gastronomia

Por Daniela Reis 

Quem acompanha nossas postagens, sabe que na sexta-feira a gente adora trazer aquela receitinha especial! Hoje vamos com a tradicional Ambrosia, porém com um toque de café que deixou essa maravilha ainda mais gostosa. A receita é do Wessery Zago, técnico do laboratório de Gastronomia da Una.

Vamos ao passo a passo?

Ambrosia de Café

INGREDIENTES:

– 5 litros de leite gordo;

– 1 litro de creme de leite fresco (caso o leite seja tipo A)

– 750g de açúcar refinado;

– 8 ovos (sendo 8 claras em neve e 8 gemas peneiradas);

– 2g  de bicarbonato de sódio;

– 2 unidades de pau de canela;

– 2 colheres de sopa de café solúvel meia torra.

Modo de Preparo

– Dissolver o açúcar no leite, misturando ainda frio;

– Se for o caso, acrescentar o creme de leite fresco e continuar mexendo;

– Levar ao fogo, preferencialmente em tacho de cobre bem limpo;

– Manter o fogo médio até começar a ferver, mexer vagarosamente para não derramar;

– Acrescentar o bicarbonato de sódio (serve para escurecer um pouco o doce);

– Acrescentar o café solúvel e mexer bem;

– Quando estiver no ponto de véu, quando passa uma colher e o fundo dela é coberto por

uma fina camada do doce, chega o momento de acrescentar os ovos;

– Bater as claras em neve bem firmes, acrescentar as gemas peneiradas e bater

novamente;

– Juntar ao doce e aguardar o cozimento por uns 10 minutos;

– Revirar os ovos batidos sobre a calda e aguardar mais 10 minutos de fervura;

– Por fim, misturar mais uma vez e cozinhar até que o doce fique homogêneo por cerca de

mais 10 minutos;

– Conservar o doce em potes de vidros e sob refrigeração.

Dica:

– Após aberto os vidros, servir em até 15 dias.

0 279

Por Keven Souza 

Desde de 2020, devido à pandemia do Coronavírus, com o decreto municipal anunciado pelo prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), uma das medidas adotadas para conter o avanço do Covid-19 na cidade, foi o fechamento do comércio, parques e escolas.  

Com a decisão, diversas instituições de ensino superior se organizaram e se adaptaram para o ambiente digital, com o intuito de manter as atividades e os trabalhos ativos. O ciberespaço foi a solução encontrada para que as aulas continuem a distância. 

Entretanto, o famigerado ensino online, que para alguns pode ser uma tarefa simples, é um desafio para aqueles estudantes que estão em cursos superiores voltados para segmentos mais exatos de atuação, tendo seu foco em habilidades práticas e técnicas específicas, sendo eles os cursos superiores de modalidade tecnólogo. 

Para os alunos do curso de Gastronomia do Centro Universitário Una, o período é de incerteza, visto que ainda em 2021, estamos em um cenário contínuo de pandemia, e a insegurança da maioria é perceptível , já que o curso é prático, e que trabalha todos os sentidos dos estudantes, principalmente o paladar. 

A preocupação presente acontece por não conseguirem utilizar o laboratório de aprendizagem, que é fornecido para aulas práticas para a absorção de conteúdos, até mesmo com a adaptação do ensino online, dado que algumas demandas são de atividades manuais.

Laboratório de Gastronomia

Cristina Nogueira Moreira, que é estudante do segundo período do curso de Gastronomia, diz que migrar para o ensino remoto não foi difícil, mas que em alguns momentos sentiu falta de interações desempenhadas na cozinha do campus que possui toda a estrutura para desenvolvimento e montagem dos mais variados pratos, incluindo panificação e também bebidas. 

“Sinto muita falta e necessidade de estar nos laboratórios, imaginando como seria estar ali com os professores e colegas de sala tendo aquela troca, que é muito presente na nossa profissão. Juntamente com o sentimento de ‘uau’ por ser um espaço ótimo, mas também de tristeza por conta de não poder usá-lo no momento”, desabafa a estudante. 

