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Há uma semana, o Contramão entrou em contato com a Prefeitura de Belo Horizonte e com a Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) para pedir informações sobre a remoção da grande quantidade de lixo acumulado na Rua Sergipe com Avenida Brasil. Nada foi feito: o lixo continua na calçada atrapalhando os pedestres.

O Prazo estipulado pela Prefeitura era de no máximo cinco dias para solucionar o problema. Segundo a SLU, a situação estaria normalizada no dia seguinte. Porém, o Lixo continua intacto do local.

Regimar Honorário,41,é manobrista da rua há 30 anos e  reclama da situação

Pedestres precisam andar pelas ruas por causa de lixos nas calçadas



Maria das Graças orienta população


Postado por Matheus de Azevedo

 

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Com pincéis, tintas, agulhas e alguns instrumentos musicais a Pastoral Social da Basílica de Nossa Senhora de Lourdes, oferece cursos para toda a população. No salão paroquial que fica ao lado da igreja, que se localiza na Rua da Bahia, 1596, são oferecidos oficinas de pintura em tecido, trabalhos manuais como: bordado, ponto cruz e costura, aulas de violão, teclado e cabeleireiro. É oferecido também atendimento psicológico para crianças e adultos.

Segundo coordenador da Pastoral Tarcísio de Almeida Soares, há dois anos, as pessoas interessadas devem deixar o nome e telefone na lista de espera, que ele mesmo cuida. Quando completamos a quantidade de alunos, as turmas são formadas e as aulas acontecem uma vez por semana. O público são pessoas de outras comunidades, senhoras, jovens e crianças.  “Os jovens gostam de fazer as aulas de música e as senhoras de trabalhos manuais e são pessoas que passam por grande dificuldade financeira” conta Soares. A missão da Pastoral é fazer com que estes cursos se tornem geração de renda para quem os faz.

A Pastoral arca com as despesas de passagem e alimentação dos alunos. Ela vive de doações de pessoas e de outras Pastorais e todos os profissionais são voluntários. Para os atendimentos com psicólogo o paciente contribui com o que pode, e se acaso não tiver condições, não tem problema, qualquer tipo de contribuição mesmo, como materiais para as oficinas, um lanche, uma atenção que for. “Não olhamos raça, sexo, orientação sexual, a única coisa que exigimos dos interessados é compromisso e respeito” finaliza Soares.

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Lição de vida e bom humor são as palavras chave do livro “Na minha cadeira ou na sua?”, da publicitária Juliana Carvalho, lançado pela Editora Terceiro Nome. O livro é uma autobiografia, que traça um paralelo entre as experiências da autora antes e depois da cadeira de rodas, ressaltando as mudanças e as dificuldades que os cadeirantes enfrentam hoje no país.

A autora tem um papel atuante no movimento de pessoas com deficiência. Além de dois blogs na internet, dirigiu um curta-metragem e apresenta um programa exibido na TV Assembléia do Rio de Janeiro.

O livro de Juliana Carvalho foi lançado no Rio de Janeiro dia 08 de abril e em São Paulo dia 12. O lançamento em Minas, será hoje, às 19:30 hrs na Biblioteca Pública Luiz de Bessa.

O lançamento

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Com exclusividade, Juliana Carvalho fala um pouco sobre o lançamento do livro e suas experiências. Na noite de quinta- feira (15/04) não faltaram sorrisos, amigos e um toque de perseverança e aprendizado.

Confira abaixo a entrevista:

Nas leis

Na Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989, Art. 1º § 2º “As normas desta Lei visam garantir às pessoas portadoras de deficiência as ações governamentais necessárias ao seu cumprimento e das demais disposições constitucionais e legais que lhes concernem, afastadas as discriminações e os preconceitos de qualquer espécie, e entendida a matéria como obrigação nacional a cargo do Poder Público e da sociedade”

Na área das edificações: ”a adoção e a efetiva execução de normas que garantam a funcionalidade das edificações e vias públicas, que evitem ou removam os óbices às pessoas portadoras de deficiência, permitam o acesso destas os edifícios, a logradouros e a meios de transporte”.

