo contrário a trama precisa deles para andar. Chadwick Bosemanfez sua estreia em Guerra Civil, já tivemos um vislumbre do potencial do ator, mas as dúvidas eram se o ator seguraria um filme sozinho, o resultado é, sim. Pelas suas experiências com o Barão Zemo e sua busca de vingança cega, T’Challa é um rei piedoso e convicto, mesmo isso sendo uma fraqueza. O ator tem presença e carisma como monarca, sua jornada para se tornar o rei e o herói é fantástica. Lupita Nyong’o e Danai Guriraestão incríveis, ambas com um bom tempo de tela, como guerreiras entregando cenas de ações fantásticas e dignas de aplausos. Martin Freeman não tem muito a dizer, entregando uma atuação bem regular mediante ao vasto elenco. A Letitia Wright como alivio cômico está muito bem, com um QI aproximadamente igual ao de Tony Stark, ela faz o papel do nerd que entrega todos os apetrechos a seu irmão mais velho T’Challa.

Ao falar dos vilões do filme, devemos reconhecer os devidos problemas enfrentados pela casa das ideias em estabelecer um bom vilão em seu universo cinematográfico. O grande mal da formulinha do gênero é usar vilões como escada para seus heróis, esses vilões são subdesenvolvidos e suas motivações são pífias, dignas de esquecimento total. Vilões da Marvel que conseguiram destaque são justamente da Netflix, Boca de Algodão, Fisk e Killgrave, o que ambos tem em comum é simples, tempo de tela para se desenvolverem e mostrarem ao que vieram. Isso não é visto em nenhum filme da Marvel até o momento, a missão de Pantera Negra é conseguir sair dessa escrita, mas ainda não chegou lá. Andy Serkis entrega um Ulysses Klaue bem perturbado, um terrorista impiedoso, mas entra nessa lista citada acima de vilão utilizado como escada para o herói, o personagem é um mero instrumento do roteiro. O vilão Killmonger vivido por Michael B. Jordan é interessante, possuindo várias camadas e uma trama mais densa, vive a oposição de T’Challa, o lado extremista, querendo colocar Wakanda como o centro do mundo. Sendo assim, ainda falta uma consistência maior para um bom vilão, mas B. Jordan se sai melhor que a encomenda.

Pantera Negra” é um bom fora da curva para os filmes de heróis, até mesmo da Marvel. O filme entrega um ótimo roteiro, tanto em sua história, seus costumes e ambientação da cultura africana. Com menos piadinhas, mas com um humor bem dosado, o filme de Coogler aposta no algo a mais para criar uma trama redonda e bem elaborada. O protagonista é forte, justo e impiedoso, assim como o resto do elenco, que mesmo tendo alguns menos aproveitados, ainda é o melhor visto no MCU. Antes de militar sobre representatividade é só ver o vídeo em que crianças de uma escola é sorteada para assistir ao filme, daí, podemos entender a importância que é esse filme para história do cinema e do gênero de super-herói.

 

4-Ótimo

 

 

 

FICHA TÉCNICA

 

  • DIREÇÃO

    • Ryan Coogler

    EQUIPE TÉCNICA

    Roteiro: Joe Robert Cole, Ryan Coogler

    Produção: David J. Grant, Kevin Feige

    Fotografia: Rachel Morrison

    Trilha Sonora: Ludwig Goransson

    Estúdio: Marvel Studios, Walt Disney Pictures

    Montador: Debbie Berman, Michael P. Shawver

    Distribuidora: Walt Disney Pictures

    ELENCO

    Alexis Rhee, Andy Serkis, Angela Bassett, Atandwa Kani, Bambadjan Bamba, Chadwick Boseman, Connie Chiume, Danai Gurira, Daniel Kaluuya, David S. Lee, Elizabeth Elkins, Florence Kasumba, Forest Whitaker, Francesca Faridany, Isaach De Bankolé, John Kani, Letitia Wright, Lupita Nyong’o, Mark Ashworth, Martin Freeman, Michael B. Jordan, Nabiyah Be, Sasha Morfaw, Seth Carr, Shaunette Renée Wilson, Sope Aluko, Sterling K. Brown, Sydelle Noel, Tony Sears, Tunde Laleye, Winston Duke

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Por Tiago Jamarino – Start – Parceiro Contramão HUB

 

DC forneceu ao ComicBook.com uma prévia exclusiva de The Brave e the Bold: Batman e Wonder Woman # 1 do escritor / artista Liam Sharp.

A série representa a única combinação de “trindade” de heróis de DC que ainda não tiveram um título mensal autônomo, com dois títulos Superman / Batman diferentes e uma Superman / Mulher-Maravilha em curso, fazendo o caminho para as lojas desde a virada do século .

