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O colorido das flores chamou a atenção de quem passava pela Praça Sete, no centro de Belo Horizonte de 10 às 12h desta manhã. A mobilização do Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Infanto Juvenil, tem o importante papel de sensibilizar a população para a triste realidade. Para simbolizar o objetivo da campanha, foram distribuídos marcadores de texto e flores que demonstram a infância e a vulnerabilidade infanto-juvenil frente ao abuso e à exploração sexual. A Presidente da Amas (Associação Municipal de Assistência Social – Amas – da Prefeitura de Belo Horizonte) Rosalva Alves Portella comenta sobre a campanha.

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O grupo de dança King´s Kid (Jocum Contagem) atraiu o público com apresentações teatrais e danças que expressam a realidade da vida de crianças que muitas vezes deixam passar despercebida a grave situação.

A campanha foi realizada em conjunto a Associação Municipal de Assistência Social – Amas -, da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal Adjunta de Assistência Social e da Rede de Proteção à Criança e ao Adolescente, (por meio das Comissões Operativas Locais do Programa de Ações Integradas e Referenciais de Enfrentamento à Violência Sexual Infanto Juvenil – PAIR). A Presidente da Amas fala sobre a escolha do local, “A Praça Sete é o centro de Belo Horizonte, o coração que pulsa, e a expansão disso é bem maior”.


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Muitas pessoas tiveram a oportunidade de presenciar as atrações da campanha e entenderam o intuito. “É muito importante, ainda mais pra quem é pai de família e tem criança, porque a gente vê pedófilos, funcionários de creche e outros fazendo covardia com crianças e isso corta muito o coração da gente”, afirma Joaquim Barbosa. Sua esposa Maria de Lourdes complementa, “As crianças são muito importante nas nossas vidas, temos que protegê-las de todas as formas”.

A campanha não termina por aqui. A Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais convida para o debate público com tema: “Enfrentamento à violência contra Crianças e Adolescentes: monitoramento e avaliação do Plano Estadual, realizado no dia 23 de maio de 8h30 as 15h no Teatro ALMG.

Rua: Rodrigues Caldas, 30
Bairro: Santo Agostinho – Belo Horizonte – MG

Texto: Thaline Araújo

Foto: Andressa Silva

Áudio: Raphael Jota

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Na região Centro-Sul, a circulação de carros e a procura por vagas para estacionar é grande. Com a movimentação intensa, os lavadores de carros e os chamados “flanelinhas” aproveitam para complementar a renda e faturar uma grana a mais no final do dia. Renato Silva é credenciado pela Prefeitura de Belo Horizonte e trabalha na Rua Bernardo Guimarães, entre os quarteirões da Rua da Bahia e Avenida João Pinheiro.

Silva se mostra insatisfeito com a atitude de algumas pessoas que passam pela região e o desrespeito em relação às vagas para deficientes físicos. “A população não respeita a lei, muitas pessoas que não tem nenhuma deficiência usufruem da vaga na maior cara de pau, acho que é necessário uma maior fiscalização por parte das autoridades”.

Outro problema enfrentado por esses tomadores são os chamados “toreros”, pessoas não credenciadas que acabam ocupando o local de trabalho dos licenciados pela Prefeitura. De acordo com Assessoria de comunicação PBH os “toreros” são inspecionados pelos fiscais da Prefeitura junto com a Polícia Militar, presos e multados de acordo com a área em que estão atuando, por exemplo, dentro da área da Av. Contorno o valor da multa é R$ 1.500 fora da área R$1.200.

O cadastro para lavadores e tomadores de conta de carros é feito por meio de cadastro online, mas o site, atualmente, está em manutenção. No entanto, o cadastro pode ser feito na regional centro-sul, localizada na Rua Tupis 149, ou pelo telefone: 3277-4926. Os interessados devem levar: carteira de identidade, CPF, comprovante de endereço e algum documento que prove que está em dia com a Prefeitura.


Por: Thaline Araújo

Foto: Débora Gomes

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A pouco mais de três semanas para as eleições, as campanhas intensificam-se na região da Savassi. Os candidatos apostam em tudo: estandes, panfletos, placas e carros de som. Porém, a grande quantidade de informação confunde um pouco o eleitor, além da poluição sonora e visual. “As campanhas eleitorais se misturam e a gente fica sem saber o que ouvir, pra que lado olhar”, diz a dona de casa Maria Aparecida Souza, 45.

Além dos carros de som tradicionais, alguns candidatos apostam também em carros miniatura. “Ele pára uns 10, 15 minutos em um lugar e continua rodando nas ruas”, diz Carlos Sérgio, referindo-se a um mini caminhão, que toca o mesmo hino político, repetidas vezes e sem parar. “As músicas são as mesmas”, completa o “motorista” do caminhão. Do outro lado da rua, mais campanha. Numa tenda, funcionários entregam panfletos e adesivos em um mini comitê, que funciona de 8h às 19h.

