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Vamos começar a semana com música? Segue a nossa penúltima banda do Almanaque de Bandas Independentes de BH, produzido pela jornalista Bianca Morais. 

PAPA BLACK

Amigos da Duetê e com um produtor que entende da indústria musical em Belo Horizonte, está a Papa Black.

Se você já foi ao Major Lock (casa noturna de Belo Horizonte frequentada por jovens), talvez você os conheça por Black n’ Yellow.

Frequentadores do lugar que serviu de primeiro palco para grandes bandas de BH como Skank, Jota Quest, Tianastácia e Lagum, os amigos Ítalo Martins, Guilherme Saffran, Hiago Dias e Gabriel Alonso, o Popota, sentiam falta de um show ali que não fosse um cover de banda de rock antiga. Foi então que tiveram a ideia:

“Vamos formar uma banda e começar a tocar no Major Lock”

Tendo em vista que eram amigos de promoters da casa, viram ali a oportunidade de mostrar o som da Black n’ Yellow para o público belorizontino.

A banda tinha esse nome porque, segundo o vocalista Ítalo, a banda “tinha dois pretinhos: eu e o Popota e dois loirinhos: o Hiago e o Saffran”. Preto e Amarelo, Black n’ Yellow.

Hiago foi o primeiro a deixar a banda por motivos de trabalho. Amigos de longa data, Ítalo não queria que ele sumisse dessa maneira da história da banda e o convidou para produzi-la.

Com Hiago assumindo o papel de produtor, a Black n’ Yellow passou a se profissionalizar, correr atrás de show e de uma formação maior da banda.

A banda

A primeira formação começou com o Ítalo no vocal, o Hiago e o Saffran no violão e o Popota no Cajon. Era uma banda descontraída de amigos, que tocava em alguns rolês para animar a galera.

Para se profissionalizar, após a saída do Hiago, a banda precisava de um guitarrista e um baixista. O Popota tinha um amigo, o Fábio Fuly, que iria comprar um baixo. O Ítalo virou para o Popota e falou:

“Beleza, manda 25 músicas para ele aprender a tocar.”.

O Fuly chegou no dia do show cheio de papel de partição embaixo do braço. Entrou no palco, tocou com a banda e dali não saiu mais.

Ok, agora precisavam de uma guitarra. O Ítalo tinha um amigo de escola que tocava, o Lorenzzo Antonini.

“Cara, quer entrar na minha banda?”

“Quero”.

Pronto. Mais um integrante.

O Popota saiu.

O Luqui entrou na bateria, substituindo o Cajon. Depois acabou saindo também, entrando no seu lugar o Yuri, que também saiu. Por fim, apareceu o Caio Plinio, primeiro baterista oficial da Papa Black. Os outros eram apenas freelancers.

Nesse meio também teve a Júlia, que trouxe a voz feminina para a banda durante um tempo.

O então advogado/músico Lorenzzo Antonini foi seguir a carreira de advocacia e deixou a banda. No seu lugar entrou Artur Santos, Tuts para os íntimos. O Artur, assim como o Hiago (já produtor da banda), produzia eventos. Em um ou dois shows da Papa Black em que o Hiago não conseguiu aparecer, o Artur foi no lugar dele, conheceu a banda, se apaixonou e quando a vaga do Lorenzzo apareceu, não restaram dúvidas, era a vez do Tuts assumir esse lugar.

Na formação atual também tem o João, tecladista e Cassio Santos, o percussionista.

É possível perceber que as entrevistas de emprego para uma vaga na Papa Black não são muito difíceis, porém as vagas já acabaram.

A Black n’ Yellow começou sendo uma banda de amigos que queriam tocar Natiruts, Rael e Gabriel, o Pensador no Major Lock. Através da influência das músicas que tocavam, foram montando uma identidade e a vontade de se profissionalizar e fazer um trabalho autoral foi crescendo.

Por que contei toda essa história da formação?

Porque quando os meninos deixaram de ser a Black n’ Yellow para ser a Papa Black eles tinham um objetivo claro: se profissionalizar. Deixar aqueles 200 reais em consumação no bar do amigo no passado e voar alto. Acontece que em uma banda, nem sempre todos estão na mesma sintonia. Quando você quer deixar a “parada mais séria”, quem está ali só por diversão acaba ficando para trás. E mais uma vez, isso não é um problema. A amizade prevalece, mas em determinado ponto da caminhada para o sucesso é necessário abrir mão, por exemplo, de cachê, que passa a se tornar caixa para a banda. Entre outras mudanças, definir prioridades que, só quem quer seguir esse novo rumo, topa.

