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As lojas enfeitadas de vermelho e cheias de corações denunciam a comemoração do fim de semana: Dia dos Namorados. Mais que uma data comercial, o 12 de junho é dia de ficar ao lado de quem se gosta e Belo Horizonte tem a programação certa para casais e também para os solteiros. Confira!

Teatro

Teatro Dom Silvério – apresenta nos dias 12/06 às 16h e 13/06 às 15h30
Máquina de Histórias e João e o Pé de Feijão
Av. Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi.

Teatro Imaculada Conceição – apresenta nos dias 11, 12 e 13/06 às 20h
Sonhos
Uma trama que mostra o ser humano diante de sonhos premonitórios, pesadelos e idéias subjetivas.
Rua: Aimorés, 1.600, Lourdes.

Teatro Icbeu apresenta 12 e 13/06 às 17h
Os Gatos do Beco
História de gatos inspirada na trajetória dos Beatles.
Rua da Bahia, 1723, Lourdes.

Shows

12/06 às 21h – Gravação do DVD Music and me
Elaine Fiora e Lincoln Meirelles
Biblioteca Pública Estadual, Praça da Liberdade, 21, Funcionários.

13/06 às 11h –Maria, Maria – Música Câmera
Sala Sérgio Magnani da Fundação de Educação Artística
Rua Gonçalves Dias, 320, Funcionários

Bar

Café Travessa, Rua Pernambuco,1.286, Savassi.
Hoje Show instrumental com :
José Namem, Aluisio Horta e Marcio Bahia

Para ver

12/06 – Desfile de Bonecos Gigantes de Brazópolis
11h- Praça da Liberdade

Cinema
USIMINAS Belas Artes Cinema

Rua: Gonçalves Dias 1581,  Lourdes.

O segredo dos seus olhos
14h30 ,18h50 ,21h15

Mary e Max- Uma amizade diferente
17h

O Escritor Fantasma
14h , 16h30 , 19h ,21h30


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Nessa tarde de quinta-feira foi possível visitar os principais pontos turísticos de cidades brasileiras sem nem mesmo sair da Savassi. Um projeto (Road show Destino Brasil) realizado pelo Instituto Cia do Turismo com apoio do Ministério do turismo, trouxe para a Avenida Pernambuco o caminhão Destino Brasil, adaptado com salas de cinema 3D e recursos multimídia que permitem ao visitante conhecer por meio de uma tela de TV os pontos mais atrativos do nosso país, que espalhados por muitas cidades convidam e encantam os olhos daqueles que as visitam mesmo que através de uma tela.

O projeto sem fins lucrativos tem e intenção de promover os pontos turísticos brasileiros e incentivar a população a conhecer seu próprio país antes de planejar as viagens internacionais. O projeto também dispõe de orientações para os profissionais da área de turismo, e de um cadastro para proporcionar benefícios para esses profissionais.

O caminhão fica em média três dias em cada cidade e nas capitais cerca de quatro dias. Quem quiser visitar o projeto, a entrada é gratuita e ficará na Savassi até amanhã (11/06) seguindo depois para a Pampulha. Ao todo serão percorridas dezoito cidades e seis estados do Sul, Sudeste e Distrito Federal.

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Por: Danielle Pinheiro

Fotos: Danielle Pinheiro

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Uma multidão tomou conta da Praça da Liberdade para assistir às apresentações da primeira edição do BH Jazz festival. O evento foi totalmente gratuito e contou com a participação de artistas renomados internacionalmente, como Victor Brooks, Julie Mcknight, Glen David Andrews, Túlio Mourão e Léo Gandelman e curadoria de Edgard Radesca (diretor da casa de jazz paulista Bourbon Street, responsável por importantes festivais no circuito Rio e São Paulo) e Túlio Mourão. Essa edição, que contou com seis atrações além de DJs e Vjs, foi realizada com recursos da lei de incentivo à cultura e com apoio de vários colaboradores.

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Lúcio de Oliveira

Nossa equipe acompanhou algumas atrações e conversou com o criador do evento que deixou a Praça da Liberdade com certo glamour no fim de tarde regado a jazz, Lúcio de Oliveira. “Minas Gerais têm gosto pela música, podemos perceber isso pela receptividade dos shows. Belo Horizonte amadureceu e criou segmentos de platéia que apreciam jazz e a prova disso é a multidão que está acompanhando aqui hoje” diz Oliveira, que também é diretor da empresa ARTBHZ organizadora de eventos culturais diversos.

