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Imagem divulgação/ Ministério da Saúde

Com sete casos confirmados da gripe H1N1, ou a Influenza A, em Belo Horizonte, cinco a mais que no ano passado nessa mesma época do ano, o Ministério da Saúde que iniciaria no dia 30 de abril a campanha de vacinação contra a gripe em toda a capital mineira, começou a imunização na rede pública na última segunda feira, 25.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte que trabalha com dados de notificações da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), até o dia 20 de abril foram registradas na capital 315 notificações de suspeitas de Influenza, gripe causada pelo vírus H1N1, um subtipo do influenzavírus do tipo A.

A campanha, que vai até o próximo dia 20 de maio na rede pública, tem como prioridade a vacinação de crianças de seis meses a cinco anos, gestantes (independente da idade gestacional), trabalhadores de saúde, população privada de liberdade e portadores de doenças crônicas ou doenças que comprometam a imunidade.

Mesmo determinando o grupo alvo ou prioritário o Ministério Público pretende vacinar 669.260 pessoas durante o período da campanha, que em Belo Horizonte será realizado em 148 Centros de Saúde, atendendo todas as regionais da capital. Nas clínicas particulares a vacina já está disponível e segundo o Ministério da Saúde para uma maior eficácia da vacina todos devem se vacinar.

Conhecendo a doença

Influenza ou H1N1, que é mais conhecida como gripe e chegou ao Brasil em 2009, é uma doença viral, geralmente benigna,  é o resultado da combinação do vírus da gripe humano, aviário e suíno.  A infecção gerada por ela dura mais ou menos uma semana tendo um período de incubação que varia de três a cinco dias.

A doença que possui três tipos de vírus: A, B e C, com o último não possuindo nenhum impacto na saúde pública, já que ele não está relacionado com epidemias, causa apenas infecções respiratórias brandas. Os vírus A e B são os mais severos sendo o Influenza A de maior magnitude.

O vírus, que se divide em subtipos, é o respónsavel pelos A(H1N1) e A(H3N2) que são os que circulam atualmente entre os humanos. Mas, há outros vírus do Influenza A de origem aviária que também podem infectar humanos, como é o caso do A(H7N9).

A transmissão

A transmissão se dá pelo contato direto com animais ou objetos contaminados e de pessoa para pessoa, a última pode ocorrer por via aérea ou por meio de partículas de saliva e de secreções das vias respiratórias.

Os Sintomas

Os sintomas que ocorrem de maneira repentina e que são sistêmicos incluem: febre, calafrios, tremores, dor de cabeça, mialgia(dor muscular) e anorexia, assim como sintomas respiratórios como: tosse seca, dor de garganta e coriza.

Os cuidados

  • Lavar frequentemente as mãos com bastante água e sabão ou desifentá-las com produtos â base de água;
  • Jogar fora lenços descartáveis usados para cobrir a boca e nariz ao tossir ou espirrar;
  • Evitar aglomerações e contato com pessoas doentes;
  • Não levar as mãos aos olhos, boca ou nariz depois de ter tocado em objetos de uso coletivo;
  • Não compartilhar copos, talheres ou objetos de uso pessoal;
  • Procurar assistência médica caso o doente apresente sintomas que possam ser confundidos com os da infecção do vírus H1N1.

 

Por Ana Paula Tinoco

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O número de pessoas com excesso de peso no mundo já beira 640 milhões, segundo pesquisa realizada em 2014, pelo Imperial College London. Entre os homens, um a cada 10 estão acima do peso. Já entre as mulheres, uma a cada sete se encontram nessa condição.

De acordo com pesquisa divulgada pela VIGITEL (Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico) em 2014, o número de pessoas com excesso de peso no país cresceu. Em 2006, 43% da população estava acima do peso, os números subiram para 52,5%. Em contrapartida, a Pesquisa Nacional da Saúde, realizada em 2013 pelo IBGE, mostra que o número de brasileiros com sobrepeso alcançou índices de 60%.

Ainda de acordo com dados do IBGE em 2002, cerca de 40% dos homens acima dos 18 anos estavam com sobrepeso, alcançando 57,3% em 2013, enquanto o levantamento das mulheres subiu de 42,1% para 59,8%. Uma porcentagem maior do que da VIGITEL, que mostra os índices de homens em 56,5% e femininos em 49,1%.

Belo Horizonte, é a quarta capital com menor índice de sobrepeso entre adultos do país, alcançando o índice de 49%, ficando atrás de São Luís (46%), Teresina e Palmas (48). Já Manaus 56% dos adultos estão com sobrepeso. Ainda conforme dados da VIGITEL, a capital mineira encontra-se em oitavo lugar com 17% da população obesa, atrás de Florianópolis (14%), São Luís, Goiânia e Teresina (15%), Distrito Federal, Vitória e Palmas (16%).

