Esportes

Flavio, atleta do Sir Safety Perugia, em momento de tensão - Foto Ney Felipe
Flavio, atleta do Sir Safety Perugia, em momento de tensão - Foto Ney Felipe

Por Maria Cecília Nepomuceno 

 

No último caloroso domingo (11), a equipe do Contramão foi a Betim para oficialmente cobrir e ficar por dentro de tudo sobre o evento. Além de ver qual dos times que subiriam ao pódio do Campeonato Mundial de Clubes de Voleibol Masculino 2022. Os jogos aconteceram no poliesportivo Divino Braga.

A tarde se iniciou com a tão esperada disputa dos semi finalistas, dois times brasileiros e mineiros, o vencedor da edição 2021, Sada Cruzeiro Vôlei e o seu adversário Minas Tênis Clube.

A partida começou emocionante e muito acirrada, com o Minas Tênis Clube vencendo o primeiro set por 31 a 29. Esse primeiro set perdido, foi totalmente importante e decisivo no desempenho do Sada Cruzeiro, o motivando a voltar com tudo e ganhar os três próximos sets por diferenças minimas, finalizando com a vitória da partida e a medalha de bronze.  

Rodriguinho, atleta do Sada Cruzeiro Vôlei, se preparando para efetuar um saque - Foto Ney Felipe
Rodriguinho, atleta do Sada Cruzeiro Vôlei, se preparando para efetuar um saque – Foto Ney Felipe

O poliesportivo contou com arquibancadas cheias, muito movimento e torcedores fervorosos que foram prestigiar e vibrar com os times. O atual prefeito de Betim e um dos principais patrocinadores do Sada Cruzeiro, Vittorio Medioli, também se direcionou a quadra para prestigiar o evento e a vitória do seu time do coração.

No decorrer do dia, os dois times finalistas, Sir Safety Umbria Volley e Trentino Volley entraram em quadra pra decidir quem levaria o ouro para casa. Desde o começo foi uma sucessão de comoções entre os jogadores e todos os presentes, uma belissima partida, cheia de lances precisos e altos lançamentos.

Trentino, o favorito da casa, saiu na frente vencendo o primeiro set por 25 a 20. Sir Safety, não perdeu tempo e garantiu o segundo por 25 a 23. Sendo assim, um momento de tensão se instalou na quadra mediante a possível decisão que se aproximava e quem faria mais um set e o próximo viria em seguida? Todos apreensivos, mas otimistas. 

O Sir Safet, time da Perúgia, Itália levou o terceiro e quarto set, oficializando assim sua vitória

Sir Safet Umbria Volley comemorando a vitória, após entrega de premiação - Foto: Maria Cecília Nepomuceno
Sir Safet Umbria Volley comemorando a vitória, após entrega de premiação – Foto: Maria Cecília Nepomuceno

Betim, mais uma vez, é sede do campeonato, que terminou com cerimônia de entrega de medalhas, melhores jogadores, destaques das partidas e com o Sir Safet, iniciante da competição, estrela do dia.

Seleção do campeonato (Kazyiski, Giannelli, Lukinha, Flávio, Leon, Michieletto) - Foto: Pedro Soares

Por Pedro Soares

 

O Mundial de Clubes Masculino de Vôlei que teve início na última quarta-feira (7), encerrou neste domingo (11), com enfrentamento mineiro e título inédito para o Perugia, clube italiano. A disputa do terceiro lugar do campeonato ficou com os times da capital, Sada Cruzeiro e Itambé Minas. Já a final contou com os clubes Sir Safety Susa Perugia e Itas Trentino, ambos Italianos. 

 

Disputa pelo bronze

Após serem superados pelos times italianos nas semifinais do sábado (10), Itambé Minas e Sada Cruzeiro, protagonizaram a disputa de terceiro colocado no mundial. O jogo começou com o primeiro set indo para a equipe minastenista, mas a virada do Sada veio logo depois. 