O ano de 2019 foi de transição para a banda, começando 2020 trabalhando mais forte. Com novos lançamentos, mas ainda tocando covers no repertório. Afinal, para uma banda ser atrativa para contratantes, precisa de um cover, mas tudo isso com o objetivo fixo de criar caixa para produção do material autoral que tanto almejam.

A mudança de nome

Se a primeira coisa que lhes vêm à cabeça ao escutar “Black n’ Yellow” é a música do Wiz Khalifa, não é só na sua, é no search do Google também. Digita lá esse nome e aparece a versão original, a versão ao vivo e vários covers.

Nome de banda já é algo complicado, mas quando ela tem o mesmo nome de uma das músicas mais famosas de um rapper americano, parece até auto sabotagem.

E eles perceberam isso. Não dava para competir com a canção, então era necessário encontrar um novo nome.

O nome, além de tudo, ainda era difícil de escrever, ninguém conseguia marcar @blacknyellow nas redes sociais bêbado na balada. Quando os meninos estavam no Uber e contavam que tinha uma banda, o motorista perguntava o nome e ao escutar a resposta, a primeira reação era: “o quê?”

Os flyers de evento com o nome errado.

Mudar era necessário e urgente. A banda estava com o lançamento do EP marcado e não tinham um novo nome e não queriam lançar com o antigo.

Foi em uma tarde, na praça do Papa, que o Ítalo (o que menos concordava com a mudança de nome, muito apegado o garoto) soltou um: “por que a gente não chama Papa Black?” Papa, porque é um dos lugares mais notórios de BH e um dos favoritos dos garotos, e Black, para não perder a identidade que carregaram por tantos anos.

O primeiro EP então foi lançado em Março de 2018, já com o novo nome da banda: Papa Black.

A Papa Black

Ítalo, o furacão, nunca consegue passar despercebido em lugar nenhum. Um verdadeiro vocalista, com presença de palco e estrela na testa. Gosta de holofote e é um cara muito emocionado.

O Saffran, junto com o Ítalo, é o integrante mais velho da banda e traz calmaria para a energia que o amigo tem.

Fuly, rapaz peculiar, sabe dar informação de tudo, desde medicina forense até astrologia, gosta de um forró e de um Led Zeppelin.

Caio, o maestro. Internamente acabou assumindo a função de produtor artístico, conteúdo teatral e trouxe o show business para a banda.

O Cassin traz a swingueira com toda a sua percussão.

Artuzin é o mais novo da banda e mais empolgado. O João, o amigão. E o Hiago, o paizão.

Junta esses oito garotos, muito pop, muito rap e muito reggae. Se antigamente se rotulavam somente dentro de um determinado som, como reggae music ou rap, hoje a Papa Black quebra essa crença e coloca de tudo na sua música.

O Ítalo é um cara de momento e vemos isso claramente nas composições da banda. Com muito freestyle e improviso, quando a ideia vem na cabeça ele bota para fora, sem muito planejamento.

A maioria das músicas da Papa Black nasceu dentro do estúdio. Enquanto os músicos chegam com a estrutura harmônica, o Ítalo compõe a letra na hora da gravação. Com ele não tem aquele negócio de “gosto de ir para o campo escutar os pássaros e tomar um café coado pela avó”. Com ele é energia o tempo todo, o garoto é ligado no 220v.

Falando Mercadologicamente:

Muitas bandas que passaram por este almanaque têm contratos com distribuidoras de música que os ajudam a espalhar seu som e fazer com que cheguem a mais pessoas.

Pois bem, a Papa Black também trabalha com uma distribuidora, a Sony.

Sim, a Sony, a famosa gravadora que também oferece contrato de distribuição de música para artistas em ascensão, e um desses exclusivos artistas são eles, a Papa Black. A música Procê foi lançada em parceria com eles e deu um resultado muito positivo.

A Papa Black, como todas as outras bandas desse almanaque, começou como uma banda independente. Há diversas concepções técnicas para conceituar “música independente”, mas informalmente falando, podemos entender o termo “independente” como uma produção autônoma que, geralmente, não possui financiamentos da indústria musical e cultural por trás. Mas a Papa Black, em um determinado momento, cresceu e precisou sair dessa independência e, de certo modo, amadorismo.

