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Faculdade saiu na frente enquanto espaço educacional disruptivo, com melhor resultado de negociação em um dos maiores eventos de competição do país 

Por Keven Souza

A Equipe Una, integrante do NUSC – Núcleo Una Solução de Conflitos, vinculada ao Grupo Ânima Educação, foi destaque nas qualificatórias do Meeting de Negociação, realizado entre os dias 24 de março e 03 de abril. Esta é a maior e mais inovadora competição de negociação do Brasil. E o Centro Universitário Una mostrou ser uma academia que incentiva a pesquisa e o estudo na área dos Meios Adequados de Solução de Conflitos, ratificando o pioneirismo do NUSC e respeitando sua tradição ao conquistar o 3º lugar da Qualificatória, apta a Etapa Nacional que acontecerá nos dias 21 e 22 de maio. 

A equipe foi composta por estudantes do curso de Direito e Relações Internacionais, bem como alunos egressos, que, enquanto Equipe Una, contavam com estudantes da CDU e Una Barreiro com reforço de alunos do UNIBH e do São Judas – Unidade Moca. 

Orientados pelo coach Ivan Pompeu, Ana Luíza Lage, Enzo Gebrin, Italo de Moro, Luciana Estevão, Mayara Lopes, Nathalia Freitas, Stephane Lima, Thales Dias e Teodoro Vilaça, foram os alunos desafiados a solucionar conflitos e a encontrar a melhor solução para os problemas apresentados nessa edição. 

Essa não é a primeira vez da instituição na competição. A Una participou das edições do Meeting de Negociação no ano de 2019, 2020, 2021 e agora em 2022, conquistando o 3º lugar com o melhor resultado em Negociação. Com títulos, possui o 2º lugar na Qualificatória Sudeste e posição entre as 13 melhores equipes da Etapa Nacional em 2020.  

Para a instituição, conquistar o 3º lugar é um grande feito, além de privilégio, já que são poucas ao redor do país que garantem a primeira das oito vagas disponíveis para a Etapa Nacional. O que coloca a Una, através do NUSC, em uma posição de destaque no cenário nacional de competições de Negociação, Mediação e Arbitragem.  É o que afirma a coordenadora do NUSC, Camila Linhares. “A presença da Equipe Una no pódio da Qualificatória do Meeting de Negociação ratifica o propósito da instituição em estimular habilidades vinculadas à resolução de conflitos. O que proporciona e contribui com a pacificação social e desjudicialização, e vai ao encontro da Agenda 2030 da ONU, no que se refere a solução adequada das controvérsias”, pontua. 

Meeting  

O Meeting de Negociação é inspirado na International Negotiation Competition (INC), evento que existe há mais de 20 anos e conta com profissionais e equipes de estudantes de inúmeros países. Seu objetivo é fomentar a arte da negociação e de desenvolver e aprimorar habilidades por meio de capacitações, práticas de negociação, feedbacks, compartilhamento de aprendizados e networking. 

Como INC, o Meeting de Negociação acontece a cada ano, durante o primeiro semestre, em etapas por todo o Brasil (Qualificatórias) e uma Etapa Nacional (realizada em inglês), cuja equipe melhor classificada representa o Brasil na disputa internacional. 

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Por Lucas Requejo

Neste dia 8 de maio, se comemora o Dia das Mães. O evento ocorre no segundo domingo de maio, através de lei promulgada em 1932 por Getúlio Vargas, em paralelo à Constituição (que demoraria mais dois anos para sair). Mas, você sabia que a data foi inspirada nos Estados Unidos?

A data surgiu pela primeira vez em 1905, por sugestão de Anna Jarvis, que buscou uma forma de homenagear sua mãe, Ann Jarvis, naquele referido ano. Pois, Anna Jarvis via sua mãe como uma inspiração ímpar. Ann Jarvis era ativista e ajudou soldados na Guerra Civil Americana (1861-1865), que praticamente dizimou boa parte da população local. Além disso, ela trabalhou forte para que mulheres fossem reconhecidas além do seu papel de mãe. Mas, o que é ser mãe?

