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O trânsito da região Centro-Sul de Belo Horizonte, passará por alterações no que diz respeito à circulação de veículos no bairro Lourdes, a partir desta quinta. A mudança faz parte de mais uma etapa do Mobicentro, projeto que visa a melhoria da mobilidade do centro da Capital, e que foi criado pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) em parceria com Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD).

Atente-se as mudanças: Ruas São Paulo e Rio de Janeiro fazem parte da mudança. Segundo a BHTrans, a instituição financeira AFD, por meio do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), disponibilizará R$ 50 milhões para o desenvolvimento de soluções integradas de engenharia de tráfego e de transportes, com foco nas condições ambientais das áreas que serão beneficiadas, ou seja, mais segurança e menos poluição.

A iniciativa visa transformar o Hipercentro em um ambiente mais seguro para os pedestres priorizando sua segurança, procura também, a melhoria do transporte para aqueles que fazem uso dos coletivos oferecendo boas alternativas para dispersão do tráfego de atravessamento e assim, organizar e atender o restante dos veículos para que o percurso dentro do Hipercentro seja feito com o menor percurso possível.

Essas intervenções começaram em 2013, sendo que ano passado as regiões alteradas foram as do Barro Preto, Praça Sete, Rua Curitiba, Rua dos Tupis e na Avenida Assis Chateaubriand.

Mapa ilustra as principais intervenções:

Mapa retirado: Metro Jornal
Mapa retirado: Metro Jornal

Reportagem Ana Paula Tinoco

Os 1,3 mil abrigos que serão colocados na capital mineira e eram esperados pela população começaram a ser instalados neste mês. Deste número seis deles se encontram na Avenida Afonso Pena. Há novas coberturas nos arredores da Praça Sete e duas em frente à sede da Prefeitura. O prazo de finalização do serviço foi estipulado para quatro anos, sendo que metade será colocada no primeiro ano e o restante nos três anos seguintes.

A iniciativa que parte da Prefeitura de Belo Horizonte e contará com o financiamento do Consórcio PRABH, que teve sua licitação aprovadatem como plano base  e objetivo trazer conforto para os usuários dos coletivos, trocar as coberturas danificadas, instalar abrigos onde não há e padronizar os equipamentos usados pela BHTrans.

A responsabilidade pela criação, instalação e manutenção dessas novas coberturas será da concessionária aprovada. Os novos abrigos serão mais modernos, mais confortáveis, com proteção traseira e lateral de metal vazado, têm uma capacidade 25% maior que os atuais e pontos energizados tanto para exploração da publicidade como para iluminação noturna (mais segurança) e com o nome do local onde está instalado. O direito ao uso desses espaços para publicidade será de 25 anos e o contrato prevê gastos investidos no valor de 30 milhões.

O diferencial está na proposta de que assim como o uso dos totens de publicidade, as empresas poderão gerar lucro com a oferta de internet nos abrigos. Ou seja, junto ao uso dos espaços publicitários os mesmos poderão ser vendidos a clientes e vistos por passageiros enquanto esses usarem a rede de wi-fi.

O Olhar da população

Pensando na iniciativa da BHTrans fomos às ruas conversar com quem faz uso desses abrigos para saber a opinião deles sobre essa novidade.

“Eu gostei, ficou ótimo. Mas, parece que vai ser ruim quando tiver chovendo. Não tem proteção é aberto vai molhar tudo. Mas, vamos esperar a chuva, falta banco, mas ficou bonito.” – Sueli de Fátima Silvera, Diarista.

“Eu não gostei. Primeiro, porque tenho certeza, foi muito dinheiro gasto aqui e para mostrar publicidade. Diminuiu a quantidade de bancos, se tem mais idoso eles vão ficar em pé. Essa placa deveria ter ficado na horizontal, igual era antes, ficou ruim porque agora para observar o pessoal tem que vir para rua.” – Ramon Antônio Pedrosa, assistente administrativo.

“O fluxo é muito grande e não condiz com o numero de pessoas. Antes a parada era mais funcional, utilitária. O antigo sistema era mais barato e melhor.” – Regina Azevedo, Produtora.

Reportagem: Ana Paula Tinoco/ Laís Brina

Foto: Ana Paula Tinoco

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Na próxima segunda-feira, 2, Dia de Finados, são esperadas aproximadamente 125 mil pessoas nos cemitérios municipais de Belo Horizonte. A Fundação de Parques Municipais (FPM), com o apoio de órgãos da Prefeitura Municipal, realizará um esquema especial para receber os visitantes.