Numa remontada surpreendente, o time comandado pelo técnico Filipe Ferraz, venceu três sets seguidos e garantiu o bronze no mundial de clubes. A torcida do Sada esteve presente no ginásio Divino Braga e pôde comemorar a conquista celeste. 

Sada Cruzeiro após receber premiação - Foto: Pedro Soares
Sada Cruzeiro após receber premiação – Foto: Pedro Soares

Clássico Italiano em terras mineiras

 

Já na grande final, o Trentino, terceiro colocado do mundial em 2021, chegou para o jogo com muita vontade de buscar o hexa e saiu na frente, vencendo o primeiro set por 25 a 20. 

Nos sets seguintes, o jogo foi de domínio total do time do Perugia, que mostrou ter um psicológico forte. Mesmo começando o jogo atrás no placar, não deu chances ao adversário e se sagrou campeão mundial pela primeira vez na sua história. O placar final da partida foi de três sets a um para a equipe de Perugia. 

O campeonato mundial de vôlei masculino foi realizado pela sexta vez em Betim, região metropolitana de Belo Horizonte, a equipe Sir Safety Susa Perugia era estreante na competição e em sua primeira participação se consagrou campeã mundial.

Sir Safety Susa Perugia após receber premiação - Foto: Pedro Soares
Sir Safety Susa Perugia após receber premiação – Foto: Pedro Soares

Entrega da taça para a equipe do Atlético-MG. Foto/Divulgação: Pedro Soares.

Com recorde de público no Mineirão, a partida teve empate nos minutos finais do segundo tempo e terminou com a vitória do time Alvinegro

Por: Júlia Garcia e Pedro Soares

Pelo terceiro ano seguido, o Clube Atlético-MG conquistou o título de campeão mineiro no futebol feminino. O jogo que concedeu a vitória para as Vingadoras ocorreu neste sábado (19), no Gigante da Pampulha, tendo disputa decidida por pênaltis e fortes emoções, além de apoio por parte das duas torcidas. 

Primeiro tempo de ‘quase’ gols

O jogo iniciou às 11h, tendo como mandante o Cruzeiro. No primeiro tempo, a equipe Celeste teve mais chances e predomínio da bola. As Cabulosas trouxeram ânimo para a torcida com vários chutes ao gol e passes certeiros, que não foram o suficiente para a bola sacudir a rede nos primeiros 45 minutos da partida. O time pressionou no ataque enquanto a equipe adversária priorizou a defesa. 

Quem teve uma grande chance de mudar o placar do jogo foi Mari Pires, a camisa 10 do time Celeste. A meio-campista teve oportunidade de fazer um gol no primeiro tempo, mas não contava com a rapidez e agilidade da goleira Nicole, da zaga Atleticana.

Nos minutos finais do primeiro tempo, as Cabulosas não desistiram de conquistar o primeiro gol. A zagueira Korina, mirou de cabeça e lançou a bola para o gol. Mas Karol Arcanjo, zagueira do Atlético, defendeu, também de cabeça, e impediu a chance do time rival de abrir o placar do jogo. Embora tenham tido boa defesa, o time Alvinegro não conseguiu boas jogadas de ataque e finalizações.

Primeiro tempo do jogo. Foto/Divulgação: Pedro Soares.

Segundo tempo e o empate

No segundo tempo, o cenário foi diferente. Ambas equipes lutaram pela posse da bola e para uma possível abertura no placar. 

Nos primeiros 12 minutos de jogo, a equipe atleticana teve uma chance, mas a goleira Taty Amaro, do Cruzeiro, defendeu rapidamente.

Durante a partida, as atacantes celestes, Marília, Vanessinha e Mariana Santos, tiveram oportunidade de chegar perto do primeiro gol, mas a bola não balançou a rede. A lateral esquerda do Atlético-MG, Katielle, fez um bom cruzamento, mas a bola passou de raspão e não alcançou o ataque do time do Galo.

Segundo tempo do jogo. Foto/Divulgação: Júlia Garcia.

