Rádio

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Por Bianca Morais

No ano em que comemora seu sexagenário, a Una (campus Liberdade e campus Contagem) lançou uma grande novidade: As Rádios Una Fábrica e Una Contagem.  Os canais estrearam neste mês de Julho e já estão fazendo sucesso, com novos episódios de podcasts toda segunda (Fábrica) e terça-feira (Contagem), com edições repletas de assuntos interessantes e convidados especiais. 

As rádios são canais de conteúdo informativo e de entretenimento desenvolvidos pelos universitários, com temas que permeiam a instituição, os jovens e o momento atual em que vivemos.

“Com uma linguagem leve, acessível, com expressão universitária, pretendemos trazer assuntos diversos a partir da percepção dos próprios alunos em conteúdos curtos e relevantes para ouvir no intervalo das aulas, no deslocamento para o trabalho, estágio ou até enquanto lava a louça. Além disso, podem contar com uma curadoria musical exclusiva e playlists pensadas para o dia a dia dos nossos universitários”, explica Larissa Santiago, uma das coordenadoras do projeto.

O começo

Idealizado pela aluna do curso de Publicidade e Propaganda, Lara Trigo, a ideia da Rádio Una, nasceu durante os intervalos das aulas, onde a jovem passou a colocar músicas, o que gerava uma interação entre os colegas de sala que acabou em uma playlist colaborativa da turma, posteriormente, virou um projeto apresentado. 

Rádio Una Fábrica

Lara teve o desejo de levar o intervalo diferenciado para toda a Una, e foi então que levou aquela sua proposta para Larissa, líder do Laboratório de Publicidade e Design, após conversa elas pensaram na criação de um podcast que seria uma forma de levar informação do mundo da comunicação e da economia criativa para todos. 

Junto a tudo isso, a diretora da Una Contagem, Tatiane Puiati, já havia demonstrado o desejo de ter uma rádio própria do campus, enquanto a Fábrica tinha a vontade de fomentar o podcast, como um formato de conteúdo tendência do mercado.

Rádio Una Contagem

“A partir de todas essas congruências que demos vida ao projeto, com o apoio do nosso ex-líder Elias Santos e a parceria do Raphael Campos, líder da Fábrica AV, que topou coordenar comigo essa extensão universitária desde o início”, conta Larissa.

Seleção dos alunos

Para a rádio Una Fábrica, foram abertas vagas para os alunos de comunicação (jornalismo, cinema e audiovisual, publicidade e propaganda, design gráfico e relações públicas), enquanto na Rádio Una Contagem, a intenção era que o projeto fosse multidisciplinar abrindo vagas para todos os cursos do campus.

A seleção foi feita a partir do recebimento dos currículos e testes solicitados de acordo com as vagas ofertadas, entre elas: 

  • Hosts – entrevistadores, responsáveis pela seleção das pautas, produção dos roteiros e contato com o convidado.

 

  • Editores – responsáveis por acompanhar as gravações, edição e entrega dos episódios finalizados.

 

  • Social Media – responsável pela proposta de comunicação nas redes sociais, do planejamento à interação. 

Os hosts, por exemplo, tiveram que gravar uma chamada de um minuto de fala e os editores, enviar uma proposta de vinheta. 

Do Campus Liberdade os alunos participantes foram: Cristhiano Rodriguês, Eugênio Ferreira, Gabriel Souza, Giovanni Corrêa, Iago Bicalho, Inah Argentina, Lara Trigo e Virginia Cunha.

Da Una Contagem: Jonas Rocha, Karoline Beijamim, Paulo Vitor e Wendell Rafael.

Os preparativos

Com o objetivo de preparar os alunos para o começo das gravações, até porque a grande maioria começaria do zero, João Victor Rocha, especialista em podcast (@casadopodcaster) e produtor na Rádio Band News, foi convidado para ministrar uma oficina de quatro aulas sobre dicas essenciais para produção de podcast, bem como apresentar as perspectivas desse mercado.

