Futebol Feminino

“Tem que ter emoção do início ao fim, raça, força de vontade e o coração na ponta da chuteira” diz Fabio Anacleto Técnico do time masculino Vila Ventosa, Campeão da Taça das Favelas 2018

Equipe de Reportagem: Ana Carolina Nunes e Humberto Alkmim

Foto: Bianca Morais e Moisés Martins 

Arquibancadas cheias. Tambores tocam. Gritos da torcida. O Poliesportivo do Vale do Jatobá foi cenário da festa da final da Taça das Favelas. O evento, cujas partidas ocorreram nos finais de semana de abril, reuniu, no último dia, as melhores equipes que entram em campo com único objetivo: soltar o grito de campeão!

A primeira partida foi entre Aglomerado Santa Lúcia e Alto Vera Cruz. A cena de 2017 se repetiu e as duas equipes se enfrentam mais uma vez na final do campeonato. As meninas do Vera Cruz realizaram uma excelente campanha ao longo da competição. Sem tomar nenhum gol, seguiram invictas no torneio. Aglomerado Santa Lúcia também não ficou para trás e venceu todos os jogos.

O confronto foi uma corrida contra o tempo. Finalizações perigosas, mas sem o balançar das redes. Dribles profissionais chamaram a atenção até daqueles que não se interessam por futebol.

Apesar do empenho dos dois times, o jogo finalizou em 0 a 0, levando a decisão para os pênaltis. Nas últimas cobranças, o Santa Lúcia deu uma “bola quadrada” que passou longe do gol, deixando o placar em 5 a 4. O Alto Vera Cruz alcançou o bicampeonato na Taça das Favelas.

A celebração das meninas contou com a presença de Alexia Fernanda, ex jogadora do time. À atleta foi campeã junto à equipe em 2017. Atualmente, joga profissionalmente no América Futebol Clube.

No período da tarde, a decisão foi entre as equipes masculinas, Cabana do Pai Tomás e Vila Ventosa. Os times foram destaque ao longo do campeonato. Sem terem sofrido nenhuma derrota, chegaram invictos à final.

Enquanto o primeiro tempo rolava, as equipes mediram forças de igual para igual, com dinâmicas e movimentos rápidos, mas o placar não saiu do 0 a 0. Durante o intervalo, os técnicos das duas equipes enfatizaram que se tratava de um jogo valendo o título. Atenção e marcação eram muito importantes naquele momento.

O segundo tempo começou acirrado. As equipes trabalharam bem os passes de bola e buscaram finalização a todo custo. Ventosa abriu o placar com golaço de fora da área que explodiu no pé da trave. Não conformada com o resultado, a Cabana do Pai Tomás esticou a rede durante a comemoração do adversário. No entanto, a arbitragem não validou o gol do Cabana, alegando que os jogadores do Ventosa não estavam em campo para defender o lance. Mesmo com a anulação, o time do Cabana estava disposto a levar o troféu para casa. Ao final do segundo tempo os meninos empataram o jogo em 1 a 1, levando a partida para os pênaltis. As cobranças ficaram em 3 a 2 para o Ventosa.

O herói pela equipe vencedora foi o goleiro Yago Junio, que se postou como muralha no gol, impedindo a pontuação do adversário. “Nosso time batalhou, correu atrás. Fizemos boa caminhada até a final. Conseguir defender as cobranças me deixa muito feliz e realizado”, afirma.

Os vencedores foram condecorados na cerimônia de encerramento. As equipes campeãs receberam como prêmio cheque no valor de R$ 1 mil. Conforme informaram integrantes das equipes técnicas, o valor será investido no time. No entanto, os jogadores querem uma parte da premiação vá para a realização do churrasco. O segundo e terceiro lugar voltaram para casa com troféu simbólico.

Além das equipes, houve a premiação de dois artilheiros do campeonato: a jogadora Gabriela Gonçalves Ferreira, de 23 anos, com o saldo de quatro gols.  Já no masculino, a artilharia ficou com Marconi Cândido Liberato, de 17 anos, da Vila Tiradentes.

“Trouxemos os meninos para disputar a Taça das Favelas e eles apresentaram um bom futebol. Lá (dentro da comunidade), eles não têm a exposição que conseguem aqui, sendo vistos por olheiros de grandes times”, diz, Josely Rafael Honorato, mais conhecido como “cabelo” treinador das equipes do Cabana.

