Una

O evento terá programação gratuita com trabalhos artesanais e muita gastronomia feita pelos próprios estudantes da Una

Por Keven Souza

A primeira edição do Mistureba terá início amanhã (01), entre 18h e 21h, no campus Liberdade da Cidade Universitária Una. A feira é organizada por alunos de Relações Públicas, através da Unidade Curricular de Planejamento de Eventos, e tem como objetivo divulgar pequenas marcas e empreendimentos universitários que o próprio campus abriga. 

Tudo isso, acontecerá na charmosa área de convivência do Liberdade, a Laje. O espaço externo promete ser um reduto cultural que reunirá peças de arte, bazar, brechó, vendas no local de comida, além de flash tattoos e muita música com presença de DJs. 

Será o momento ideal para conhecer novas pessoas, trocar networking, compartilhar experiências e, claro, apoiar o empreendimento local. É o que explica Sarah Brás, curadora do evento e aluna de Relações Públicas. “O campus Liberdade une vários estilos de vida e pessoas, e o nosso evento contribuirá para que esta miscigenação cultural seja exaltada e continue existindo em nosso meio. Claro, é um evento novo, mas desde já se faz fundamental, pois os artistas poderão apresentar seus trabalhos e arrecadarem fundos para suas artes. Esperamos que o público se divirta e se misture, de fato, com o que estaremos oferecendo”, pontua.

Cartaz de divulgação. Foto: acervo pessoal.
Serviço 

Mistureba – Feira Universitária 

Data: 1 de junho de 2023

Horário: das 18h às 21h

Local: Una Liberdade – R. da Bahia, 1764, Lourdes, BH.

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Por Júlia Garcia

A Cidade Universitária da Una (CDU) realizou a 9ª edição do Conecta nesta semana. O evento, que acontece a cada semestre, ocorreu nos dias 8, 9 e 10, no campus Liberdade. Com o intuito de trocar experiências profissionais, através de palestras e rodas de conversa, o Conecta reúne alunos e especialistas de diversas áreas do mercado. Foram mais de 40 palestras, 53 profissionais e mais de 2.000 inscrições.  

Para Karol Oliveira, professora e líder da Fábrica Una, a instituição valoriza o uso das tecnologias para o aprendizado, mas também acredita no poder dos encontros presenciais e no impacto positivo que eles exercem nas vidas dos discentes. “O Conecta é um evento 100% presencial que semeia vínculos entre todo o ecossistema de educação. Se tornando importante pois gera pertencimento, com uma programação personalizada através de pesquisas com nossos alunos e percepção dos laboratórios que os representam, valor por meio de um corpo de convidados de excelência, e elos sólidos com o mercado de trabalho através das trocas entre alunos, comunidade, docentes e especialistas”, diz. 

Conecta 2023/01. Foto/Divulgação: NAV.

O Conecta integra os cursos de Arquitetura e Urbanismo, Design, Cinema, Jornalismo, Moda e Publicidade, cativando cada edição. Para Karol, o principal diferencial esse ano foi o crescimento da programação da comunicação. “Essa edição trouxe um mix de atividades, do aprendizado concedido pelas palestras e oficinas ao entretenimento com apresentações de dança e movimentos artísticos, entre outras atividades promocionais com nossos parceiros. O Conecta segue se superando a cada edição “, afirma

Dayane Caroline de Souza, aluna de Arquitetura e Urbanismo, participou do evento de duas maneiras e garante que quer participar mais. “Foi maravilhoso poder participar e ajudar na organização do evento. Eu já participei assistindo no semestre anterior e dessa vez como monitora, dos dois jeitos foi edificante pra mim”, conta.

 

O Contramão dá ênfase às palestras mais procuradas ao longo dos dias, são elas: “Humanização de Plantas”, ministrada pela professora Karol Oliveira; “UX Design: Para Além das Telas”, lecionada pela design Thaila Bahiense; “Neuromarketing”, ministrado pela publicitária Larissa Santiago; “Croqui de Moda”, ensinada pelo técnico do Núcleo de Moda, Pedro Café; “Narração esportiva na tv”, apresentada pelo jornalista Jaime Junior; “Filmes de Estrada e América Latina + O que é Direção de Arte”, lecionada pela cineasta Mari Mól.

