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O cérebro humano e todo o sistema nervoso até parecem obras de arte abstratas na exposição denominada paisagens neurais, realizada em homenagem a Santiago Ramón y Cajal. Nela, estão expostas, em quadros, imagens do sistema nervoso de Cajal e  de seus discípulos comparadas com as de artistas de vanguarda. As imagens mostram a evolução do pensamento de Cajal sobre o sistema nervoso até os dias de hoje. A exposição acontece do dia 21 de julho a 1º de setembro no Palácio das artes, espaço Mari’Stella Tristão.

Santiago Ramon y Cajal nasceu em maio de 1952 em Petilla de Aragon (Navarra) e morreu em Madri 1934, estudou medicina e foi professor universitário. Os desenhos de Cajal são cópias fiéis de proporções histológicas que mostram as microorganizações do sistema nervoso.

Ele realizou inúmeras e importantes contribuições para o estudo do sistema nervoso. Publicou diversos artigos científicos e livros no campo neurológico.  Foi uma figura importante no desenvolvimento da ciência e da cultura espanhola. Em 1906, ganhou o prêmio Nobel em fisiologia ou medicina por suas descobertas sobre a estrutura básica do sistema nervoso.

Cajal via de forma clara detalhes que passavam desapercebidos aos olhos de outros cientistas. Nas paredes da exposição o público podia também ler frases do estudioso, como esta: “O jardim da neurologia contempla o cientista com espetáculos cativantes e emoçoes artísticas incomparáveis.” Flávia coelho, professora de artes, que visitou a exposição considerou-a muito interessante pelo fato dela ligar áreas tão diferentes, que são a biologica e a artística. A professor disse que ali a biologia é vista como uma arte abstrata.

Por: Natália Oliveira

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Em breve, os órgãos públicos, que funcionavam nos prédios no entorno da Praça da Liberdade, se tornarão um dos principais circuito cultural do país. Nele, o público irá usufruir de livrarias, cafés, teatro, salas de dança e outras atividades. A intenção é fazer um cenário de convívio, aprendizado e entretenimento. Para explicar este processo de reestruturação foi montada, na alameda da praça, a exposição “Arte e Conhecimento”.

Um pavilhão de 70 metros de comprimento dividido em três partes, detalha como será organizado o circuito. No início, é possível conhecer um pouco da história das secretarias e da praça. Em seguida, são apresentadas algumas cidades do Brasil e do mundo onde prédios históricos passaram a ser espaço para atividades culturais, como exemplo o Museu do Louvre, antiga sede do governo francês. Por fim, o público confere, em um mapa gigante, as obras finalizadas e informações sobre as atividades de cada prédio.

Para Daniela Eugênia, 26 anos arte-educadora, a reforma é bastante válida uma vez que circuito cultural ficará de portas abertas para o público. “Li algumas opiniões contra essa reestruturação, mas acredito que ela é necessária. Os prédios voltarão a ganhar vida com a abertura do circuito”, ressalta.

O projeto, anunciado em 2005, tinha conclusão prevista para 2006, mas não ficou pronto no prazo. O atraso e o surgimento de rumores sobre a administração levaram o Ministério Público a investigar as obras. No ano seguinte a justiça negou a liminar.

Apesar da polêmica, o projeto recebe aplausos de turistas. Glauco Gonçalves, 18 anos, está na capital há 2 meses e foi conferir a abertura da exposição. “Achei legal porque a Praça da Liberdade é o cartão postal de BH. Quem visita a cidade passa por aqui, então muitas pessoas terão acesso ao centro cultural”, considera o estudante.

Já Vera Lúcia Batista, professora universitária acredita que pode ser muito interessante, porém destaca que é preciso ver a efetivação. “Ano que vem vamos ter acesso a todas essas mudanças e aí teremos condições de avaliar um pouco melhor. Até agora o que vimos são as notícias de jornais e fotos e planejamentos nessa exposição.”

A exposição, inaugurada no dia 3 de agosto, contou com a presença do governador de Minas, Aécio Neves e do prefeito da cidade, Márcio Lacerda. No coreto, Gabriel Guedes e grupo entretinham, com suas músicas, quem passava pela praça, enquanto as crianças se divertiam desenhando. O pavilhão ficará exposto na praça até o dia 9 de setembro.

Passeie pela EXPOSIÇÃO

Por Hélio Monteiro e Natália Oliveira.

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Assim como os parques de diversões, o trânsito também tem o poder de causar muitas emoções nas pessoas. Os sentimentos são variados e vão da irritação que faz soltar palavrões aos sustos consequentes das freadas bruscas ou até mesmo à diversão que alguns artistas proporcionam com seus malabares.

A fim de retratar essa realidade comum às grandes cidades brasileiras, o Contramão fotografou o trânsito na rua da Bahia, no trecho entre as ruas Bernardo Guimarães e Bias Fortes, durante quatro horas. Percebemos que a ansiedade dos motoristas para chegar em casa é equivalente à dos personagens do desenho “Corrida Maluca” para conquistar o primeiro lugar. Ainda pensando no desenho, encontramos com vários “Dicks Vigaristas” pelo caminho, tentando atravessar sinais vermelhos ou parando nas faixas de pedestres.

