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*Por Daniela Reis

Hoje a receita é perfeita para o final de semana! Os dadinhos de tapioca são uma excelente opção de entrada, tira-gosto ou até mesmo para o café da tarde. E quem nos agraciou com essa gostosura é o ex-aluno do Curso de Gastronomia do Centro Universitário Una e proprietário da Sanxav Paães Artesanais, Luan Henrique dos Santos.

Dadindo de Tapioca

Descrição do prato: Receita preparada com tapioca em formato de cubos.

Quantidade de porções: 30 dadinhos

Tempo de preparo: 2h30

Categoria: Aperitivos

Nível de dificuldade: Fácil

Ingredientes:
500g de farinha de tapioca granulada
1litro de leite líquido integral
500g de queijo canastra curado ralado
Sal a gosto
Pimenta do reino branca a gosto

Passo a passo para a preparação:
– Aqueça o leite em uma panela.
– Quando o leite estiver bem quente, desligue o fogo, adicione o queijo e continue mexendo.
– Logo em seguida adicione a farinha de tapioca granulada e continue mexendo.
– Adicione o sal.
– Pare de mexer quando todos os ingredientes estiverem bem misturados.
– Despeje em uma forma coberta com papel filme (pvc), cubra em cima e leve para a geladeira por mais ou mens duas horas.
– Retire da geladeira, corte em cubinhos, e frite aos poucos em óleo quente, outra opção é colocar no forno até dourar.
– Sirva com algum molho da sua preferência de acompanhamento.

DICA: Use um pouco de alho granulado e pimenta do reino branca para acentuar ainda mais o sabor.

 

 

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Professor do Centro Universitário Una, Edson Puiati,  participará de evento que visa soluções inovadoras para o estímulo do turismo gastronômico em Minas Gerais

*Por: Italo Charles

Fomentar as discussões acerca de inovação e desenvolvimento de empreendimentos é parte do trabalho desenvolvido pela Fumsoft – Instituição sem fins lucrativos que visa o aperfeiçoamento da cadeia produtiva de Tecnologia da Informação e Minas Gerais.

Devido aos percalços ocasionados pela pandemia do covid-19, um dos setores mais atingidos foi o de turismo gastronômico. E, com o intuito de propor discussões sobre inovação, transformação digital, meio e métodos para para elevar o setor, a Fumsoft Select svai realizar na quinta-feira, 22 de outubro, o webinar “Desafios e inovações para o desenvolvimento do turismo 

A edição será pautada pela conversa entre David Mora – Coordenador do Mestrado em Turismo Gastronómico do Basque Culinary Center (San Sebastian – Espanha), pelo Chef, pesquisador de culinária mineira e professor do Centro Universitário Una, Edson Puiati, e por  Marina Simião – Subsecretaria de turismo. A mediação da conversa será por conta de Wilson Lima – presidente da Teknisa Software.

O evento acontecerá será online e a transmissão acontecerá a partir das 9h30. Para conhecer mais sobre os projetos da Fumsoft  e fazer sua inscrição para o Webinar acesse: http://bit.ly/desafios_do_Turismo_Gastronomico

 

**Edição: Daniela Reis

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Crédito: Divulgação

*Por Bianca Morais

Belo Horizonte é a capital dos bares e a região metropolitana já é considerada como um polo cervejeiro. Somos um povo boêmio que adora reunir a turma para beber aquela gelada. Acontece que o público, consumidor de cerveja, tem se tornado cada vez mais exigente, e para eles um mercado específico e crescente traz inúmeras opções, o mercado das cervejas artesanais. De acordo com dados de 2019 do Ministério da Agricultura, 241 micro cervejarias registradas no estado, a maior parte delas (51) na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A vida noturna regada a boa comida e bebidas garantiu à capital o título de Cidade Criativa da Gastronomia pela Unesco no ano passado, e o que há de melhor para acompanhar a boa culinária mineira é uma cerveja tão bem produzida. Investir nas cervejas é algo além do gostar, é produzir sua individualidade, sua marca, ver o retorno de um público que está aceitando cada vez mais a experiência de novos sabores.

