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Em comemoração ao dia do Patrimônio Audiovisual, a Biblioteca Pública Estadual Luis de Bessa exibiu, na tarde desta quarta-feira, 27, três curtas, seguidos de comentários, na sala de cursos do Anexo Professor Francisco Iglésias. O projeto denominado “Cine em Destaque” é uma realização da biblioteca em parceria com o Centro de Referência Audiovisual (CRAV), com o objetivo de incentivar a leitura e a pesquisa, além de divulgar o acervo de ambos.

“Na realidade o em destaque já existe. É uma exposição mensal, e, agora, estamos fazendo uma parceria com o CRAV, para agregar valor e teor cultural a nossa exposição.”, explica a coordenadora do projeto, Alessandra Gino. Foram exibidos os curtas “Salas”, “Bonfioli, O Fazedor de Fitas” e “Produzir em Minas”, realizados, em 2003, pelos alunos do curso “Memória e Cinema”, em parceria com o Departamento de Fotografia e Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG.

Já os comentários, ficaram por conta das especialistas em cinema Soraia Nogueira e Marcella Furtado. “Além de entretenimento, o cinema também é documento histórico e um produto cultural. É importante divulgar esse acervo que nós temos aqui em BH para a população”, informa Soraia.

Para a estudante de jornalismo Natália Oliveira, a iniciativa dessa parceria é muito importante. “Quem foi à biblioteca teve a oportunidade de assistir, gratuitamente, a filmes que tratam do cinema em Belo Horizonte, enquanto produção e enquanto espaço social, ou seja, as salas. Os documentários exibidos na tela fazem parte do contexto social de quem os assistia. Assim o telespectador podia se sentir um pouco parte deles. Quem esteve presente na sala foi ao mesmo tempo ouvinte dos personagens e personagens daquela exibição.”, conclui a estudante.

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Por Débora Gomes e Henrique Muzzi

Com o objetivo de incentivar a leitura e mostrar como várias linguagens dialogam no espaço da biblioteca, a Superintendência de Bibliotecas Públicas, juntamente com a Secretaria de Estado de Cultura, abre hoje, dia 20, o ciclo de palestras “Encontros com a Leitura”.

Os encontros acontecem uma vez ao ano e incluem de quatro palestras que abordam temas como a leitura, o livro e a biblioteca. “O nosso objetivo é mostrar como o texto escrito pode ser trabalhado com outras linguagens”, esclarece a Diretora de Ações de Incentivo à Leitura, Mariana Faria. Este ano, o tema principal é a leitura e como ela pode se juntar à fotografia, à internet, à música e ao cinema: “Essas outras linguagens são as mais presentes nas bibliotecas”, declara Mariana.

Para abrir o ciclo, a professora de Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG, Patrícia Azevedo, ministra hoje, às 19h, a palestra Leitura e Fotografia. Paralela à apresentação, a exposição “Meu morro, meu olhar” leva ao público fotografias elaboradas por alunos de um projeto sediado no Morro do Papagaio. “São fotografias elaboradas por alunos da Escola Integrada, da Prefeitura de Belo Horizonte.”, explica Mariana. As crianças, na faixa de 10 a 12 anos, têm aula de fotografia num contexto de melhoria e construção de identidade. “Elas passam a ver o ambiente delas e a partir daí se reconhecem melhor dentro dele”, completa a diretora. “A intenção é estabelecer uma parceria de levar a leitura para essas crianças por meio da biblioteca e trazer as fotografias delas pra cá”, conclui Mariana.

Confira as datas e temas das palestras:

Dia 20 de outubro, 19h: Leitura e Fotografia, com Patrícia Azevedo

Dia 03 de novembro, 19h: Leitura e Internet, com Ana Elisa Ribeiro

Dia 17 de novembro, às 19h: Leitura e Música, com Roniere Menezes

Dia 01 de dezembro, às 19h: Leitura e Cinema, com Nísio Teixeira


Por: Débora Gomes

A Biblioteca Pública Estadual Luiz Bessa recebe mosaico de palavras, graça e poesia. As letras invadiram o local trazendo mais glamour, encanto e conhecimento, na exposição Singular que homenageia o escritor mineiro Pedro Nava.


Na exposição Singular, são mostrados fragmentos dos trabalhos de Nava em que fazem uma releitura de artistas como Vinicius de Morais e Carlos Drummond de Andrade, que foram fontes de inspiração para criação de suas obras. O público também pode conferir um pouco de sua trajetória na literatura e nas artes plásticas em banners dispostos na galeria. Uma dica é aproveitar o ambiente, buscando conhecer melhor o escritor, e retirando um de seus livros disponíveis para empréstimo na biblioteca.