“Quando o assassinato de um deus celta leva a uma guerra entre o povo das fadas e uma possível quebra entre os mundos, a Mulher-Maravilha deve encontrar o assassino e manter a paz enquanto Batman investiga ocorrências estranhas em Gotham City. Diana deve se dirigir ao maior detetive do mundo para que a ajude, e os dois heróis aprendem rapidamente que seus casos podem estar conectados.”

Você pode ver as páginas na galeria de imagens anexa e o texto de solicitação oficial abaixo.

Não perca o início de uma nova minissérie de seis números escrita e ilustrada por Liam Sharp (Mulher-Maravilha)! Quando o assassinato de um Deus celta leva a uma guerra entre o povo das fadas e uma possível violação entre os mundos, Mulher-Maravilha deve encontrar o assassino e manter a paz enquanto Batmaninvestiga ocorrências estranhas na cidade de Gotham. Como Diana deve se dirigir para o maior detetive do mundo para ajudar, os dois heróis aprendem rapidamente que seus casos podem estar conectados.

 

Fonte: Comicbook.com 

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Por Bruna Valentim 

Um dos favoritos do Oscar segundo a crítica especializada, Me chame pelo seu nome, é um filme poético sobre o primeiro amor de Elio, muito bem interpretado pela estrela em ascensão Timothée Chalamet, que com apenas 22 anos concorre por sua atuação e se tornou o ator mais jovem nos últimos 80 anos a concorrer na categoria.  O longa é baseado no best-seller homônimo do egípcio André Aciman, lançado em 2007. A trama centrada em Elio e sua relação de amor de beira a obsessão por Oliver, o também pouco conhecido, mas igualmente competente Armie Hammer.

É um filme sobre desejo, amor, entrega. O filme tem imagens belíssimas do interior da Itália, que fazem o espectador ter vontade de comprar a primeira passagem em direção ao país europeu e viver um verão por lá. São imagens e mais imagens dos personagens em uma rotina, nadando, jogando tênis, andando de bicicleta tudo muito lindo, mas com o tempo tudo se torna muito cansativo.

O filme com mais de duas horas não chega a dar sono, mas é longo demais, poderia ser reduzido para algo como uma hora e meia e ainda teríamos uma bela história. Como toda adaptação cinematográfica de um best-seller a responsabilidade e expectativa para corresponder é alta. O filme não chega a decepcionar os fãs do livro, mas poderia ter se saído melhor.

Armie Hammer é confiante e honra bem a personalidade segura de Oliver, porém o ator é muito velho para o papel, Oliver no livro tem 24 anos, no filme a idade do personagem não é citada, mas Hammer aparenta e tem 30 anos, o que é um contraponto à Timothée Chalamet que apesar dos seus 22 anos realmente parece um adolescente de 17. Pessoalmente acredito que um ator mais jovem teria caído melhor.

O casal principal tem química e o clima de sedução e a sensualidade em torno no filme é latente. É bonito e transmite ao público a vontade de viver uma paixão como a que é vista na tela. O sexo fica muitas vezes subentendido, ao contrário do livro que contém cenas explícitas, o que de jeito nenhum chega a se tornar um defeito. Ao contrário do que têm sido dito, o casal principal não é gay e sim bissexuais, o que é algo interessante e pouco visto. No filme tanto Oliver quanto Elio se relacionam com mulheres e por livre vontade e real atração.

A família de Elio é incrível, a mistura de culturas, o ambiente, as cenas que mostram as refeições tudo é muito agradável, muito real. A direção também fez um bom trabalho na escolha da trilha, do figurino, a caracterização fiel a década de 80, as locações, a da paisagem, tudo é maravilhoso aos olhos, tudo funciona. Os personagens são muito interessantes com destaque a Michael Stuhlbarg, pai de Elio, que é um homem à frente do seu tempo, o monólogo final é um tapa na cara de todos nós sobre como viver bem a vida.

A direção é ótima e acerta mostrando os momentos em que Elio toca piano de maneira primorosa, ressaltando o talento do ator. No filme inclusive os atores realmente falam italiano, algo raro em filmes Hollywoodianos, onde não importa se é em Barcelona Ou Paris, os personagens sempre falam inglês. Chalamet aprendeu a tocar piano e o idioma italiano para dar vida ao personagem, o que certamente deve estar contando como pontos extras para o ator na corrida para conquistar a estatueta dourado no dia 4 de março.

No final das contas, Me chame pelo seu nome é mais do mesmo de um jeito diferente. É o que já foi visto antes de um jeito mais bonito, mais encantador, mais forte. Com certeza será lembrado daqui muitos anos, como referência de uma boa história de amor LGBT e eu aposto que o chamarão de clássico.