Pensemos antes no fato de que, biologicamente e espiritualmente falando, a mulher tem poderes, que são pilares do denominado Sagrado Feminino. Nos últimos 5, 10 anos, a mulher trouxe outra palavra para designar o mesmo termo: o empoderamento.

O Sagrado Feminino traz consigo conceitos de autoconhecimento e reconexão com o feminino e seus poderes naturais, que são gerar, nutrir, amar e curar. Esses pilares atendem aos caminhos de gerar uma vida, nutrir a natureza, amar incondicionalmente e curar as dores da alma, assim como as deusas antigas, incluindo Vênus, a dona do Feminino.

Mas, como tudo no ciclo da vida, precisa e se rende às transformações. Antes, a mulher se figurava ao lar, como procriadora e dona de casa. Assim, o papel da mulher, como si própria, de guerreira, ativa e parceira da natureza e da Terra – que também é mãe – si limitou ao relento de paredes de concreto e utensílios domésticos.

Em se tratando de maternidade no século XXI, as mulheres estão escolhendo ser ou não. Caso não optem por gerar um bebê, o amor por pets substitui muito bem essa troca afetiva. Outra opção é associar apenas o ato de amar, onde, a partir da sua escolha, a demonstração é genuína e sem pressões. Isso acontece sob o nome de empoderamento. Mulheres se tornam cada vez mais donas de si, o que é maravilhoso.

E quando se aceita ser mãe? A maternidade é um dos poderes que só a mulher tem. Com as lutas diárias dentro de muitos aspectos para tomar tal decisão, a mulher está se tornando livre o suficiente para a reconexão do feminino e o reconhecimento do tal poder, sem precisar se perder, podendo escolher seu próprio caminho a ser feliz.

Existe até o dilema de que o papo de “Mãe é toda igual”, pois já se tem a mãe fitness, aventureira, desconstruída, executiva. Afinal, a maternidade precisa do planejamento e o momento ideal. Mas, todas seguem mães e tem esse poder garantido.

Hoje, as mulheres têm a ciência ao seu lado, que desenvolveu métodos para quem se abdicou ou apenas decidiu adiar o fato maternal. Procedimentos como laqueadura, fertilização in vitro (FIV) e congelamento de óvulos trouxeram mais um poder fundamental às mulheres: o de escolha por seu momento.

Diante de toda a amplitude pelo papel maternal, nós da Una desejamos toda a felicidade e amor deste mundo para todas as mães, sejam de humanos, pets, biológicas, de coração e que todas se conectem ao seu valor, dia após dia.

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O autismo tem amplitude de doenças não-raras e já é aquele um por cento que precisa ser mais reconhecidos pelos órgãos competentes.

Por Lucas Requejo

No dia 4 de maio, foi realizado um webinar sobre autismo no ambiente universitário, mostrando como os professores podem realizar a integração de alunos com TEA (Transtorno de Espectro Autista) sem que as aulas não sejam comprometidas e nem infrinja o desempenho do aluno durante sua formação no ensino superior.

O TEA, mais conhecido como autismo, está em uma crescente que preocupa especialistas. Segundo o portal Canal Autismo, o número tem aumentado, passando a ser um transtorno não-raro. Estima-se que um por cento da população brasileira que ou nasceu com, ou desenvolveu o TEA.

Porém, se diz estimativa, pois o TEA não possui uma estratégia de diagnóstico bem desenvolvido aqui no Brasil, haja visto que nem o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) possui um levantamento assertivo sobre o assunto.

Pensando nisso, a Una se adiantou e ofereceu este evento, por meio do Projeto de Extensão “Ciclo de debates sobre sociedade inclusiva”, que serviu de aporte para discutir um assunto tão importante. E, para abrir a palestra, a professora Carla Soares, de 44 anos, mediou com acadêmicos da universidade e revelou suas expectativas:  “A ideia do webinar é mostrar como o NAPI (Núcleo de Apoio Psicopedagógico e Inclusão) trabalha na inclusão de alunos já diagnosticados com o TEA e trazer todo o aporte de conhecimento sobre os caminhos que a Una traz, em prol da inclusão destes estudantes”.