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Equipe de Reportagem: Alice Berdinazzi, Izabela Avelar e Kamille Lobato

Fotógrafo: Marcelo Duarte

O futebol da quebrada pode ser tão emocionante quanto os clássicos dos estádios. Foi o que comprovaram as oito equipes que participaram das semifinais da Taça das Favelas,  no Campo do Poliesportivo do Vale do Jatobá, no sábado (28). As semifinais intercalaram disputas entre os times femininos ( Minas Caixas versus Aglomerado Santa Lúcia e Cabana do Pai Tomás versus Alto Vera Cruz)  e os masculinos (Ventosa versus Mariano de Abreu e Cabana do Pai Tomás versus Vila Tiradentes).

Cheias de gás, as meninas do Complexo Minas Caixa e Aglomerado Santa Lúcia brigaram pau a pau para garantir a vaga da final. Santa Lúcia venceu o time de Venda Nova por 3 a 1, classificando-se para última fase.

As seleções masculinas esbanjaram confiança dentro das quatro linhas na segunda disputa do dia. Sem dar chances para o adversário, Ventosa marcou 4 a 1. Em sinal de respeito, os times se cumprimentaram ao término da partida e se parabenizaram  pelo desempenho ao longo do campeonato.

Na segunda semifinal feminina e o terceiro jogo do sábado, o mata-mata foi entre Alto Vera Cruz e Cabana do Pai Tomás. Jogo difícil: sem colher de chá as meninas disputaram o resultado. Vera Cruz esticou as redes e carimbou a invencibilidade durante o torneio, desclassificando a Cabana por 2 a 0. A final do feminino repete o confronto Alto Vera Cruz e Aglomerado Santa Lúcia. Naquela edição, a equipe do Alto foi vencedora, no Campo da Barragem Santa Lúcia, região Centro-sul de Belo Horizonte.

Depois de jogo, mesmo com a derrota, as meninas do time da Cabana se uniram a outros torcedores para apoiar a equipe masculina que ainda estava na disputa por vaga na final. A torcida invadiu as arquibancadas do Poliesportivo do Vale do Jatobá com foguetes, tambores e canções ensaiadas. Todo apoio à equipe masculina que poderia representar a comunidade na final.

“Ah, sai da frente, sai que o Cabana é chapa quente”  

Com apoio da torcida, Cabana do Pai Tomás enfrentou a Vila Tiradentes. No primeiro tempo, nenhuma das equipes abriu o placar. Mas, se as redes não balançaram na primeira etapa da partida, no início da segunda, não ficaram paradas. Gol relâmpago, mas que não foi considerado em função do impedimento na jogada.

A partida finalizou em 0 a 0 e a decisão foi para os pênaltis. Antes de iniciarem as cobranças, as duas equipes se reuniram – como de costume – para fazerem a oração. O Pai Nosso foi clamado com fervor. Após a prece, os garotos assumiram as posições para bater as penalidades. Entre gols de gaveta e defesas espetaculares, Cabana do Pai Tomás conquistou vaga como  finalista da Taça das Favelas com placar de 4 a 3 sobre a Vila Tiradentes.

O goleiro  da equipe vencedora, Marcos Felipe, foi elogiado pela torcida. O estudante de Jornalismo Pedro Lucas, torcedor declarado da Vila Tiradentes, afirma que a salvação do Cabana foi o goleiro, que mostrou estar preparado para enfrentar cobranças de pênaltis.  

Árbitra mais jovem da CBF é destaque na Taça das Favelas

Francielly Fernanda, de 21 anos, ocupa o espaço como a árbitra mais jovem da América Latina. Natural de Pará de Minas, a jovem atua desde os 15 anos nos jogos em sua cidade e, aos 17, chegou a Belo Horizonte para cursar  arbitragem. Já apitou nas partidas da série A do campeonato brasileiro feminino e, conta que, apesar da responsabilidade que a função exige, a experiência é incrível. Um trabalho desenvolvido com carinho e dedicação. Orgulhosa de suas conquistas, ela fica feliz em apitar as partidas da Taça das Favelas, campeonato que traz consigo visibilidade e oportunidade para novos talentos do esporte.

