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Para diminuir riscos de acidentes e transtornos envolvendo pedestres e veículos, três grandes árvores foram suprimidas, na rua Aimorés, entre as ruas Alagoas e Sergipe, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. O corte das árvores foi feito na tarde da quarta-feira (15) devido ao sério risco de queda.

De acordo com a assessoria da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), a supressão ocorreu após avaliação feita por engenheiros da Gerência de Jardins e Áreas Verdes. No entorno da Catedral Nossa Senhora da Boa Viagem, onde ás árvores foram cortadas, muitas outras são podadas frequentemente.

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Por meio da Regional Centro-Sul, a prefeitura informou que a manutenção da arborização é feita rotineiramente, com base em laudos técnicos. No primeiro trimestre deste ano, apenas na região Centro-Sul, foram realizadas 1.091 podas e 142 supressões. Quanto a novos plantios, foram 961.

O mapeamento de árvores realizado pela Gestão Ambiental da PBH, considera a localização e o estado de saúde das árvores da capital, e ajuda nesse tipo de prevenção. O projeto que está em processo de expansão, tem apenas o documento da região Centro-Sul completo, que é o inventário mais avançado.

A motorista, Erica Lourenço, 30 anos, se sente protegida com esse tipo de prevenção. “Acho válido cortar, não só pelos carros, mas pela nossa própria segurança, porque as árvores vão envelhecendo e os galhos podem cair, então, é uma prevenção para os motoristas e para os cidadãos que caminham por aqui.

Texto e fotos: Victor Barboza

Prevenção de acidentes de trânsito e afogamentos, são o foco da ação do Corpo de Bombeiros para o feriado de Corpus Christi, a ação teve início hoje, 29, às 14h e término previsto para o dia 2, de junho, mobilizando 700 profissionais, 90 viaturas e dois helicópteros que estrão de prontidão para transporte das vítimas de acidentes graves.

“Estamos em um período de chuvas e é preciso maior atenção do motorista, principalmente nas ultrapassagens.”, alerta o Capitão do Batalhão de Operações Aéreas, Petterson Monteiro. No dia de hoje, já houveram ocorrências de quedas de árvores e acidentes de carros em decorrência da chuva, de acordo com o twitter do Corpo de Bombeiros, 21 ocorrências já foram registradas.

Foram implantados 60 pontos de base nas proximidades de locais com maiores índices de acidentes, na região metropolitana de Belo Horizonte os bombeiros estarão de prontidão na MG 356, BR040, Anel Rodoviário, Rodovia Fernão Dias, BR 262, BR 381, MG 10 e MG 424, segundo o Capitão falhas humanas ainda são responsáveis por grande parte dos acidentes.

No último ano a operação Corpus Christi registrou nas rodovias estaduais um saldo de 6 mortos e 12 feridos , nas rodovias federais foram registrados 11 ocorrências de vítimas fatais e 59 feridos. Para prevenir as ocorrências de afogamento equipes de mergulhadores e salva vidas estarão de prontidão em lagoas e áreas de lazer orientando frequentadores e resgatando possíveis vítimas, que no último anos teve um saldo de 10 vítimas fatais.

Por: Gabriel Amorim e Juliana Costa

Foto: Zênio Souza

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Cordas amarradas nos troncos das árvores, folhas ao chão, madeiras já arrancadas e escadas chamam a atenção das pessoas que passavam pela área da cantina do Instituto de Comunicação e Artes, do Centro Universitário UNA. Os olhares fixos para o alto e a concentração de três funcionários da Biosfera – assessoria e consultoria ambiental demonstram cautela. Em cima de uma árvore outro funcionário é o responsável por cortar o abacateiro e podar a mangueira.

A iniciativa foi uma medida preventiva, porque o abacateiro trazia riscos para alunos, funcionários, professores e visitantes. “O abacateiro estava tombando em cima do telhado da cantina e a gente ficou com medo, de que depois de algum temporal ele acabasse caindo, causando prejuízos financeiros e até mesmo por risco a vida dos colaboradores e alunos da UNA”, explica a responsável pela infraestrurura do instituto, Regiane Zanete.

“Verificamos, também, que o abacateiro estava ficando oco na parte de baixo. Contratamos esta empresa para realizar a supressão desta árvore e a poda da mangueira”, afirma a responsável pela infraestrutura. De acordo com Regiane Zanete em termos de benefício pode-se dizer que vai diminuir a sujeira com as folhas, e, muitas vezes o susto pela queda de frutos no telhado da lanchonete.

Carro da Empresa contratada
Carro da Empresa contratada

O ecólogo e Técnico Ambiental, Edgar Amarante, informa que o trabalho de retirada do abacateiro levará dois dias para ser concluído devido ao estado da árvore. “Há necrose, podridão na base do tronco principal, inclinação direcionada para o telhado, tensão no tronco, e trincas no piso”, explica.

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Técnicos durante o trabalho

De acordo com o diretor do ICA, Lélio Fabiano, um biólogo fez os estudos necessários para conseguir as licenças da Prefeitura. “É preciso uma licença dos órgãos competentes”, destaca. “Estamos deixando as mangueiras que não trazem riscos, mas estão sendo podadas, porque como estavam poderiam vir a trazer riscos, é um motivo preventivo”, conclui.