Segundo a presidência da FPM, o trabalho vai oferecer tranquilidade e segurança aos cidadãos que visitarem seus entes queridos. Haverá reforço das Secretarias de Administração das Regionais Noroeste, Norte e Leste, BHTrans, Guarda Municipal e Polícia Militar durante o horário de funcionamento, das 7h às 17h.

No dia, serão fornecidas informações sobre transferências de titularidade dos cemitérios, alteração de dados e quitação de débitos, além de missas e tendas de saúde com medição de pressão e glicose. Os funcionários estarão disponíveis para orientar os visitantes sobre a localização de seus jazigos.

Mudanças no trânsito

De acordo com a BHTrans, além da operação especial no trânsito em torno dos cemitérios municipais: Bonfim, Consolação, Paz e Saúde, haverá um reforço no quadro de horários de algumas linhas. Informações sobre as alterações de itinerários e dos pontos de embarque serão colocadas no interior dos ônibus e nos pontos desativados. Faixas de tecido serão fixadas ao redor dos cemitérios para orientação dos motoristas.

Veja no site da BHTrans as operações para cada cemitério: https://migre.me/rWZ9h

Texto: Victor Barboza

Imagem: Prefeitura de Belo Horizonte

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As estações Venda Nova, Vilarinho, Pampulha, São Gabriel, Diamante e Barreiro foram fechadas nesta quarta-feira, 10, completando o terceiro dia da manifestação dos rodoviários em Belo Horizonte.

Os passageiros do transporte público enfrentam dificuldades para se locomoverem pela cidade. Pela manhã, muitas pessoas utilizaram transportes alternativos para chegar ao trabalho. Utilizar o carro próprio, pegar carona, táxi ou metrô foi a alternativa de muitos.

Para a universitária, Priscila Zavagli, 31, chegar ao trabalho foi um desafio. “Ontem e hoje, nenhuma das linhas que posso pegar pra trabalhar está rodando normalmente. Eu precisei apelar para carona do namorado pra ir trabalhar”, relatou a estudante.

O Jornal Contramão entrou em contato com o Sindicato dos Rodoviários de Belo Horizonte e Região. Segundo o órgão, havia uma reunião agendada para ontem, 9, o que não aconteceu. De acordo com a categoria, não existe nenhuma negociação aberta pela BHTrans, e a greve vai ser mantida até que seja aberto um diálogo.

Os rodoviários alegaram não terem recebido a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) Segundo eles, hoje, 10, a paralisação atingiu as estações e não se sabe a quantidade de linhas que vão aderir à paralisação no decorrer do dia e nem os pontos da cidade que serão atingidos pelo movimento grevista amanhã, 11.

Em nota, a BHTrans disse ter implantado um plano de contingência, direcionando os usuários da Estação São Gabriel para o metrô ou para as demais linhas diametrais. De acordo com a empresa, a Estação Venda Nova e algumas linhas alimentadoras continuam levando os usuários até a Estação Vilarinho, de onde também podem utilizar o metrô. Na volta para casa, ao chegar de metrô nas Estações São Gabriel e Vilarinho, os usuários devem pegar linhas alimentadoras no entorno dessas estações.

No caso da Estação Pampulha, a companhia informou que algumas linhas alimentadoras saem do Bairro e continuam seguindo direto até ao Centro. Na volta para casa, para pegar a linha alimentadora no Centro em direção ao bairro, os usuários devem embarcar na Rua dos Guaicurus, entre as ruas São Paulo e Curitiba.

 

Texto: Victor Barboza e Raphael Duarte

Fotos: Victor Barboza e Tiago Aredes

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Os serviços oferecidos pelos taxistas vêm sendo fundamentais para a população devido a sua praticidade na hora de chamar um táxi. A BHTrans, uma das empresas responsáveis pela mobilidade e transporte na Capital, preza pelo melhor atendimento envolvendo esse sistema de locomoção. Os avanços tecnológicos e os cursos ofertados pela empresa vêm sendo um dos maiores investimentos feitos em prol dos taxistas e da população.