Evento Conecta. Arte de divulgação Una
Evento vai integrar alunos e mercado de trabalho de arquitetura, comunicação, arte, moda e design
Na sua 9ª edição, o Conecta prepara uma semana de palestras e workshops no campus Liberdade da Una entre os dias 8, 9 e 10 de maio. O evento será realizado em Belo Horizonte na modalidade presencial no turno da manhã e noite, sendo totalmente gratuito para alunos e qualquer pessoa que tenha interesse na área da economia criativa.
O Conecta consiste na oferta de palestras, oficinas e workshops relacionadas aos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Design de Interiores, Design, Moda, Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Cinema. Promovido pela Una – que integra o Ecossistema Ânima, o evento visa fortalecer o empreendedorismo e economia criativa, além de ser uma ótima oportunidade de conhecer vários profissionais, escritórios e empresas da área para ampliar o networking.
De acordo com a coordenadora dos laboratórios de Comunicação, Arquitetura, Design e Moda da Una Liberdade, Ana Karolina de Oliveira Carvalho, o Conecta tem o propósito de promover uma maior proximidade entre universidade e mercado, além de contar com uma programação técnica e diversificada, reunindo profissionais do mercado, mestres da indústria e empresas do setor.
“O Conecta é um evento que possibilita o contato com diversas áreas de cada profissão, sendo uma oportunidade para os alunos experimentarem e tirarem dúvidas, entenderem como o mercado funciona e começarem a se conectar verdadeiramente com o mundo do trabalho, tudo isso através da troca de conhecimento que as palestras e oficinas proporcionam”, afirma.
Uma novidade dessa edição serão as ações de lazer, como body piercing, flash tattoo, vendas de canecas e acessórios, entre outras atividades no local. Toda a programação é gratuita, sendo necessário garantir a vaga no link www.sympla.com.br/produtor/unacdu.
Presença

Entre os nomes confirmados para o Conecta na área da Comunicação, estão: Jaime Junior, Renato Rios Neto e Sérgio Marques. Já em Cinema e Audiovisual, o evento receberá Pedro Vale e Mariana Mól. Na arquitetura, Julio torres e Erica Medeiros.

Conecta 2023
Evento Conecta. Arte de divulgação Una

Data: 08, 09 e 10 de maio.
Una campus Liberdade – Rua da Bahia, 1764 – Lourdes, Belo Horizonte.
Horário: 09h30 às 11h e 19h às 22h.

Por Millena Vieira e Gabriel Almeida

Entender o sentido da existência de todos os seres vivos, pode ser uma das maiores questões do ser humano, ficando atrás somente do mistério da morte. Desde sempre, os povos ao redor do mundo buscam respostas sobre a existência da vida, pairando pelo tempo as famosas perguntas “de onde viemos?”, “para onde vamos?” e “qual é a missão de cada um de nós na terra?”. Parte da construção de uma resposta, nasce da necessidade de algo sobre além, desencadeada por diversas religiões e filosofias de vida. De contraponto, um dos principais desafios à convivência democrática está ligado à intolerância, por um sentimento de soberania dentro dessa multiplicidade religiosa.

“A religião é a maneira como a gente diz sobre as coisas, além da sua condição material, ou seja, há uma realidade por trás das coisas que é maior do que a sua condição imanente, há uma perspectiva transcendental, há um sentido, há algo de sagrado e de poderoso, místico, então é uma maneira de reler o mundo também”, explica Pedro Luiz de Oliveira Doche, bacharel e licenciado em Filosofia, com pós seguido em Ciência da Religião pela Puc Minas.