Segundo ela, este período atípico de pandemia trouxe não só problemas técnicos com o computador, mas também o receio da experiência no curso não ser completa, já que no presencial haveria prova dos pratos, absorção de críticas construtivas e criação de novas receitas tendo auxílio físico dos professores e também dos colegas.

Mas, está confiante de que o mais próximo possível aconteça o retorno presencial. 

“Há confiança em quem está me ensinando, o fato de que ainda vamos ter todas as aulas presencialmente… amenizou essa sensação “, completa Cristina. 

Atividade prática para além do laboratório 

A Una, percebe que continuar o sonho dos estudantes, mesmo que de forma remota, é essencial para a qualidade na formação dos alunos, por isso, aproximá-los do Laboratório de Gastronomia, é uma maneira imprescindível de fortalecer o aprendizado e a relação instituição/aluno. 

Pensando nisso, a universidade iniciou no mês de Maio, uma alternativa que possibilita tarefas práticas no ambiente domiciliar, de forma segura e eficaz e para os discentes. 

A proposta é a distribuição de kits para os alunos(com que diversos insumos alimentícios, como itens folhosos, frescos e carnes) que acontece semanalmente como forma de praticar desde o preparo de alimentos e bebidas, até mesmo a união de ingredientes de modo que se tornem resultados mais elaborados remotamente. 

A produção dos kits varia de acordo com a demanda e os cronogramas de cada Unidade Curricular (UC), mas a equipe técnica do Núcleo de Suporte aos Laboratórios (NSL), liderado por Daniel Sucasas, organiza em média de oitenta a noventa unidades por semana. 

Estão elegíveis a solicitação dos insumos os alunos matriculados em UC’s que possuem conteúdo prático, e a disponibilidade é feita através de inscrição em um link, indicando o interesse em retirar um ou mais kit dependendo de sua grade curricular. As entregas acontecem às quartas-feiras, na unidade  Una João Pinheiro II. Todo esse processo acontece seguindo as normas de segurança contra a Covid-19. 

Na visão do professor de Jornada do curso de Gastronomia, Sinval do Espírito Santo, a proposta é excepcional para que o aluno consiga ter a sensorialidade de criação dos pratos. Ele completa que além da prática com os kits ser um método pedagógico seguro neste momento, é uma forma também dos estudantes gerenciarem os insumos de acordo com as demandas das aulas práticas. 

“A gestão desses insumos é algo que se assemelha muito a um restaurante. Eu como proprietário, e que já trabalhei sendo chef em outros lugares, essa gestão acontece. Tem dia que você recebe os laticínios, o Ceasa e em outro um pequeno produtor”, explica o professor. 

Segundo ele, é uma injeção de ânimo pro curso. Uma oportunidade focada em maior interação nas aulas, e que os problemas comuns que antecedem as preparações dos pratos, agora podem acontecer em seus lares, sem deixar a prática de lado. 

“Vejo isso como algo extremamente positivo, tanto pedagogicamente falando, quanto em termos de logísticas de entender uma realidade grande de que vai ser a profissão deles”, complementa Sinval.

A ideia é ir para além da educação online, é trazer um método diferente de absorção de conteúdo, e também sintetizar os meios possíveis de ter contato com as atividades práticas, sendo no conforto de sua residência sem faltar apoio pedagógico, como já acontece nas aulas remotas pelas plataformas digitais.

E o kit, dentre o cenário, está sendo um sucesso. 

Para Maria Valentina Cássia Oliveira Moreno, que tem 21 anos e é estudante do segundo período do curso de Gastronomia, antes de ter acesso aos insumos era complicado praticar as teorias ensinadas, por isso o fator decisivo para ela foi o aumento no preço dos alimentos, já que a falta de dinheiro complicou na hora da compra dos ingredientes para as aulas.

E com o auxílio dos insumos, hoje, a maioria dos pratos que faz para aprender a técnica, foi após a disponibilidade do kit.

“Para mim os kits melhoram as experiências e ajudam muito! Queria que tivessem começado semestre passado, porque tive uma Unidade Curricular chamada ‘Cozinha Brasileira’, e gostaria muito de ter feito os pratos”, informou Maria.