Sobrepeso infantil

Além de o sobrepeso atingir uma grande parcela dos adultos, 33,5% das crianças dentre 5 a 9 anos se encontram acima do peso. Somando 16,6% dos meninos e 11,8% das meninas, chegando a uma a cada três crianças no país.

Os dados divulgados também mostram que 60% das crianças com menos de dois anos já comeram algum tipo de doce, dentre biscoitos e bolo, e 32% já beberam ou bebem refrigerante ou suco industrializado.

Projeções da Organização Mundial da Saúde apontam que até o ano de 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade chegará a 75 milhões, caso nenhuma providência seja tomada.

 Como mudar o rumo de uma possível epidemia de sobrepeso e obesidade

A nutricionista Paula Moura afirma que o cenário de pessoas com excesso versus déficit de peso mudou nos últimos anos: “Antigamente o número de pessoas desnutridas era muito maior comparado com excesso de peso, hoje em dia vemos um número alarmante de pessoas com sobrepeso e obesidade, inclusive em crianças, podemos chamar esse fato de transição nutricional, caracterizada por mudanças no padrão alimentar e da prática de atividade física com consequência direta no estado nutricional”, afirma.

Ainda de acordo com a nutricionista, a falta de tempo, estresse, maior participação feminina no mercado de trabalho, sedentarismo, tempo limitado para as refeições, são fatores que acabam favorecendo a procura por alimentos industrializados, fast food, ricos em açúcares simples, gorduras, sódio e menor consumo de alimentos saudáveis, tendo como consequência além do sobrepeso e obesidade, as doenças crônicas que não eram comuns em crianças e adolescente.

“Hoje fazem parte desse grupo, como consequência da queda no padrão alimentar e atividade física. As crianças em geral ganham peso com facilidade, e são diversos os fatores que influenciam. Para reverter esse quadro alarmante o manejo é mais difícil que na fase adulta, pois está relacionado com a mudança nos hábitos alimentares da criança que já tem certa aptidão, preferências e principalmente a ajuda e disponibilidade dos pais e familiares”, destaca a nutricionista.

Paula Moura ainda afirma que os pais são a influência direta sobre as escolhas alimentares das crianças, e devem incentivar o consumo de alimentos saudáveis frutas, legumes, verduras, carnes magras. “Se houver rejeição quanto ao consumo, deve-se introduzir aos poucos, uma fruta picadinha, um suco da fruta natural sem adição de açúcar ou batida com leite, vegetais e legumes misturados com feijão, por exemplo, até que a aceitação seja completa.”

Além da iniciativa de uma reeducação alimentar, atividades físicas também ajudam tanto os adultos com sobrepeso ou obesidade ou crianças, desde que exista um acompanhamento de um profissional da saúde.

Por Julia Guimarães.

Apenas nos dois primeiros meses de 2016, o Hospital João XXIII, na região hospitalar, registrou o atendimento de 368 casos vítimas de picadas de escorpião, um recorde segundo eles. Em Minas Gerais, foram registradas 2.543 notificações, segundo dados do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, e foram registradas duas mortes.

Belo Horizonte está em alerta por causa da incidência de escorpiões. Em épocas chuvosas, o aracnídeo costuma deixar as partes subterrâneas das cidades, que ficam úmidas e inundadas, e procura abrigo em áreas urbanas. Em 2015, 443 moradores da capital procuraram o serviço de urgência do Corpo de Bombeiros para receber atendimento após acidentes com o aracnídeo. Segundo estatísticas da Secretaria Estadual de Saúde, já foram registrados este ano, mais de 2.500 casos no estado de Minas Gerais.

O escorpião é um animal peçonhento e costuma viver em lugares isolados, escuros e úmidos. Surge em períodos de chuva, com o alagamento dos esconderijos que habita. A picada ataca o sistema nervoso e pode causar a morte, dependendo da quantidade de veneno, da profundidade da lesão e da fragilidade do sistema imunológico da pessoa. Crianças, idosos e pessoas com imunidade baixa são as que correm maior risco.

Para Efigênia da Conceição, de 63 anos, que já foi picada por escorpião três vezes, as medidas tomadas precisam ser rápidas: “O primeiro passo é procurar o serviço de atendimento do hospital mais próximo e se possível levar junto o escorpião para que facilite o atendimento.”, explica. Ela destaca que dependendo do caso a pessoa pode demorar um pouco para ser liberada do hospital, “Quando fui picada tive que ficar em observação durante quase 24 horas, para que os médicos tivessem a certeza que eu realmente estava bem, tomei uma injeção e fiquei no soro aguardando que a medicação fizesse efeito”, complementa Conceição.