O Welder Vicente, coordenador do NAPI, de 36 anos, é psicopedagogo formado na UFMG e trabalha na absorção de alunos que possuem transtornos de caráter psicossocial. Trabalhou com diversos projetos, mas, na Una, é mais gratificante. “Meu mestrado é sobre o autismo e eu amo desdobrar este assunto, pois trabalhamos muito para que a inclusão de alunos deste espectro na Una seja cada vez mais volumoso e, consequentemente, satisfatório”.

Welder conectou diversos aspectos do TEA; iniciando com um breve histórico no webinar. “O autismo era encarado como esquizofrenia. Dentro do Hospital Colônia – conhecido como o local que ocorreu o holocausto brasileiro, em Barbacena (MG). Os autistas eram isolados e dormiam sob o chão frio durante o inverno, além de serem submetidos a torturas”.

E complementa: “Com o passar do tempo, como hoje nós conhecemos três níveis de autismo, a primeira era colocada como síndrome de Asperger. Ainda por cima, a psicologia contemporânea começou a relacionar o diagnóstico do autismo diretamente à gestação, transferindo à mãe uma culpa, colocando-a como “mãe geladeira”, dizendo que ela foi tão fria a ponto de não se conectar ao feto, e que, por isso, a criança nascia autista”.

Ao inserir o tema dentro das vias legais e estatísticas, Welder mostrou gráficos que demonstraram a evolução mediante à responsabilidade de políticas públicas para pessoas especiais. De modo geral, as estatísticas começaram a ser levantadas em 2008, com a criação da lei de cotas. A partir de 2015, o TEA foi integrado em todos os seus níveis, e hoje, possui até carteirinha comprobatória.

O autismo era enquadrado, ainda, como Asperger. A partir de 2010, o MEC (Ministério da Educação e Cultura) passou a levantar o cenário de ingressantes com autismo em universidades a nível federal, regional e estadual. De lá até 2019, em todos os aspectos, o volume cresceu mais de 150% em todos os cenários. Porém, o MEC não realizou mais nenhum levantamento desde 2020, mas Welder menciona que, a cada 10 mil alunos matriculados ao ano, dois são autistas.

No cenário qualitativo da formação e das matrículas dentro da Una, Welder cita os cursos mais procurados como comunicação, pedagogia, psicologia e direito. Porém, sinaliza algumas deficiências: “As áreas de exatas, como engenharia e matemática, e outras de humanas, como moda e arquitetura, não tem uma matrícula sequer”.

Em relação ao ambiente de estudos na universidade, ele traz que, por direito, cada aluno pode ter um mediador interno, para auxiliá-lo na adequação em geral, e que, o custo com este processo não deve ser repassado ao aluno, de forma alguma.

Sobre o desenvolvimento e suas percepções, Welder afirma: “O autista tem algo que chamamos de hiperfoco, e temos que trabalhar para que o aluno não o perca, pois será certa a sua desistência do curso. Mas, não significa que ele terá redução de conteúdo por isso. O que é preciso ser trabalhado é a sua ambientação e seu interesse no curso o qual escolheu.”. E completa: “Já encontrei até professor autista. É gostoso ver ele lecionando o que ama. O hiperfoco ajuda muito.”

O dia a dia do estudante autista, em meio à sua adaptação dentro do ambiente, pode trazer alguns perrengues iniciais, mas que todos precisam ser salientados. Ele citou um exemplo relacionado ao hiperfoco, onde uma estudante, devido estar próxima ao ar-condicionado, somando a temperatura à poluição sonora, ela teve uma crise de ansiedade. Tudo conseguiu ser controlado, graças ao excelente trabalho do NAPI.

Todo o webinar foi acompanhado por mais de 50 participantes no geral e todos saíram realizados com a excelência das falas de Welder e todo seu conhecimento, agregando grande sabedoria a um tema que, a cada dia, precisa ser minuciosamente adequado ao nosso conhecimento, pois, como Welder finalizou a sua palestra, “não dá mais para sermos segregados por não nos conhecerem de fato”.