Resultado gera parceria entre a universidade e instituição social

É notável o esforço da gestão em buscar ferramentas e alternativas para minimizar a sobra e desperdício de quaisquer insumos. Por isso, enfatizar que o aluno está tendo uma oportunidade afinca para o seu aperfeiçoamento, é dizer também que, a busca do estudante em participar da tarefa é fundamental para que não haja compras indevidas e um grande número de sobra. 

Entretanto, como todo processo de logística, o Núcleo de Suporte aos Laboratórios (NSL), procura estocar aqueles insumos possíveis de utilização, amparado pelas normas regulamentadoras, mas aqueles que não se enquadram ou se aproxima da data de vencimento, é doado para instituições beneficentes.

E é nessa cooperação em torno de solidariedade e empatia, ocorreu uma possibilidade de parceria, e a Una, neste momento delicado, “abraçou” a Casa de Apoio Chico do Vale.

A Casa de Apoio Chico do Vale, que reside no bairro Ouro Preto, em Belo Horizonte, acolhe pacientes em tratamento médico e acompanhantes, imigrantes e refugiados. O trabalho da instituição tem um impacto social único, posto que através do abrigo, ajudam a comunidade local com doações de Sacolão, com aproveitamento de roupas e outros produtos doados.

É um projeto amplo e favorece em vários setores, inclusive na sustentabilidade ambiental.

“Na realidade, é muito importante esta ação, pois, para realizar este trabalho,só contamos com a colaboração da comunidade civil e de ações como esta”, diz Helienice Natalina Silva, responsável pela instituição, sobre a parceria.

 

Casa de Apoio Chico do Vale 

Rua Aluísio Davis, 10, Ouro Preto – Belo Horizonte/MG
(31) 3418-6219
(31) 99994-6980
casadeapoiochicodovale@gmail.com
*Edção: Daniela Reis

0 74

Por Daniela Reis 

O Dia dos Namorados é uma data perfeita para aquele jantarzinho especial com quem a gente ama. E em tempos de isolamento o ideal é comemorar em casa, por isso, o Contramão trouxe uma receita especial para você preparar e arrasar na comemoração!

A delícia de hoje é um Risoto de Bacalhau da chef e professora do curso de Gastronomia da Una, Rosilene Campolina.

Vamos ao passo a passo?

Risoto de Bacalhau 

Ingredientes

  • 2 xícaras de (chá) de arroz para risoto (tipo arbório)
  • 500g de bacalhau da Noruega tipo Saithe dessalgado e lascado grosseiramente
  • 1500ml de caldo de legumes ou da água quente usada para aferventar o bacalhau
  • 1 cebola média picadinha em cubinhos (brunoise)
  • 1 colher (sopa) de alho bem picadinho
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • 1 pitada de açafrão ou colorau
  • 1 cálice de vinho branco seco (cerca de 150ml)
  • 1/2 pimentão vermelho em cubinhos (brunoise)
  • 1/2 pimentão amarelo picado em cubinhos (brunoise)
  • 100g de azeitonas verdes em rodelas (sem caroço)
  • 100g de azeitonas pretas em rodelas (sem caroço)
  • 1 colher de manteiga (reserve 1 bem gelada)
  • Flor de Sal ou sal comum, pimenta dedo de moça e do reino a gosto
  • Salsinha e cebolinha o quanto baste
  • Azeitonas portuguesas, pimentas dedo de moça e ciboullete para decorar

Modo de Preparo 

Ferver a água do cozimento do bacalhau. Numa frigideira ou caçarola funda e grossa, colocar o azeite e dourar a cebola e o alho. Adicionar o arroz e mexer com uma espátula até ficar translúcido. Colocar o açafrão e deglaçar com o vinho. Deixar apurar. Usando uma concha, acrescentar aos poucos o caldo de legumes ou a água do próprio bacalhau. Continuar mexendo, abaixar o fogo.

Quando o arroz estiver cozido al dente, colocar o bacalhau, os pimentões, as azeitonas e a pimenta dedo-de-moça. Acertar os temperos com flor de sal e Finalizar com a manteiga reservada e cheiro verde. Servir imediatamente em prato fundo, decorado com azeitonas portuguesas, pimenta dedo-de-moça e ciboullete (cebolinha francesa).