O Corpo de Bombeiros recomenda que em casos de picada de animais peçonhentos, primeiro certificar-se de que se trata realmente de um escorpião, identificar o local da picada, lavar o local com água e sabão , acalmar e deitar o paciente e acionar imediatamente o serviço de emergência através do 192, e se a vítima estiver com a respiração ofegante, deixá-la encostada e afrouxar as roupas e adereços como anéis e cintos, até que chegue o socorro.

Para evitar o aparecimento desses animais peçonhentos, a recomendação  evitar o acúmulo de lixo e de entulhos e manter sempre os locais bem limpos. Em residências, eles podem se esconder debaixo de cama e dentro de sapatos. Os escorpiões se alojam em pequenos espaços e quando são acuados podem picar.

Outras recomendações importantes, são, que em hipótese nenhuma deve se fazer torniquete, ou espremer e cortar o local. A recomendação vale para todos os tipos de insetos e répteis. Deve se fazer  uma compressa de água fria, mas, atenção. A compressa não deve ser feita em picadas de cobra.

O mais venenoso

No nosso ecossistema, existem diversas espécies de escorpiões. Entre eles, o que é considerado o mais venenoso é o escorpião amarelo (Tityus serrulatus), é uma das 140 espécies encontradas no Brasil. Ele é considerado o mais venenoso da América do Sul e o de maior incidência no país. Seu veneno é neurotóxico, ou seja, age no sistema nervoso periférico. Pode ser letal, dependendo da quantidade de veneno injetada e das condições físicas da vítima, principalmente crianças e idosos.

Até o fechamento dessa matéria o Jornal Contramão não obteve o retorno da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, para especificar quais são as regiões da capital são as mais afetadas por escorpiões e outros animais peçonhentos.

Risco em casa

O recolhimento do animal é feito por equipes do Centro de Controle de Zoonoses, responsável também pelo combate aos ratos e ao mosquito Aedes Aegypti, que é o causador de doenças como a Dengue, a Febre Chikungunya, e o Zika Vírus.

Em casos de emergência para picadas de animais peçonhentos, o Corpo de Bombeiros poderá ser acionado através do telefone 192. Já para casos de infestação do animal, deve se comunicar o Centro de Controle de Zoonoses, pelo telefone: (31) 3277-6357.

Por: Raphael Duarte

Foto: Reprodução/Internet

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Com estoque abaixo de 20% Hemominas reforça campanha para doação de sangue

O estoque de sangue do Hemominas encontra-se 20% abaixo do que seria o ideal para atender a toda demanda do Estado e há uma clara necessidade de todos os tipos sanguíneos, mas a maior baixa está entre os fatores negativos sendo o O a maior preocupação entre eles. O sangue O Negativo é essencial no atendimento de vítimas em caso de acidentes quando o tipo sanguíneo é desconhecido e por isso ele exige uma maior demanda. De acordo com a assessoria de imprensa da fundação, o banco encontra-se 44% abaixo do exigido e o fato de ser um tipo raro contribuí para que isso aconteça.

“A maior causa dessa queda é o intervalo entre o período de férias e festividades que afasta dos hemocentros aqueles que colaboram com a causa ou pretendem se engajar”, explica a assessora de imprensa da Fundação Aline Reis. Para reverter esse quadro a fundação oferece um serviço de agendamento que é rápido e simples através do site, o que trás comodidade e facilidade na hora do atendimento.

A Fundação Hemominas tem como estratégia trabalhar com um estoque diário para três dias de atendimento, segundo Reis, para que essa demanda seja alcançada é necessário cerca de cinco mil bolsas, o que equivale a mais ou menos 1.600 bolsas diárias. No momento da doação é retirado 450 ml de sangue o bastante para salvar até quatro vidas.

Foto Divulgação
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Como ser um doador

No caso dos homens o prazo é de 60 dias e pode ser feita até quatro vezes por ano e as mulheres 90 dias e pode ser feita até três vezes por ano. Para maiores de 60 anos o intervalo entre as doações, caso o doador já tenha doado antes de completar 60 anos, é de seis em seis meses. O processo de doação é simples e indolor basta ter entre 16 e 69 anos, estar com peso acima dos 50kg, em boas condições de saúde, não ter ingerido bebida alcoólica e estar alimentado. Mas, caso você já tenha doado é necessário observar a data na qual a última doação foi feita.

Para dúvidas acesse ao site: Fundação Hemominas

Por Ana Paula Tinoco

Belo Horizontinos estão mobilizados juntos com a Prefeitura de Belo Horizonte para agir no combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, do zika vírus e da febre chikungunya. Estão sendo colocadas em prática, estratégias e ações para que mais pessoas sejam alertadas e conscientizadas do risco e da gravidade representada pelo mosquito.