A orientação espiritual concebe ao indivíduo formas de compreender o mundo, a si mesmo, os seus valores morais e até mesmo suas decisões políticas. Com a manifestação das crenças religiosas, é preciso analisar a relação do indivíduo com a fé e seu comportamento perante ela. Tal comportamento religioso, na maioria das vezes, é induzido por crenças que perpetuam em uma mesma família por gerações, ou seja, nos seus primeiros anos, o indivíduo não escolhe a sua própria religião, ele já nasce nos berços da influência. A decisão passa a ser de cada um, a partir da autodeterminação das próprias escolhas e seu entendimento de posição no mundo.

A diversidade das religiões no mundo se dá pela identificação e evolução histórica e pelo desenvolvimento de vários povos, cada um com sua própria maneira de interpretar a criação da vida e o fim dela. Em tendência, a intolerância nasce a partir da incapacidade de conviver socialmente com as diferenças, é a ausência da vontade de lidar com o outro, assim como suas ideias, ocasionando atitudes ofensivas a crenças e práticas religiosas ou mesmo a quem não segue uma religião, é a deslegitimação da fé do outro a partir do próprio ponto de vista, porém a afirmação do que é a fé para si não deveria sobressair como é a fé para o outro.

No Brasil, segundo levantamento do Datafolha, a religião mais predominante é a religião Católica, com cerca de 50% da população, seguida pela Evangélica, com 31%, Espírita, 3%, e Umbanda, Candomblé ou outras religiões afro-brasileiras com 2 % dos brasileiros. Em teoria, a Constituição Federal prescreveu o Brasil como país laico, ou seja, garante o direito fundamental à liberdade de religião e o Estado deve prestar proteção e garantia ao livre exercício de todas as religiões.

Embora haja legislação, no último ano, o país obteve 545 denúncias de intolerância religiosa, três queixas por dia, sendo as religiões de matriz africana as que mais sofrem com o preconceito, segundo levantamento realizado pelo Disque 100, serviço para denunciar denúncia de direitos do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

Terreiro de Umbanda Caboclo Pena Dourada. Imagem: Ana Clara Souza.
Terreiro de Umbanda Caboclo Pena Dourada. Imagem: Ana Clara Souza.

Mateus Araújo, de 22 anos, explica sua trajetória dentro da Umbanda, religião de matriz africana. “Eu cresci aqui… Desde pequeno, eu tive o livre arbítrio para escolher a religião que queria, meus pais foram muito flexíveis com relação a isso… Eu escolhi a Umbanda, porque eu senti que era o meu lugar.” Com a identificação desde jovem, Mateus mostra também como percebe a intolerância em sua forma velada: “O preconceito não está necessariamente na fala, mas sim em como essa fala é produzida e entonada… depende de quem está falando e como está falando.”

Em um país onde seus muros são construídos a partir do roubo, da exploração, da tomada de culturas e liberdades, como a escravidão dos povos negros e indígenas e a catequização, pense em uma realidade de respeito as reais liberdades democráticas, beira ao fictício.

Para cortar as raízes herdeiras da imposição e da importunação sobre a fé do outro, é preciso, antes, de um esforço social e, principalmente, governamental para a criação de medidas e novas políticas de segurança e educação que de fato saiam do papel e sejam subordinadas.

Religiões dos povos indígenas

Apesar da catequização, uma religião indígena resiste e se assemelha em diversos aspectos entre os diferentes povos. A relação com o mundo e a forma como é vista e interpretada é muito diferente do cristianismo, por exemplo. Os povos indígenas abraçam com fé as entidades e os grandes guerreiros que se manifestam através dos elementos da natureza. Eles acreditam que há um criador, chamado Tupã, responsável também pelas chuvas, raios e trovões. Além dele, há outros responsáveis ​​pela proteção do mundo em seus diversos aspectos, sobretudo ligados às matas e às florestas, bem como a crença de que alguns espíritos estão encarnados em animais, potencializando o poder da natureza e da relação dos povos com ela. Em sua relação com a crença e a vivência da fé, acredita-se que alguns possuem o dom de manter contato com os espíritos e as entidades. 