Considerado o maior memorialista da literatura brasileira, Pedro Nava escreveu várias obras “desenhando um mapa” da cultura brasileira no século XX, entre elas Baú de Ossos, Balão Cativo e Chão de Ferro. Passeando no universo da criação e dos detalhes, o artista conseguiu perpetuar-se na história da literatura, sendo reconhecido como mestre entre vários intelectuais no Brasil e no mundo.


A exposição foi inaugurada no dia 13 de outubro e encerará no dia 5 de novembro. Aberta ao público de segunda-feira a sexta-feira das 8h às 20h, na Praça da Liberdade, bairro Funcionários.


Por: Iara Fonseca

A Galeria Passarela Cultural da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa apresenta a exposição “Retrato, fragmento de uma identidade”, repleta por trabalhos em pintura, fotografia, vídeo e projetos gráficos. A exposição é fruto de um projeto criado e desenvolvido pelas artistas plásticas Liliam Medeiros e Maira Paiva e visa compartilhar e investigar as possibilidades de trabalhar a fotografia e a pintura com dependentes químicos e pacientes de outras patologias na clínica Central Psíquica.


Os trabalhos foram desenvolvidos em conjunto, todos os pacientes que participaram do projeto contribuíram com alguma informação resultando em uma exposição de diversas identidades. O principal objetivo do projeto foi trabalhar com pacientes dispostos a compartilhar experiências e novas idéias.


Os autores das obras trabalham com temas como memória e assuntos do cotidiano, misturam ficção com processos fotográficos, vídeos e imagens retiradas do Google. Alguns foram afixados nas paredes de vidro da passarela na Biblioteca e parecem se encaixar com a paisagem de fundo: ora da Praça da Liberdade, ora da Rua da Bahia com seu trânsito.


Liliam Medeiros e Maira Paiva, por meio do projeto, fazem a promoção da arte como meio de informação e expressão, ao mesmo tempo em que se valem da experiência do trabalho para dar continuidade às suas pesquisas em arte.


A exposição segue até 29/10 e o local para visitação é o anexo da Biblioteca Pública Estadual na Rua da Bahia, 1889 – 2º: piso – Funcionários – Belo Horizonte MG.

De segunda a sexta de 8:00 as 20:00 horas e aos sábados de 8:00 as 13:00 horas.



Fotos dos trabalhos expostos


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Por Danielle Pinheiro

Filhos da Terra é o nome da exposição de arte produzida por Tales Sabará que será inaugurada hoje, 01 de setembro às 19 horas, na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa. Em seu trabalho, o artista retrata homens e mulheres negros de sua cidade natal Congonhas/MG, por meio de uma série de 10 desenhos de grafite sobre o papel.

Os desenhos que em algumas partes parecem incompletos causam certa incerteza em quem vê, o tom amarelado e o formato quadriculado dão a impressão de que foram feitos em folhas de cadernos antigos. No site “Das Artes”, Tales faz uma pequena descrição da exposição e relata seu objetivo ao fazer desenhos inacabados das figuras negras “procuro dizer que a sociedade e os políticos ainda têm muito a fazer por essa parcela da população brasileira”.

Tales através desta exposição trata de um assunto sério da nossa sociedade, o negro e seu espaço. Indiretamente o artista quer atentar para a desigualdade social e injustiças que acometem as pessoas de raça negra, em função do preconceito que separa as classes do nosso país em uma pirâmide social.

A exposição estará aberta para visitação no período de 02/09 a 30/09, de segunda a sexta-feira, no horário de 08 às 20 horas e nos sábados de 08 as 13 horas, na Rua da Bahia, número 1889, segundo piso. Entrada franca.

Por Andressa Silva e Iara Fonseca

Edição Danielle Pinheiro

Baseada no último livro da Bíblia Sagrada, a exposição da artista Lígia Vellasco, inaugurada hoje na Biblioteca Pública Luiz Bessa, mostra a série “Apocalipse”. O livro, escrito por São João Evangelista, a partir de suas visões na ilha de Patmos, oferece uma fonte de inspiração rica, sugestiva e dramática para a artista, que trabalha a dois anos na série.

Lígia explora visualmente algumas das figuras e situações descritas no texto do Apocalipse, por exemplo, os quatro cavaleiros (peste, fome, guerra e morte), a mulher vestida de Sol, o anjo da Morte, o anjo que abre as portas do inferno ou a prostituta da Babilônia que sai do mar montada em um monstro.

As pinturas são livremente inspiradas nas visões, a partir daí, a artista trabalha com liberdade na criação das imagens. Uma das telas que chama atenção é a que retrata um grande desastre ecológico. As pinturas são fortes, sombrias, como o próprio Apocalipse.

A exposição até o dia 06 de setembro e a entrada é franca.

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Por Daniella Lages