A cerveja radical

Limonada e Balonista. Foram essas duas palavras que Flávio Cremonesi disse a Guilherme Fonseca em sua visita a Tasting Room Olec, um bar de cervejas artesanais. Limonada, apelido de Flávio e balonista sua profissão, sempre esteve ligado as cervejas tradicionais, “ex brahmeiro”, se sentiu em um parque de diversão quando conheceu o lugar. Depois das palavras trocadas e a boa prosa em que Limonada conta a Guilherme sua travessia de balão entre o oceano Atlântico e Pacífico, Guilherme solta um “vamos fazer uma cerveja dessa história”. Na mesma hora passava perto Henrique Mafra (a segunda parte da sociedade da cerveja LIFT), que foi quem criou a receita da cerveja, no estilo Saison/Farmhouse Ale, originária da Bélgica, um dos países mais influentes nos estilos mundiais de cerveja.

“Toda história boa pede uma cerveja; e toda cerveja boa tem que ter uma história pra contar” disse Guilherme naquele dia. Em busca de mudanças e inquietação para ser o dono da própria história, Flávio Cremonesi, aceitou a ideia e dali nasceu a LIFT. A escolha do sabor nasce da ideia de Brasil, país tropical, cerveja refrescante, e claro, do nome do dono da marca, Limonada. “A LIFT é um produto com alma e atualmente é muito raro (além da cerveja) produtos e serviços que tenham mais alma e histórias inspiradoras/impactantes” conta Cremonesi.

A Estação Lift, lar da cerveja Lift, fica no bairro Anchieta, um local agradável, com cadeiras de praia na calçada. “O topo da “cadeia alimentar” pro mineiro ir curtir um final de semana na praia. A proposta de trazer a cadeira de praia é justamente trazer o lúdico pra dentro do bar e mexer com os sentimentos dos clientes”.

No Brasil, a cerveja é encontrada em 50 bares em sete cidades, Belo Horizonte/MG, Pedro Leopoldo/MG, Juiz de Fora/MG, Rio de Janeiro/RJ, Piracicaba/SP, Bauru/SP e São Paulo/SP.  A ideia da cerveja, o ambiente do bar, tudo remete a essa ideia do descontraído.

Para aqueles que ainda não se desprenderam da cerveja comum Limonada garante que está na hora de evoluir como consumidor e ser criterioso para entender as boas marcar que colocam a alma no produto. “Buscar novos conceitos. Ser curioso. Mas, daí vai depender de cada postura pra buscar cervejas independentes”.

Toda arte é local antes de ser regional, mas, se prestar, será contemporânea e universal.

As cervejas independentes, desvinculadas das tradicionais, com diferentes sabores, abre um leque de oportunidades e deixa o amante da cerveja com vontade de experimentar e conhecer mais. “Acredito que beber a mesma cerveja, da mesma cor e do mesmo gosto desde Adão e Eva cansou. É uma evolução do paladar/sensorial, do olfato e das cores são essenciais pra atrair a atenção do consumidor final” diz Limonada.

A cerveja rock n roll

Cerveja e rock n roll, esse é o slogan da cerveja Küd. Bruno Parreiras, o proprietário e apaixonado pelo rock resolveu unir suas duas paixões em uma marca. O consumidor da cerveja consegue sentir as referências musicais em cada gole da cerveja, na concepção dos produtos criados.

“Nossa proposta não é usar do sucesso que foi o trabalho dos nossos ídolos musicais para vender nossas cervejas, mas sim, usar essa inspiração que o rock nos dá para criar as nossas cervejas. É uma forma de tentar colocar o sentimento que o rock nos passa de volta na cerveja e tentar resgatar e celebrar um estilo de música que mudou o mundo pra sempre”, conta Bruno.