A Sony, com todos seus contatos, consegue levar seus artistas a playlists com milhares de seguidores. A gravadora trabalha com diversos tipos de contratos para bandas. A Daparte, banda que falaremos em seguida e gerenciada pelo mesmo produtor da Papa Black, também tem um contrato com eles, porém um pouco diferente, no caso deles é investido dinheiro.

Para fins de curiosidade, a banda Lagum tem o contrato 360, que é o contrato artístico onde a Sony banca tudo.

Enfim, quando a Papa Black decidiu se profissionalizar, eles não estavam de brincadeira. O Hiago, produtor, faz a mesma função da Cris da Duetê, que é a de ser alguém de fora atuando dentro da banda para ajudá-los a perder um pouco da visão artística e pensar na visão mercadológica.

Produção de conteúdo de qualidade em estúdios e reverter cachê em produção de música e clipe. O público está acostumado a receber conteúdo de todos os lados e, com certeza, aquele com maior qualidade irá atrair mais.

Ao longo dessa caminhada, a antiga Black n’ Yellow começou sendo uma banda cover e percebeu que, em um determinado momento, se saturaram de cantar músicas dos outros e queriam mostrar ao mundo o que era deles. Uma banda cover raramente vai sair da sua cidade natal porque, afinal, se for para contratar uma banda que toca músicas de outros artistas, os contratantes encontram-se na própria cidade. A Papa Black queria mais.

Enfrentaram dificuldades ao querer mostrar seu trabalho autoral na sua cidade, mesmo em se tratando da capital mineira. O perfil do contratante da própria cidade é querer uma banda cover para animar a galera. Perderam nisso, mas ganharam muito mais.

Fizeram uma música teste lá em 2017, quando a Júlia estava na banda. “Não dá mais” ainda é a música com mais plays nas plataformas de streaming. Viram resultado e investiram mais. O EP veio. Confira Tulipas no Spotify.

Papa Black é uma banda com visão de mercado, mas também com visão de parceria. Acreditam fielmente que o cenário das bandas independentes de Belo Horizonte não é de competição, mas de trocas. Um ajudando o outro, no final todos só tem a ganhar. Tem lugar para todo mundo, caminhando lado a lado, de forma democrática, abrindo espaço para todos tocarem e apresentarem seus trabalhos. Há uma valorização mútua. Apoie sua cena local. 

 

*Esse produto resultado do Trabalho de Conclusão de Curso do Centro Universitário Una da Jornalista Bianca Morais.

 

No meio musical ou literário nós nos encontramos em um tempo que criar algo novo é praticamente impossível. Para tentar contornar o que já é conhecido autores e compositores tentam inovar suas criações misturando estilos já vistos antes. Esse é o caso da banda mineira Dolores 602, cada integrante possui uma influência musical e em busca de fazer um som que seja gostoso de ouvir elas criam suas próprias letras e arranjos musicais.

Elas não estão atrás de um rotulo musical só querem fazer música e se possível conseguir tirar algum ganho financeiro disso. O nome da banda possui várias histórias dentre elas, um “causo” que chegou ao ouvido delas: – Havia uma senhora que morreu e ela colecionava os potes dos remédios que ela tomava. Vasculhando a casa descobriram que ela tinha um caderninho com os nomes dos amantes que teve ao longo da vida. Eram 301 frascos e 301 amantes, ao todo 602 e o nome dela era Dolores.

Leiam na integra o bate papo que o Jornal Contramão teve com a Banda Dolores 602:

Como a banda surgiu?

Isabella: Eu e a Camila já tínhamos tocado juntas em duas outras bandas, de estilos bem diferentes, ai quando a última banda terminou estávamos a fim de formar outra. A gente sempre, tipo, querendo caçar confusão. E ai coincidiu da Camila conhecer uma pessoa, uma aluna dela indicou, disse que já conhecia uma menina que cantava e estava a fim de formar uma banda, ai apareceu a Débora e a Táskinha a tira colo, que já tocava com a Débora, ai combinamos um ensaio lá em casa no meio de 2010 e rolou.

Camila: Ficamos seis meses preparando o repertório e em fevereiro do outro ano, começamos a tocar. Foi no nosso tempo, só tínhamos o final de semana para ensaiar.

