A sonância é imortal

A sonância é imortal

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Foto: Artur Rocha

A música é talvez a forma mais profunda de se comunicar, com ela podemos sentir a essência da alma e expressar sentimentos que outrora não seriam possíveis somente pelas palavras. Música é ritmo de uma roda de capoeira, batuque dos tambores africanos, ela é corda de um violino ou violoncelo, voz lírica do tenor Pavarotti, rimas do rap, protestos do rock, música é a graça da bailarina, ritmo dançante de James Brow, romantismo de Ed Sheeran que enamora casais. Música dita a vida, música é vida.

A cada época surge um cantor, uma música, uma batida, um som. Alguns passam rapidamente, são de momentos e marcam aquele instante, mas há sons, musicas e cantores que conseguem mais que isso. Eles se transformam em reis e rainhas, e transmutam o tempo, tornam-se referência de seguimento, inspiram uma nova tribo, suas letras parecem transcender a eternidade.

O tempo leva a voz, mas a melodia que é cantada e tocada por quem se sentiu inspirado fica, permanece. No cenário da musica temos diversas pessoas revivendo o que foi levado pelo tempo. Entrevistei duas bandas que revivem o passado se apresentando em casas de shows, bares, e outros diversos lugares. A banda Uai Pode toca sons que marcaram os anos 60,70,80, já a  Banda Killjoy escolheu anos 2000 em diante para fazer parte do repertório.

Banda Uai Pode

Como surgiu a banda? Quem influenciou vocês a formarem um grupo de música?
Influência da família. Já tocamos em outra banda e por divergências separamos e formamos a Uai Pode.

Quem são seus ídolos? Quem é referência na musica para a banda Uai Pode?

Os Beatles, Pink Floyd, Legião Urbana, Elvis Presley, Lulu Santos. Estes e outros ícones da música, colocamos no repertório da banda. Então além de tocar musicas de nossa autoria, acrescentamos os grandes sucessos dos anos 1960 até 1990. Fica bem variado e divertido.

Quais as maiores dificuldades que a banda Uai encontra para tocar?
Se dividir entre o trabalho e a música nem sempre é fácil, tocar nos fins de semana e a noite. Trabalhar com dois empregos é ter duas vidas. O Mercado da música também passa por uma crise, não sei se só financeiramente, mas vemos os Shows ficarem vazios e o número de contratos diminuírem consideravelmente de uma época para cá.

Em quais lugares a banda se apresenta geralmente?

Casamentos, Bares, casas de shows. Hoje vamos tocar no Vinil, mas tocamos na Serra do Cipó (Panela de Pedra) e Bar Gilboa com bastante frequência.

Pensando no futuro, quais são os projetos da banda?

Nos inscrevemos em festivais e programas de reality Show, estamos aguardando sermos chamados. Neste segundo semestre estamos preparando também o lançamento do nosso CD.

Foto: Artur Rocha
Foto: Artur Rocha

@uaipode
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Banda Killjoy

Como foi formada a banda Killjoy? De quem foi ideia?

Iniciou com o término de outra banda. Chamamos uma baixista e um baterista para compor e iniciamos este projeto no começo de 2016, uma nova configuração de estilo para a banda.

Quais ídolos e  referências na música que a banda Killjoy toca?

Green Day, Michael Jackson, Red Hot Chili Peppers. Pop de 1990 até 2000 no geral, tudo que foi sucesso e marcou.

Lugares que a banda já se apresentou:

Matriz Casa Cultural, Park Rock Bar, Protótipo Bar e Festival São Rock Uai.

Quais são os planos e projetos da banda?

Não pensamos em longo prazo, sempre em médio e curto prazo. Nossa ideia é gravar nossas músicas e buscar apresentações em casas de shows maiores. O propósito da banda é tocar musica de 2000 para frente, pois são musicas que todos conhecem, musicas que nós ouvíamos em nossa adolescência.

Killjoy JPG -e
Foto: Artur Rocha

@bandakilljoy
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Matéria produzida pelo aluno do quarto período de jornalismo, Artur Rocha, na disciplina de Tidir/JOR2B.

 

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