Atrelando um bom atendimento e um produto de qualidade, a cervejaria é resultado de um trabalho e materialização do sonho de quase 10 anos atrás, que foi pensado pelos idealizadores da marca com propósito de entregar algo feito com muito cuidado, atenção e de fato, cheio de conteúdo.

“O cuidado que temos que ter com este termo, cerveja artesanal, é justamente não banalizar essa expressão, tornando-a um termo vago, pura e simplesmente uma ferramenta de venda para colocar no mesmo “balaio” produtores sérios e preocupados com o setor, daqueles que estão ali só pra surfar na onda, sonhar em ganhar muito dinheiro e no final das contas, acabar frustrado com a dura realidade do mercado” disse o diretor da empresa. Bruno defende que esse mercado tem crescido de uma maneira muito boa em Belo Horizonte, devido ao fato do público estar cada vez mais ligado na proximidade com o que gasta e cada vez mais comprando conteúdo e experiência ao invés de produtos oferecidos em massa.

A cervejaria Küd, localizada no Jardim Canadá, reflete em seus produtos o seu amor por fazer cerveja, trabalham com a verdade. As cervejas artesanais são um sub-segmento do muito “nichado” setor das bebidas, principalmente no segmento de cervejas, fato relacionado ao grupo específico que querem atingir, consumidores mais interessados em um conceito. Eles não estão no mercado para competir com um produto de um preço caro, mas para oferecer um trabalho que cativa e uma experiência diferenciada.

Seja através da energia radical de andar de balão ou aquela que só o rock n roll nos causa, as cervejas artesanais refletem o desejo, vontade, paixão, o gosto de seus criadores. Elas são essencialmente uma sensação. A cerveja artesanal antes do sabor ou qualquer outra coisa, ela tem uma história para contar.

As cervejarias unem pessoas desconhecidas em pró de um comum, o apreciar aquela cerveja única, o sabor elaborado, essas cervejarias não trabalham em competição uma com outra, e sim em parceria, valorizam o trabalho do outro e se esforçam para tornar Belo Horizonte uma capital que atraia admiradores desse produto.

 

 

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Doutora em Ciências da Saúde, Psicóloga Clínica e professora do Centro Universitário Una fala sobre doenças e transtornos psicológicos que podem levar ao suicídio

Por: Italo Charles

Cultivar o bem-estar da mente é de suma importância para uma vida saudável. E, nesse período de isolamento social, devido a pandemia, casos de pessoas com transtornos psicológicos têm aumentado. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país recorde em casos de transtorno de ansiedade e preenche a segunda posição em transtornos depressivos de acordo com o ranking mundial.

Um dos desfechos dos transtornos de ansiedade e depressão é o suicídio, ainda de acordo com a OMS, no ano de 2019 foram registrados 13.467 casos de suicídio no Brasil. E com o objetivo de prevenir reduzir os casos, no ano de 2014 foi criada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), a campanha Setembro Amarelo que anualmente promove eventos e ações a fim de difundir a discussão sobre o tema.

Os especialistas afirmam que um dos meios para prevenir o suicídio é a quebra do tabu acerca do assunto. Educar a sociedade sobre transtornos como a ansiedade e depressão, tende a causar um impacto positivo e mostrar que são doenças e que merecem a devida atenção.

Para entender melhor sobre a relação dos transtornos com o suicídio, a professora de psicologia do Centro Universitário Una – Isabel Pimenta, em entrevista, explicou como a pandemia tem causado efeitos na mente das pessoas e como isso pode ocasionar o suicídio.

Isabel, neste período de isolamento devido a pandemia, muitas pessoas podem apresentar medo, ansiedade e outras características, como esse cenário tem contribuído para o aumento de casos de doenças psicológicas? 

Durante a pandemia, temos visto um aumento significativo de sintomas de ansiedade, rebaixamentos de humor, sintomas relacionados à depressão e muitas angústias. Sentir isso neste momento, é possível dizer que de certa forma é esperado. Mas, um sujeito que não apresenta nenhuma dessas características é, inclusive, um sujeito que talvez não esteja entendendo a complexidade da situação.