Religiões de matrizes africanas

Assim como algumas religiões indígenas, as religiões de matriz africana, como a Umbanda e o Candomblé, possuem em sua essência, a preservação aos ancestrais, a sabedoria dos mais idosos e a proteção de entidades poderosas e espíritos. Candomblé é uma religião afro-brasileira, que foi trazida pelas pessoas negras escravizadas. Umbanda é uma religião brasileira que mescla elementos do catolicismo, espiritismo e religiões afro-brasileiras. Uma das formas mais conhecidas no Brasil, é Iemanjá, guardiã das águas, e assim como ela, é possível encontrar outros tipos presentes nas duas religiões, onde os orixás são deuses cultuados representantes das forças elementares oriundas da água, da terra, do ar, faça fogo. Duas religiões monoteístas que apesar das semelhanças, não são iguais, uma é genuinamente brasileira. 

Foto: Ney Felipe

Alunos dos cursos de Moda, Jornalismo, Estética, Relações Públicas, Arquitetura e Urbanismo, Cinema e Audiovisual formaram equipe proativa na grande vitrine de moda do mercado mineiro

Por Eduarda Boaventura

A 18ª edição do UnaTrend, promovido pelo Centro Universitário Una, aconteceu dia 18 de dezembro, no Centro de Cultura e Inovação CentoeQuatro, em Belo Horizonte. Com o tema “Origem”, reuniu além de um grande desfile de moda, o contato direto de futuros profissionais com o mercado, por meio do evento.  A vista de tanto protagonismo jovem, foi fomentado a criação de networking, visão macro de atuação, experiências únicas e ampla formação dos estudantes.

Desde a recepção à cobertura jornalística, alunos da Una atuaram por todo Una Trend. Foto: Eduarda Boaventura
Desde a recepção à cobertura jornalística, alunos da Una atuaram por todo Una Trend. Foto: Eduarda Boaventura

A postura colaborativa entre universitários de diversas áreas, na cobertura do evento, possibilita uma experiência inédita em busca de conhecimentos para além da sala de aula. É o que explica Ney Felipe, líder do Núcleo de Jornalismo da Fábrica Una.“É bem necessário integrar os cursos, porque no mercado de trabalho o jornalista não vai fazer só o factual, em um evento assim, ele pode se descobrir em outra área. Por exemplo, o aluno entra na faculdade pensando em cobrir sobre esporte, mas se apaixona pelo evento de moda e segue esse ramo”, explica. Além disso, ele também comentou sobre as possibilidades que a nova grade da Una permite essa integração entre cursos.

Cobertura multidisciplinar 

Com a colaboração de diferentes áreas, os estudantes puderam ter um ‘gostinho’ de sua área de atuação. Uma oportunidade única de participar e poder colocar em prática tudo que aprendem dentro da sala de aula. Criando conexões e networking entre alunos e empresários, para que, futuramente, colegas de outros cursos possam auxiliar em suas respectivas áreas. Além disso, é o ensejo perfeito de apresentarem seus projetos ao público e criar portfólios, seja trabalhando na fotografia, impressa, maquiagem ou apoio.

Alunos de jornalismo durante a cobertura do Una Trend. Foto: Eduarda Boaventura

Já no 6° período, a aluna de Cinema Audiovisual, Ariadne Tannus, explica sobre participar pela terceira vez do UnaTrend. “Quem entra no Cinema já vem com uma expectativa de: vou trabalhar com cinema, mas não, quando descobre o mundo audiovisual, vê que tem um leque tão gigante”, pontua. E completou dizendo que a moda é para todos quanto o cinema também é. 

Por ser algo novo para os estudantes, ter o apoio da faculdade para se descobrir como profissional é fundamental. Sair da sua zona de conforto e poder experimentar o que ela proporciona para além dos muros acadêmicos é essencial. O UnaTrend consolidando a volta do evento na cidade, marca, mais uma vez, uma vivência ímpar para futuros profissionais, com um domínio maior do que o mercado de trabalho espera.   

Tayná Moreira, modelo pela marca Jabuticaba. Foto: Millena Vieira.
Tayná Moreira, modelo pela marca Jabuticaba. Foto: Millena Vieira

Por Millena Vieira

A 18° edição do UnaTrend aconteceu na noite desta última segunda-feira (12), no Centro de Cultura e Inovação CentoeQuatro, em Belo Horizonte. O evento, promovido pelo curso superior de Moda do Centro Universitário Una, esteve em hiato por dois anos devido a pandemia e retornou para o calendário cultural de BH este ano, com mais de 25 novos profissionais da moda apresentando suas marcas inéditas para o mercado mineiro.