Aos 42’ do segundo tempo, a meio-campista Jayanne fez um excelente cruzamento para Nath Fabem, atacante Alvinegra, que conquistou, assim, o primeiro gol no jogo do clássico mineiro. 

A torcida atleticana vibrou e cantou mais alto, comemorando a até então vitória, mas, a equipe Celeste não desistiu. Antes dos acréscimos, a meio-campista Mari Pires, que também teve chance no primeiro tempo, marcou o gol de empate. 

Os minutos de acréscimos foram tensos, tanto para as torcidas, quanto para as equipes. As jogadoras lutaram para virar o placar, porém, não teve outro jeito, a disputa foi para os pênaltis. 

Decisão nos pênaltis

O placar de 4×1 nas cobranças de pênalti, garantiu a taça para o time do Atlético-MG. Após a última marcação, as jogadoras Alvinegras correram para celebrar a vitória garantida pelo terceiro ano seguido. Todos da equipe vibraram com a conquista da taça.

Mascotes e torcida do Cruzeiro. Foto/Divulgação: Júlia Garcia.

A equipe do Jornal Contramão esteve presente fazendo a cobertura do jogo e registrou de dentro do campo a cobrança decisiva do pênalti que deu às Vingadoras o título mineiro. Confira!

A final do Campeonato Mineiro Feminino de 2022 registrou 7.829 torcedores neste ano. Bateu recorde de público numa final feminina em comparação com a final de 2021, que registrou 3.212 presentes. Naquela ocasião, o jogo contou com torcida única, sendo apenas a do clube Celeste. E neste sábado, o Mineirão recebeu duas grandes torcidas que dobraram o número de público presente. 

Lindsay Camila, treinadora do Clube Atlético-MG, em conversa com a nossa equipe, explicou a importância da torcida na campanha do time. Ela ressalta a imensa felicidade com a vitória e elogia a torcida do clube, que fora o jogo, deu também um show à parte. “O futebol feminino é uma realidade no Brasil e com a torcida atleticana, é realidade em Minas Gerais”, diz. 

Treinadora Lindsay Camila. Foto/Divulgação: Júlia Garcia.
Treinadora Lindsay Camila. Foto/Divulgação: Júlia Garcia.

Por Keven Souza

Desde o último mês, o verde e o amarelo tomou conta das redes sociais. Com a proximidade da Copa do Mundo de 2022, inúmeras marcas e influenciadoras estão apostando no conceito “Braziliancore”. Estilo que consiste em elaborar looks com as cores da bandeira do Brasil e até mesmo com a própria bandeira. Mas diferente do que muitos imaginam, braziliancore não é uma tendência! 

Braziliancore é a junção das macrotendências “diversidade” e “hibridismo cultural”, pautadas pela mistura e acesso entre diferentes culturas propiciadas pelo avanço da internet. E qual o país com maior pluralidade do mundo? O Brasil! 

Em um país onde há tamanho hibridismo de raça, gênero, cor, gosto e estilo, a estética do BC se relaciona mais com o business fashion do que com a manifestação cultural projetada a partir das cores e bandeira do Brasil. 

É uma dinâmica errônea que privilegia aquilo usado pela elite branca, magra e rica, mesmo que esse uso seja originário da periferia. O que é o caso das camisetas de time de futebol. 

Para se ter uma noção, a nova coleção das camisetas “torcedor” do Brasil 2022/23 custam quase R$350,00, enquanto a versão infantil vai ser vendida por cerca de R$300,00. Já as blusas dos jogadores chegam a custar mais de R$500,00. Em um país extremamente desigual como o nosso, o que dizem esses valores exorbitantes?

Os preços das camisetas nos indicam que as classes sociais mais baixas do país, que a priori é o público mais consuminte dos símbolos brasileiros, estão sendo excluídas de ter acesso a um estilo predominante do gueto. 