Embora, aquelas pessoas que já tinham algum transtorno instaurado antes da pandemia chegaram nesse cenário mais vulneráveis. Então, elas têm uma tendência a um agravamento do caso, já as pessoas que não tinham nenhum desses sinais começaram a apresentar os dois principais transtornos que são os de ansiedade e o transtorno de depressão.

A gente sabe que através da pandemia com todas as suas características, surge o medo de contrair a doença, medo de alguém da família ser contaminado. Com o próprio isolamento físico muda-se a rotina, os hábitos e através disso cria-se a incerteza em relação ao futuro. Todos esses são fatores de risco para o adoecimento mental e a gente tem visto que de fato as pessoas têm adoecido mais. 

A pandemia pode ser considerada um fator para aumento de casos de suicídio?

Relacionado ao suicídio, 90% dos casos estão associados ao adoecimento mental. Entende-se que o suicídio para essas pessoas é o desfecho de um percurso ocasionado pelo adoecimento

De tal forma, pessoas com um alto grau de sofrimento derivado de transtornos psicológicos que não dispõem de ajuda profissional e sem recursos para tratamento resulta no aumento na taxa de suicídio. Então, a pandemia é vista como fator de risco e um agravamento dessa possibilidade.

Qual a importância de promover a campanha Setembro Amarelo, e como ela pode auxiliar na prevenção?

É muito importante pensarmos que a melhor maneira de prevenir o suicídio é promover a saúde mental. Então, o Setembro Amarelo é um mês para falar da importância de cuidar da mente para evitar o pior.

Neste período são realizadas palestras reforçando a importância do cuidado com o mente, há divulgação dos canais de ajuda, desconstruindo os tabus relacionados ao adoecimento mental. 

Como identificar pessoas com os transtornos de ansiedade e depressão? E, quais o sintomas que elas apresentam antes de tentar o suicídio?

Há alguns sinais como mudança drástica de humor, isolamento social, mudanças no comportamento e também da rotina . Dessa forma, podemos dizer a essas pessoas que elas podem procurar ajuda que isso não é sinal de fraqueza, pedir ajuda para algum profissional.

Às vezes a pessoa está tão contaminada com o sofrimento dela que vai ser o outro que vai sinalizar pra ela que tem alguma coisa que não que não anda bem. Sendo assim, é muito importante que nós enquanto sociedade reconheçamos esses sinais de sofrimento.

Após identificados esses sintomas, quais meios o indivíduo tem disponível para auxílio? 

Existem vários canais, tem o CVV (Centro de Valorização da Vida), que é um serviço de acolhimento de escuta terapêutica disponível no número 188 e pelo site https://www.cvv.org.br/ e funciona sete dias por semana 24 horas por dia, lá existem pessoas treinadas para ouvir os sofrimentos e para  acolher essas pessoas.

Além disso, a Una possui as clínicas escola de psicologia funcionando, agora na pandemia estamos com atendimento online e em breve o atendimento presencial retornará. O telefone para contato é: (31) 3508-9139.

Existem ainda as clínicas sociais, o serviço público municipal de apoio mental. Tem uma rede que é preparada para atender pessoas com sofrimento mental e devemos acionar esse canais para solucionar esses quadros.

Apoio aos alunos

O Centro Universitário Una através do NAAP – Núcleo de Acessibilidade e Apoio Psicopedagógico, oferece assistência à comunidade acadêmica a partir da realização de acompanhamento de acordo com a notificação referente a dificuldade de acompanhamento das disciplinas, dificuldade na organização do tempo e inclusão de pessoas com deficiência.

Contatos NAAP:

(31) 3235.7317

nap@una.br

O Grupo Ânima (administrador do Centro Universitário Una),  possui o Projeto Entrelaços  que tem como objetivo cuidar da saúde dos universitários. O projeto se ocupa na formação de professores acerca das noções básicas sobre saúde mental, na elaboração de fluxos de serviços para atender, acolher e encaminhar melhor os alunos, realizar palestras e oficinas que visam a promoção da saúde mental.