Para que houvesse uma melhora no atendimento dos taxistas nesta Copa do Mundo, foram oferecidos vários cursos, não obrigatórios, tendo a participação voluntária do condutor. Além disso, foram realizadas campanhas para os operadores do serviço de táxi com a participação da BHTrans, do Serviço Social de Transporte (SEST) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SENAT), que constou um DVD sobre os principais locais de interesse turístico de Belo Horizonte. A BHTrans diz ser a favor de qualquer inovação tecnológica que traga benefício ao sistema. Exemplo disso é a aderência dos taxistas pelos aplicativos de celular: Easy Taxi, Way Taxi e BH Táxi utilizando-os no lugar do rádio táxi. Esses aplicativos facilitam a comunicação entre os usuários e operadores e aperfeiçoa a operação do serviço.

No ano de 1990, Belo Horizonte foi considerado a cidade com o melhor serviço de táxi da América Latina. Já neste ano, no período de Copa, não podemos dizer o mesmo. Foram constatadas diversas falhas no atendimento tanto em BH quanto nas outras cidades sede dos jogos. Tarifas caras, cobranças indevidas, taxistas infratores e carros mal conservados foram um dos pontos destacados pelos turistas. De acordo com a BHTrans, a respeito da busca por um melhor atendimento, eles trabalham para que o serviço de táxi atenda as necessidades dos usuários e operadores e além de orientações que são repassadas eles também utilizam o avanço tecnológico para a regularidade e confiabilidade na prestação do serviço. Desde o dia 1º de junho de 2012, os veículos táxis de permissões outorgadas através da Concorrência Pública 02/2012, por força de Edital, possuem a biometria e atualmente o sistema de táxi é composto por 745 veículos com essa tecnologia.

Biometria nos táxis

 Para a BHTrans, a tecnologia da biometria nos táxis tem objetivo de monitorar, eletronicamente, a operação do serviço e melhorar a sua confiabilidade com a identificação digital do condutor. Vários dispositivos compõem a tecnologia, dentre eles um rádio móvel de comunicação com antena, instalado no carro, onde são feitos os registros e o armazenamento de todas as informações referentes à operação do veículo e aos dados do condutor. Essas informações são coletadas pela BHTRANS, via wireless, quando o taxista comparece com seu veículo na sede da BHTRANS. Isso vem ocorrendo desde o início de novembro de 2013. Segundo o órgão, o uso desta tecnologia é fundamental para que se garanta a qualidade dos serviços ofertados aos usuários do Sistema de Táxi do município de Belo Horizonte.

 Aceitação dos taxistas

Isaías Pereira, taxista há 50 anos, utiliza os aplicativos disponíveis há um ano. Segundo ele, esse novo sistema é espetacular principalmente porque é gratuito. Pereira disse não ter presenciado nenhum problema em relação ao sistema e escuta muitos elogios por parte dos passageiros. Tal aceitação vem pelo fato do passageiro ter condições de saber que o carro está indo para atendê-lo, sendo totalmente ao contrário do rádio táxi. Ao utilizar o sistema de rádio, o passageiro acaba esperando enquanto o atendente acaba retornando a ligação para a própria pessoa que pediu o táxi informando que não conseguiu um, enquanto no aplicativo ele consegue visualizar que a pessoa está indo atender seu chamado.

Isaías Pereira – Taxista

Texto e Foto: Bárbara Carvalhaes

Na tarde desta segunda-feira, 24, foi realizado uma reunião no Ministério Público do Trabalho de Belo Horizonte para uma negociação com Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Belo Horizonte (STTRBH) e Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH).

Desde a meia noite desta segunda-feira, 24, os rodoviários de Belo Horizonte e região metropolitana fazem paralisação por tempo indeterminado. A decisão anunciada na quinta-feira, 20, diz que 100% da frota não circulariam a partir das 00h da segunda-feira, 24. Porém uma liminar expedida no domingo, 23, determina que 70% da frota deve circular durante o horário de pico e 50% dela em horário de pouca movimentação. Caso a determinação não seja cumprida o sindicato será multado em 50 mil reais por dia.

Reajuste salarial e banheiro feminino

As principais reivindicações da categoria são: diminuição da jornada de trabalho para seis horas, reajuste salarial de 21,5%, vale-refeição no valor de R$15,00, instalação de banheiros femininos no ponto final e participação nos lucros. Segundo Ronaldo Batista, presidente do STTRBH é necessário à organização da categoria para que os direitos sejam conquistados, “Estamos tomando todas as providências legais para garantir o direito de greve a nossa categoria. Agora, temos que nos manter unidos e organizados para que possamos realizar um grande movimento em prol dos nossos direitos”. A última greve ocorreu em março de 2012 e durou quatro dias e com as mesmas reivindicações.

Por:  Gabriel Amorim e Juliana Costa

Foto: Felipe Bueno (arquivo)