O criador dessa primeira edição já a considera um sucesso e conta os planos para a edição do ano que vem: “Nossa intenção é promover a 2ª edição do festival, abarcando simultaneamente, os vários espaços disponíveis do circuito cultural e realizar uma grande festa nesse centro cultural de Belo Horizonte”.

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Por: Danielle Pinheiro e Débora Gomes

Fotos: Débora Gomes

Repórteres: Danielle Pinheiro e Nélio Souto

Com o objetivo de levar ao público um jazz com pitadas de música brasileira, de forma clara e respeitando a tradição da música instrumental, o grupo Jazz a Três, na estrada há dois anos, apresenta arranjos próprios e repertório abrangente que inclui nomes consagrados como os de  Miles Davis, Herbie Hancock, Charlie Parker, Tom Jobim e Milton Nascimento. Estes dois últimos representando, com classe, a Bossa Nova e o Clube da Esquina.

Formada por Ivan Resende nas guitarras, Anderson Araújo no baixo e Felipe Amorim na bateria, o trio aborda diversas vertentes jazzísticas (swing, bebop, cool jazz, fusion), sem deixar de lado a música brasileira.

O Contramão deixa a dica para sua noite de sexta: no Café Travessa, Rua Pernambuco, 1286, o evento Travessa Jazz Nights recebe o Jazz a Três, a partir das 20h30.

jazzatres_myspace1Foto|Gabi Melo

Conheça mais o trio nas palavras do guitarrista Ivan Resende

Jornal Contramão – Como o trio surgiu?

Ivan Resende – O Jazz a Três surgiu em 2008 já com o intuito de ter no repertório Standards do jazz e também da música brasileira. Eu, Ivan Resende, já havia tocado com o baterista Felipe Amorim em uma banda de blues anteriormente. Alguns anos depois resolvemos tocar junto novamente e o Anderson Araújo foi convidado pelo próprio baterista, afinal eles também já haviam participado de outros projetos juntos. O trio surgiu pela afinidade musical e também pela amizade já construída de outros tempos.

JC – Quem são os integrantes? De onde são?

IR- Os integrantes são Ivan Resende (guitarra), Anderson Araújo (baixo) e Felipe Amorim (bateria). O Anderson e Felipe são de Juiz de Fora e vieram para Belo Horizonte pelas melhores condições (apesar de ainda ter várias deficiências) musicais do cenário de BH. Eu, Ivan, nasci e fui criado na própria cidade de Belo Horizonte.

JC – Alguma veia musical na família de algum integrante?

IR- Na família dos integrantes profissionalmente não. Existem pessoas que tocam na minha família e gostam muito de música, mas nenhum acabou seguindo como profissão. O interessante e até engraçado é isso, somos “pioneiros” em nossas famílias levando a música a sério e como profissão.


JC – Quando não estão no palco o que fazem?

IR- Cada um tem uma rotina diferente, apesar dos interesses musicais em comum. Eu, Ivan, gosto de carros antigos V8 (Maverick e Dodge) e costumo ir em encontros e arrancadas. O Felipe assiste Fórmula 1, joga vídeo game, entre outras coisas. O Anderson gosta de ler, ver filmes e por aí vai. Eu e o Anderson temos em comum o gosto pela cerveja, rs.

JC- O trio segue algum tipo de influência, além da musica brasileira?

IR- A influência vem de várias formas. Existe a pesquisa individual (por meio de estudos e pesquisa por discos de músicos consagrados), como também tem a influência dos membros do grupo que vão somando entre sí. O Anderson costuma trocar informações sobre harmonia e escalas comigo, já o Felipe costuma sugerir músicas novas para o repertório e por aí vai. O que ocorre é um processo contínuo de busca de aperfeiçoamento e aprendizagem que acaba refletindo também na melhoria e qualidade do som do trio.


Domingo na Praça

jazz1Foto| Ana Sandim

Para os adoradores de Jazz, neste final de semana acontecerá na Praça da Liberdade a primeira edição do BH Jazz Festival, com artistas nacionais e internacionais. Os shows são gratuitos e começam às 16h.

Destaque da programação, o americano Victor Brooks mostra sucessos da soul music e homenageia nomes como Marvin Gaye. Também se apresentam no evento os americanos Julie Mcknight Glen e David Andrews e os brasileiros Túlio Mourão e Léo Gandelman.