Segundo a PBH, no início do ano, foram realizados mutirões intersetoriais em bairros e residências, mobilização em centros de grande movimentação de pessoas, distribuição de materiais informativos, palestras em empresas, bloqueio em áreas específicas com aplicação de inseticida com bombas motorizadas com o produto UBV e alertas com carro e som em bairros e faixas onde a infestação de mosquito é maior.

A integração de esforços entre a população e a prefeitura, visa alcançar melhores resultados. De acordo com o órgão, ações estão sendo realizadas desde dezembro de 2015, quando foi declarada situação de emergência no município de Belo Horizonte em razão da infestação do mosquito.

Até o momento, foram realizados mutirões nos bairros: Jardim São José e Padre Maia (Pampulha), Floramar (região Norte) e Lagoa (Venda Nova). Foram visitadas 9,6 mil residências nessas ações.

Para o Secretário Municipal da Saúde, Fabiano Pimenta, é preciso que a população perceba a gravidade da situação. “É muito importante que todos se unam em torno do combate ao mosquito. Com os mutirões estamos combatendo focos do mosquito e também alertando a população. Com cada um fazendo a sua parte vamos conseguir vencer o mosquito” afirmou o secretário.

Centro-sul

Diante da situação de emergência decretada pela PBH, moradores do bairro São Bento, na região Centro-sul, se organizaram para realizar um mutirão de limpeza na vizinhança. A ideia partiu de um grupo de whatsapp de moradores e rapidamente foi abraçada por mais de 80 pessoas. Sob a liderança do morador Paulo Roberto Campos e com colaboração de Christine Ferreti, moradora e gerente de Regulação da Secretaria Municipal da Saúde (SMSA), foi realizada a limpeza de lotes e de toda as vias da região, além de visita a residências vizinhas. Um carreto foi contratado pela população para retirar todo o lixo. Nesta semana, o mesmo será feito em outras ruas da região.

Texto: Victor Barboza

Foto: Divulgação

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Chegado os feriados de final de ano, a preocupação de médicos e responsáveis pelos bancos de sangue no Brasil aumenta com a queda de cerca de 30% a 50% no número de doares regulares, segundo hemocentros. Muitas pessoas viajam e os estoques não são repostos em sua maioria até o carnaval, e devido ao número de acidentes que geralmente ocorrem nessa época, além dos casos comuns dentro dos hospitais que necessitam das transfusões, é necessário que o banco esteja sempre com  estoque estável.

Um estudo realizado pela ONU durante os anos de 2012 e 2013, mostrou o Brasil como maior doador da América Latina, mas deixando a desejar, já que a doação é proporcionalmente menor do que outros países do bloco, como a Argentina e Uruguai. Segundo a ONU, de cada dez doadores, seis são voluntários, e os outros quatro são doadores de reposição (só realizam a doação no caso de familiares e amigos). No ano de 2014, foram coletados cerca de 3,7 milhões de bolsa de sangue, 200 mil a mais que no ano de 2013 de acordo com o Ministério da Saúde. Mesmo com esse número crescente, apenas 1,8% da população brasileira entre 16 e 69 anos doam sangue. A taxa “ideal” da ONU é de 3% a 5%, como no caso do Japão.

Os perfis de doares se mantiveram os mesmos durante os últimos dois anos, 61% homens doadores, e 39% mulheres. A faixa etária a partir 29 anos, corresponde 59% do total, e jovens de 18 a 29 anos correspondem a 41%, segundo o Ministério da Saúde.

Requisitos básicos para doar sangue:

Boas condições de saúde;

Ter entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido realizada até os 60 anos, e para menores de 18 anos com autorização dos responsáveis;

Pesar no mínimo 50kg;

Ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas;

Estar alimentado e ter evitado comida gordurosa nas últimas 4 horas que antecedem a doação;

Evitar bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação;

Riscos de doenças sexualmente transmissíveis devem aguardar até 12 meses para realizar doação;

Impedidos de doação: Ter tido hepatite após os 11 anos de idade; doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue como Hepatites B e C, AIDS e doenças de chagas, uso de drogas ilícitas injetáveis e malária.

Respeite os intervalos:

Homens, máximo de quatro doações em um ano, com intervalos de 60 dias;

Mulheres, máximo de três doações em um ano, com intervalos de 90 dias.

A doação pode ser realizada no HemoMinas Belo Horizonte

End: Alameda Ezequiel Dias, 321 – Bairro: Santa Efigênia – Cep: 30130110

Segunda a sexta-feira: 7h às 18h

Telefone: (31) 3768-4500

Fax: (31) 3226-3002

Por Julia Guimarães