 

Agora é só comprar os ingredientes, preparar a receita e arrasar com o mozão!

 

 

*Revisão: Bianca Morais

 

 

 

0 87

Nada melhor que um drink de primeira para dar start no final de semana, não é mesmo? Então se liga nessa delícia desenvolvida pela técnico do laboratório e estudante de Gastronomia do Centro Universitário Una, Wessery Zago.

DRINK: DIVINA ROSKA RUSSA MINEIRA
by Wessery Zago

INGREDIENTES
12 seriguelas inteiras bem maduras
2 colheres de sopa rasas de açúcar demerara
2 conchas de gelo escamado
120/180 ml de Cachaça Divina D’Minas
20 ml de licor siciliano
30 ml de espuma de gengibre
Capim-santo

MODO DE PREPARO
Na coqueteleira, coloque as seriguelas.
Adicione o açúcar demerara.
Com um socador, amasse bastante a fruta juntamente com o açúcar até que restem poucos pedaços
inteiros.
Mexa com uma colher o conteúdo da coqueteleira para que as seriguelas de baixo fiquem em cima.
Volte a amassá-las até quando restarem poucos pedaços grandes.
Coloque o gelo escamado.
Acrescente o licor siciliano e a Cachaça Divina D’Minas
Tampe a coqueteleira e chacoalhe-a por 10 segundos ou até quando não sentir a presença de grandes
pedaços de gelo.
Sirva em uma taça ou copo de drink, como desejar.
Decore com capim-santo.

ESPUMA DE GENGIBRE

INGREDIENTES
200 ml de preparado de chantilly
60 ml de xarope de gengibre
04 colheres de chá de gengibre ralado
1/2 colher de chá de raspa de limão.

MODO DE PREPARO
No mixer ou batedeira adicione o preparado de chantilly
Acrescente o xarope de gengibre e bata até a textura desejada
Coloque o gengibre ralado, a raspa de limão e bata até incorporar.
(a receita rende de 8 a 10 drinks)

Tim-tim!

0 229

Por Daniela Reis 

Sexta é dia de trazer delícias aqui no Contramão! E hoje a nossa receita é de uma leitora muito especial, que nos agraciou com o Jambalaya, uma comida típica norte-americana, excelente sugestão para o Dia das Mães, que será celebrado no dia 09 de maio. 

Vamos conhecer mais sobre o prato e sobre a chef? 

Natália Ferreira nos contou que sua relação com a culinária teve início há vinte anos atrás. Fez cursos técnicos, se formou em Gastronomia e viveu um tempo em Barcelona onde cursou na renomada Escola Hofmann. Sua trajetória profissional foi marcada por grandes eventos, incluindo o tradicional Festival de Gastronomia de Tiradentes e passagens por restaurantes reconhecidos de Belo Horizonte. 

Chef Nathália Ferreira

Atualmente, em meio à pandemia, a chef encontrou na cozinha afetiva e também na culinária saudável uma maneira de se reinventar e estar próxima dos clientes, uma vez que as festas e eventos não podem acontecer. Na cozinha de sua casa ela faz a preparação das refeições de acordo com o pedido e também monta cardápios personalizados. Tudo desenvolvido com alimentos frescos e de primeira qualidade. Nathália, que também é mãe, escolheu o Jambalaya para trazer o passo a passo, pois acredita ser um prato saboroso para homenagear as mulheres mais importantes de nossas vidas! 

Vamos à receita? 

Jambalaya

Quantidade de porções: 4

Categoria: Prato Principal

Nível de dificuldade: Fácil

Ingredientes

– 2 xícaras  de arroz parboilizado 

– 200g de linguiça calabresa e rodelas

– 200g de queijo coalho em cubos

– 200g de pimentão variados em cubos 

– 200g de banana da terra em cubos e fritas

– 500g de camarão 

– 1 cebola 

– 4 dentes de alho 

– 4 tomates sem pele e picados

– 2 colheres de sopa de extrato de tomate

– Sal e pimenta do reino

– Páprica Picante

– Cheiro Verde

Modo de preparo

Refogue o arroz com páprica picante e reserve. Em outra panela, acrescente o alho, a cebola, os pimentões e a calabresa até dourarem. Em seguida, junte os outros ingredientes e cozinhe por cerca de 5 minutos. Adicione o arroz, o cheiro verde e tempere com sal e pimenta. Finalize com os camarões grelhados

E aí gostou? Que tal preparar essa receita e fazer um delivery surpresa para sua mãe? 