Símbolos estes que marcas internacionais se apropriam sem dar os devidos créditos, usufruindo das cores e dos códigos e sequer fazem menção ao Brasil como inspiração. E sabe como é… coisa de colonizador. 

Além disso, o mercado roubar as manifestações culturais do Brasil é diferente, por exemplo, dos brasileiros usarem as cores do seu país como forma de homenageá-lo. Um exemplo? Anitta! 

A cantora há algum tempo utiliza de produtos de forte identidade nacional como forma de enaltecer o Brasil e o funk brasileiro. Seu show no Coachella 2022, um dos maiores festivais de música do mundo, foi claramente um manifesto cultural carregado do orgulho de ser brasileira. 

Assim como Anitta, diversos cidadãos ainda sentem a euforia patriota e querem usar livremente a identidade nacional do Brasil como forma de representatividade. Mas, na contramão dessa liberdade, o brasilcore é o uso de uma estética cultural como mais um visual de moda, sem o entendimento devido sobre representatividade. 

Por isso, brasiliancore não é uma tendência, e sim uma apropriação.

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Por Daniela Reis 

Ayrton Senna foi um dos maiores ídolos brasileiros, piloto de Fórmula 1, fez história nos autódromos do mundo. E nosso TBT de hoje relembra sua trajetória de sucesso! 

Há exatos 30 anos, Senna conquistava o tricampeonato mundial de F1. O feito aconteceu no GP de Suzuka, no Japão. Esse dia ficou marcado na memória dos brasileiros, afinal marcou não só o último título de Senna na F1 como também o último do Brasil na categoria. 

Senna foi o grande responsável pela paixão de milhares de brasileiros pelas corridas aos domingos. Famílias inteiras se reuniam para torcer pelo piloto, numa época quando o Brasil enfrentava grandes problemas com a alta inflação, era ele que trazia alegria para a nação. 

O tricampeonato

Em 20 de outubro de 1991, Ayrton Senna viu o erro de Nigel Mansell no início da etapa de Suzuka para fazer uma prova controlada, terminar em segundo após ceder a vitória ao companheiro de McLaren Gerhard Berger, e conquistar seu tricampeonato.

Com seis vitórias no ano, incluindo uma sequência impressionante de quatro triunfos nas quatro primeiras corridas do campeonato (Phoenix, Interlagos, Ímola e Mônaco), Senna chegava à Suzuka com folga na liderança do Mundial, tendo 85 pontos contra 69 de seu único rival no ano, Nigel Mansell.

Mesmo com o britânico acordando na segunda metade da temporada e emplacando cinco vitórias nas oito corridas que antecederam Suzuka, incluindo na etapa anterior em Barcelona, Senna vinha em boas condições para garantir o título com uma prova de antecedência. Era o início do que viria a ser a Williams ‘de outro mundo’ que o esporte viu em 1992 e 1993, com os títulos do próprio Mansell e o tetracampeonato de Alain Prost.

Na classificação, a McLaren já mostrou sua força, com Berger fazendo a pole, quase dois décimos à frente de Senna, enquanto Mansell saía logo atrás, na terceira posição com a Williams.

Berger seguiu mostrando sua força no domingo. Com uma boa largada, o austríaco rapidamente começou a abrir, deixando Senna para bloquear Mansell. Para manter suas chances de título vivas, o britânico precisava vencer a qualquer custo.

Vendo Berger disparar, Mansell começou a pressionar Senna, contando que o brasileiro cometeria um erro. Mas o que aconteceu foi exatamente o contrário. Foi o “Leão” que acabou rodando no início da décima volta em meio a problemas com seu freio. Sem ter condições de voltar, Senna garantia o tricampeonato, mesmo com muita corrida ainda pela frente.

Para garantir de vez o título, a McLaren adotou as ordens de equipe, pedindo a Berger que deixasse Senna passar com a promessa de que, caso os dois seguissem em primeiro e segundo na volta final, o brasileiro cederia a vitória ao companheiro de equipe.

