A Pimentinha que temperou o Brasil

A Pimentinha que temperou o Brasil

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Foto Divulgação

Hoje, 24, é a estreia do filme “Elis”. A história abordará a breve carreira da cantora, que ainda jovem chega ao Rio de Janeiro ao lado de seu pai, até sua morte por overdose. A construção da narrativa trará como pontos a evolução da gaúcha como interprete e seus envolvimentos amorosos, com Ronaldo Bôscoli e César Camargo Mariano. Assim como sua forte personalidade, temperamento explosivo e sua relação de pânico com a ditadura militar.

No papel central está Andreia Horta, que apesar de não cantar no filme, fez uma intensa imersão na vida da cantora e assim ser capaz de reproduzir os trejeitos Elis. A preparação que durou três meses, das 9h às 17h, rendeu a atriz o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Gramado deste ano. “Andreia tem mesmo uma performance digna de prêmios, com essa personagem e uma performance arrebatadora. ”, elogia Prata.

A trajetória de Elis como interprete se deu em meio ao auge da ditadura militar. A cantora, que viu amigos sendo torturados e exilados, vivia em constante temor por sua família. Na época, seus filhos eram pequenos. E esse receio de não saber o amanhã a deixou fragilizada, como relata o cineasta Carlos Prata, responsável pelo longa.

Prata, que tem uma longa história na MTV Brasil e estreia como diretor, diz ter sido cuidadoso ao escolher momentos delicados da vida da cantora: “Ela só se envolveu com drogas nos últimos seis meses de vida. Foi um acidente, uma tragédia, e busquei dar o tratamento que isso pedia.”. A cantora morreu precocemente em janeiro de 1982, aos 36 anos.

O longa ainda conta com a participação dos atores Caco Ciocler, César Camargo Mariano e Gustavo Machado, Ronaldo Bôscoli.

Clique aqui para saber os locais e horários em que o filme estará disponível.

Fonte: Metro Jornal/ Por Ana Paula Tinoco

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