Contato Entrelaços:

entrelacos@animaeducacao.com.br

 

*A entrevista foi produzida sob a supervisão da jornalista Daniela Reis

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Alunos de graduação do Centro Universitário Una podem se inscrever para o projeto de extensão Una-se contra a LGBTfobia. As inscrições estão abertas e acontecem até 14 de setembro e podem ser feitas no site, clicando em Projetos de Extensão > Cidade Universitária. ⁣⁣⁣ ⁣

O projeto desenvolve ações de sensibilização, empatia e conscientização por meio de rodas de conversa, oficinas de capacitação, palestras, mostras de filmes, exposições fotográficas ou um simples bate-papo, considerando uma perspectiva interseccional. ⁣

Criar um espaço de escuta, acolhimento e diálogo para alunas e alunos LGBTQIAP+, no qual aprendemos juntas e juntos, é uma das propostas do Una-se. Atuam também na busca da construção de uma sociedade que respeite e ouça as demandas das pessoas LGBTQIAP+. As conversas não acontecem apenas com quem faz parte dessa população. Pessoas aliadas são muito bem-vindas.⁣⁣⁣ ⁣⁣⁣ ⁣

“Acreditamos que a escola pode e deve ser um local em que pessoas LGBTQIAP+ se sintam seguras e confortáveis para serem quem são. 🌈”

Para saber mais sobre o projeto, confira o Instagram.

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*Por Daniela Reis

A receita dessa torta de limão de hoje é para adoçar seu final de semana! Quem nos agraciou com essa delícia foi o aluno do curso de Gastronomia do Centro Universitário Una, Samuel Nolasco.

Vamos ao passo a passo?

Torta de limão com merengue suíço
Quantidade de porções: 14 fatias
Categoria: Sobremesa
Nível de dificuldade: Fácil

Ingredientes:

Base de Biscoito

150 gramas de BOLACHA MAIZENA

5 colheres de sopa de MANTEIGA sem salIngredientes: recheio

400 gramas de CHOCOLATE BRANCO picado

200 gramas de CREME DE LEITE

Raspas de 1 LIMÃO

Suco de 4 LIMÕES

Cobertura (merengue suiço)

4 claras

1 xícara de açúcar

Passo a passo

Base

1. Pré-aqueça o forno a 200°

2. Coloque a bolacha Maizena no processador e triture até virar uma farofa.

3. Adicione a manteiga em temperatura ambiente. Triture novamente até misturar.

4. Arrume na assadeira pressionando no fundo e nas laterais. Se quiser, use um ramekin (potinho) para facilitar esse processo.

5. Leve para assar por aproximadamente 15 minutos.

Recheio

1. Coloque em uma tigela o chocolate branco picado e o creme de leite. Misture.. Misture.

2. Leve para o microondas por 30 segundos, misture e volte para o microondas por mais 30 segundos.

3. OU esquente em banho-maria até obter um creme homogêneo.

4. Adicione as raspas de um limão e suco de 4 limões. Misture até o creme ficar homogêneo.

5. Despeje o creme na assadeira e leve para geladeira por pelo menos 3 horas.

Merengue suiço

1. Em uma tigela em banho maria coloque o açúcar e as claras. Leve ao fogo baixo mexendo sem parar até o açúcar se dissolver.

2. Assim que as claras estiverem pasteurizadas (você não vai sentir nenhum açúcar na mão), jogue a mistura ainda quente na batedeira e bata em velocidade máxima até que fique bem branco e com ondas.

Montagem

1. Desenforme a torta e coloque no prato que irá servir.

2. Decore com o merengue e raspas de um limão.

Sobre o chef

Samuel sempre foi apaixonado por cozinhar. Fez faculdade de gastronomia e atualmente é proprietário da Cakes com Afeto (@cakescomafeto) onde trabalha com bolos tradicionais, bolos decorados e personalizados, além de bolos no pote.

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