“Aprendi muito com João sobre a produção de podcasts, desde o roteiro até a gravação, escolha do ambiente, da ferramenta para gravação, dos vícios de linguagens que temos e nem percebemos, foi engrandecedor o conhecimento oferecido por ele”, relata Lara Trigo.

Nos encontros online, foram passadas técnicas de gravação em casa, com os próprios recursos: um celular, fone de ouvido e computador com acesso à internet. Além de técnicas que ajudam a tornar o ambiente mais adequado para a gravação. 

“Algumas das dicas foi gravar dentro do guarda-roupa para ter maior isolamento acústico ou criar uma espécie de cabana com colchões e cobertores para o mesmo propósito, e nossos alunos fizeram”, relembra Larissa.

As gravações

Na Rádio Una Fábrica todos os encontros foram online, desde a oficina até a gravação e finalização do material. Já na Rádio Una Contagem as gravações foram feitas presencialmente com os alunos, mas convidados de forma remota.

Para se ter uma melhor qualidade na gravação foi orientado aos estudantes fazer em dois dispositivos: no computador, via Zoom ou Zencast e no próprio gravador do celular, podendo inclusive utilizar uma meia na saída do microfone para ter uma gravação ainda mais limpa.

“Dessa forma acabamos minimizando possíveis problemas de conexão que podem acontecer gravando de casa”, completa Raphael. 

Além dos alunos, a equipe técnica da Fábrica Luna esteve envolvida em todo o processo, especialmente no apoio à produção do material de divulgação. Na criação das peças gráficas e avaliação da proposta de planejamento e execução do aluno Iago Bicalho, de Publicidade e Propaganda e social media do projeto.

Em relação às dificuldades, a orientadora do projeto acredita que muitas delas partiram do apoio remoto e tempo de produção, o projeto foi uma grande novidade na Una, e aos poucos eles foram aprendendo a alinhar tudo.

“O tempo de produção e de lançamento dos episódios foi desafiador, por ser a primeira vez de um fluxo que depende do alinhamento entre todos. De qualquer forma os desafios deixam um saldo positivo, pois agora os alunos conseguem produzir este conteúdo, independente da estrutura disponível e principalmente a equipe desenvolvida quanto ao trabalho em coletivo”, compartilha ela.

Os episódios

Ficou na responsabilidade dos alunos a escolha dos temas e dos convidados a partir da pauta sugerida. Nesta primeira edição veremos profissionais do mercado especialistas nos assuntos, professores da instituição e grupo Ânima, como Joana Meniconi, Fernando Isidoro, Luiz Lana e Gustavo de Val Barreto. 

Os episódios também terão participação de personalidades reconhecidas nos meios em que atuam como a artista Efe Godoy, o empreendedor e ativista Felipe Gomes, Léo Moraes do Batekoo, o Diretor de Marketing da Lotus E-Sports e CEO do curso Fórmula Avante Wesley Moura.

Resultados positivos

Além dos alunos aprimorarem habilidades técnicas, eles também desenvolveram soft skills como colaborativo de gestão do tempo, autoconfiança e comunicação interpessoal. Alguns deles citaram que após a participação no projeto retiraram seus projetos pessoais de podcast do papel e estão colocando em prática. 

“A participação a distância de todos proporcionou desafios, mas muitos aprendizados para quem quer montar o próprio podcast e ainda houve estímulos junto à produção do projeto rádio UNA. Um dos principais desafios foi realizar as entrevistas sem a garantia da estrutura para qualidade de áudio”, diz Gabriel Souza, aluno de Publicidade e Propaganda.

“Eu como um dos editores do podcast tive desafios ao tratar os áudios gravados dos convidados, afinal nem todos tinham bons equipamentos, então passei algumas boas horas melhorando a qualidade. Apesar de ser um grande desafio, envolvi-me com muita aprendizagem nesse meio tempo, além de descobrir novos truques de edição com os outros editores, aprendi métodos de gravações interessantes”, Jonas Rocha, aluno de Publicidade e Propaganda.