Isabella: Não tínhamos muita pretensão, no inicio só queríamos fechar um repertório cover para tocarmos.

Quando que começaram a trabalhar nas músicas do EP?

Camila: Uma no final de 2011, outra em janeiro de 2012, dai, há três meses surgiu outra, a gente começou a inserir elas no repertório, a gente viu que eles casavam com o repertório que cover que a banda tinha. Rodamos 2012 assim, 2013, ano passado, a gente foi pra São Paulo participar de um festival, e ganhamos o primeiro lugar, foi uma grande surpresa. Não acreditamos quando anunciaram o nome da nossa banda em 1º lugar.

Quem é a responsável pela composição e arranjos?

Camila: Eu acho que estamos nos descobrindo, essa resposta vai mudar.

Táskia: Mas por enquanto eu e a Camila.

Camila: As músicas que estão no EP são da Táskinha e do Miro, que é um amigo dela, parceiros de composição. Tem algumas minhas e tem uma que é da Luiza Brini e da Raquel Dias.

Táskia: E tem a Nine Out Of Ten que é do Caetano Veloso.

Dolores 602: Os arranjos são feitos por todo mundo, durante os ensaios, uma da pitaco no da outra, a Débora sempre acha que deve por mais prato.

Quais as influências musicais da banda?

Débora: Acho que cada uma tem uma bagagem diferente. Taskinha está mais no Rock’ n’ Roll e no blues.

Isabella: Eu gosto de ouvir tanta coisa diferente! Gosto muito de Folk Rock, Axé, de Rock de tudo, acho que até as coisas que não gostamos acaba influenciando também, pelo menos alguma coisa você tira, pelo menos para não fazer igual. É difícil olhar assim pra trás e perceber o que influenciou, é uma mistura de tantas épocas diferentes da nossa vida.

Camila: E eu acho que o que a banda faz hoje não é buscando um estilo e nem é buscando referências para trás, não conscientemente, pelo menos. Vamos muito pelo som, queria que soasse assim, queria que causasse essa sensação. Eu acho que não tem muita essa coisa de estilo em primeiro plano, está lá na nossa vida, construiu a gente, mas nós vamos muito pelo som.

Quais os desafios de ser uma banda mineira?

Camila: Não somos música mineira. Eu acho que, depois de 30 anos de Clube da Esquina, está rolando uma estereotipia em Minas. Por exemplo, música do Espírito Santo é música que se faz no Espírito Santo. Música carioca é música que se faz no Rio de Janeiro, música do Mato Grosso do Sul é música do Mato Grosso do Sul e música mineira é Clube da Esquina, quando se fala música mineira, cunhou aquele estilo e ficou. Acho que às vezes isso limita. Existe uma cena muito efervescente, que é totalmente diferente disso. Lógico que não tem como não ter ouvido Clube da Esquina na vida e não gostado de algumas coisas ou de tudo, entende?
Nós somos uma banda mineira, pelo menos eu tenho muito orgulho de ter nascido aqui, mas acho que isso é uma coisa que a gente vai ter que lidar assim, não é música mineira, mas é música mineira. (Entendeu?)

Débora: Não é uma música mineira é uma música de Minas.

Quando as coisas passaram a dar certo para a banda?

Débora: Eu acho que deu certo a partir do momento em que falou: – É isso, vamos lá! Deu certo pra gente, gosto de estar aqui, gosto de fazer isso mesmo, adoro tocar com essas meninas e é bom pra caralho.

Táskia: Eu acho que deu certo quando colocamos um objetivo. Que ai as coisas começaram a caminhar. Acho que foi a partir de algumas reuniões que teve no ano passado, começamos a pensar o que queríamos para a banda e como artistas.

Curtiram o papo das garotas? Acessem o site da banda e realizem o download do primeiro EP da Dolores 602.
Vejam a nossa galeria de fotos da banda!

Foto e Texto por: Juliana Costa

Depois de uma pausa de quatro anos para se dedicarem à carreira solo, Paula Toller, George Israel e Bruno Fortunato voltam com o Kid Abelha na turnê Glitter de Principiante que tenta resgatar o brilho e vigor do início da carreira. O registro da turnê 2012, será feito nos dias 27 e 28 de abril, no Citibank Hall, no Rio de Janeiro.