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Equipe de Reportagem:  Ana Carolina, Kamille Lobato, Maycon Jonatan e Thaís Gonçalves.

Fotos: Letícia Íris, Renato Ronnie e Samyra Zaidan

A competição para garantir a vaga nas semifinais não foi fácil. Treze equipes entraram em campo com muita raça e empenho, levantaram poeira e acordaram o Bairro Vale do Jatobá, na Região do Barreiro em Belo Horizonte,  para assistir de pertinho à terceira rodada da Taça das Favelas. O campo de terra batida foi mais uma vez cenário para show de bola. Vila Tiradentes marcou a vitória com o placar de 3 a 0 contra o Conjunto Santa Maria e garantiu continuidade no torneio.

No sábado (21), a partida feminina entre o Aglomerado da Serra e Alto Vera Cruz foi agitada com interrupção do jogo e atletas lesionadas. O que não impediu a conquista de 3 a 0 para a Serra, time da Região Leste, que agarrou com chuteiras e meiões a posição na próxima etapa da Taça.

Aglomerado Santa Lúcia e Vila Corumbiara entraram em campo com poucas chances de classificação. O empate de 2 a 2 não garantiu a continuidade das equipes no torneio. Mateus Rodrigues, torcedor fiel da Barragem Santa Lúcia, afirma o quão importante é a Taça das Favelas para os “meninos do morro”. São motivados a entregar o melhor em campo, mesmo que ao final do jogo não saiam vitoriosos.

Os times femininos Complexo Minas Caixa e Cabana do Pai Tomás estavam classificados, quando se enfrentaram. Apesar de não precisarem do resultado, a rivalidade mostrou as caras entre as duas equipes, que disputaram como fosse a garantia de classificação. Ao final, as meninas do Minas Caixa soltaram o grito de vitória com o resultado de 1 a 0, permanecendo invictas no torneio.

A Taça das Favelas inspira dentro e fora de campo. As jogadoras com tripla jornada, conciliam cuidar da casa, trabalho e dedicação ao futebol, sonho profissional de muitas delas. Mas fazem sem reclamar. Com a cabeça erguida, mostram disposição para superar qualquer desafio. Muitas carregam como legado a paixão pelo esporte.

MÃE NA TAÇA: Sandra Soares é uma delas, jogadora do time da Vila Pinho que peleja para conseguir estar em todos os jogos. O maior desafio é quem fica com João Miguel, seu filho de apenas 10 meses, seu maior torcedor. Pela falta de condições para pagar alguém para tomar conta do pequeno, João acompanha a mãe em todos os jogos e se tornou atração entre o time. Com ele a diversão é garantida, independentemente, do resultado dos jogos. João ganhou várias “mamães” no momento que entrou no campo de futebol. 

 

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Problemas com arbitragem geram revoltas em jogadores e torcida

Equipe de Reportagem: Danielle Gontijo, Izabela Avelar, Nathalia Galvani e Patrick Ferreira

Fotos: Marcelo Duarte

O ar ficou avermelhado no segundo final de semana da Taça das Favelas. A temperatura subiu e não só nos graus centígrados no sábado (14) da segunda rodada do torneio. As jogadoras surraram o campo de futebol e não deixaram a poeira baixar durante toda partida na busca pelo resultado para permanecer na disputa.

O embate foi acirrado entre as equipes Alto Vera Cruz e Vila Pinho que fizeram a primeira partida de sábado. As meninas do Alto Vera Cruz saíram vitoriosas da partida, que foi disputada pau a pau pelas atletas. A decisão veio de um pênalti, deixando placar de um 1 a 0 para o Alto Vera Cruz.

O público presenciou lances bonitos, mas o tempo fechou em momentos decisivos em que a arbitragem entrou em conflito com as equipes. Cobranças de faltas feitas ao juiz geraram revolta nas jogadoras e foi seguida de troca de ofensas entre a arbitragem e as equipes. “Saímos de casa cedo para correr atrás de um sonho e, no final do jogo, quem ganha é o juiz? ” questionou a atacante da Vila Pinho, Cintia Cristina. Apesar de as jogadoras terem se sentido ofendidas pelo juiz, elas não registraram queixa.