Com a temática “Origens”, visando a valorização da essência original do desfile, a 18° edição trouxe o que há de melhor na moda: diversidade e autenticidade da criação. “O conceito ‘Origens’ não é à toa. Depois de dois anos sem o evento, nós repensamos para ver se continuávamos fazendo ou não, mas revisitamos os nossos materiais, os nossos arquivos e lembrados de tudo que foi construído, onde a gente começou, onde a gente chegou, e vimos que não podemos encerrar, precisamos continuar.

Então, além de ser um desfile totalmente com looks confeccionados pelos alunos, ele carrega essa história por trás, completando a formação e dando visibilidade para o mercado de trabalho”, explica Letícia Dias, diretora criativa do evento e coordenadora do Núcleo de Moda da Una. 

Um desfile de tirar o fôlego

Os formandos apresentaram 13 marcas de encher os olhos. Em entrevista, a estilista Ana Vitória Prado contou sobre o processo de criação da “Vila”, sua marca junto com a parceira Laysa Andrade.

“O nome da marca foi uma junção dos nossos nomes e casou com a ideia de também ser um local onde se encontra costumes e aconchego. Nós queremos preservar a memória de pessoas que passaram na nossa vida, memórias afetivas, do feito a mão mesmo… O nosso tema é Meraki que significa deixar um pouco de si mesmo e da sua alma em tudo que você faz. Então, a gente entendeu que temos um pouco de Meraki de cada pessoa que passou na nossa vida e foi isso que quisemos mostrar com as nossas roupas”, diz. 

Por meio da produção dos alunos foi possível encontrar de tudo um pouco e para todos os gostos, marcas de sapatos, lingeries, trajes de gala, acessórios e muito mais. Keren Pimentel, estilista da marca Twice, fala sobre sua coleção inspirada na cultura coreana.

“Eu quis trazer um conceito diferente do que as pessoas veem, normalmente quando trazem algo coreano é mais do k-pop, e eu quis pegar as roupas reais, de camponesas, trazendo para o nosso mundo atual de uma forma que as mulheres pudessem vestir e se sentir belas”, comenta. 

Durante o evento, ocorreu a premiação mais esperada da noite, que, em mais uma edição, o

Com um vestido de noiva glamuroso, André Antunes fecha desfile. Foto: Ney Felipe

prêmio foi destinado aos alunos egressos do curso de Moda da Una que estavam em ascensão nos últimos dois anos. Na categoria Criação a vencedora foi Lorena Rodarte, criadora e designer da marca J’amma. Na categoria Imagem, venceu Lays Oliveira, consultora de imagem e influencer, e na categoria Negócios, Amanda Cristina Justily, sócia da Wabi Resale, marca de second hand, também recebeu o prêmio.

Antônio Terra, coordenador de grande área dos cursos de Comunicação e Arte da Una, comenta sobre a importância do evento para o mercado de moda em Minas Gerais, e, principalmente, para a formação dos alunos do curso.

“Concluir uma graduação em qualquer área de conhecimento é sempre muito especial na vida das pessoas, agora, ter a oportunidade de terminar um curso em grande estilo, como os alunos de Moda da Una, faz muita diferença. É uma experiência completa do ponto de vista do seguimento, os alunos se envolvem desde a ideia original, da concepção da pesquisa até a confecção, escolha dos modelos e preparação desse grande desfile. É um passo certo na direção de algo que sempre sonharam, serem profissionais de moda”, afirma.

O UnaTrend foi marcado com a presença de pelo menos 300 pessoas, dentre eles familiares, amigos, professores, profissionais da moda, cinema, jornalistas, empresários e formadores de opinião do meio fashion e cultural. Com mais de 12 anos, segue consolidando-se como um dos principais eventos de moda da capital mineira.