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Por Lucas Requejo

Tudo na vida necessita de transformação, reconhecimento e adaptação. Por dois anos, tivemos que se adaptar ao novo modo de viver, sem deixar de amar e cuidar uns dos outros. Porém, há mais anos existe uma parcela da nossa população que ainda precisa ter seu espaço ampliado para essa recepção de cuidado: as pessoas com Autismo.

Infelizmente, de acordo com dados do Canal Autismo, portal especializado no assunto, relata que o número proporcional de incidência aumenta a cada período de estudo em que se esclarece diagnósticos de TEA, preocupando especialistas. Isso torna imprescindível que todos os órgãos, diretos e indiretos, tomem iniciativas de acolher essas pessoas que precisam buscar seu espaço desde criança.

Mas, e em casos que ultrapassam a faixa escolar e ingressam à faixa universitária? Pensando nisso, a Una te convida a responder a esta pergunta em um webinar virtual, que será aberto para o público geral, em seu Projeto de Extensão – Ciclo de debates da área de Ciências Humanas.

Evento: O Autismo na vida adulta: A inclusão no ensino superior

Data: Quarta-feira, 4 de maio

Horário: 18 horas

Convidado: Welder Vicente – Mestrando em Educação: Conhecimento e Inclusão Social na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Psicólogo pelo Centro Universitário Una e Líder de Inclusão de pessoas com deficiência no ensino superior da mesma instituição, membro do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Educação Especial e Direito Escolar (GEPEEDE) – FaE/UFMG.

Mediadores: Profª. Carla Soares e Acadêmicos do projeto

Se inscreva pelo link https://bit.ly/CHUNACDU0405 (copie e cole no seu navegador) e o acesso é gratuito

Participe e faça parte da inicialização deste fato tão importante!

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Por Lucas Requejo

Com a chegada de 2022, duas coisas estão em evidência mais que plena: a Copa do Mundo, que será realizada no Qatar, e as Eleições Gerais do nosso país. Sobre este segundo item, há um detalhe específico que está deixando o povo de cabelo em pé: a situação do Título de Eleitor.

A situação do Título de Eleitor tem seu nome geral de “regularização” na base denominada Cadastro Eleitoral, na qual tem três situações: novo, irregular ou Transferido. Há uma situação do Cadastro que é a solicitação da permissão do nome social às pessoas transexuais e travestis. Todas elas têm o seu prazo final no dia 4 de maio, quarta-feira. 

Agora, você sabe a real importância de votar? Se não sabe, o Contramão te conta! 

A escolha de uma autoridade que seja de válida competência de se dirigir um país e uma população em sua totalidade é uma escolha que afeta não só dentro do país, mas a relação com os outros países, a famosa relação geopolítica. Tendo em vista esta questão, você sabia que todos os países trocam acordos, sociais e econômicos, entre si? E isto impacta na economia através da balança comercial?

Historicamente, o Brasil se baseou muito em dois pilares para se dar o direito ao voto, à alfabetização e à riqueza. Na concepção governamental entre 1820 e 1930, as autoridades faziam isso para que fosse mais fácil manter o poderio de famílias de forma a não largar o osso do “virtú e fortuna”, como diria Maquiavel – bem como métodos coronelistas.

As mulheres só obtiveram o direito ao voto com a Constituição de 1934, depois de uma revolução para que houvesse um documento mais atualizado à época. Mas, como se sabe, o poder fala mais alto e a ditadura chegou três anos depois. 

Em 1945, o povo voltou a votar, mas, a partir de 1964 até 1982, o direito foi, novamente, cassado de forma irrestrita. Uma eleição geral direta só foi possível apenas em 1989, 26 anos depois de um plebiscito, e sete depois da liberação para estados e municípios.

O voto é o segundo maior gesto e símbolo da cidadania ideal, perdendo somente ao direito da vida e liberdade individual. Mas, o maior obstáculo é o ambiente político, dividido em duas camadas, que é a polarização de ideologias e a desconfiança nos políticos; e, em noção ideal, as questões apresentam sintomas distintos.