O recesso de quatro anos causou a insatisfação dos fãs que, a todo o momento, pediam pela volta do Kid Abelha. O retorno se deu em setembro de 2010 numa apresentação do Brazilian Day, em Tóquio (Japão), a banda, também, percorreu o Brasil com o show Glitter de Principiante.

Sucessos

Há 30 anos, a banda não para de emplacar sucessos nas rádios. Sua primeira apresentação foi no palco do Circo Voador, em 1982, é uma das bandas longevas. Apelidada de “Fábrica de Hits”, o Kid Abelha coleciona 16 álbuns e suas suas músicas continuam atravessando gerações. “O tempo passou e as músicas do Kid Abelha continuaram a ser tocadas nas FMs, quando a moda do rock mais pesado passou. Paula também evoluiu como cantora. E eles têm um número recorde de hits”, avalia o jornalista, pesquisador de música e produtor musical, Rodrigo Faour.

As letras provocativas de Garotos, Como Eu Quero e Pintura Íntima marcaram uma maneira nova de compor, de acordo com George Israel, músico da banda. “É uma visão feminina, ácida e provocativa do sexo e do amor”, explica. As músicas são compostas em sua maioria numa parceria entre Paula Toller, a responsável pela letra, e por George Israel, que faz a melodia. “Eles já fizeram tanta coisa interessante que se quisessem apenas reciclar este repertório antigo, continuariam relevantes. Basta reouvir seu LP/CD de 1991, Tudo é permitido, um primor de repertório”, avalia Rodrigo Faour.

O sucesso em Belo Horizonte

A cantora Fernanda Abreu, no programa Por detrás da fama, do canal Multishow, declarou: “Todo mundo sabe cantar pelo menos cinco músicas do Kid Abelha”. O CONTRAMÃO foi a campo confirmar isso e saber dos belo-horizontinos  qual sua música favorita do Kid Abelha.

A estudante de Jornalismo, Perla Ester, gosta de todo o CD Pega vida. “Sinto uma sensação de liberdade quando escuto. O tema das músicas me faz pensar em juventude, liberdade de espírito, de ser você mesmo. Jovem que se apaixona, que não desiste de sua paixão (música Eu não desisto de você). Que está tentando ser ele mesmo e dar certo na vida (música Eu Tô Tentando), explica. “E gosto da banda por que amo a voz da Paulinha, é calma e doce”, explica a estudante.

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“O Kid Abelha foi uma banda que marcou muito a minha adolescência, minha juventude. Eu cantava todas as músicas que estavam nas paradas e até hoje, quando escuto na rádio ou em uma festa, são músicas que lembram uma época muito bacana da minha vida”. Piedra Magnani, coordenadora do curso de Jornalismo da UNA.

“Na Rua, Na chuva, Na Fazenda é a que mais gosto porque ela lembra minha infância. É uma música que quando era pequeno eu ouvia muito nas rádios, meus tios tinham discos e estava sempre ouvindo”, afirma o estudante de Jornalismo, Laércio Vagner de Almeida. O, também, estudante de Jornalismo, Bruno Maia, tem uma explicação interessante para a música Maio ser a sua preferida: “Porque é o mês do meu aniversário!”.

Segundo a Relações Públicas e Publicitária, Amanda Couto, o Kid Abelha faz parte das reuniões familiares. “Meu tio gosta muito e nas reuniões familiares sempre tem as músicas tocando ao fundo”, afirma. A música preferida dela é  Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda.

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Na praça da Liberdade: o engenheiro Welbert César da Veiga toca violão e afirma que a música Como eu quero e Te amo pra sempre são suas músicas preferidas. “Foi balada na época e não perde o perfil de antigamente”.

A estudante de Jornalismo, Jéssica Matias, tem um motivo especial por gostar da música Como Eu Quero. “A letra marcou muito o meu relacionamento e tem tudo a ver com minha personalidade. E é muito romântica”. Já o estudante de psicologia, Marcos Paulo Moreira, gosta da Música Pintura Íntima. “Ela me lembra momentos bons, com amigos, no Karaokê”, declara.

Leia a entrevista exclusiva com o instrumentista e compositor do Kid Abelha, George Israel, na edição 19 do jornal CONTRAMÃO.

Por Felipe Bueno e Bárbara de Andrade

Fotos reportagem: Bárbara de Andrade

Foto principal: Marcio Scatrut T4F