“O resultado final foi muito agregador, experiência única, muito bom trabalhar em equipe e estar com o pessoal da Fábrica, tendo a oportunidade de ter voz, conseguir conhecer os outros projetos já desenvolvidos, indico a participação de todos nos projetos de extensão por justamente ter a praticidade do que é visto nas aulas ao decorrer dos semestres, espero continuar junto nas próximas edições com novas ideias e aqui deixo o meu muito obrigado”, Cristhano Rodriguês, aluno de Publicidade e Propaganda.

“Eu indico demais o projeto para os meus colegas de curso, mesmo com a dificuldade de gravação devido a pandemia foi muito proveitoso, produtivo, onde pude realizar o início de um sonho e vou levar para sempre na minha história, vou contar com orgulho que fiz parte desse projeto”, Wendell Rafael, aluno de Jornalismo.

“Esse projeto foi algo que desde o início me animou bastante por gostar muito de Podcasts e edição de áudio, mesmo sendo algo fora do meu curso é uma coisa que me interessa bastante, após essa experiência tenho vontade de estudar mais sobre o assunto e se possível participar das próximas temporadas e de outros projetos similares”, Paulo Vitor, aluno de Engenharia Elétrica.

Com a palavra, os organizadores.

“Apesar de não ser um formato novo, a produção de podcasts está em alta e o seu mercado está em crescimento. Levar essa experimentação para os nossos alunos é introduzi-los a uma possibilidade de carreira em sinergia com o que o futuro está apontando.

Ter uma rádio na instituição também é um canal próprio e potencial para levar discussões importantes aos universitários. Por isso, acreditamos que é só o início das rádios e elas têm muito a serem exploradas ainda para gerar mais benefícios especialmente à nossa comunidade acadêmica, mas também ao nosso entorno” – Larissa Santiago, orientação técnica e planejamento.

“Em ambos os projetos dividi a coordenação com a Larissa Santiago, por conta da minha área de atuação, estive mais próximo da produção e pós-produção, dando todo o suporte aos alunos nas gravações, edições e distribuição dos episódios.

O podcast é uma mídia que está crescendo muito ano após ano e demanda profissionais aptos a exercerem com propriedade cada passo de sua produção. Esse projeto de extensão capacita de forma responsável os alunos participantes, oferecendo um espaço de aprendizado e experimentação. 

Essa troca de experiência ainda é muito importante para o aluno, ele se torna um profissional preparado para enfrentar adversidades ao longo da sua carreira. Da mesma forma que nós coordenadores do projeto aprendemos com os alunos a todo momento” – Raphael Campos, orientação técnica, edição e roteirização.

Depois de uma primeira temporada de sucesso, Larissa e Raphael já começaram as reuniões de planejamento para a outra edição. Para o próximo semestre, eles prometem aprimorar as produções a partir dessa primeira experiência com os alunos. Como spoiler, eles contam ao Jornal que pretendem lançar de forma mais recorrente os episódios durante todo o semestre e incluir mais possibilidades dentro da rádio.

Acesse: 

Rádio Una Fábrica

Rádio Una Contagem

 

Edição: Daniela Reis 

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Por: Kedria Garcia
Atualizado 20/12/17 ás 12:49

“Não posso mais viver assim ao seu ladinho
Por isso colo meu ouvido no radinho de pilha
Pra te sintonizar sozinha, numa ilha.”
Titãs

Companheiro para as horas vagas, para limpar a casa, para a viagem, para cozinhar, para vibrar com o futebol, para mandar um beijo, para ouvir músicas e notícias, para entreter, consolar e principalmente acompanhar. O rádio entrou nas casas dos brasileiros nos anos de 1930 com a música popular, os programas de auditório, as radionovelas e continua afirmando sua presença até os dias atuais com humor e informação. Um gigante com quase 90 anos de história registrou de perto muitos conflitos da humanidade assim como o nascimento de novas tecnologias. Observou a televisão tomar o cantinho da sala e comandar os horários nobres, mas a frase “O novo supera o velho” já não assusta, pois, a reinvenção se tornou uma norma e o imaginário ainda é movido pelas ondas do rádio.