Ainda segundo o diretor, o corte das árvores dá um pouco mais de arejamento ao local. “Não fizemos por causa disso, mas fazendo a gente vê algum beneficio, a luz do sol é sempre uma coisa saudável”.

Confira as fotos

Por: Anelisa Ribeiro e Bárbara de Andrade

Fotos: Duda Gonzalez

Ao longo da Rua da Bahia há uma série de árvores cujos galhos estão emaranhados aos fios de alta tensão e transformadores dos postes deixando a rede elétrica vulnerável. Comerciantes e moradores da região temem, por circunstância das chuvas, que as árvores caiam provocando transtornos. “Um galho pode cair ou quebrar, quando estiver chovendo, e resultar em um curto-circuito”, afirma a moradora Poliana da Silva.

“Isso aconteceu no ano passado, uma árvore caiu na Av. Augusto de Lima e toda região ficou mais de duas horas sem luz, tive até que fechar o estacionamento, as escolas dispensaram os alunos”, relembra o manobrista Hailton Silva Santos, 32, que trabalha na Rua da Bahia, há dez anos. Ainda de acordo com Santos, durante todo esse tempo trabalhando no local, testemunhou poucas vezes a prefeitura realizando podas nas árvores. “É muito descaso da prefeitura. Por que eles não plantam árvores menores? Sou a favor da natureza, mas a poluição sufoca a natureza, as árvores crescem apertadas no meio da rede que, em caso de chuva, pode ficar danificada”, afirma.

A Prefeitura de Belo horizonte (PBH) informou que poda, recolhimento de galhos, corte ou plantio são serviços que devem ser solicitados, pela população, presencialmente ou pelo telefone 156.

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) responsável pela manutenção das redes elétricas informou que criou, em parceria com a PBH, o Programa Especial de Manejo Integrado de Árvores e Redes (Premiar) com o objetivo de encontrar soluções que compatibilizem meio ambiente e rede elétrica. “Para realizar os serviços de manejo de arborização, a Cemig conta com arboristas especializados em sistemas elétricos. Essa equipe é formada por profissionais de nível superior com formação em engenharia florestal ou agronomia sendo responsável por garantir o melhor convívio entre as redes de distribuição de energia elétrica e a arborização urbana”, explica comunicadora da gerência de comunicação e relacionamento com a comunidade, Raquel Jorge.

Em relação aos planos futuros para que essa relação da natureza e redes elétricas deixe de ser um problema, Raquel Jorge informou que o Premiar atua na troca de redes de distribuição, de acordo com a indicação dos arboristas, ou seja, a troca de redes nuas por redes protegidas ou isoladas. “Essa é uma das ações do programa quando é constatado que existe grande concentração de árvores em bom estado e que, com a troca da rede, será possível compatibilizar o convívio harmônico com as árvores”, explica. Dessa forma o problema seria sanado evitando acidentes como curto-circuito e queima de eletrodomésticos, interrupção no fornecimento de energia e riscos para pessoas.

A substituição das redes aéreas pelas subterrâneas também seria uma solução, embora mais cara e complexa para o problema, mas, de acordo com Raquel Jorge, os estudos feitos para esse tipo de substituição avaliam critérios técnicos, econômicos, legais e ambientais e sua aplicação está associada principalmente a garantia da prestação dos serviços e na revitalização das áreas centrais dos grandes centros urbanos, condomínios residenciais e cidades históricas.

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Em frente à Igreja de Lourdes

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Galhos misturam-se aos fios na Rua da Bahia

Por Danielle Pinheiro

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Na Rua Gonçalves Dias esquina com Av.João Pinheiro, pedestres convivem com obstáculos. Para os transcendentes a calçada perde espaço para árvore. Ela está ocupando metade do passeio, tomando conta também do poste de iluminação. A circulação no local é ativa, a árvore se faz uma decoração despercebida aos que ali passam, muitos só a percebem quando são obrigados a desviar de galhos e folhas e os mais desligados só a notam quando esbarram em seus galhos.

Após procurar os responsáveis pela limpeza e organização das vias públicas da cidade, foram constatadas grandes dificuldades na obtenção de informações, sobre possíveis protocolos para uma futura poda.

Ao entrar em contato com a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, pelo telefone 156 opção 7/8 disponível no site https://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/, fomos direcionados ao atende responsável. Que passou as seguintes informações:

– O agente, comparecerá em até 10 dias úteis após aberto à reclamação para a vistoria do local;

– Após a avaliação do agente responsável pelo meio ambiente, só são tomadas as próximas providencias se constatarem a necessidade da poda;

– Após a vistoria, vendo a necessidade de poda ou corte da árvore, dentro de 45 dias úteis o agente retorna com os funcionários da Prefeitura para efetuar a poda.

A cena se repete na Rua da Bahia, onde uma árvore ocupa espaço da travessia na faixa do pedestre. Confira as fotos abaixo:

( Sequência mostra pedestre desviando da árvore na rua Gonçalves Dias esquina com Av. João Pinheiro )

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(Pedestre e semáforo  cobertos pelos galhos  e folhas da árvore na rua da Bahia)

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Por Ana Paula S. Paiva e Iara Fonseca
Fotos Ana Paula S. Paiva