O incidente foi veementemente rechaçado pela Central Única das Favelas (Cufa), organizadora da taça. Em nota, o presidente Francislei Henrique afirma que “a Cufa manifesta seu repúdio a qualquer ato de discriminação, preconceito e injúria, praticados sobre qualquer forma ou circunstância. ” O presidente ainda afirmou que não poderia tomar medidas cabíveis em face de as jogadoras não terem feito uma ocorrência oficial.

No entanto, ressaltou que “como há relatos de pessoas distintas sobre o fato e sobre a atitude verbal desrespeitosa do juiz a uma das jogadoras, não devemos e não iremos desconsiderar as manifestações de indignação que chegaram até a organização do evento. ” A Cufa solicitou à Federação Mineira de Futebol que o árbitro seja afastado dos quadros da Taça das Favelas.

O clima retomou à normalidade nas partidas da tarde de sábado. As goleadas da vez ficaram por conta do time masculino Vila Corumbiara que venceu por 5 a 0 a Favela do Índio. Placar elásticos como esse se repetiu ao longo do torneio até o momento. Entre as partidas de sábado, as meninas do Minas Caixa balançaram as redes cinco vezes enquanto o Jardim Leblon só conseguiu êxito na finalização uma vez, ficando o placar de 5 a 1. A equipe do Minas Caixa segue invicta.

“Se vocês saírem daqui sabendo que fizeram o melhor está ótimo para mim”, afirmou o Técnico Fabio Anacleto do time Ventosa. A motivação resultou na vitória por 1 a 0 sobre o Paulo VI. Porém, a partida foi suspensa por problemas técnicos. A organização do evento analisa a possibilidade de realização de outra disputa entre as equipes.

 

 

 

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Da redação.

Fotos: Moises Martins
Equipe de reportagem: Elouise Marcelino, Fabiana Meireles, Janine Christie Sant’Ana e Lorrany Moreira 

Que as mulheres vêm conquistando espaços que, até então, eram dominados pelos homens, todos já sabem. Mas a novidade aqui é que elas foram as primeiras a balançar as redes no templo sagrado do futebol, no início da segunda edição da Taça das Favelas, em Minas Gerais, no último sábado. As seleções femininas Minas Caixa e Aglomerado da Serra fizeram a abertura dos jogos, que reúnem 32 equipes nas modalidades masculina e feminina, durante os finais de semana do mês de abril.

Nos minutos iniciais da partida de abertura, o primeiro gol do campeonato foi de Nayara Rosa de 19 anos, do Minas Caixa. A atleta entra para a história desta edição do campeonato por inaugurar o placar da competição e por ser responsável por alavancar seu time rumo à vitória de 2X1 contra seu adversário. A partida foi acompanhada com entusiasmo por moradores, jogadores e olheiros, no pequeno campo de futebol, no bairro Vale do Jatobá, na região do Barreiro. 

Um pouco mais tarde, com as equipes masculinas no gramado, a empolgação e esforço dos atletas mantiveram o interesse e o apelo emocional do público. Uma goleada protagonizada por uma trinca de jogadores e, também, a informação de um possível gol contra, estimulou o time a buscar a vitória. Ao final, Vila Tiradentes tremeu as redes cinco vezes. 

O dia que começou tranquilo, no decorrer dos apitos, bandeiradas, faltas e muitos passes de bola, logo foi tomado pela força dos cantos e gritos de guerra. E, embora exista uma máxima que diz que futebol e religião não se discutem, antes de cada partida, uma roda de orações entre os jogadores reforçou, no primeiro dia do torneio, um costume já consagrado entre os clubes da região. Ao final do dia, um clima de festa predominou entre times, torcedores e moradores da bairro. A Taça das Favelas é realizada pela Central Única das Favelas e, além da competição, é também vitrine para novos talentos e lazer para os apaixonados por futebol. 

 

Após perder para o Adeco fora de casa, o time feminino do América derrotou o Vasco por 1 a 0, na noite desta quarta-feira, 3, no Estádio Mário Guimarães (Baleião), em Belo Horizonte. O jogo que foi válido pela 3ª rodada do Grupo 2 do Campeonato Brasileiro, foi apenas o segundo do Coelho no competição, já que a equipe folgou na segunda rodada.