Elias Santos, de 47 anos, professor e radialista, afirma que o rádio tem suas características próprias descartando a ideia de substituição. “Quando a televisão surgiu, espalhou-se o boato que o rádio iria acabar. Eu acredito sempre naquilo em que trabalho dentro de sala de aula, o conceito em que o rádio, a TV, a internet são dispositivos. Um dispositivo não substitui o outro, mas um dispositivo modifica o outro.”, e completa dizendo que o rádio está em um processo de transformação devido ao contato com outras plataformas, como as redes sociais.

De acordo com uma pesquisa  realizada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, em 2015, o rádio era o segundo meio de comunicação mais utilizado pela população brasileira, perdendo apenas para a televisão. A pesquisa ainda ressalta que 63% dos ouvintes buscam por informação, diversão e entretenimento, sendo que 30% dos usuários ouvem diariamente, entre as 6h às 9h da manhã. As emissoras FMs são estimadas pelo público e as AMs fazem sucesso nas zonas rurais. Fernanda Oliveira Mendes, de 20 anos, não desgrudar do rádio. ” Ele é uma das minhas paixões, preciso sempre andar com um fone de ouvido em mãos para poder ouvir, no trabalho, no ônibus, em casa. Atualmente prefiro programas mais informativos como o Jornal da Manhã na Jovem Pan de São Paulo e Jornal Inconfidência na Rádio Inconfidência.”, relata a estagiária de Jornalismo.

 

“O rádio, por mais que seja um meio antigo, tende a se renovar de acordo com a sociedade.É verdade que o número de usuários diminuiu, mas ainda é uma área que vem se transformado. ”, comenta a estudante Fernanda Oliveira.

 

O radialista Elias, destaca que as ondas sonoras ainda é um meio eficiente e ágil. “O rádio atinge muitas pessoas, pelo fato que se consegue acompanhá-lo sem precisar interromper as tarefas diárias, então ele continua um meio muito eficaz. Isso não tem jeito, principalmente com um público de mais de 40 anos.”. A Pesquisa Brasileira de Mídia de 2015, revela que o uso do rádio é feito conjuntamente com outras atividades, como as domésticas e das refeições e ele apresenta 52% de confiança entre o público, tendo a A Voz do Brasil como o programa mais conhecido. Além de agir como um aglutinador social, ele serve como alimento para conversas corriqueiras.

Paulo Cesar Fernandes da Silva, de 57 anos, sintoniza diariamente seu amigo. “Escuto rádio desde menino, ou seja, ali pelos anos sessenta. Minha relação com o rádio é fraternal, ele é um excelente companheiro.”, afirma o microempresário.  Elias Santos ressalta que as mudanças na sociedade afetaram nas produções radialistas. “No início dos anos 90 tocava mais músicas, com o famoso jabá da indústria cultural, hoje não. Hoje temos um rádio que fala mais, seja piada, seja informação, seja jornalismo, o que se parece muito com o rádio dos anos de 1940 a 1950.”. 

Para ele, o cenário do rádio em Belo Horizonte é muito conservador “Temos uma rádio que é baseado em um modelo dos anos de ouro. Com aquele tipo de voz empostada, aqueles programas apresentados basicamente por homens, transmissões esportivas, jornalismo. No segmento adulto se tem um modelo em que toca sempre as mesmas músicas, não arrisca, não lança ninguém, trabalha em cima no que já é consolidado na indústria cultural”, desabafa o radialista que completa, “O rádio em BH é um rádio pouco ousado, mas apesar disso existem iniciativas interessantes como rádio UFMG Educativa, o momento que a rádio Inconfidência está passando, a rádio Autêntica a antiga Favela FM.”.