Além de leis na área da educação, saúde, recursos humanos e edificações são necessárias mais informações à sociedade, que ainda tem alguns preconceitos. Os locais públicos não vêem os deficientes como consumidores: “Mudanças simples nas construções já contribuiria para o acesso dos deficientes” conta Renata de Oliveira.


Por Débora Gomes e Camila Sol

O encanto e magia do Natal estão presentes na Biblioteca Pública Estadual Luis Bessa. A exposição infantil originada pelo caderno Gurilândia, do Estado de Minas traz luz, bolinhas, árvores e cores da data festiva.

São crianças de 7 a 12 anos, que participaram do concurso aberto em novembro do ano passado e que, hoje, após a seleção participam da exposição “Meu olhar sobre o Natal”, na galeria de Arte Paulo Campos Guimarães. Os Pequenos fotógrafos registraram imagens nas Praças da Liberdade, da Estação, do Papa e nas escolas.

O vitorioso foi João Paulo Almeida da Costa, 11 anos, com a foto de uma bolinha pendurada na árvore que o refletia. A estudante, Roberta Bravo Leite, 25, que visitava a exposição se confessa apaixonada por fotografia e apreciou a iniciativa das crianças. “Fiquei surpresa ao saber que crianças fizeram fotos tão belas e ao mesmo tempo com aspecto profissionais”, comenta.

A exposição vai até o dia 03 de maio. As visitas acontecem de segunda a sexta-feira das 8h às 20h e, aos sábados, das 8h ao meio-dia, na Praça da Liberdade, 21, bairro Funcionários.

Por: Iara Fonseca

Desde o dia 6 de abril estão expostas esculturas tridimensionais do artista Carlos de Lima Goulart Drummond no anexo da Biblioteca Pública Estadual, onde é possível visualizar animais, guitarras e diversas figuras criadas através do uso do fio de cobre encapado, aço inox entre outros. Contornos e curvas muito bem desenhados expressam sua arte e chamam a atenção do público.

Na Exposição Início de uma trajetória cada objeto faz parte de uma etapa de todo um processo de produção e “esse processo vai me construindo também”, relata Drummond. Estas obras fazem parte de suas antigas exposições: Trilobitamanduá, Os Sentidos da Linha e Guitarras de Espanha – Una Mirada Sonora.

Carlos Drummond se inspira em movimentos das bailarinas de flamenco, no violão como ícone da cultura espanhola e artistas como Picasso, Gaudí, Miró e Dali. Agora ele faz uma pequena amostra de todos os seus trabalhos em uma única exposição.


O Artista explica um pouco de seu trabalho


Com apenas 21 anos e expondo a mais de 5, o escultor conta que o apoio da família é muito necessário e que sem eles não teria chegado aonde está. A sua família acompanha todo o processo de produção e incentiva seus trabalhos. “Acho este apoio fundamental”, diz Drummond.

A exposição ficará aberta até o dia 30 de abril, de segunda a sexta, das 8h às 20 horas e aos sábados das 8 às 13 horas. Para visualizar os trabalhos expostos veja a Galeria.

Por Camila Sol

Atualizado: 17:47 – 15 de abril de 2010

A reclamação a respeito do Lixo não surgiu efeito nesta terça – feira (13). Sacolas e colchão na calçada, continuam atrapalhando os pedestres na Rua Sergipe com Avenida Brasil.

Os pedestres que transitam pela Rua Sergipe esquina com Avenida Brasil encontram dificuldades para passar na calçada em frente ao Circuito Cultural. Manobrista da rua, há mais de 30 anos, Regimar Honorário,41, disse que as sacolas de lixo estão no local há 3 semanas.

A pedestre, Maria das Graças, está indignada com está situação “Nós não merecemos isso. O lixo é horrível. Lugar de lixo é na lixeira”, disse.

A nossa equipe de reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Belo Horizonte que nos informou que no máximo em cinco dias todo o problema será solucionado. Ainda, de acordo com a Superintendência de limpeza urbana (SLU) da região da Savassi, o problema deverá ser resolvido amanhã. O horário de limpeza do local acontece em dois turnos: às 07hs e ao 12:00.

A SLU disse que antes do nosso contato ainda não tinha tomado conhecimento do problema. Em breve você poderá conferir os depoimentos dos pedestres, em vídeo, aqui no site do contramão.

Por Matheus de Azevedo