As estatísticas ajudam a entender essa confusão. Segundo o jornal Correio Braziliense, a frota atual de veículos na capital mineira é de 1.146.096, número que cresce 7,6% ao ano. A previsão para 2020 é que circulem em Belo Horizonte 2.565.384 veículos! E não para por aí. Há dois anos, de cada cem automóveis, 55 transportavam apenas uma pessoa. Hoje este número passou para 70. Estima-se que duas vezes por dia 45% dos belo-horizontinos ficam presos no trânsito e a previsão para que ele pare de vez é de 12 a 15 anos. Enquanto isso não acontece, usamos as fotos para fazer um vídeo stop-motion. Assista e comece a imaginar a situação em 2021!

por: Áurea Maíra, Hélio Monteiro e Natália Oliveira

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Cinco agências do curso de Publicidade e Propaganda do terceiro período foram apresentadas na noite dessa sexta-feira, dia 26 de junho de 19h às 22:30hs.O tema geral abordado pelos grupos foi a publicidade para o terceiro setor – focando em instituições filantrópicas. As agências Aquarela, Mezcla, Seed, Foco e Noturna foram criadas pelos alunos para atender as demandas dos clientes escolhidos para esse TIDIR.

A agência Mezcla e a agência Seed foram apresentadas aos presentes com o objetivo de divulgar seus respectivos clientes. No caso da Mezcla, o Lar dos Idosos Santo Antônio de Pádua – localizado em Venda Nova – fora abordado pelo grupo a fim de proporcionar maior visibilidade à instituição filantrópica.

Já a agência Seed, propôs à instituição Associação Família de Caná uma revitalização das peças publicitárias já existentes, além de organizar e divulgar uma festa junina com o intuito de arrecadar fundos.

As instituições:

O Lar dos Idosos Santo Antônio de Pádua é um asilo com pouca visibilidade. A proposta da Agência Mezcla é rebater esse problema com estratégias específicas de publicidade, tais como: cartazes, banners, pop cards, lâminas de pagamentos e um site. Além disso, há uma divulgação nas universidades acerca de estágios na área de saúde.

A estratégia foi dividida em duas etapas: a primeira consiste na preparação e orçamento dos meios de divulgação em questão, a segunda propõe colocar em prática as idéias da primeira etapa.

Mais sobre o Lar dos Idosos pode ser conferido na página: www.ssvplardosidosos.com.br

A Associação Família de Caná trabalha com orientação psicológica e espiritual familiar, além de oferecer tratamento para dependentes químicos. A associação propõe uma estruturação familiar, visando a boa convivência de seus membros. A agência Seed, com o objetivo de aumentar a arrecadação financeira da instituição, revitalizou a divulgação dos eventos proporcionados pela Família de Caná.

Alunos: Gabriel Sales, Guilherme Côrtes, Natália Zamboni

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Os Tidir do 1° e 2° período de Relações Públicas teve como produto final um Jornal Mural. Os assuntos que seriam tratados pelo jornal foram escolhidos pelos alunos.

O primeiro grupo tinha o objetivo de elaborar e incentivar a comunicação interna, ainda não existente no Cruzeiro Futebol Clube. A intenção era abranger desde a equipe de limpeza até os jogadores, proporcionando equilíbrio tanto na comunicação interna quanto na externa. O Jornal Mural do grupo foi denominado “Bate Bola Azul” que era renovada a casa 15 dias.

O segundo grupo escolheu a Faculdade de Comunicação e Artes da Una. A apresentação foi dinâmica, incluindo vídeos referentes ao marketing da faculdade exibidos na TV e no cinema. Retrataram durante a exposição as dificuldades para elaboração do trabalho devido à falta de acesso ao marketing da instituição. No entanto, utilizaram materiais disponibilizados por alunos do 6° e 7° períodos de Relações Públicas do TIDIR passado, mostrando a importância do trabalho interdisciplinar na faculdade. O nome dado ao Jornal Mural foi “Comunica” e este tem como público alvo os funcionários, alunos e professores da FCA.

 

Por Andressa dos Santos e Thaline Rachel

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As diferenças entre a organização comunicacional de uma instituição privada e de um órgão público foram observadas por alunos de Relações Públicas, que avaliaram a comunicação no Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG).
O grupo, que está cursando o 3° módulo, fez uma análise teórica sobre o tema, estudou o ambiente e o relacionamento do colaborador com a instituição. Eles também conversaram com os assessores de comunicação para descobrir quais os desafios enfrentados e estratégias utilizadas para obter maior participação no mercado.
Lívia Ferreira, integrante do grupo, explicou que as empresas privadas têm o objetivo de vender o produto ou serviço, enquanto a instituição pública visa informar a população sobre os serviços prestados por ela. Em sua análise, o grupo observou que a comunicação interna utiliza artifícios como intranet e Outlook, para que o funcionário esteja sempre atualizado sobre o que acontece na empresa. Já a comunicação externa, voltada para o cliente, não possui tantos meios para a divulgação.
De acordo com o grupo, o BDMG refez o mapeamento estratégico da empresa, com a intenção de obter a satisfação do cliente e maior procura de crédito. A pesquisa revelou a necessidade de instalar um setor de marketing, que já foi implantado.
Para Lívia o trabalho do Tidir neste semestre teve uma ótima proposta. “Realizar o trabalho sobre comunicação organizacional foi muito válido. Pudemos aprofundar sobre como é o trabalho de comunicação em órgãos públicos, mesmo sendo um tema que ainda não discutimos em sala”, ressaltou Lívia.