A polarização vem da ideia de idolatria, que, como já dito por Sergio Buarque de Holanda em seu livro Raízes do Brasil, “O brasileiro é vencido pela sua cordialidade”, que, infelizmente, não tem limite. A desconfiança dos políticos vem de um outro sintoma grave – a memória curta do brasileiro por atos político-partidários.

Essa questão é bem desastrosa, visto que transforma o indivíduo suscetível a erros repetitivos sem necessidade alguma, colocando todos como reféns de um bando de interessados em apenas ter seus benefícios como representantes do serviço público.

Agora, pare para pensar: há solução viável para que possa mitigar tais sintomas apresentados? Sim, a internet. Ela é a maior fonte de buscas de conteúdos de assuntos quase ilimitados. Então, buscar informações de candidatos não custa nada, não é mesmo?

Vote consciente

Então, de cidadão para cidadão, vamos fazer um combinado comigo e os outros mais de 140 milhões de eleitores? Regularize sua situação perante os tribunais superior ou regionais. Acesse https://www.tse.jus.br/imprensa/noticias-tse/2022/Abril/contagem-regressiva-faltam-10-dias-para-tirar-regularizar-ou-transferir-o-titulo-de-eleitor (copie e cole no seu navegador), se informe como proceder de forma correta e entre para a turma de quem acredita que a cidadania é uma marca a ser mantida para uma sociedade consciente do seu papel. E aí, vamos juntos nessa mudar o país através do voto?

Por Keven Souza

Chegou o fim do mês e se você, como tantos outros, não pode sair nesta sexta-feira, porque gastou mais do que devia durante esses dois últimos feriados em abril, fique tranquilo! Hoje, o Contramão traz aquela receitinha para quem tende a sextar na sala de casa, de fácil preparo, baixo custo e ótima opção para quebrar o galho. 

O famigerado macacão com sardinha, preparado agora com limão! Vamos ao passo a passo?

 

Ingredientes 

2 xícaras (chá) de macarrão do tipo casareccia (ou outra massa curta de grano duro)

1 ½ xícara (chá) de tomate sweet grape (200 g)

1 lata de sardinha em óleo (125 g)

2 colheres (sopa) de vinho branco (opcional) 

¼ de xícara (chá) de azeite

raspas de 1 limão siciliano

1 folha de louro seco

sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto

2 ovos cozidos para servir

salsinha picada a gosto para servir

 

Modo de preparo 

Primeiro passo: leve uma panela média com água ao fogo alto para ferver. Lave, seque e corte os tomates ao meio, no sentido da largura. Abra as latas de sardinha, transfira os filés para um prato e, com um garfo, descarte a espinha central. Passe os ovos cozidos pelo espremedor de batatas para formar uma farofinha, reserve.

Assim que a água ferver, acrescente 1 colher (sopa) de sal e junte o macarrão. Misture e deixe cozinhar pelo tempo indicado na embalagem, ou até ficar al dente. Enquanto o macarrão cozinha, aproveite para preparar o molho.

Segundo passo: Leve uma frigideira grande com ¼ de xícara (chá) de azeite ao fogo médio. Quando aquecer, junte a folha de louro, os tomates e refogue por 2 minutos até começarem a murchar. Regue com o vinho branco, junte as sardinhas e misture bem. Acrescente as raspas de limão, tempere com sal e pimenta a gosto e deixe cozinhar por 5 minutos, mexendo de vez em quando para formar um molho rústico – os tomates e as sardinhas vão desmanchar parcialmente. Desligue o fogo e reserve.

Assim que o macarrão estiver cozido, reserve ½ xícara (chá) da água do cozimento. Escorra e transfira o macarrão ainda quente para a frigideira. Misture com o molho delicadamente e junte aos poucos a água do cozimento para deixar o molho mais fluido. Sirva a seguir, polvilhado com a farofinha de ovos e salsinha.

 

Dica do Contramão

Procure utilizar utensílios de cozinha antiaderente para facilitar o processo. Se possível, faça uso também de frigideiras e panelas de tamanho médio a grande porte, para não correr o risco de derrubar os ingredientes no fogão. Você não vai querer perder nem um pouquinho desse preparo!

Gostou? Então, faça e conte pra gente o resultado!