Para saber mais sobre o trabalho da chef Nathália Ferreira e também fazer encomendas, acessa o perfil dela no Instagram: nath.personalchef.

0 129

Hoje o Contramão veio para deixar sua páscoa mais gostosa! Uma receita de Pescada Amarela no azeite de Sálvia e purê de banana da terra do professor do curso de Gastronomia da Una, Sinval do Espírito Santo.

Vamos ao passo a passo!

Nome da receita: Pescada do Brasil
Quantidade de porções: 4
Tempo de preparo: 1h
Categoria: Prato Principal
Nível de dificuldade: fácil

Ingredientes:

Para o peixe:
4 pedaços de filé de pescada amarela
8 folhas de sálvia fresca
sal e pimenta à gosto
600 ml de Azeite extra virgem

Para o purê:
6 bananas-da-terra maduras
½ cebola
2 colheres (sopa) de manteiga
caldo de 1 limão
½ xícara (chá) de leite integral
sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto
1/2 xícara de creme de leite fresco

Passo a passo para a preparação:
Escolha uma assadeira ou tabuleiro e faça uma espécie de envelope de papel alumínio para que o peixe possa ser envolvido. Coloque os filés de pescada na assadeira, tempere com sal e pimenta do reino. Coloque as folhas de sálvia fresca por cima de cada um dos peixes. Regue com bastante azeite até cobrir os filés. Feche o envelope de papel alumínio cobrindo o peixe totalmente. Leve ao forno em temperatura baixa, entre 100 e 120 graus, por 30 minutos.

Para o purê, descasque e corte as bananas em rodelas de 1 cm, transfira para uma tigela, regue com o caldo do limão e reserve. Descasque e pique fino a cebola.
Leve uma panela média com a manteiga ao fogo baixo. Quando derreter, acrescente a cebola, tempere com uma pitada de sal e refogue por 2 minutos, até murchar. Junte as bananas (com o caldo de limão) e misture bem.

Regue com o leite, tempere com sal e pimenta, tampe e deixe cozinhar em fogo baixo por cerca de 5 minutos, mexendo de vez em quando, até as bananas ficarem bem macias – o tempo de cozimento das bananas pode variar, se a banana estiver menos madura e mais firme, junte mais água e deixe cozinhar mais um pouquinho. Adicione o creme de leite fresco e deixe incorporar.
Desligue o fogo e, com o mixer, bata as bananas na própria panela até formar um purê bem liso e cremoso – se preferir uma textura mais rústica, amasse as bananas com a colher de pau. Sirva a seguir.

Se vc curtiu a proposta de servir o peixe com a Farofinha de Limão siga o preparo:

Farofinha de limão
2 colheres de sopa de manteiga
Suco de 2 limões
Sal a gosto
1 xícara de Farinha tipo Panko
1 colher de chá de alho em pasta (sem sal)

Numa frigideira coloque a manteiga e deixe derreter. Acrescente o alho e deixe dourar. Coloque o suco do limão mexendo bem. Desligue o fogo e misture a farinha panko e o sal. Pra servir polvilhe por cima do peixe assado ao lado do purê de banana.

Sobre o chef Sinval
 Sinval Espírito Santo é Mestre em Cucina Italiana pelo ICIF, Doutorando em História na UFMG, Professor de Gastronomia da UNA. Membro da Academia Della Cucina Italiana e da Frente da Gastronomia Mineira. Chef do Fubá, já viajou pelo mundo em busca de temperos, sabores e para representar o Brasil em diversos eventos internacionais. Cozinheiro de Minas, orgulhoso de suas raízes, tradições e “causos”, sendo essa mistura, a base que move seus trabalhos, questionamentos e paixão pela cozinha.