Pesquisa realizada em 2017, pela a Kantar IBOPE Media, mostrou que o brasileiro gasta cerca de 4h40min diariamente com a caixinha ligada. Sendo a Grande Belo Horizonte líder desse ranking, em que 95% dos belorizontinos afirmam ouvir rádio todos os dias. “Meu programa favorito se chama Casa Aberta, onde o lema é Cidadania, Cultura e Educação. Além dos programas O Samba Bate Outra Vez e a Turma do Bate Bola”, conclui Fernandes.

Podcast

“O mercado atual do rádio é o mesmo mercado da televisão e dos meios de
comunicação de massa, e ele está em crise. O rádio ele precisa se reconstruir e há
uma dificuldade muito grande para isso, uma vez que, as pessoas antigas não
saem do rádio e continuam trabalhando em cima de paradigmas antigos,
então é preciso que as pessoas novas ocupem esse espaço para que
possamos dinamiza-lo.”, declara o professor e radialista, Elias Santos.

A maior parte da audiência do rádio é composta por jovens entre 15 e 19 anos, revelam as pesquisas que incentivam a criação de outras plataformas como o podcast. O site Mundo Podcast traz a seguinte definição para esse termo: “É como um programa de rádio, porém sua diferença e vantagem primordial é o conteúdo sob demanda. Você pode ouvir o que quiser, na hora que bem entender. Basta acessar e clicar no play ou baixar o episódio.”. Os temas são variados além de ser considerada um meio mais democrático, pois qualquer usuário da internet consegue as instruções para produzir e divulgar seu conteúdo. A praticidade é o fator indispensável, o que chama a atenção e modifica a forma como se ouve e absorve as informações.

 

“-A Rádio Atividade leva até vocês
Mais um programa da séria série
“Dedique uma canção a quem você ama”
Eu tenho aqui em minhas mãos uma carta
Uma carta d’uma ouvinte que nos escreve
E assina com o singelo pseudônimo de
“Mariposa Apaixonada de Guadalupe”
Ela nos conta que no dia que seria
O dia do dia mais feliz de sua vida
Arlindo Orlando, seu noivo
Um caminhoneiro conhecido da pequena
E pacata cidade de Miracema do Norte
Fugiu, desapareceu, escafedeu-se
Oh! Arlindo Orlando, volte
Onde quer que você se encontre
Volte para o seio de sua amada
Ela espera ver aquele caminhão voltando
De faróis baixos e pára-choque duro
Agora uma canção canta pra mim
Eu não quero ver você triste assim.”
Blitz

Por: Hellen Santos

Hoje a televisão é um dos meios de comunicação mais usados de todos os tempos. No dia 11 de agosto, no Brasil, é comemorado o dia da TV em homenagem à sua padroeira, Santa Clara de Assis, que nasceu nesta data. No Brasil, este aparelho só chegou em 18 de setembro de 1950, quando foi inaugurada a primeira emissora brasileira: a TV Tupi, a 67 anos atrás.

O grande comunicador dos anos 50 era o nordestino Assis Chateaubriand, um dos homens mais poderosos do Brasil. Trabalhou em vários jornais até fundar o Diário Associados, fundando também a primeira emissora PRF3 TV difusora ou popularmente falando, Tv Tupi.

A Tv era um artigo de luxo, no Brasil nos anos 60 só existiam 200 mil exemplares. Nessa época as produções eram todas feitas no improviso, sem técnicas específicas, só com base no que era produzido pela rádio e o teatro.

Programas de Auditório e Novelas

Os programas de auditório e as novelas foram e ainda são um dos produtos mais visados e feitos pela tv brasileira, unindo diariamente diversos telespectadores diante do que conhecemos como um dos equipamentos mais populares da atualidade.