Por Ana Sandim e Daniella Lages

O prédio que abrigava o antigo hospital São Tarcísio está sendo reformado e passará a ser endereço do novo Centro de Arte Popular de Belo Horizonte.

A região da Praça da Liberdade, Savassi e entorno, abriga os espaços mais sofisticados da cidade e é vista por muitos belo-horizontinos como área reservada às classes alta e médio-alta, nesse sentido, a criação de um centro de arte popular nessa região cria um contraste social e rompe com o estereótipo de que a região é reservada para “gente rica”.

“Privilegiar a riqueza e a diversidade das manifestações culturais populares, valorizando o trabalho dos artistas que traduzem no barro, na madeira e em outros materiais, o universo em que vivem. O público poderá conhecer obras de artistas de várias regiões do Estado, como o Vale do Jequitinhonha. Com uso de recursos interativos e audiovisuais, o espaço dará ao visitante uma dimensão mais ampla da cultura mineira.” informa a assessoria de imprensa da Secretária de Cultura de Belo Horizonte sobre a proposta de utilização do espaço. “As obras na rua Gonçalves Dias n º 1608 no bairro Lourdes vêm sendo acompanhadas pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e artístico de Minas Gerais (IEPHA/MG) por ser um patrimônio tombado, mas as propostas culturais para o espaço ficam a cargo da Secretária de Cultura” informa a assessoria de imprensa do IEPHA. A assessoria diz ainda que o projeto arquitetônico do local prevê mudanças e ampliações, mas a arquitetura antiga da fachada será preservada.

dsc_0019Sendo um dos projetos do Circuito Cultural, a obra está prevista para terminar no segundo semestre de 2010 é e fruto da parceria da Cemig com o Governo de Minas, o investimento é de R$ 6 milhões e a torcida é que esse seja um espaço que contribuía para inclusão social, agregando o valor á arte popular, diminuindo a diferença e conseqüentemente a desigualdade social.

Por: Danielle Pinheiro

Fotos: Danielle Pinheiro

A gincana “Ativa Urbana” promovida pelo Grupo Alvo da Mocidade, deixou a Praça da Liberdade com cara de praia. Pranchas de surf, guarda-sol, cadeiras de praia, frescobol e centenas de jovens muito animados integravam este cenário praiano.

Na gincana, oito equipes de jovens, a maioria de 13 a 17 anos, foram divididas por cores e nomes e participam de provas e prendas. O evento acontece uma vez por ano, sempre no mês de maio. Nos quatro sábados do mês eles se reúnem no pátio do colégio Promove no bairro Mangabeiras para as provas esportivas como, queimada, futebol, rouba-bandeira e outros jogos.

O estudante Giovani Rodrigues, 15, participa do grupo há cinco anos. Ele os conheceu através do padrasto que participava quando jovem e do irmão mais velho, que o levou um dia ao encontro do grupo. Segundo ele, participar da gincana ensina valores como, amar ao próximo e aproveitar a vida de forma saudável. “(…) também por causa das amizades que faço” conta Rodrigues que estuda no colégio Mendes Pimentel atrás do Minas Shopping.

Lucas Vinícius de Oliveira, 22, é programador do evento e conta que outra prova da gincana é o protesto “Já que Minas não tem mar, eu vou criar”. Alguns jovens usam roupas de banho, outros incorporam personagens como, vendedores de canga e churrasquinho, surfistas e até um cachorro fantasiado com barbatana de tubarão brincava com os jovens. “A nossa ideia é trazer mais jovens para o grupo”, relata Oliveira.

O Grupo

A idéia partiu de um grupo chamado ‘Alvo da Mocidade’, que teve origem nos Estados Unidos e atua pelo Brasil inteiro. Hoje, eles não têm nenhum vínculo com o grupo americano e existe em Belo Horizonte há mais de 33 anos. O grupo ajuda jovens em todos os aspectos de sua vida: emocional, física, social e espiritual. Apesar de não terem nenhum vínculo com alguma religião, a missão do Grupo Alvo é apresentar a mensagem de Jesus Cristo para os adolescentes e ajudá-los a crescerem na fé. Até a última contagem, havia 309 jovens participando da gincana nesta tarde.

Alvo da Mocidade está presente em Brasília, Belo Horizonte, Campinas, Ribeirão Preto, Nova Lima, São José do Rio Preto e São Paulo.

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Por  Daniella Lages
Fotos: Daniella Lages, Marcus Ramos
Vídeo: Marcus Ramos