O gol da vitória foi marcado pela zagueira Fernanda, logo no início da partida, aos 5 minutos do primeiro tempo. O próximo desafio será contra o Corinthians, fora de casa. O duelo está marcado para a próxima quinta-feira, 11, às 18h, no Estádio José Liberatti, em Osasco (SP), e terá transmissão da TV Brasil.

Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino 2016

O Brasileirão feminino de 2016 será disputado na mesma fórmula do ano passado. São 20 times divididos em quatro grupos de cinco participantes. Os dois melhores de cada grupo passam para a próxima fase.

Veja a classificação:

GRUPO 1

Classificação P J V E D GP GC SG VM VV DM DV CA CV %
SANTOS – SP 7 3 2 1 0 6 1 5 2 0 0 0 5 0 77
IRANDUBA – AM 5 3 1 2 0 3 2 1 0 1 0 0 6 1 55
FERROVIÁRIA – SP 4 2 1 1 0 4 2 2 0 1 0 0 2 0 66
PORTUGUESA – SP 0 2 0 0 2 1 4 -3 0 0 1 1 1 0 0
TIRADENTES – PI 0 2 0 0 2 0 5 -5 0 0 1 1 5 0 0

P pontos – J jogos – V vitórias – E empates – D derrotas – GP gols pró – GC gols contra – SG saldo de gols – VM vitória mandante – VV vitória visitante – DM derrota mandante – DV derrota visitante – CA cartões amarelos – CV cartões vermelhos – % aproveitamento

GRUPO 2

Classificação P J V E D GP GC SG VM VV DM DV CA CV %
ADECO – SP 5 3 1 2 0 3 1 2 1 1 0 0 8 2 55
CORINTHIANS – SP 4 2 1 1 0 2 1 1 1 0 0 0 3 0 66
RIO PRETO – SP 3 2 1 0 1 5 2 3 1 0 0 1 5 1 50
VASCO DA GAMA – RJ 1 2 0 1 1 1 5 -4 0 1 0 1 3 1 16
AMÉRICA – MG 0 1 0 0 1 0 2 -2 0 0 0 1 2 0 0

P pontos – J jogos – V vitórias – E empates – D derrotas – GP gols pró – GC gols contra – SG saldo de gols – VM vitória mandante – VV vitória visitante – DM derrota mandante – DV derrota visitante – CA cartões amarelos – CV cartões vermelhos – % aproveitamento

GRUPO 3

Classificação P J V E D GP GC SG VM VV DM DV CA CV %
FOZ CATARATAS – PR 9 3 3 0 0 9 1 8 2 0 0 0 4 0 100
CAUCAIA – CE 4 2 1 1 0 7 2 5 1 0 0 0 3 0 66
PINHEIRENSE – PA 1 2 0 1 1 3 6 -3 0 1 0 1 1 0 16
SÃO JOSÉ – SP 0 1 0 0 1 0 3 -3 0 0 0 1 1 0 0
VITÓRIA – BA 0 2 0 0 2 0 7 -7 0 0 1 1 3 0 0

P pontos – J jogos – V vitórias – E empates – D derrotas – GP gols pró – GC gols contra – SG saldo de gols – VM vitória mandante – VV vitória visitante – DM derrota mandante – DV derrota visitante – CA cartões amarelos – CV cartões vermelhos – % aproveitamento

GRUPO 4

Classificação P J V E D GP GC SG VM VV DM DV CA CV %
SÃO FRANCISCO – BA 7 3 2 1 0 4 0 4 2 0 0 0 3 0 77
FLAMENGO – RJ 6 2 2 0 0 6 1 5 1 0 0 0 0 0 100
VITÓRIA – PE 4 3 1 1 1 4 5 -1 0 1 0 1 5 0 44
DUQUE DE CAXIAS – RJ 0 2 0 0 2 2 5 -3 0 0 1 1 2 0 0
VIANA – MA 0 2 0 0 2 0 5 -5 0 0 1 1 1 0 0

P pontos – J jogos – V vitórias – E empates – D derrotas – GP gols pró – GC gols contra – SG saldo de gols – VM vitória mandante – VV vitória visitante – DM derrota mandante – DV derrota visitante – CA cartões amarelos – CV cartões vermelhos – % aproveitamento

Texto: Victor Barboza

Fonte: América Futebol Clube e Confederação Brasileira de Futebol

Foto: América Futebol Clube