O primeiro beijo demorou cerca um ano para ocorrer na Tv. Em 1951, a jovem atriz Vida Alves, chegou para marcar seu nome na história da televisão brasileira. Ficou conhecida por dar o primeiro beijo exibido na tv em Walter Forster, na novela “Sua vida me pertence”, primeira telenovela a ser exibida na tv Tupi. Foi um pequeno selinho, mas marcante para uma geração cercada pela censura. Em 1963, ela marcou novamente, desta vez dando o primeiro beijo lésbico na atriz Geórgia Gomide, no teleteatro “A calunia”.

Em 1955 “ O céu é o limite” foi primeiro programa de perguntas e respostas com premiação que foi exibido na tv. A Tv Paulista, ainda em 1955, estreava “O mundo é das mulheres”, primeiro programa feminino exibido e apresentado por Hebe Camargo, considerada grande figura na história da tv até hoje. A emissora também foi responsável pelo aparecimento do ícone Silvio Santos em 1965.

Depois da Tv Tupi, as emissoras não pararam de aparecer. No final da década 60 já existiam cerca de 6 emissoras na ativa. Nessa época também apareceu a publicidade, representando a época em que as emissoras começaram a disputar por audiência. Os programas tinham o nome dos patrocinadores, um exemplo era “Grande Gincana Kibon”, programa de sucesso da TV Record, com programação infantil de maior sucesso que durou mais de 16 anos.

A Record foi a pioneira em exibir programas musicais, que revelaram grandes nomes como Roberto Carlos, Elis Regina e Jair Rodrigues, nomes fortes na música popular Brasileira.

No dia a dia dos brasileiros, nenhum outro meio de comunicação foi mais presente ou influente do que a televisão. Mesmo famílias que vivem em casas simples, sem acesso à infraestrutura básica, costumam ter pelo menos um aparelho de televisão em sua residência.

 

Ouça os comentários sobre a participação dos times mineiros para a 3ª rodada do Brasileirão 2013, além das expectativas para a 4ª rodada.

A seleção do Taiti foi a primeira a desembarcar no Brasil para disputa da Copa das Confederações. Os Taitianos  vão passar um período em BH e já chegaram chamando atenção.

Ouça isso e muito mais na edição número 13 do Projeto E!

Apresentação: Ana Carolina Vitorino

Comentários: Marcelo Fraga e Hemerson Morais

Edição de Áudio: Hemerson Morais

Foto: Henrique Laion

Músicas: Over the Rainbow, What a Wonderful World – Israel Kamakawiwo’ole

No próximo domingo Minas Gerais conhecerá o campeão estadual. O Galo tem a vantagem de perder por até dois gols de diferença. Vantagem conseguida após ter vencido o primeiro confronto pelo placar de 3 a 0.

O Cruzeiro conseguirá reverter a vantagem construída pelo time carijó e será o campeão de 2013?

Ou o Atlético leva o bi estadual para a Cidade do Galo e continua mandando no futebol mineiro?

Vamos falar também de seleção brasileira, aposentadoria de jogador, novo mineirão e muito mais.

Ouça a nossa análise dessa grande final!

 

 

Apresentação: Ana Carolina Vitorino.

Comentários: Hemerson Morais e Ana Carolina Vitorino

Foto: Henrique Laion

Músicas: É dia de comemorar – Biquíni Cavadão e Hasta mi Final – II Divo

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Hoje especial sobre o clássico entre Atlético e Cruzeiro, partida válida pela decisão do mineiro. O jogo tem tudo para ser a melhor partida entra as duas equipes nos últimos.

O time celeste defende a condição de única equipe invicta da temporada no futebol brasileiro, já o alvinegro defende sua invencibilidade no Independência, estádio onde ainda não foi batido desde a reinauguração.

Ouça essa discussão cheia de bom humor e rivalidade na 9ª edição do Projeto E!

Apresentação: Ana Carolina Vitorino

Comentários: Hemerson Morais, João Vitor Fernandes e Marcelo Fraga

Edição: Hemerson Morais

Foto: Henrique Laion

Música: Galo e Cruzeiro –  Vander Lee