As campanhas, principalmente as sonoras, desagradam os moradores, como é o caso da estudante Aline Moreira, que afirma encontrar dificuldade nos estudos, por causa do barulho: “Fica difícil concentrar em alguma coisa, com esse barulho bem debaixo da minha janela”, completa a estudante. Os trabalhadores, no entanto, afirmam que as campanhas são autorizadas pelo TER (Tribunal Regional Eleitoral), tanto as sonoras, quanto as visuais.

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Por Débora Gomes e João Marcelo Siqueira

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Lição de vida e bom humor são as palavras chave do livro “Na minha cadeira ou na sua?”, da publicitária Juliana Carvalho, lançado pela Editora Terceiro Nome. O livro é uma autobiografia, que traça um paralelo entre as experiências da autora antes e depois da cadeira de rodas, ressaltando as mudanças e as dificuldades que os cadeirantes enfrentam hoje no país.

A autora tem um papel atuante no movimento de pessoas com deficiência. Além de dois blogs na internet, dirigiu um curta-metragem e apresenta um programa exibido na TV Assembléia do Rio de Janeiro.

O livro de Juliana Carvalho foi lançado no Rio de Janeiro dia 08 de abril e em São Paulo dia 12. O lançamento em Minas, será hoje, às 19:30 hrs na Biblioteca Pública Luiz de Bessa.

O lançamento

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Com exclusividade, Juliana Carvalho fala um pouco sobre o lançamento do livro e suas experiências. Na noite de quinta- feira (15/04) não faltaram sorrisos, amigos e um toque de perseverança e aprendizado.

Confira abaixo a entrevista:

Nas leis

Na Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989, Art. 1º § 2º “As normas desta Lei visam garantir às pessoas portadoras de deficiência as ações governamentais necessárias ao seu cumprimento e das demais disposições constitucionais e legais que lhes concernem, afastadas as discriminações e os preconceitos de qualquer espécie, e entendida a matéria como obrigação nacional a cargo do Poder Público e da sociedade”

Na área das edificações: ”a adoção e a efetiva execução de normas que garantam a funcionalidade das edificações e vias públicas, que evitem ou removam os óbices às pessoas portadoras de deficiência, permitam o acesso destas os edifícios, a logradouros e a meios de transporte”.

Além de leis na área da educação, saúde, recursos humanos e edificações são necessárias mais informações à sociedade, que ainda tem alguns preconceitos. Os locais públicos não vêem os deficientes como consumidores: “Mudanças simples nas construções já contribuiria para o acesso dos deficientes” conta Renata de Oliveira.


Por Débora Gomes e Camila Sol

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Poesia, doçura e a descoberta da oitava maravilha do mundo rechearam a tarde na Praça da Liberdade. Com graça, Adir Affa Rievrs, 38, usava as palavras certas e abordava pessoas na Praça, oferecendo poemas ao gosto do público. O ator e poeta, permite que cada pessoa escolha o tema da poesia e em troca abre o baú e revela qual, segundo ele, é a oitava maravilha do mundo: “Brigadeiros feitos com a mesma graça com que faço minhas poesias”, conta.

Tudo começou em 2005. Rievrs era estudante da escola de teatro do governo ‘Arena Cultural’, e para ganhar um dinheiro extra, juntou-se a uma amiga para vender brigadeiros. Surgiu então, a idéia de se vestir de palhaço e em vez de passar o chapéu para conseguir dinheiro, abria o baú e oferecia doces. Hoje, ele trabalha sozinho e vende brigadeiros na Praça da Liberdade e na UFMG, levando versos e sorrisos para as pessoas que cruzam seu caminho.

“Quando o palhaço não sai de casa, quem sai é o poeta”, conta Rievrs sorrindo, fazendo das ruas seu palco aberto.

Confira abaixo a poesia de Adir Affa:

Por: Débora Gomes

Foto: Camila Sol

Arte e poesia se uniram e resultaram no projeto Bordando Poesia, uma iniciativa de 18 bordadeiras de Contagem, MG, que juntas, desenvolveram livros com poemas próprios e salmos, tudo bordado à mão.

A exposição despertou curiosidade e encanto aos visitantes. A dona de casa e também bordadeira Sonia Barbosa, de Sabará, MG, se encantou com o trabalho exposto: “Bordando a vida, esquecemos as tristezas! É assim que passo meus melhores momentos.”, disse sorrindo.

Quem quiser conferir, a exposição ficará no segundo andar da Biblioteca Pública estadual Luiz Bessa, na rua da Bahia, 1889, bairro Lourdes até amanhã, 31 de março.

Por: Débora Gomes

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