Senna e Berger fizeram uma prova dominante do início ao fim e, na volta final, o brasileiro cumpriu sua promessa, abrindo caminho para que o austríaco passasse para conquistar sua primeira vitória pela McLaren, terminando apenas 0s3 à frente de Senna.

Apesar da vitória em plena madrugada, a celebração no Brasil foi enorme. Em um momento em que o país sofria de um jejum de mais de duas décadas no futebol, as conquistas de Senna ajudavam ainda a aliviar outros problemas que o país vivia, como a crise econômica.

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Por Daniela Reis

O vôlei brasileiro já trouxe muitas alegrias e medalhas para o Brasil, mas nem sempre foi assim. O Brasil se consolidou como uma potência mundial de vôlei efetivamente a partir da década de 1990, embora a geração de prata já tenha feito história nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984. Aquela foi a primeira medalha das seleções brasileiras no vôlei em Olimpíadas.

Seleção masculina de 1984

O Brasil é o segundo país com mais medalhas na história da disputa do vôlei em Jogos Olímpicos. As seleções brasileiras conquistaram 5 ouros, 3 pratas e 2 bronzes, totalizando 10 medalhas.

Entre os homens, o Brasil é o líder do quadro de medalhas. Já no feminino, a União Soviética ainda ocupa a primeira colocação. Brasil é tricampeão olímpico e líder no quadro de medalhas do vôlei masculino

Maiores campeões do vôlei masculino em Olimpíadas

  1. Brasil – 6 medalhas (3 de ouro)
  2. União Soviética – 6 medalhas (3 de ouro)
  3. Estados Unidos – 5 medalhas (2 de ouro)
  4. Rússia – 4 medalhas (1 de ouro)
  5. Japão – 3 medalhas (1 de ouro)
  6. Holanda – 2 medalhas (1 de ouro)
  7. Iugoslávia – 2 medalhas (1 de ouro)
  8. Polônia – 1 medalhas (1 de ouro)
  9. Itália – 6 medalhas (0 de ouro)

Maiores campeões do vôlei feminino em Olimpíadas

  1. União Soviética – 6 medalhas (4 de ouro)
  2. China – 6 medalhas (3 de ouro)
  3. Cuba – 4 medalhas (3 de ouro)
  4. Japão – 6 medalhas (3 de ouro)
  5. Brasil – 4 medalhas (2 de ouro)
  6. Estados Unidos – 5 medalhas (0 de ouro)
  7. Rússia – 2 medalhas (0 de ouro)

Primeiro ouro olímpico do Brasil no vôlei

Seleção masculina e o primeiro ouro em Olimpíadas

Mais acostumado a disputar medalhas, o Brasil conquistou seu primeiro ouro no vôlei em Jogos Olímpicos na edição de Barcelona, em 1992.

O time comandado por José Roberto Guimarães contava com atletas bastante promissores, como Giovane, Marcelo Negrão, Tande, Maurício, Paulão e Carlão.

Depois de vencer todos os 5 jogos da primeira fase, o Brasil bateu o Japão nas quartas de final e os Estados Unidos nas semifinais.

Na decisão, a Seleção Brasileira enfrentou a Holanda e venceu por 3 a 0, chegando ao lugar mais alto do pódio pela primeira vez.

Primeira medalha de ouro do vôlei feminino brasileiro

Seleção feminina e o primeiro ouro em Olimpíadas

Se a derrota para a Rússia em Atenas deixou uma imagem negativa, as jogadoras da Seleção Brasileira entraram com vontade de calar os críticos nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008.

Após vencer todos os 5 jogos da fase inicial, a equipe comandada por José Roberto Guimarães fez 3 a 0 sobre Japão e China, nas quartas de final e nas semifinais, respectivamente.

Na disputa pelo ouro, o Brasil derrotou os Estados Unidos, por 3 a 1, coroando a geração de Fofão, Fabi, Sheilla, Mari, Paula Pequeno, Fabiana, Jaqueline, Carol, Thaísa, Walewska, Valeska e Sassá.